História Apaixonada por um Winchester... - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Candice Accola, Dove Cameron, Jared Padalecki, Jeffrey Dean Morgan, Jensen Ackles, Lauren Cohan, Mark Pellegrino, Mark Sheppard, Misha Collins, Nina Dobrev, Supernatural
Personagens Bobby Singer, Castiel, Charlene "Charlie" Bradbury, Chuck Shurley, Crowley, Dean Winchester, Ellen Harvelle, Gabriel, Garth Fitzgerald IV, Jo Harvelle, Jody Mills, John Winchester, Kevin Tran, Lilith, Lúcifer, Mary Winchester, Meg Masters, Miguel, Personagens Originais, Rafael, Rowena MacLeod, Ruby, Sam Winchester
Tags Dean Winchester, Elisa Claire, Impala 67, Sam Winchester
Visualizações 61
Palavras 6.425
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Espero que gostem do capítulo.

Boa leitura...

Capítulo 18 - •Fé•


Fanfic / Fanfiction Apaixonada por um Winchester... - Capítulo 18 - •Fé•

Dean, Sam e Elisa chegam a uma casa sombria e saem do carro, o mais velho abre o porta-malas.

- Para que o amperímetro? - Sam pergunta a ele.

- 100.000 volts. - ele responde.

- Caramba. - Sam diz.

- Lembrem-se, vocês só podem atirar uma vez, então não desperdicem. - Dean diz para eles.

Os três vão até o porão com suas lanternas e armas apontadas e procuram por algo ali em baixo. Eles vêem um armário se mexendo e vão até ele.

- Está tudo bem. - Elisa diz. - São apenas crianças.

Sam abre o armário e um menino e uma menina saem assustados.

- Ele ainda está aqui? - Dean pergunta para eles. Os dois afirmam com a cabeça.

- Pegue na mão de sua irmã. - Elisa diz ao garoto. - Vamos sair daqui. Vamos, vamos.

Eles vão até a escada.

- Vão. - Elisa diz. Dean e Sam pegam as crianças no colo e sobem as escadas em direção a saída. Elisa vai atrás, mas uma mão debaixo da escada a pega e a puxa. Ela cai e rola escada a baixo, mas se levanta rapidamente.

- Elisa! - Sam grita.

- Sam, saia daqui! - Elisa grita. As crianacas começam a chorar, Dean puxa Sam para fora da casa. Elisa aponta sua arma pelo porão escuro. - Aparece!

De repente a criatura aparece e empurra Elisa que cai no chão em uma poça de água, a garota aponta sua arma para a criatura que vêem e sua direção e atira lhe dando um choque de 100.000 volts, mas, Elisa que está caída na poça também acaba levando o mesmo choque e grita de dor. Em seguida Dean e Sam entram no porão novamente, Dean vê Elisa no chão desacordada.

- Elisa! - ele grita e vai até ela. Toca em seu rosto, mas ela não acorda. - Elisa!

......

Em um hospital.

- Senhor, desculpe perguntar, mas não parece haver nenhum seguro no arquivo. - diz uma enfermeira a Sam.

- Certo... - ele diz lhe entregando uma identidade falsa. - Aqui.

- Certo Sr. Berkovitz. - ela diz. Sam olha para dois policiais que estão olhando e vai até eles.

- Olha, podemos terminar isso mais tarde. - diz um dos policiais a Sam.

- Não, tudo bem. - Sam diz, Dean se aproxima deles. - Nós estávamos apenas pegando um atalho na estrada e as janelas do carro estavam abertas. Ouvimos gritos quando passamos pela casa, paramos e entramos nela.

- E encontraram as crianças no porão? - o policial pergunta.

- Isso. - Dean responde.

- Ainda bem. - diz o policial. Em seguida no corredor aparece o médico que está atendendo Elisa.

- Com licença. - Sam diz aos policias e vai até o médico. Dean o segue.

- Obrigado pela ajuda. - agradece um dos policiais.

- Doutor, ela está... - Sam começa.

- Está descansando. - o médico responde. - A eletrocussão promoveu um ataque do coração bem forte, receio dizer isso. O coração está muito danificado, era para ela ter morrido, mas algo a salvou, não sabemos o que é mas salvou.

- Quão danificado? - Dean pergunta.

- Fizemos tudo que pudemos. - o médico responde. - Podemos deixá-la confortável até agora, mas eu dou para ela no mínimo um mês de vida. Não sei se tem como ela sobreviver por muito tempo. 

