História Apaixonada Por Minha Leitora - Lia Jones - Capítulo 2


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Categorias Ariana Grande, Austin Mahone, Bea Miller (Beatrice Miller), Demi Lovato, Dylan O'Brien, Fifth Harmony, High School Musical, Logan Lerman, Selena Gomez, Shawn Mendes, Taylor Swift, Troye Sivan
Personagens Ally Brooke, Ariana Grande, Austin Mahone, Bea Miller, Camila Cabello, Demi Lovato, Dinah Jane Hansen, Dylan O'Brien, Lauren Jauregui, Logan Lerman, Normani Hamilton, Personagens Originais, Selena Gomez, Shawn Mendes, Taylor Swift, Troye Sivan
Tags Camren, Camren G!p, Camreng!p, Comedia, Fifth Harmony, Lauren G!p, Laureng!p, Norminah, Romance
Exibições 2.471
Palavras 1.547
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Que tal uma mini maratona, camrenzinhas? Eu estou amando escrever esta fic, e espero que também gostem do desenrolar dela S2

Capítulo 2 - Comentários de um leitor pervertido


Fanfic / Fanfiction Apaixonada Por Minha Leitora - Lia Jones - Capítulo 2 - Comentários de um leitor pervertido

Acordei com algo macio esfregando em meu nariz, levantei minha mão e cocei o mesmo com os olhos ainda fechados, tentei voltar a dormir mas o incomodo continuou, abri os olhos e encontrei o Rabo de Eva balançando de um lado para o outro no meu rosto.

Empurrei sua grande bunda fazendo-a cair do meu travesseiro e me sentei na cama esfregando o rosto. A luz solar invadia as frestas da minha cortina e iluminava pequenos cantos do meu quarto, minhas paredes vermelhas davam sempre um ar harmônico neste cômodo e isso me deixava na maioria das vezes, querendo dormir mais.

Calcei meu chinelo próprio para usar assim que acordasse e segui para minha suíte, removendo a roupa do meu corpo pelo o caminho, dobrei as mesmas e deixei em cima da pia do banheiro, me olhei no espelho e sorri satisfeita quando percebi que os cremes de beleza que minha prima Ally havia me mandado estavam fazendo efeito.

Minha pele estava uma maravilha, não que eu esteja preocupada com rugas nesta idade, mas é sempre bom prevenir do que remediar. Fiz um coque em meus longos cabelos castanhos e por minha suíte ser de um tamanho consideravelmente grande, passeei nua até chegar na minha banheira branca ao lado da janela, que me dava a visão da praia de Malibu, uma das melhores em Los Angeles.

Molhei calmamente meu corpo, até deitar completamente na banheira repleta espumas com cheiro de erva doce. Suspirei e tombei meu rosto para o lado, admirando a vista. Minha casa ficava em cima de um monte em frente a praia. Para eu conseguir morar em um lugar deste foi difícil, não comprei assim que cheguei de meu país natal, e também não ganhei este imóvel do meu ex marido.

Assim que completei dezoito anos e percebi que não havia futuro para mim em Cuba, a primeira coisa que fiz foi convencer meus pais a me deixarem viajar para os Estados Unidos em busca de uma boa faculdade e que assim, me formasse e conseguisse um bom trabalho.

Elas sabiam do meu sonho de ser uma escritora bastante famosa por meus livros, e mesmo sabendo que esse tipo de sonho não daria tanto dinheiro quanto medicina ou algo do tipo, eles me incentivaram e bancaram as despesas para que eu pudesse prestar faculdade de letras em San Diego.

Quando eu consegui distribuir meus manuscritos já prontos do meu primeiro livro, e magicamente encontrei a Editora Kordei a quilômetros de distância por estar em Los Angeles, arrumei minhas malas e parti de San Diego para ficar o mais próximo de Normani.

Construí meu capital fazendo redações para universitários, escrevendo dicas de relacionamento e ganhando prestigio de grandes empresas publicitarias que acabavam publicando em suas revistas e é claro com minha trilogia quase terminada. Normani sempre me pagou muito bem, mesmo eu ainda achando que meus livros não faziam muito sucesso por eu nunca ter sido parada na rua para assinar a capa de algum deles, ou até ter uma foto tirada por um paparazzi.

Com esse capital investido, o dinheiro triplicou e como eu namorei o Shawn anos depois, não precisei usa-lo para nada, mas assim que ele pediu divórcio, e eu não exigi nada para receber exceto a Eva e meu violão. Acabei por usar meu dinheiro para comprar um carro e esta grande casa, ah, quem eu quero enganar, era uma mansão sim. E bom, aqui estou, posso até ficar bastante sozinha, mas estava em um bom lugar.

Terminei meu banho relaxante e me enxuguei, seguindo para meu closet enrolada em uma toalha felpuda rosa. Escolhi um vestido solto branco de renda que batia até o meio de minhas coxas, calcei uma sandália marrom e amarrei meu cabelo, deixando minha franja solta. Passei meu creme corporal e desci as escadas para a sala enquanto enrolava uma mecha do meu cabelo em meus dedos.

