História Apaixonada pelo irmão mais novo? - Capítulo 18


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Debrah, Kim, Li, Lysandre, Nathaniel, Personagens Originais, Priya, Rosalya
Tags Amor De Irmãos, Amor Doce, Armin, Castiel, Debrah, Drama (tragédia), Hentai, Nathaniel, Rosalya, Sexo, Suspense, Yaoi, Yuri
Exibições 57
Palavras 1.048
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 18 - Muito pouco


Fanfic / Fanfiction Apaixonada pelo irmão mais novo? - Capítulo 18 - Muito pouco

-Eu não acredito! -Exclamou Ster pegando o teste na mão. -Er...Parabéns?

-Nathaniel... -O chamei, quase minha voz não sai.

-Gente, vamos deixa-los conversar. -Rosalya fala com um ligeiro sorriso em seu rosto, ela despacha todo mundo para fora.

-Fale alguma coisa! -Pedi vendo ele apenas encarar a janela.

-E agora? -Finalmente disse e me encarou.

-Diga-me, querido, você acha mesmo que eu sei alguma coisa? -Bati minha mão na testa com força. -Essa criança vai ser uma favelada, eu não fui feita para ser mãe, eu não tenho um pingo de responsabilidade.

-Então vai abortar? -Perguntou me encarando.

-De novo essa pergunta -falo chorando -eu não aguento mais!

-Eu vou...Vou te apoiar, seja qual for a sua escolha eu vou te apoiar. -Disse me abraçando.

-Obrigado, Nathaniel. -Abracei ele de volta. 

-Briana -ele limpou minhas lágrimas e começou a se ajoelhar.

-Pelo amor de Deus, levanta daí! -Falei entre dentes, eu tentei segura-lo para ele levantar, mas...

-Você quer casar comigo? -Perguntou com um sorriso charmoso.

-EU NÃO OUVI ISSO! -Gritou Castiel.

-EU NÃO ACREDITO QUE VOCÊ ESTÁ OUVINDO! -Rosalya que grita desta vez. -VAI CUIDAR DA SUA VIDA!

 

Eu apenas saio correndo do quarto, da casa e só paro de correr quando entro em meu carro, coloco meu cinto de segurança e acelero. Só de cogitar em abortar eu já me sinto uma assassina, as vezes a gente passa a amar oque está crescendo dentro da gente, eu realmente não sei, até me peguei imaginando qual seria a cor de seu cabelo. Respirei fundo e esperei o farol abrir, eu não tenho dinheiro para bancar uma criança. Agora oque eu preciso é arranjar um trabalho, parei o carro na frente de uma cafeteria que estava contratando e entro, o cara me fez mil perguntas e quando eu disse que precisava cuidar de um bebê que estava por vir ele meio que amoleceu e me contratou, disse até que eu poderia começar a trabalhar.

Começou a nevar, então não tinha muitos clientes na loja, eu sentei em uma das cadeiras perto da vidraça e fiquei admirando a paisagem. Eu queria visitar meus parentes do Brasil, queria ter uma mãe para me apoiar nessas horas, queria tanta coisa impossível de se conseguir. Quando meu turno acabou, entrei no carro e sai, fiquei pensando se voltava para o sítio ou se eu ia para a casa da Ster. No fim resolvi apenas esclarecer as coisas com Nathaniel. Então fui até a casa de Rosalya, porquê estou com a cabeça á mil por hora.

No fim ela só conversou comigo e disse que se ela pudesse teria tido todos aqueles filhos, o meu problema é o Castiel, ele é o meu único problema. Não é realmente meu único problema, er...Estou ficando confusa, acho que vou alugar um hotel e dormir nele, estou nem nenhuma paciência. Sai da casa da Rosa e o Castiel estava parado lá, eu olhei para a esquerda e para a direita e andei em sua direção.

-Você vai casar com ele? -Perguntou olhando fundo em meus olhos.

-Se você quiser casar com ele eu recuso -falei sorrindo- apoio seu amor por ele há séculos.

-Para de falar besteira e me responde. -Disse irritado.

-Sai da minha frente, sua barata cascuda! -Empurrei ele com força e sai batendo os pés no chão com força. Meu celular começou a tocar, eu atendo. -Alô?

-Briana, não fique sozinha na rua -ouvi a voz apreensiva de Nathaniel -a Ambre está descontrolada!

-Como assim? Não estou entendendo. -Falei voltando para o lado de meu irmão. -Ela quer me matar por acaso?

-Sim, de algum jeito ela descobriu que você está grávida -respondeu.

-E você acha que ela tem coragem de me matar? Fala sério. -Eu olhei em volta.

-Ela roubou meu carro. -Disse Nathaniel quase gritando. -Só me obedece.

-Ok, eu ent -eu me interrompi no meio da frase quando vi um carro vindo em minha direção e "altas velocidades', eu apenas saio da mira dele que bate no muro da vizinha da Rosalya -olha ela acabou de tentar me atropelar.

-Corre, Ambre deve estar com uma faca, uma arma -falou do outro lado da linha.

-Eu ainda não estou acreditando. -Falei e puxei Castiel pela blusa. -Tchau, se cuida.

-O que está acontecendo?! -Castiel olha o desastre.

-Eu vou ver se ela está bem -falo e vou correndo até o carro verificar se ela não está ferida, mas quando olho lá dentro não vejo ninguém, quando eu viro ela está na minha frente.

-Desculpa, meu amor, mas não quero que interrompa a gente. -Ambre da um tiro na perna do Castiel.

-Por que está fazendo isso?! -Grito sentindo um frio na barriga.

-Você tirou meu irmão, o garoto de quem eu gosto, arruinou minha família fazendo meu pai ser preso...

-ELE BATIA NO NATHANIEL! -Gritei com ela.

-Minha mãe está triste, eu não tenho mais dinheiro e agora você vai manchar o nome da minha  família com esta criança...Negra! -Gritou batendo a mão no meu peito com força.

-Vai se foder, Ambre! -Grito batendo na cara dela com força e tomando a arma de sua mão.

-Sua mestiça do caralho! Eu vou matar essa desgraça dessa merda na sua barriga! -Ambre pula em cima de mim, a arma cai de minha mão e vai parar no meio da grama, eu me rastejo até ela ,mas Ambre a alcança primeiro.

-BRIANA! -Rosalya grita da janela de sua casa, eu começo a chorar, porquê essa menina me odeia tanto... -Ambre fique longe dela, sua vagabunda!

-Cala a boca! -Grita a loira apontando a arma para mim novamente, ela me mandou ficar de pé com um sinal e sorriu. -Eu não vou te matar, só essa coisa dentro de você, se você morrer também vai ser até legal.

 

Olhei para ,na verdade, um revólver Taurus RT44. Ela puxou o pino da trava para baixo e puxou o gatilho, eu congelei no lugar vendo a bala rasgar o ar e vir em minha direção, quando eu ia colocar meus braços na barriga para proteger meu filho a bala já tinha penetrado minha pele, senti uma dor grande e cai de joelhos, passei a mão na área atingida enquanto sentia que estava indo embora, olhie para o sangue em minhas mãos, no chão e depois desmaiei. 

 

 

 

 



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