História Apaixonada pelo irmão mais novo? - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Debrah, Kim, Li, Lysandre, Nathaniel, Personagens Originais, Priya, Rosalya
Tags Amor De Irmãos, Amor Doce, Armin, Castiel, Debrah, Drama (tragédia), Hentai, Nathaniel, Rosalya, Sexo, Suspense, Yaoi, Yuri
Exibições 132
Palavras 2.455
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


O COISINHA LÊ AQUI!!!!


Tentei editar o gif, mas....Não julguem as características.
Você viram, viram? NÃO ACREDITO ESTE EPISODIO É CLICHÊ DEMAIS, tava obvio que ele ia lembrar dela, meu Deus Chino é previsível demais, percebi também que o traço dela está um pouco diferente, mas enfim, legalzinho, mas longe de levar nota 10, se quiser de sua opinião.

Capítulo 9 - Água


Fanfic / Fanfiction Apaixonada pelo irmão mais novo? - Capítulo 9 - Água

Eu senti alguém segurando minha cintura, depois colocando uma mão no meu rosto ,uma boca me dava oxigênio ,mas no calor do momento acabei colocando minha língua na boca da outra pessoa, puxei o garoto (provavelmente) para perto de mim, mas eu nem sei quem é ele, por um momento esqueci que precisava de ar para sobreviver apenas me deixei levar sentindo o meu corpo esquentar, o beijo retribuído cessou e sinto mãos fortes me puxarem para a realidade, para o frio que estava fora da piscina, para o frio que era ficar sem aquele beijo...Antes de abrir os olhos me senti muito tonta e uma dor enorme atingiu a minha cabeça me fazendo perder os sentidos e desmaiar.

Acordei em um local claro, abri os olhos preguiçosamente e sentei em...Uma maca...Respirei fundo e percebi que não havia ninguém no quarto. Quem me beijou? Quem quase "me salvou"? Tentei levantar, mas não conseguia pois minhas pernas pesavam demais, então deitei frustrada e apertei o botão para chamar a enfermeira, logo vejo meu pai passar pela entrada do quarto com passos largos e preocupados, ele me abraça e logo atrás vem a dona mãe do Castiel, em falar nisso cadê ele? Logo percebo que não retribui o abraço e dou uma volta no corpo do meu pai com meus braços.

-Por que desmaiei? -Perguntei.

-Ah falta de oxigênio fez você ter um apagão. -Respondeu meu pai.

-Oh, certo. -Falo erguendo os cantos de minha boca.

-Está se sentindo bem? -Sorriu papai.

-Claro, estou só um pouco perdida. -Falei sorrindo. -Onde está o Castiel?

-Dormiu na recepção. -Valérie disse. -Ele parecia estar preocupado.

-Será que me deixam andar? -Supus lembrando que não aguentava nem comigo. -Minhas pernas pesam...Eu não vou ficar aleijada, né?

-Não! -Papai disse ,mas logo depois sorriu. -Acho que pode andar sim, se ficar só aí vai acabar relaxando.

-Tem razão. -Concordei virando meu corpo na maca, coloquei meus pés no chão com certa dificuldade.

Consegui dar dois passos e precisei me apoiar na parede para não cair. Andei até o banheiro e escovei os dentes, fiz xixi, enfim. LAVEI AS MÃOS!!! Fui até o elevador e apertei o botão freneticamente querendo descansar um pouco, sim eu vou sentar no chão do elevador. Assim que ele abriu e saíram algumas pessoas eu entrei e sentei no chão, não tem muita gente aqui, graças a Deus. Respirei fundo, tem muitos andares aqui. Quando chegou ao primeiro andar via a porta abrir enquanto levantava com dificuldades, parei meus movimentos ao ver olhos cinzas me observando surpresos. Fiz um bico e olhei para a esquerda procurando uma saída, meu irmão entrou no elevador, percebi olheiras em seus olhos.

-Você está bem? -Perguntei com as mãos na cintura, se alta faz com que olhar nos olhos dele seja fácil demais.

-Eu que devia perguntar isso. -Disse.

-E eu estou com olheiras? -Me virei lentamente para olhar no espelho, Jesus estou só o pó. -Então estava preocupado comigo?

-Então está mudando de assunto... -Andar dois...Ainda?