- O que? - Sam pergunta surpreso. - Deve haver algo que possa ser feito, algum tipo de tratamento.

- Não podemos fazer milagres. - diz o médico. - Eu realmente sinto muito.

Sam e Dean vão até o quarto de Elisa, ela estava com uma cara pálida. trocando de canais da TV.

- Vocês já viram TV de dia? - ela pergunta. - A programação é horrível.

Sam e Dean a olham com uma expressão triste.

- Bom, parece que vocês vão ter que deixar a cidade sem mim. - Elisa diz olhando para eles.

- Do que está falando? - Sam pergunta. - Não vamos deixe você aqui.

- É melhor não arrumarem outra parceira, se não eu volto pra assombrar vocês. - Elisa diz com um sorriso.

- Não é engraçado. - Sam diz sério.

- Qual é, é um pouco engraçado. - Elisa diz. Dean a olha com um sorriso. Sam olha para a janela com uma expressão nada feliz. - Olha Sam, o que eu posso dizer? - É um barco pequeno, eu afundei. É isso, fim da história.

- Não fala assim. - Sam pede. - Ainda temos opções.

- Quais? - Elisa pergunta. - Enterrar ou cremar?

Os dois olham surpresos para a garota.

- Eu sei que não é fácil, mas... - Elisa começa. - Eu vou morrer e vocês não podem impedir isso.

- Você acha? - Sam diz e Elisa o olha séria. Ele olha para o irmão. - Vamos.

Os dois saem do quarto e vão para um motel. Sam tenta ligar para John que cai na caixa postal. Sam desliga o celular e Dean o olha.

- Nada. - Sam diz.

Alguém bate na porta, eles se olham curiosos. Sam levanta e vai até a porta a abrindo.

- Que diabos está fazendo aqui? - Sam pergunta perplexo vendo Elisa à sua frente. Dean se levanta surpreso.

- Eu me dei alta. - ela diz com um sorriso entrando no quarto.

- Você está louca? - Dean pergunta.

- Não vou morrer em um hospital onde os médicos nem são tudo aquilo. - Elisa diz.

- Sabe, essa de "Eu não estou nem aí para a morte" é besteira. - Sam diz. - Da pra ver.

- Tanto faz. - Elisa responde fraca. - Vocês dormiram? Parecem pior que eu.

Sam a ajuda a se deitar na cama e a cobre.

- Eu liguei para os amigos do pai. - Sam fala e Elisa o olha séria.

- Por quê? - ela pergunta.

- Para te ajudar. - ele responde. - Um Joshua respondeu e disse que tem um especialista em Nebraska.

- Você não vai me deixar morrer em paz, vai? 

- Não vou deixar você morrer. - ele responde para ela. - Vamos para Nebraska.

Nebraska.

Os três vão até uma tenda enorme e branca no meio da estrada, pessoas doentes são vistas por todos os cantos. Eles saem do carro. Sam vai até Elisa.

- Eu te ajudo. - ele diz a segurando.

- Eu sei me virar. - Elisa diz o afastando.

- Vamos. - Dean diz a eles.

- Não acredito que me trouxeram para ver um cara curar pessoas dentro de uma tenda. - Elisa reclama.

- O reverendo Le Grange é homem maravilhoso. - diz uma senhora que passa na frente deles.

- É... Claro que é. - Elisa diz ironicamente.

- Tenho o direito de protestar. - um homem diz a um policial e Elisa o olha. - Esse homem é uma fraude, ele está enganando pessoas para pegar seus dinheiros.

- Esse é um local de trabalho, vamos indo. Mexa-se. - Diz o policial.

- É.... Acho que não faz parte do bando. - Elisa diz.

- Bom, quando pessoas vêem algo que não conseguem explicar, há controvérsia. - Sam diz.

- Ah... Qual é Sam? Um curandeiro? - Elisa diz nervosa. - Isso não está certo.

- Talvez seja bom ter um pouco de fé, Elisa. - Sam diz.

- E se não der certo? - Elisa pergunta. - E se meu destino for morrer?

- Você não vai morrer. - um garoto diz se aproximando e Elisa o olha. - Não pode.

- E... Por que? - Elisa pergunta.

- Porque você é jovem e muito bonita, tem muito tempo pela frente. - o rapaz responde. Dean e Sam se olham.

