História Apaixonada por um Winchester... - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Candice Accola, Dove Cameron, Jared Padalecki, Jeffrey Dean Morgan, Jensen Ackles, Lauren Cohan, Mark Pellegrino, Mark Sheppard, Misha Collins, Nina Dobrev, Supernatural
Personagens Bobby Singer, Castiel, Charlene "Charlie" Bradbury, Chuck Shurley, Crowley, Dean Winchester, Ellen Harvelle, Gabriel, Garth Fitzgerald IV, Jo Harvelle, Jody Mills, John Winchester, Kevin Tran, Lilith, Lúcifer, Mary Winchester, Meg Masters, Miguel, Personagens Originais, Rafael, Rowena MacLeod, Ruby, Sam Winchester
Tags Dean Winchester, Elisa Claire, Impala 67, Sam Winchester
Visualizações 174
Palavras 6.402
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem do capitulo, e me desculpem não ter postado ontem.

Boa leitura...

Capítulo 17 - •Espantalho•


Fanfic / Fanfiction Apaixonada por um Winchester... - Capítulo 17 - •Espantalho•

Burkitsville, Indiana ( 1 ano atrás ).

Em uma lanchonete ao lado da estrada.

- Antes de irem, levem uma torta de maçã, por conta da casa. - diz Stacy, a esposa do dono da lanchonete, entregando a torta para uma mulher enquanto vão para fora.

- Oh... Muito obrigada! Gostaria de me perder mais vezes. - Holly agradece aceitando a torta. - Quer dizer... O pessoal dessa cidade é tão legal.

- É verdade. - Vince concorda, seu marido também saindo da lanchonete.

- Tudo pronto. - diz Hurley, o dono do local, terminado de abastecer o carro do casal.

- Obrigado. - Vince agradece. 

- Bela tatuagem. - diz Emily, a sobrinha de Stacy e Hurley, olhando para o braço do rapaz.

- Obrigado. - ele agradece.

- Então, deixe-me dizer como voltar a Interestadual. - diz Hurley a Vince.

- Sim, por favor. - ele pede.

- Pegue a última rua da cidade. - Hurley ensina apontando para o final da rua. - E vire a direta na estrada do norte. 

- Tudo bem, obrigado. - Vince agradece com um sorriso, ele e Holly entram no carro e vão embora.

Depois de um tempo já estavam na estrada, mas o motor falha, Vince para o carro no acostamento.

- O que foi? - Holly pergunta.

- Eu não sei... O motor pifou.

Vince pega seu celular para chamar um guincho.

- E o celular também. - ele avisa.

- Como isso é possível? - Holly pergunta, os dois saem do carro e a moça vê uma casa no meio da floresta.

- Vamos, parece que tem uma casa ali. - Vince diz vendo a casa também.

- Não, eu não vou lá. - ela diz.

- Holly, precisamos de ajuda. - o rapaz diz a ela. - Não podemos ficar aqui, vamos.

- Tudo bem. - ela concorda. Os dois andam pela floresta até a casa, eles vêem um espantalho perto dela e se aproximam.

- Saca só, " Se eu tivesse um cérebro. " - Vince zomba do espantalho.

- Se você tivesse, não estaríamos perdidos. - Holly diz para ele nervosa.

- Valeu. - ele agradece ironicamente, Vince se vira novamente para o espantalho. - Esse deve ser o espantalho mais feio que eu já vi.

- Ele me assusta. - diz Holly, os dois recomeçam a andar até a casa. A moça não tira os olhos do espantalho, de repente ele move a cabeça e a olha fazendo a mesma se assustar.

- Por favor, vamos logo com isso. - ela pede para Vince. De repente eles escutam passos e se viram, mas não vêem nada.

- Você ouviu isso? - ela pergunta, e ele afirma com a cabeça. - Olá?! Quem está ai?!

Ouvem novamente os passos e começam a correr na direção do carro, os dois se separam, Holly olha para trás.

- Vince? Vince?! - ela grita mais fica sem resposta.

A moça olha para todos os lados, ouve um barulho e recomeça a correr na direção do carro. Holly de repente olha no que tropeçou e grita, algo tinha tirado toda a pele de Vince, o fazendo parecer carne viva pelo corpo. O espantalho aparece atrás dela, Holly o olha e seus berros começam a se intensificar.

.....

Atualmente, de manhã.

Em um motel Dean, Elisa e Sam dormem. O celular de Dean começa a tocar.

- Dean? - Sam o chama mas fica sem resposta, sonolento Sam atende o celular. - Alô?

- Sam, é você? - um homem pergunta do outro lado da linha.

- Pai? - Sam pergunta se levantando e se sentando na cama. - Você está machucado?

- Estou bem.

- Procuramos você por todo lugar. - Sam diz e olha para a cama de Dean e Elisa. - Não sabíamos onde estava, se estava bem.

- Sam, eu estou bem, e quanto a você e Dean?

Dean acorda e começa a se espreguiçar olhando para o irmão ao seu lado.

- Estamos bem pai, aonde você está? - Sam pergunta e Dean arregala os olhos.

- Desculpe filho, não posso dizer.

- O que? Por que não? - Sam responde.

