História Apaixonada Por Minha Leitora - Lia Jones - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Ariana Grande, Austin Mahone, Bea Miller (Beatrice Miller), Demi Lovato, Dylan O'Brien, Fifth Harmony, High School Musical, Logan Lerman, Selena Gomez, Shawn Mendes, Taylor Swift, Troye Sivan
Personagens Ally Brooke, Ariana Grande, Austin Mahone, Bea Miller, Camila Cabello, Demi Lovato, Dinah Jane Hansen, Dylan O'Brien, Lauren Jauregui, Logan Lerman, Normani Hamilton, Personagens Originais, Selena Gomez, Shawn Mendes, Taylor Swift, Troye Sivan
Tags Camren, Camren G!p, Camreng!p, Comedia, Fifth Harmony, Lauren G!p, Laureng!p, Norminah, Romance
Exibições 1.886
Palavras 1.273
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu disse que voltaria u.u
Estou muito feliz com as visualizações e os comentários de vocês, continuem :D
Boa leitura, em breve a Lauren Taradex Psicopata entra S2

Capítulo 6 - Rumo á Cuba


Fanfic / Fanfiction Apaixonada Por Minha Leitora - Lia Jones - Capítulo 6 - Rumo á Cuba

Por sorte as ruas estavam calmas e com uma quantidade pouca de carros, o que me ajudou a chegar rapidamente no prédio em frente ao shopping de Los Angeles, eu não menti falando que Normani morava no Brooklin, ela apenas se mudou da casa do seu irmão Cris, quando seus pais fizeram a proposta de ela governar a Editora Kordei.

Peguei meu óculos de sol redondo no porta luvas do meu carro e coloquei enquanto buzinava para Normani descer do prédio. Olhei no meu iphone e fiquei aliviada quando confirmei que ainda tínhamos tempo. Normani desceu depois de alguns minutos e seu visual não era nada chamativo, apenas um short jeans e uma blusa regata de estampa floral, só faltou um colar de rosas para ela ser uma daquelas havaianas típicas de ilhas turísticas.

“ – Normani que roupa é essa, sai de perto do meu carro! Eu não te conheço.” Ameacei dar ré com carro e ela agarrou a porta da minha belezinha rosa.

“ – O que foi? A gente vai para Cuba, é ou não é uma ilha? E ninguém mandou vir como se estivesse sido convidada á um casamento.” Ela debochou e jogou sua mochila no banco de trás, com o mínimo de cuidado.

“ – Eu tenho classe, e por Deus, tente não estragar meu carro.” Implorei quando ela se sentou ao meu lado e como se quisesse me provocar, bateu a porta com toda sua força.

“ – Claro.” Sorriu para mim e eu fechei a cara.

Cadela

Aproveitando a brisa que bagunçava meus cabelos por meu veículo ser conversível e conversando com Mani sobre algumas coisas que ela tinha descoberto desde que adicionou câmera em sua empresa, nem percebemos quando chegamos no aeroporto.

Estacionei o carro e entreguei a chave para um adolescente de cabelos negros com uniforme da companhia de avião, peguei minha mala junto com a mochila branca com bolinhas vermelhas de Normani e corri para acompanha –la, já que ela tinha saído sem nem se preocupar comigo.

Observei Mani conversar com uma secretária do aeroporto e quando elas terminaram, minha amiga caminhou sorrindo até mim.

“ – Está tudo pronto, a mulher disse que é por ali.” Ela apontou para uma saída que havia vários aviões parados e eu a segui.

“ – Pode deixar as bagagens conosco senhoritas.”

Uma aeromoça linda de cabelos loiros e olhos azuis falou, pegando nossas malas, tive dó dela quando pegou a minha e fez uma careta pelo peso. Entrei com Normani atrás de mim e no meio do avião, na parte em que dividia as classes, olhei para ela animada.

“ – Em que número da primeira classe ficamos?”

“ – Então Mila, era isso que eu queria te falar.”

Olhei para ela desconfiada e ela engoliu seco antes de continuar.

“ – Não havia passagens para a primeira classe neste voo de hoje.”

“ – Você está de brincadeira comigo?” Gritei para ela e recebi uma advertência de uma velha que tentava dormir na poltrona ao meu lado.

“ – Não estou gritando com você minha senhora.” Falei olhando para a velha e me afastando com Normani antes de ver sua careta enrugada e antes de ser expulsa do avião.

“ – Camila, isto é jeito de falar com os outros?” Normani riu quando ficamos no final do corredor.