-Você que não me respondeu agora, olha quem fala. -Cruzei os braços. -Você sabe quem me tirou da piscina? E quem me empurrou?

-Quem te empurrou foi um garoto aleatório. -Disse. -Quem te tirou de lá fui eu.

-Hã?! -Eu olhava para ele, mas acabei por desviar o olhar pois estava ficando vermelha.

-Nossa tem muitos andares aqui -disse olhando em volta -ou o elevador quebrou...

-Como?! -Gritei vendo que ele realmente tinha parado -eu vou morrer aqui dentro! Socorro!

-Se acalma, tábua -ordenou -não vá me fazer ficar desesperado igual a você.

-O problema é morrer com um inútil igual a você -olhei para a porta que queria que estivesse aberta.

-Este inútil deveria deixar você se afogar. -Falou sentando no chão do elevador.

-Horas levante e tente gritar, sei lá. -Gritei com ele ,que roupinha feia essa do hospital.

-Se acalme...! -Ele me empurrou forte contra a parede de ferro, meu corpo doeu e o elevador balançou -se acalme!

-Castiel...-Falei seu nome com uma voz rouca. Ele veio para mais perto de mim. -Eu quero o seu trava língua.

Ele me beijou. Apaixonadamente. Suas mãos percorriam meu corpo rapidamente e estávamos tão colados que parecia que íamos se fundir. Afastei ele para respirar e voltei a beija-lo, ter a sua língua enrolada na minha era tão bom! Parte de mim queria afasta-lo e gritar você é meu irmão, mas a razão está em um lugar distante agora, eu o quero junto de mim, passei minhas mãos por debaixo de sua camiseta sentindo seu abdômen definido, como não sei, mas, né. Ouço barulhos de engrenagens e afasto ele assustada, tem alguém aqui, a porta do elevador logo se abre revelando um técnico e um médico nos encarando, eles ouviram a conversa? Virei rapidamente para ver meu reflexo, roupa amarrotada e cabelo bagunçado, eu preciso cortar o meu cabelo, enfim saí correndo do elevador e lembrei que estava com as pernas ruins e caí de joelhos no chão.

-Quem deixou você sair do quarto?! -Gritou uma enfermeira de batom escuro.

-O-Oi? -Gaguejei vendo meu irmão mal-humorado vir em minha direção.

-E você não chegue perto! Eu cuido dela! -Falou me levantando.

-Socorro, Castiel, a mulher é louca. -Eu tentei me livrar de suas mãos.

-Que mulher é louca? -Perguntou a enfermeira.

-Eu estou pedindo socorro. -Disse franzindo o cenho. Eu olhei o crachá dela, o nome dela é Socorro. -Hahaha o seu nome é Socorro! -não me aguentei e comecei a gargalhar.

-Está tudo bem aí, Socorro? -Perguntou o médico.

-Es...Está!- Respondeu me deixando no meio do corredor.

-Jesus... -Começo a ir em direção ao meu quarto. -Vai ficar aí me olhando?

-Estou indo -disse Castiel.

-Pai, mã-madrasta... -Quase chamo ela de mãe...

-Eu já te disse que se quiser pode me chamar de mãe? -Ela se aproximou de mim, não pude deixar de olhar o Castiel que ao perceber meu olhar ficou vermelho. -Eu também fiquei um pouco preocupada.

-M-Mãe? -Dei de ombros achando aquela situação estranha. -E-Eu vou tentar.

-Quem bom ver que estão se entendendo! -Pai disse afagando minha cabeça.

-É, muito bom. -Sussurro para mim mesma, fui até a maca. -Estou cansada, vou dormir.

SAINDO DA NARRAÇÃO DELA

 

Nathaniel estava andando ali por perto, procurando sua irmã. Ele viu a baderna que estava e decidiu ir embora assim que achasse ela, só precisava avisa-la antes de sair. Está muita correria aqui pensou franzindo o cenho ao ver pessoas correndo em volta da piscina, ele viu que uma garota caio dentro da piscina e logo percebe que é Briana e vai correndo até lá, ele respira fundo e entra na água gelada ,logo abre os olhos e pega a mão da garota que afundava sem relutar, Nathaniel passo a mão em seu rosto ,tão linda, pensou aproximando sua boca dos lábios de Briana, para sua surpresa ela transformou aquela troca de oxigênio em um beijo, mas apesar dele querer ficar com ela, ali, sabe que o ar da garota estava acabando e a puxou para a superfície.