- É o papai? - Dean pergunta se sentando na cama do irmão.

- Eu sei que é difícil de entender, você terá que confiar em mim.

- Você encontrou, não é? A coisa que matou a mamãe. - Sam diz a ele.

Elisa acorda e se senta em sua cama de frente para os irmãos.

- Sim. - John responde. - É um demônio.

- Um demônio? Tem certeza? - Sam pergunta.

- Um demônio? O que está dizendo?  - Dean pergunta.

- Tenho sim. - John responde. - Escute, Sam... Eu também sei o que houve com sua namorada, sinto muito, teria feito qualquer coisa para proteger você daquilo.

- Você sabe o que é? - Sam pergunta.

- Sim, acho que estou chegando perto.

- Deixe a gente ajudar. - Sam diz a ele.

- Não podem, não podem fazer parte disso. - John fala.

- Por que não? - Sam pergunta.

- Me dê o telefone. - Dean diz nervoso para o irmão.

- Escute, Sam. - John diz. - É por isso que eu estou ligando, você e seu irmão precisam parar de me procurar. Eu preciso que escrevam alguns nomes.

- Nome? Que nomes? Pai... - Sam começa. - Fala comigo, me diga o que está acontecendo.

- Não temos tempo para isso. - John responde. - É maior do que pensa, estão em todo lugar. Até nós conversando não é seguro.

- Mas... - Sam fala.

- Me dê o telefone. - Dean repete com o braço estendido para Sam.

- Estou te dando uma ordem, pare de me seguir e faça seu trabalho. - John manda. - Entendeu? Agora anote esses nomes.

Dean retira o telefone da mão de Sam e atende.

- Pai! Sou eu. - Dean fala. - Onde você está?

John diz algo do outro lado da linha.

- Sim, senhor. - Dean responde. - Sim, tenho caneta. Quais são os nomes?

.....

À noite, os três partem do motel para desvendar outro caso, Sam dirigia dessa vez enquanto Dean olha o diário de John e Elisa olha para a janela distante.

- Os nomes que ele deu são de casais? - Sam pergunta.

- Três casais diferentes e desaparecidos. - Dean responde.

- E são todos de cidades e estados diferentes? - Sam pergunta.

- É. Washington, Nova York, Colorado... - Dean responde. - .... Cada casal fez uma viagem pelo país, nenhum chegou ao seu destino, nenhum sequer foi visto novamente.

- Esse é um país grande, poderiam ter desaparecido em qualquer lugar. - Sam comenta.

- Poderiam, mas todos eles passaram pela mesma parte de Indiana. - Dean comenta. - Sempre na segunda semana de abril, um ano após o outro.

- Mas, estamos na segunda semana de abril. - Sam fala.

- Exatamente. - Dean diz.

- Então papai está nos mandando para Indiana, para caçar alguma coisa antes que outro casal desapareça? - Sam pergunta.

- Exato. - Dean concorda.

- Imagina... Criar um padrão desse tipo, como deve ser difícil encontrar as vítimas. - Elisa comenta olhando para eles.

- O cara que está sumindo com os casais deve ser um mestre. - Dean fala.

Em seguida Sam para o carro no acostamento da estrada. 

- O que foi? - Dean pergunta.

- Não vamos para Indiana. - Sam fala.

- Não? - Dean pergunta sem entender.

- Não, vamos para Califórnia. - Sam responde. - Papai ligou de um telefone público, o código da área era de lá.

- Sam.. - Dean começa.

- Dean, se esse demônio matou a mamãe, Jessica e o papai está se aproximando dele, nós precisamos estar lá. - Sam comenta. - Precisamos ajudar.

- Ele não quer nossa ajuda. - Dean fala.

- Eu não me importo. - Sam fala.

- Ele está nos dando uma ordem. - Dean diz.

- Não me importo! - Sam repete irritado e Dean lhe olha nervnoite, ,- Não temos que fazer sempre o que ele manda!

- Sam, papai pediu para nós trabalharmos, salvar vidas. - Dean diz. - É importante.

- Acredite, eu entendo, mas estamos falando de semanas. - Sam fala a ele. - Para obter respostas, para obter vingança.

- Olha, eu sei como se sente. - Dean fala.

- Sabe? Sam pergunta ironicamente e Dean lhe olha perplexo, Sam da uma risada irônica. - Quantos anos você tinha quando mamãe morreu? Quatro? Jessica morreu a seis messes. Como sabe como eu me sinto?

- Papai disse que não era seguro para nenhum de nós. - Dean diz e Sam balança a cabeça negativamente. - É claro que ele sabe de alguma coisa que não sabemos, então se ele manda ficarmos longe, ficamos longe.

- Eu não entendo essa fé cega que você tem no papai. - Sam diz. Elisa já estava de saco cheio dessas discussões que não tinham mais fim, sua cabeca começa a doer e ela precisava de de puro. - Quer dizer, é como se nem o questionasse.

- É, isso se chama ser um bom filho. - Dean diz a ele. 

Sam sai do carro e Elisa da Graças a Deus, a garota sai do carro e aproveita o ar da noite, Dean sai do carro atrás deles.