Passei pela a sala e entrei na cozinha encontrando um homem de cabelos castanhos em um topete espetado usando um terno preto, ele estava distraído preparando panquecas e um suco que eu diria ser acerola. Andei sigilosamente sem fazer barulho e cheguei por trás dele, abraçando sua cintura e deitando em suas costas.

" – Oi Austin." Falei manhosamente.

" – Olá senhorita Camila." Ele acariciou minhas mãos que estavam cercando seu corpo e eu suspirei.

" – Senti sua falta." Confessei soltando ele e sentando nos bancos a frente do grande balcão na cozinha.

" – Desde que seu marido te deixou você vem sentindo a falta de todo mundo senhorita, não ache que me engane." Austin piscou para mim e eu ri.

" – Tem razão, talvez eu só esteja carente. Mas me diz, o que temos para comer?."

Perguntei animada vendo ele trazer um pequeno tapete de prato na cor laranja e colocar no balcão de madeira em minha frente, seguido por um prato e talheres. Austin pegou a frigideira branca em que fazia as panquecas e com uma colher deixou três em meu prato, guardou a panela e com sua mão livre, esparramou mel por cima, fazendo uma cascata doce escorrer pela massa, minha boca já estava enchendo de água.

Colocou um copo ao lado do meu prato e me serviu o suco de cor avermelhada. Pedi para que sentasse a minha frente e assim que ele se sentou eu peguei os talheres para provar de seu talento culinário que já estava tanto acostumada e adorava.

" – Panquecas de banana com mel e suco de Acerola." Ela respondeu minha pergunta enquanto mastigava.

" – Está estupendo." Falei juntando todos meus dedos, dando um beijo estalado neles e jogando a mão para cima.

Ele riu do meu teatro e negou sorrindo.

" – É sempre um prazer lhe servir, senhorita." Ele se levantou e deixou um beijo em minha testa antes de seguir para arrumar os quartos.

Austin Mahone era meu mordomo desde que comecei a namorar com o Shawn, ele me servia na casa que dividia com meu marido e quando tudo acabou não vi por que não o chamar para me servir sozinha, eu adorava a comida dele e sua companhia duas vezes por semana me distraia um pouco da minha rotina de escrever e escrever meu livro.

Austin de fato é bem mais velho que eu, apesar de não parecer nem um pouco, estava quase chegando em seus quarenta e cinco anos e mesmo assim não deixava de pintar seu cabelo e passar chapinha que eu devia falar urgentemente para ele que não adiantava em nada. Cabello ruim é cabello ruim. (Referência :D)

Terminei meu café e deixei as louças na pia, não iria estragar minhas francesinhas. Caminhei tranquila até meu escritório e peguei meu iphone que estava jogado em uma poltrona em frente a minha mesa principal. Coloquei uma música calma e me agachei perto da caminha de Eva que era toda azul em formato de tubarão, e em um passe de magica ela apareceu ronronando e se esfregando em mim.

" – Uma verdadeira Lady Eva." Aumentei seu ego enquanto massageava sua grande barriga.

" – Tenho que diminuir sua ração, está ficando mais gorda que a Normani, Eva."

Menti em relação que Normani era gorda, pois ela era justamente o oposto, seu corpo moreno era muito sarado, mas fui sincera com minha gatinha em relação ao seu peso, não acho que seja bom para ela ser tão obesa.

Deixei minha bolotinha dormindo e sentei em minha cadeira giratória ligando o computador e conferindo meu blog com um ótimo nome.

Apimentando as relações com a Cheff Cabello.

Olhei as últimas notificações e me assustei quando vinte e nove comentários foram adicionados ontem de madrugada nos post de Kama sutra que escrevi semana passada. Bom saber que enquanto eu dormia alguém dava uma olhada em posições sexuais diversas para experimentar com o parceiro. Pelo menos alguém tinha uma vida sexual boa.

Bufei frustrada e olhei o que essa pessoa tão entusiasmada comentou em meus post, quando a pagina da web carregou, faltei pouco cair da cadeira. O usuário que escreveu os vinte e nove comentários tinha o nome de Lern Jergui e em seu perfil havia um planeta com olhos verdes, provavelmente um Nerd viciado em HQ's ou animes. Seus comentários eram baixos, com palavras ofensivas e machistas, me senti nojenta por ter esses tipos de leitores e acabei por fechar a página do meu blog imediatamente.

Me levantei da cadeira e andei apressadamente em rumo a janela, abri e uma brisa do litoral me atingiu me aliviando, eu precisava tomar um ar. Mesmo não lendo todos os comentários, os poucos que eu li não saiam da minha cabeça.

"Porra de posição sexy."LernJergui

" Gozaria rapidinho com você me chupando assim, Camila."LernJergui

" Porque não conversa comigo no privado e marcamos uma rapidinha."LernJergui

" Te faria implorar para que eu te comesse de quatro que nem essa vadia na foto."LernJergui

Que droga de pervertido, pensando por esse lado, Normani tinha razão de eu ter sorte por não ser parada na rua para dar autógrafos, pensa o que seria de mim se encontrasse esse tal de Lern Jergui ao vivo e em cores, no mínimo um estupro bem bruto, graças aos céus que o site dizia que o usuário estava em algum lugar da América latina e não aqui nos Estado Unidos. 



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