Tinha várias pessoas olhando para os dois e percebendo que ela havia desmaiado ele a pega no colo e a tira da piscina, Rosalya veio correndo e colocou a mão na boca horrorizada, Kim veio logo atrás e parecia surpresa. Tomara que ela esteja bem pensou Nathaniel aproximando a sua boca da dela para tentar faze-la acordar, mas Castiel tomou Briana de seus braços e a levou para longe.

 

VOLTANDO

 

Acordei no hospital as seis da manhã, suspirei e levantei para usar o banheiro. Cara eu quero beber água, mas será que eles vão me dar água? Apenas lavei meu rosto e saí do meu quarto, a recepcionista me falou que era só apertar o botão que eles mandavam enfermeiras, eu esqueci daquilo, tinha uma lanchonete então pedi um croissant e mandei ele colocar na conta do hospital que meu pai vai pagar, acabei pegando um suco em vez de água, mas...Isso está muito solitário, estou acostumada a acordar tarde e encher o saco do Castiel, neste hospital não tem nada para fazer, nem sei o motivo de estar aqui ainda! Respirei fundo mais uma vez hoje e andei preguiçosamente até o meu quarto, com vergonha da roupa que usava.

Percebi flores em cima da cômoda e peguei uma, é do nosso jardim, são orquídeas, passei a ponta de meus dedos nas pétalas macias da flor e pensei naquele jardim e na minha mãe. Coloquei a orquídea azul de volta no jarro e deitei na maca olhando o teto do quarto ,minhas pernas estão melhores para falar a verdade. A porta do quarto abriu e pude ver o um homem entrar com uma prancheta na mão.

-Está se sentindo melhor? -Perguntou sério.

-Sim, mas se foi só um desmaio porque ainda estou aqui? -Perguntei.

-Hoje a tarde você terá alta, estamos só fazendo exames de prevenção. -Respondeu anotando alguma coisa e saindo do quarto.

-Humm... -Resmungo olhando pela janela, só de ver o quão alto é me deixa enjoada. -Olha meu celular está aqui...

-Briana, certo? -A enfermeira entrou perguntando, assenti com a cabeça. -Coloque sua roupa, daqui a pouco seus pais estão aqui para te tirar daqui.

-Ok.... -Pego minha roupa e começo a vesti-la, a mesma do dia em que me "afoguei". Acho que lavaram. -Meio nostálgico.

Ouso o toque do meu celular Right Round e não aguento e começo a cantar a música enquanto ia atender dançando.

-Alô? -Chamo a pessoa do outro lado da linha.

-Briana, você está bem? -Ouso a voz do Nathaniel.

-Calma aí, You spin my head right round, right round ,When you go down, when you go down down...Desculpa precisava cantar. -Sorri ao perceber que ele estava dando risada. -Estou bem e você? Mas como soube que caí na piscina e parei aqui?

-Eu te tirei de lá. -Falou, quando ele disse isso comecei a ignorar as ao meu redor. -Estou bem sim...Briana...?

-Me desculpe, falsas informações. -Expliquei ,será que o Castiel mentiu? Mas o Nath tem um melhor caráter, eu tinha certeza de que não gostava dele. -Tem certeza? Falaram que o Castiel que me tirou de lá.

-Ele te arrancou dos meus braços quando tirava você da água, conta? -Falou.

-Não, não. Aquele...- Falo entre dentes.

-Eu preciso ir minha irmã está querendo usar o telefone. -Disse e pude ouvir ele respirando fundo. -Calma Ambre...!Tum tum tum...

-Vish... -Desligo o celular, que menina chata.

Sorri apesar de tudo, eu devia estar brava, mas acho melhor compreender o ciúmes do Castiel, meu pai e a madrasta entraram no quarto e me arrastaram para fora do hospital, era tão bom ir ara casa.

Quando chegou na porta de casa saí de dentro do quarto correndo, meu irmão estava lá parado no quintal com o cachorro, me joguei em seus braços sorrindo e lhe apertei contra mim, senti seus braços me envolverem com receio. O cachorro latia freneticamente e eu afastei meu rosto de seu pescoço e lhe olhei, eu ia beija-lo, mas lembrei dos nossos pais e lhe soltei meio triste. Entrei em casa sem dizer nenhuma palavra e fui até meu quarto. É bom estar em casa. Meu telefone toca de novo.