- Você é um tremendo egoísta sabia? - Dean fala para o irmão. Sam pega sua mochila no porta-malas e Elisa olha para os dois. - Não liga para o que os outros pensam.

- É o que você acha? - Sam pergunta.

- É isso sim.

- Ótimo, esse tremendo egoísta vai para a Califórnia. - Sam diz e Elisa olha para ele. Sam se vira para a estrada e começa a andar.

- Você está falando sério? - Elisa pergunta preocupada e Sam para de andar.

- Sim.

- Estamos no meio da noite, estou caindo fora. Vou deixar você aqui, entendeu? - Dean diz a ele.

- Elisa, vem comigo. - Sam pede para a garota que o olha aflita.

- Ela não vai com você. - Dean diz nervoso agarrando o braço dela. - Ela vai comigo, você não vai meter a Lisa nessa sua ideia estúpida!

- O que? - Sam pergunta.

Elisa olha para Dean e o mesmo põe ela no carro ao seu lado do banco na frente.

- Adeus, Sam. - Dean diz entrando no Impala e partindo.

- Lisa! - Sam grita mas Dean acelera o carro, o garoto se vira e segue seu caminho.

......

No dia seguinte Elisa e Dean chegam a Indiana, Dean para o carro e pega seu celular, vê o telefone do irmão na lista.

- Liga pra ele Dean. - A garota diz com um olhar triste por ter que ver essa situação com os irmãos.

- Não... Ele não quer tomar conta de si mesmo? Agir por si mesmo? Então? Ele que se vire.

Ele guarda o telefone no bolso do casaco e sai do carro, abre a porta para Elisa, ela agradece e eles vão até uma lanchonete e vêem um homem sentado do lado de fora.

- Deixe-me adivinhar, Scotty? - Dean pergunta.

- Isso.

- Olá, meu nome é John Bonhame está é minha namorada Hayley. - Dean se apresenta e em seguida apresenta Elisa mentindo. Ela dá um pequeno sorriso ao homem.

- John Bonham... Não é o baterista do Led Zeppelin? - Scotty pergunta a Dean.

- Uau... Bom, um fã de Rock Clássico.

- O que posso fazer por vocês, John? - Scotty pergunta.

Dean tira as fotos do bolso do casaco.

- Gostaríamos de saber se você viu essas pessoas por acaso. - Dean diz mostrando as fotos.

- Não. - Scotty responde. - Quem são esses? 

- Amigos nossos. - Elisa fala. - Desapareceram há mais ou menos um ano, passaram por aqui, já perguntamos na redondeza.

- Desculpe. - Scotty a responde com um sorriso. - Não temos muitos estranhos por aqui.

O homem entrega as fotos novamente para Dean.

- Scotty, você tem o típico sorriso do Led Zeppelin, sabia? - Dean comenta. Elisa se vira e revira os olhos. - Já te falaram isso?

Scotty não responde e Dean da um sorriso forçado.

- Deixa pra lá. - ele diz guardando as fotos. - Vemos você por ai.

- Tchau. - Elisa diz a ele.

Ele apenas acena com a cabeça.

.....

Na estrada, Sam continua procurando por carona, ninguém passa pela estrada e o céu parecia estar carregado. Ele vê uma garota sentada na própria mochila, ouvindo música.

- Ei. - Sam a chama mas ela não escuta pelo fato de sua música estar alta. Ele se aproxima e coloca a mão em seu ombro, assustada ela se levanta.

- Você quase me matou de susto. - a garota diz.

- Desculpe, pensei que precisasse de ajuda.

- Eu estou bem, obrigada.

- Para onde está indo? - Sam pergunta.

- Sem ofensas, mas eu não vou te dizer.

- Por que? - ele pergunta sem entender.

- Bom... Você pode ser algum doido. - ela diz. - Quer dizer.... Você está pedindo carona.

- Você também. - Sam diz. Os dois riem e uma caminhonete se aproxima deles buzinando, ela para do lado deles.

- Precisa de carona? - o homem pergunta, olhando para a garota.

- Sim. - Sam responde.

- Só ela, não vou levar você. - diz o homem na caminhonete. Sam arregala os olhos e a garota pega sua coisas e entra na caminhonete, em seguida olha para Sam.

- Você confia no cara da caminhonete e não em mim?

- Definitivamente. - ela responde para ele com um sorriso. Em seguida eles partem e deixam Sam ali, este dá uma risada sarcástica.

......

Dean e Elisa vão até uma lanchonete perto da estrada.

- Tem certeza que não pararam para abastecer ou coisa parecida? - Dean pergunta ao dono da lanchonete e à sua mulher.

- Não, não me lembro. - Hurley diz. - Disseram que eram amigos deles? 

- Sim. - Elisa diz.

- O cara tinha uma tatuagem? - uma garota pergunta entrando na lanchonete.

- Sim, ele tinha. - Dean responde.

- Você se lembra? - a garota pergunta ao tio. - Tinham acabado de se casar.

- Tem razão. - diz Hurley olhando novamente a foto. - Eles pararam para abastecer. Não ficaram mais que dez minutos.

- Lembra de mais alguma coisa? - Elisa pergunta desconfiada.

- Eu lhes disse como pegar a Interestadual e eles deixaram a cidade. - ele responde.