“ – Ela provavelmente era surda, só ouviu por que eu gritei com você.” Dei de ombros e Normani riu negando com a cabeça.

“ – Que droga Mani, você sabe que detesto viajar sem ser na primeira classe.”

“ – Eu sei muito bem, princesa do Agreste, mas apenas por hoje terá que ser assim, e só para aproveitar sua onda de estressadinha, nossas cadeiras não são juntas.” Ela me avisou e se afastou para a sua poltrona antes de eu gritar com ela.

Suspirei fundo, contei até dez e olhei na minha passagem, vendo o número do lugar que teria que sentar, os bancos eram todos escuros, na cor cinza, bem diferente da primeira classe em que além de serem brancos eram largos e com minis televisões na frente.

Cheguei no meu número e me sentei no meio, como dizia a passagem. Peguei meu fone de ouvido e liguei em meu iphone colocando uma música da Lana Del Rey para me ajudar a dormir. Em duas faixas eu já tinha cochilado, mas meu gostoso cochilo não durou muito tempo pois ouvi choros ao meu lado direito e uma canção ridícula de ninar sendo sussurrada.

Abri os olhos e olhei para o lado e o que antes havia apenas uma poltrona vazia, agora estava uma mulher indiana segurando uma criança nua enrolada em uma túnica laranja, a coitada chorava e chorava, mas sua mãe só sabia balançar e cantar alguma melodia para ela.

Revirei os olhos por ter de suportar isto e quando virei minha cabeça para o outro lado, bati ela em alguma coisa.

Mas que droga é essa?

Pensei quando olhei no que eu tinha batido minha cabeça, uma outra velha estava ao meu lado e um cobertor fedorento e preto a cobria enquanto ela tirava um cochilo se escorando onde? Adivinhem, sim, em mim, no meu ombro. Me controlei para não armar um barraco e contei até cinquenta dessa vez, aumentando o volume da musica da Lana e fechando os olhos.

Essa viagem vai ser uma beleza.

Eu fiquei exatamente cinco horas repetindo todas minhas músicas da Lana, só ela poderia me acalmar em um caos desse, a mãe e o bebê indiano vieram a calar a boca por volta de três horas de viagem e a velhinha ao meu lado acordou assim que pousamos em solo cubano. Eu devo estar merecendo tudo isto.

Esperava Normani chegar com nossa mala enquanto esticava minhas costas perto da saída do aeroporto da minha cidade.

“ – Como foi a viagem?” Ela perguntou me entregando minha bagagem e sorrindo.

“ – Horrível e a sua?” Aproveitei as rodinhas da minha mala e puxei acompanhando Mani até a locadora de veículos.

“ – Uma beleza, fiquei do lado de dois morenos lindos.” Ela bateu palmas e eu sorri por ela.

Alugamos uma BMW na cor branca e com muita dificuldade achei o bairro em que meus pais moravam. A cidade ainda estava idêntica desde a ultima vez que estive aqui, ruas esburacadas, casas velhas e de pintura amarelada, pelo menos havia algumas arvores bonitas e grandes.

Estacionei em frente a uma casa de três andares na cor branca e desci admirando o jardim verde repleto de flores e anões para a decoração. O que me fez lembrar que para o meu pai sair daquela casinha que tínhamos e mudar para esta mansão foi graças á séde Jauregui Motors, uma grande empresa de fabricação de carros importados em São Francisco nos Estados Unidos, mas que tinha outras empresas espalhadas pelo o mundo, e uma delas estava em Cuba.

E meu pai conseguiu o emprego por ter feito amizade com o Senhor Jauregui, nunca o vi, apenas escutei seu nome nas nossas conversas em família, tinha que agradece-lo pessoalmente por dar este emprego ótimo ao meu pai.

Sorri para Normani e sai do carro junto com ela, caminhando alegremente pelo caminho de pedras que levava até a porta de madeira da entrada. Apertei a campainha uma vez e esperei ajeitando minha saia e meu cropped amarelo.

Quando a porta se abriu, uma mulher de tamanho médio com cabelos castanhos curtos fazendo uma franja que era escondida por seus óculos de leitura, apareceu, ela estava usando um vestido solto floral que combinou perfeitamente com a blusa ridícula de Mani.

Que saudade que eu estava dela.

“ – Mama!” Falei a abraçando e me permitindo chorar em seus ombros.


Notas Finais


Até não sei quando, beijinhos!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...