-Oi Rosalya! -Falo ao ver o número familiar na tela do celular.

-V-Você está bem? -Perguntou ,podia sentir a sua energia ansiosa do outro lado da linha.

-Estou, e você? -Perguntei balançando a cabeça.

-Que pergunta é essa?! Você desmaiou! -Gritou comigo.

-Calma, foi só por causa da falta de ar. -Falei afastando o telefone da orelha e colocando no viva a voz.

-COMO! Você não sabe NADAR e estava FAZENDO oque lá? -Isso, esfrega na minha cara.

-Procurando você, horas! -Disse gritando.

-É-É? -Perguntou sem graça.

-Aí, aí, Rosa, vou desligar preciso comer alguma coisa. -Disse. -Tchau, beijos.

-Beijo, querida. -Se despediu.

Eu fui dormir, mas o sono não vinha então fiquei encarando o teto do quarto, fiquei pensando nos acontecimentos, por que tem sempre uma coisa que me puxa para o Nathaniel e depois para o Castiel repetidas vezes? Difícil...Enfim caí no sono e acordei de madrugada soada, acho que sonhei com bonecas...Não consegui dormir mais e fui parecendo um zumbi para a escola ,as aulas pareciam uma eternidade de baboseiras, então fui até o banheiro e resolvi não voltar mais, já que na sala de ciências não tinha aula fui até lá e fiquei jogado no celular, logo o  Armin aparece do nada.

-Ah, você é a menina que me obrigou a jogar rouba-bandeira! -Falou sentando na cadeira a minha frente.

-Quem te obrigou foi a professora, eu só escolhi as pessoas. -Disse sem tirar os olhos da tela do celular.

-Então você não fala que estou aqui e eu também não te vi. -Ele pegou um PSP e começou a jogar.

-Certo. -Concordei me inclinando para frente para ver oque ele estava jogando.

-Olha ,um clássico! -Exclamei vendo ele jogando.

-Eu pensei que você era uma daquelas patricinhas que faltava a aula para mexer no WhatsApp! -Disse parecendo surpreso que eu não sei que jogos são um clássico. -Você gosta de jogos ou está tentando impressionar alguém?

-Cara eu adoro, só não tenho mania de falar isso com as pessoas -respondi indignada -não acredito que pensam isso de mim! Eu não sou nenhuma Ambre, não!

-Me desculpe então! -Sorriu e levantou a cabeça para olhar para meu rosto por alguns segundos.

-P-Posso jogar com você? -Perguntei com meu melhor sorriso.

-Pode -respondeu abrindo as pernas -,mas sentada ao meu lado não vai dar certo...

-É para mim sentar aí no meio das suas pernas? -Perguntei envergonhada.

-Vamos, não seja chata -falou sorrindo -tem namorado por acaso?

-Humm...-Pensei um pouco me abaixando para sentar no espaço entre suas pernas. -Acho que não.

 

Ficamos jogando um tempo e acabei ficando cansada e joguei minha cabeça para trás e acabei encostando em seu peito, comecei a ficar com as bochechas quentes e ele sorriu meio sem jeito, sorri de volta e fiquei encostada nele daquele jeito, acho que ele não vai ligar, ouvi o barulho da porta abrindo e vi a cabeça do Castiel nos olhar, antes de poder fazer qualquer coisa ele fechou a porta e trancou, comecei a abrir a boca para gritar com ele, mas estava muito surpresa para falar qualquer coisa.

-E-Estamos presos?! -Tentei abrir a porta. -Ah meu Deus!

-Caramba, você é mais alta que eu! -Exclamou me encarando.

-Você tem o quê? 1,76? Eu não cresço mais você ainda pode pelo menos ficar na minha altura. -Brinquei sentando em uma cadeira. -Tinha que ser o Castiel.

-É eu ainda posso crescer... -Ele resmungou. -Como você sabe minha altura?!

-Foi um chute. -Soltei um suspiro frustrada. -Já que vamos ficar trancados aqui, vamos conversar...Gostou de alguma menina?

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Obg por ler!
"Eu quero o seu trava língua" é uma referencia a uma música que gosto muito "Tongue Twister Cash Cash feat. Bim"


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