- Pode nos apontar a mesma direção? - Dean pergunta.

- Claro. - Hurley responde com um sorriso. 

Um tempo depois, Dean e Elisa pegam a estrada novamente, de repente a FEM começa a apitar, Dean para o carro no acostamento e leva o aparelho dentro da bolsa no banco de trás. Os dois olham para a floresta ao seu lado, saem do carro e entram nela. Eles olham para todos os lados, vêem um espantalho no meio do nada e vão até ele.

- Cara, você é feio. - Dean diz, Elisa da um tapa no braço dele. - O que eu fiz?

- Você xingou o espantalho. - ela responde. - É assustador.... É como se ele estivesse olhando para a gente.

Dean olha para o espantalho novamente, uma de suas mãos foi arrancada e substituída por um ferro pontudo. Em seguida ele pega um escada e sobe para vê-lo melhor, toca em seu braço afastando sua manga, preso ao ferro está parte de uma pele humana. Dean olha a foto de Vince novamente e para a pele, em seguida olha para o espantalho.

- Bela tatuagem. - Dean diz.

Depois de um tempo ele e Elisa voltam para a lanchonete.

- Vocês voltaram. - a garota de antes fala.

- Nunca partimos. - Dean diz sorrindo.

- Ainda procurando pelo seus amigos? - ela pergunta.

- Se imposta de encher o tanque, Emily? - Dean pergunta. Emily lhe da um sorriso.

- Estou vendo que vou segurar vela. - Elisa diz olhando para o céu.

- Você está com ciúmes, isso sim. - Dean fala para ela, e Elisa ri ironicamente.

- Você é uma graça, sabia? - Elisa pergunta. Dean pisca um olho para ela e lhe manda um beijo. Ele vira novamente para Emily.

- Então... Você cresceu aqui? - Dean pergunta.

- Vim para cá com 13 anos. - ela responde. - Perdi meus pais em um acidente de carro. Meus tios cuidam de mim, mas eu os considero como pais.

- São pessoas legais? - Elisa pergunta.

- Todos são legais aqui. - Emily responde.

- Então... Essa é a pequena cidade perfeita? - Dean pergunta.

- Sabe, é um lugar bem isolado, mas eu adoro. - Emily responde. - Quer dizer... Nas cidades vizinhas, as pessoas estão perdendo duas casas, fazendas. Mas aqui é quase como se fôssemos abençoados.

- Você já foi no pomar? Já viu aquele espantalho? - Elisa pergunta.

- Ele me assusta. - Emily responde.

- De quem é? - Elisa pergunta.

- Não sei, sempre esteve lá. - Emily responde.

- É o carro dos seus tios? - Dean pergunta olhando para um carro vermelho, estacionado ao lado da lanchonete.

- Não, de clientes. - responde a garota. - Tiveram um problema com o carro.

- Não é um casal é? - Elisa pergunta.

- Sim.... É sim. - ela responde. Elisa e Dean se olham.

Em uma rodoviária.

- Desculpe, não teremos mais ônibus até amanhã às 17:05. - diz uma mulher a Sam enquanto lixa as unhas.

- Amanhã? - ele pergunta surpreso. - Deve haver uma outra maneira.

- E Existe. - ela diz. - Compre um carro.

Sam da uma risada sarcástica e pega suas coisas, em seguida pega seu celular e vê o número do irmão na lista de chamadas. Sam pensa se liga para o irmão ou não.

- Ei. - diz uma garota sentada o chama. - Você de novo.

- O que aconteceu com sua carona? - Sam pergunta percebendo que era a mesma garota da estrada.

- Você tinha razão, não dava pra confiar nele, ele era cheio de toques. - ela responde.

Sam olha para os dois lados preocupado.

- Qual o problema? - ela pergunta.

- Estou tentando ir para a Califórnia. - ele responde.

- Fala sério! - ela diz.

- É. 

- Eu também. - ela diz a ele se levantando e se aproximando. - Sabe... O próximo ônibus é só amanhã.

- É, esse é o problema. - ele diz.

- Por quê? - ela pergunta. - O que há de tão importante lá?

- Algo que estou procurando há muito tempo.

- Bom, acho que pode esperar mais um pouco, certo? - a garota pergunta e lhe dá um sorriso.

- Eu sou Becky. - ela se apresenta esticando a mão.

- Sam. - diz ele apertando-a.

......

Dean e Elisa entram na lanchonete e vêem o casal comendo, se sentam para comer também, tentam puxar conversa com eles, mas Scotty que está tomando conta do local diz que o casal quer comer em paz. Elisa e Dean pedem um café e um pedaço de torta de maçã. Scotty vai pegar mal-humorado fazendo Elisa dar risada. Dean e a garota avisam que o casal estava correndo perigo, eles não acreditam. Scotty quando volta da cozinha ouve o que Elisa e Dean falam e fica nervoso. Um policial entra na lanchonete, Scott vai até ele e sussurra algo no seu ouvido, Jane e Dean se olham e o policial vai até eles.

- Eu gostaria de falar com vocês, por favor? - O policial fala aos dois.

- Qual é, já tivemos um péssimo dia. - Dean diz a ele.

- Não querem deixá-lo pior. - ele fala com uma cara nada feliz.

Um tempo depois Dean e Elisa saem da cidade com a escolta da polícia. A partir de uma parte da estrada a policia volta.

.....

- Então, está de férias ou algo parecido? - Sam pergunta.

- Até parece. - ela responde. - Tem sido sempre a estrada para mim.

Sam da um sorrisovpara ela.

- Eu tive que... Me afastar da minha família. - Becky continua.

- Por quê? 

- Amo meus pais e sei que eles querem o melhor para mim. - ela responde. - Apenas não se importam com o que quero. Era para eu ser inteligente, mas não o bastante pra não assustar o marido, só porque minha família dizia, eu deveria sentar e fazer o que me mandavam fazer. Então eu apenas segui o meu caminho.... Desculpe, eu não costumo dizer isso a pessoas que eu não conheço.

- Não... Tudo bem. - Sam diz. - Sei como se sente, lembra de irmão que eu mencionei que estávamos viajando juntos?

Becky afirma com a cabeça.

- É praticamente a mesma coisa. - Sam continua.

- Por isso não está mais viajando com ele? - ela pergunta e ele afirma.

- A nós. - Becky diz levantando sua garrafa de cerveja para brindar com Sam que levanta a sua também. - A comida pode ser ruim e as camas duras, mas pelo menos estamos vivando nossas vidas.... E não a de outra pessoa.

Os dois brindam e bebem a cerveja.

......

À noite, na floresta com o espantalho, se encontram o casal da lanchonete.

- Não acredito, acabamos de consertar o carro. - a garota diz a seu namorado.

- Por aqui. - ele diz guiando-a entre as árvores. Em seguida, algo passa atrás deles, eles se viram assustados mas não vêem nada.

- Steve. - a garota diz. - Estou com medo.

Eles ouvem um barulho.

- Quem está ai? - pergunta ele, de repente o espantalho aparece vindo em duas direções. Os dois começam a correr e o espantalho se aproxima cada vez mais. De repente Elisa e Dean aparecem, cada um com uma arma na mão, à frente deles e a garota berra.

- Voltem para o carro! - grita Dean a eles.

- Vão agora! - Elisa grita para eles. O casal volta para o carro, Elisa e Dean atiram no espantalho mas nada acontece. Os dois também começam a correr, mas continuam atirando para atrasá-lo.

- Vão! Vão! - Dean grita para o casal. Eles chegam no carro, Dean e Elisa se colocam na frente deles, os protegendo.

- O que era aquilo? - Steve pergunta.

- Nem pergunte. - Elisa diz apontando a arma para todos os lados.

Na rodoviária.

Sam liga para Dean enquanto Becky dorme recostada em sua mala.

- O espantalho correu atrás de você? - Sam pergunta.

- É o que estou dizendo. - Dean diz. - Burkitsville, Indiana... Bela cidade.

- Ele não matou o casal, matou?

- Não. - Dean responde. - Eu e Elisa sabemos caçar sem você, sabia?

- Elisa. - Sam diz. - Como ela está? Deixe-me falar com ela.

- Ei... Ei... Calma, Sam. Ela está bem, ok? - Dean responde a ele olhando para Elisa do seu lado.

- Ótimo, porque se algo acontecesse com ela.... - Sam começa, mas para pensando no wie disse.

- Sabia... Você está se apai...- Dean é interrompido.

- Cala a boca... Não fui eu que beijei ela, a Lisa está aí do seu lado, não está? - Sam pergunta.

- Sim, mas ela que começou naquele dia eu só dei o troco. - Dean diz e Elisa revira os olhos.

- Eu posso ouvir vocês, bobões. - ela diz para Dean e Sam.

- Então... Voltando ao caso, algo deve estar animando-o. Um espírito. - Sam diz.

- Com certeza e mais do que um espírito, pode apostar. - Dean fala. - É um deus ou alguém que acha que é um.

- Como assim? - Sam pergunta.

- O ciclo das mortes. - Dean responde. - E as vítimas serem sempre um homem e uma mulher como um tipo de culto à fertilidade, e você tinha que ver as pessoas trantando o casal. Só faltava oferecer o peru de Natal. 

- A última refeição... Dando as vitimas em sacrifício. - Sam comenta.

- Estão fazendo o ritual do sacrifício para agradar algum deus pagão. - Dean fala.

- Então... Algo possui o espantalho. - Sam diz.

- Ele sacrifica as vítimas e por mais um ano a colheita será boa e doenças não se espalharam. - Dean explica.

- Sabem com o que está lidando? - Sam pergunta.

- Não, ainda não. - Dean responde.

- Descubram o que é, e como matá-lo. - Sam fala.

- Eu sei, estamos indo encontrar o professor de uma faculdade local. - Dean diz. - Sabe, já que não temos nosso paranormal estranho para fazer a pesquisa.

Sam da um pequeno sorriso.

- Se precisarem da minha ajuda... Me chamem. 

- Eu não estou pedindo ajuda. - Dean comenta. - Na verdade... Quero que saiba.... Quer dizer, não pense...

- É... Me desculpe também. - Sam pede o interrompendo.

- Sam, você estava certo... Você tem que seguir sua vida. - Dean diz e Elisa lhe da um sorriso surpresa.

- É sério? - Sam pergunta sem acreditar.

- Você sempre soube o que quis e foi atrás. - Dean continua. - Ficou sempre ao lado do papai. Gostaria de ser... De qualquer forma, admiro isso em você. Tenho orgulho de você, Sammy.

- Nem sei o que dizer. - Sam diz.

- Diga que vai cuidar de si mesmo. - Dean pede.

- Cuidarei. 

- Ligue quando encontrar o pai. - Dean fala.

- Tudo bem, tchau Dean. 

- Tchau.

Dean olha pra Elisa e ela estava sorrindo.

- O que foi? - Dean pergunta.

- Foi lindo...

- Não começa...

- Nem está mais aqui quem falou. - Elisa fala rindo.

Na rodoviária.

- Quem era? - Becky pergunta.

- Meu irmão. 

- O que ele disse? 

- Adeus. - Sam responde.

.....

- Não é todo dia que eu recebo uma pergunta sobre esse assunto. - o professor diz.

- É meio que um hobby. - Dean fala.

- Mas vocês disseram que estão interessados na história local? - pergunta o professor, Dean e Elisa confirmam. - Receio que Indiana não é um lugar com tantas histórias desse tipo.

- Mas e se foi importada? - Elisa pergunta a ele. - Como os peregrinos trazendo a religião para cá. Indiana não é um local de muitos imigrantes? 

O professor confirma com a cabeça.

- Como aquela cidade aqui, Burkitsville? - Dean pergunta. - De onde são os ancestrais de lá?

- Do norte da Europa. - o professor responde. - Escandinávia, eu acredito.

- Que tal nos falarmos dos deuses de lá? - Elisa pede.

- Há centenas de deuses e deusas do norte. - responde o professor.

- Estamos procurando por um. - diz Dean. - Que talvez viva em um pomar. 

O professor pega um livro em um de seus armários da sala e o abre em cima da mesa. 

- Woodscot Bem, vejamos... - diz o professor colocando seus óculos, ele começa a folhear as páginas e de repente Dean e Elisa vêem uma foto em uma das páginas, onde está o espantalho no meio de uma horta, com trabalhadores em sua volta. 

- Isso não é um Woodscot. - o professor comenta.

- Os Vanir? - Elisa pergunta vendo o nome abaixo do desenho.

- Os Vanir eram deuses escandinavos da proteção e prosperidade. - responde o professor. -Que mantém os habitantes da cidade local a salvos.

- Algumas vilas deixam o solo sagrado, enquanto outras oferecem sacrifício humano, um macho e uma fêmea. - Elisa lê o livro. - Ele parece un espantalho, não?

- Talvez. - o professor responde.

- Cada Vanir tem dua energia liberada por uma árvore em particular. - ela continua lendo.

- Antigos acreditavam que árvores eram impregnadas com magia. - o professor comenta.

- O que aconteceria se a árvore fosse queimada? - Dean pergunta - Acha que mataria o cara? 

- Filho... São apenas lendas. - o professor diz com um sorriso a Dean.

- Claro, está certo. - ele concorda. - Ouça, muito obrigado professor.

- Sempre que eu puder ajudar. - Duz o homem apertando a mão dos dois. Dean abre a porta para sair, mas de repente o policial de antes da lanchonete lhe acerta no rosto com a parte de atrás da espingarda e Dean cai no chão. Elisa se assusta e tenta correr, mas o professor e o policial a seguram e lhe dão um soco forte na barriga a fazendo desmaiar.

.....

- Eles deveriam ser alimentados primeiro, nós.... É nossa responsabilidade proteger a cidade. - Scotty diz.

- Eu entendo... - diz Hurley - .... Mas todos vocês... Sou eu que dou as direções, sou eu que os envio ao pomar.

- Hurley, por favor. - o policial pede.

- Vamos fechar as portas, olhar para o outro lado e fingir que não conseguimos ouvir os gritos. - Hurley diz. - Mas isso é diferente. Isso é assassinato.

- Ele está bravo conosco. - Stacy diz a ele. - Logo as árvores começarão a morrer. Hoje é a sétima noite do ciclo. Nossa última chance.

- Se o garoto e a garota devem morrer têm que morrer, eles vão morrer. Mas porque levar nossa sobrinha junto com eles? - Hurley pergunta.

- Temos que contentá-lo, agradá-lo o máximo que pudermos e a Emily e um agrado a mais. - Stacy diz.

Um tempo depois, eles colocaram Emily no porão da casa junto com Dean e Elisa que estão sentados no chão e fracos.

- Tia Stacy, Tio Hurley, por favor! - Emily pede chorando. - Por que estão fazendo isso?

- Pelo bem da comunidade. - Stacy responde a ela, em seguida fecha a porta e causa um estrondo.

.....

 - Ei, o ônibus chegou. - Becky avisa com um sorriso para Sam, este nem a olha, tenta ligar para Dean que não atende o celular. Sam desliga preocupado.

- É melhor você entrar no ônibus logo. - Sam diz a ela. - Eu preciso voltar.

- Voltar? Pra onde? 

- Burkitsville. - ele responde e se vira.

- Sam, espere.

- Tentei ligar para meu irmão nas últimas três horas, só da na secretária eletrônica. - ele diz.

- Talvez tenha desligado o celular. - ela diz.

- Não, ele não faria isso. - Sam diz. - Eu acho que ele pode estar com problemas e com certeza meteu Elisa nisso.

- Que tipo de problema?

- Não posso explicar agora. - Sam diz. - Desculpe não quero que perca o ônibus.

- Mas eu não entendo. - ela diz a ele. - Está correndo de volta para o seu irmão? O cara de quem fugiu? Por quê? Por que ele não atende o celular? 

Sam olha para os dois lados sem saber o que dizer.

- Sam, vem. - ela pede. - Vamos pra Califórnia.

- Não é só por causa do meu irmão que eu estou voltando... - Sam diz. - .... Há alguem importante que deve estar me esperando. É melhor você ir. Me desculpe.

- Eu sei. - Becky diz. 

- Eles são minha família. - Sam diz e Becky continua o olhando com uma expressão triste, enquanto ele vai embora.

......

- Não entendo... Vão nos matar? - Emily pergunta para os dois. Elisa continua sentada com uma das mãos na barriga e Dean tentava arrombar a porta.

- Sacrifício, o que é fora de moda, acho. - Dean responde. - Você não sabia de nada disso?

- Sobre o que? O espantalho? - Emily pergunta. - Não acredito nisso.

- É melhor começar a acreditar, por que vamos precisar da sua ajuda. - Elisa diz tentando se levantar.

- Tudo bem. - ela diz. - Tudo que eu puder fazer...

- Agora... - Dean diz. - Para destruir o espantalho, precisamos achar a árvore.

- Que árvore? 

- Talvez possa nos ajudar com isso. - Dean diz a Emily. - Ela seria muito velha e os moradores a tratariam com muito respeito, como se fosse sagrada.

- Tem uma macieira. - Emily diz depois de pensar um pouco. - Os imigrantes a trouxeram com eles. A chamavam de " A Primeira Árvore. " 

- Fica no pomar? - Elisa pergunta.

- Sim, mas não sei onde.

Em seguida a porta e aberta.

- Está na hora. - diz Stacy a eles. Depois de um tempo, Elisa, Dean e Emily são amarrados em uma árvore.

- É a primeira vez que sinto vontade de bater em uma velha. - Elisa diz tentando se soltar.

- E as pessoas que matou xerife? - Dean pergunta. - Quanto sangue está em suas mãos?

- Nós não os matamos. - ele diz.

- Mas com certeza escondem depois. - Dean fala. - Quantos carros escondeu? Quantas roupas enterrou?

O xerife se afasta nervoso.

- Tio Hurley. - Emily diz a ele. - Por favor.

- Sinto muito Em. - diz ele. - Gostaria que não fosse você.

- Tente entender... É nossa responsabilidade. - Stacy diz. - E não há outra escolha.

- Sou sua familia.

- Querida... - começa Stacy chegando mais perto dela. - É isso que sacrifício significa, desistir de algo que ama para um bem maior. A cidade precisa ser salva. O bem da maioria ao invés do bem de apenas um.

- Egoísta. - Elisa fala.

- O que disse? - Stacy diz se virando para a garota.

- Egoísta! - ela repete.

- Elisa para com isso. - Dean sussurra.

Stacy vai até ela e lhe da um tapa.

- Você... Você me bateu? - ela pergunta incrédula.

- Não fale o que você não sabe garota mimada.

- Pode ter ceteza de que eu não sou mimada, mas você... E egoísta, colocar eu e ele aqui, da pra entender. Mas ela, considera vocês como pais. E vocês só se preocupam com essa droga de cidade.

- Cale a boca.

- A verdade dói ne? - Elisa pergunta.

Eles vão embora e deixam Elisa, Dean e Emily sozinhos.

- Aposto que suas tortas são o preço disso! - Dean grita nervoso.

- Então, qual é o plano? - Emily pergunta.

- Sairmos daqui, e eu dar una bela lição... Naquela velha. - Elisa diz isso e Emily a olha. - Desculpa... Estamos pensando em um plano.

Passa um bom tempo.

- Vocês não tem um plano, certo? 

- Estamos pensando nele. - Dean repete para a garota.

- Você consegue ver? - Elisa pergunta.

- O que? - Emily pergunta.

- Já está se movendo? - Elisa pergunta e Emily olha na direção do espantalho.

- Não consigo ver. - ela diz.

De repente eles ouvem um barulho.

- Oh Deus! - Emily diz percebendo que alguem se aproximava. - Oh Meu Deus!

Dean tenta se soltar mas não consegue.

- Dean? Elisa? - uma voz pergunta.

- Oh! Ainda bem que voltou Sam. - Dean diz vendo seu irmão se aproximar, Dam os olha assustados. Sam começa a soltá-lo da árvore. - Como chegou aqui?

- Eu... Roubei um carro. - Sam responde. Dean e Elisa dão gargalhadas.

- Esse é o meu irmão! Fique de olho no espantalho, ficará vivo a qualquer hora.

- Que espantalho? - Sam pergunta. - Cadê a Lisa?

- Ali. - ele responde. - Naquela árvore atrás de Emily.

Sam vai até Elisa que o olha com um sorriso.

- Você está bem? - ele pergunta.

- Eh... Já estive melhor. - Sam da um sorriso para ela.

Ele a solta e lhe da um abraço apertado, Elisa o solta envergonhada. Em seguida eles se juntam a Dean e Emily, os quatro começam a correr pelo pomar.

- Vamos... O espantalho pode estar em qualquer lugar. - diz Emily.

- Bom... Quanto a árvore que eu estava falando, é a fonte de poder dele. - Dean explica.

- Então vamos encontrá-la e queimá-la. - Sam diz.

- De manhã, temos que sair daqui, antes que o feioso apareça. - Elisa diz, e eles concordam. De repente Stacy, Hurley, o xerife e Scotty saem com armas atrás das árvores e apontam para eles que são cercados, o espantalho está por perto. - Você de novo... Inferno. 

- Por favor, deixe-nos ir. - pede Emily.

- Acabará rápido, prometo. - Hurley diz a ela.

- Vocês são terríveis. - Elisa diz.

- Menina insolente... O tapa que lhe dei não adiantou nada?!

- Parece que não.

- Ela te bateu? - Sam pergunta.

- E longa história... 

- Por favor. - Emily insiste.

- Emily, você precisa deixar ele levá-lá. Você precisa.... - Hurley diz a ela mas é interrompido. O espantalho atravessa deu coração com o ferro em uma de suas mãos. Emily grita e abraça Elisa. Stacy também grita. O espantalho tira o ferro de Hurley e este cai morto no chão. O espantalho pega Stacy pelo pescoço e crava  seu ferro no pé de Hurley os arrastando pelo pomar.

- Vamos, vamos, vamos. - Dean diz a eles. Os quatro recomeçam a correr e de repente ouvem um barulho atrás deles, se viram e as árvores começam a se chacoalhar fortemente. Eles se escondem. De manhã, quando o espantalho não ataca, eles pegam álcool e vão até a macieira que devem queimar. Sam joga o álcool nela e Elisa põe fogo em um galho comprido.

- Deixa comigo. - Emily diz.

- Sabe, a cidade inteira vai morrer. - Elisa diz a ela.

- Ótimo. - Emily diz séria. Em seguida ela taca o galho na árvore e ela começa a queimar, os três olham as chamas se espalharem. 

Depois de um tempo, eles vêem Emily partir em um ônibus na rodoviária, ela lhes da um sorriso, os três retribuem.

- Vai tudo ficar bem? - Sam pergunta.

- Espero que sim. - Dean e Elisa dizem.

- O que acontecerá com a cidade será castigo o suficiente. - Dean responde.

Eles estavam indo para o carro mas Elisa segura a mão de Dean.

- Eu quero te pedir uma coisa.

- O que Lisa?

- Sobre ontem... - ela olha para o chão.

- Quero que me desculpe.

- A gente é uma família, não quero que vá além disso, entende?

- Sim. -  Dean diz. Eles trocam sorrisos e entram no Impala. - E então, te deixamos em algum lugar?

- Não, acho que estão presos a mim. - Sam responde.

- O que o fez mudar de ideia? - Elisa pergunta.

- Motivos. - Sam responde com um sorriso,  mas se vira para o irmão. - Mas eu ainda não desisti de procurar o papai. E você Dean, ainda é um pé no saco. Mas, Jess e mamãe... As duas se foram. Papai está sei lá aonde, você e Elisa são a minha família agora. Então, se vamos enfrentar isso... Vamos fazer juntos.

- Sabe Sam, isso foi lindo. - Dean diz, em seguida da uma gargalhada, Sam revira os olhos e Elisa sorri para os dois.

- Dean, você deveria estar beijando meus pés, você iria virar presunto se eu não chegasse ao pomar a tempo. - Sam diz.

- Até parece, eu tinha um plano para sair de lá. - Dean diz.

- Mentira. - Elisa diz. Dean a olha e ela da uma piscadela para ele e um beijinho, Sam da risada. Dean liga o carro e partem.

....

- Para onde, belezinha? - um cara pergunta para a garota enquanto dirigi.

- Que tal parar um pouco. - Becky responde.

- Tudo bem, isso funciona. - ele diz sorridente. Eles param no acostamento da estrada, de repente a garota tira um cálice de dua bolsa. - O que é isso?

- Preciso fazer uma chamada. 

- Tenho um celular, você pode usar. - diz o homem.

- Não é esse tipo de chamada. - diz Becky. Em seguida ela pega uma faca e corta a garganta do homem que se abre e jorra sangue. A garota pega o cálice e o deixa ali até ter sangue o suficiente. - Obrigada pela carona.

Em seguida ela olha para o sangue dentro do cálice e começa a mexer com o dedo, invoca algo em uma língua diferente.

- Não faz sentido... Eu poderia ter impedido o Sam. - ela diz para o sangue. - Não basta colocá-lo em um bote, o deixe em paz... Sim... Sim. Sim pai.

A garota olha para frente com um olhar e sorriso malignos... A hora está próxima. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado....
Desculpem qualquer erro ortográfico.

Até ♥


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