- Eu sou Elisa. - ela diz apertando a mão do rapaz. - E esses são Sam e Dean.

- Allan. - ele responde com um sorriso para Elisa, e a mesma retribui.

- Vamos entrar. - Sam diz puxando o braço da garota. Allan acena para ela e Elisa faz o mesmo.

Os três entram na tenda e Elisa ia se sentar quando Sam a levanta.

- O que foi? - Elisa pergunta sem entender.

- Lá na frente. - Sam diz.

- Por que? - Elisa pergunta e ele vai a levando para sentarem na primeira fileira. - Sam...

Eles se sentam e Elisa não fica nada contente com essa situação.

- É... Paz, amor e confiança para todos os lados. - ela diz olhando várias câmeras no teto. - Isso é ridículo... Nem sei o que estamos fazendo aqui.

Allan se senta atrás dela, Elisa o olha e ele lhe da um sorriso.

- Toda manhã, minha esposa Sue Ann, lê para mim as notícias. - o curador começa, era um senhor com deficiência visual. - Nunca parece bom, parece? 

- Não. - todas pessoas ali presentes respondem.

- Parece que há sempre alguém cometendo algo imoral, algo inaceitável. - Le Grange continua. Sam vê uma cruz diferente das outras, na parte de cima da cruz há um círculo o rodeando, formando outra cruz. - Mas digo a vocês, Deus está vendo. E Deus recompensa os bons, e puni os corruptos. É um Senhor que me guia na escolha de quem cura, me ajudando a entrar no coração das pessoas.

- Amém... Amém. - as pessoas dizem.

- No coração e na carteira. - Elisa diz para Sam e Dean.

- É o que acha minha jovem? - o curandeiro pergunta a Elisa. Ela olha para os dois lados, e todos a olham.

- Desculpe. - ela pede a ele.

- Não, não... Não se desculpe. - Le Grange fala a ela. - Posse ser cego, mas escuto muito bem. 

Todos começam a rir.

- Qual o seu nome, filha? - ele pergunta.

- Elisa.

- Elisa. - Le Grange repete. - Quero que suba aqui comigo.

Todos começam a aplaudir, Allan a olha e sorri, mas uma senhora ao seu lado a olha surpresa. 

- Não, tudo bem. - Elisa diz recusando o pedido.

- O que você está fazendo? - Sam pergunta.

- Você veio para ser curada, não veio? - Le Grange pergunta a ela.

- Bom, sim, mas... - Elisa começa. - Talvez você devesse escolher outra pessoa.

- Eu não escolhi você Elisa. - Le Grange diz. - O Senhor escolheu.

- Vá logo. - Dean diz a ela. 

Elisa se levanta e todos aplaudem novamente, ela vai até o curandeiro.

- Está pronta? - o curandeiro pergunta.

- Olha, não quero desrespeitar, mas, não acredito nessas coisas. - Elisa diz.

- Você vai filha, você vai. - Le Grange diz a ela com um sorriso. - Rezem comigo amigos.

Le Grange abre os braços para o céu, Sam e Dean olham com ansiosidade para eles. Le Grange põe uma de suas mãos na cabeça de Elisa.

- Tudo bem, agora... Tudo bem agora. - diz o curandeiro. Elisa começa a ficar zonza e cai de joelhos no chão, Sam e Dean levantam da cadeira.

- Tudo bem agora. - Le Grange repete. Em seguida Elisa desmaia.

- Elisa! - Sam grita indo até ela, Dean vai atrás. Sam a chacoalha e ela abre os olhos assustada. - Diga alguma coisa.

Elisa ainda um pouco tonta, olha para frente e vê ao lado de Le Grange o espírito de um senhor calvo e pálido, ele some e Elisa arregala os olhos. 

.....

No dia seguinte, em um hospital.

- Você está mesmo se sentindo bem? - Sam pergunta para Elisa.

- Eu estou ótima. - ela responde séria.

- Bom, de acordo com os testes, não há nada de errado com o seu coração. - diz uma médica entrando no quarto. - Nem sinal de que houve algo um dia. Não que alguém da sua idade deveria ter problemas de coração, mas... Ainda que seja estranho, acontece.

- Como assim, estranho? - Elisa pergunta.

- Ontem mesmo, um jovem com você, 20 anos, atleta. Do nada, um ataque cardíaco. - a médica responde.

- Obrigada, doutora. - Elisa diz.

- Sem problemas. - ela responde e sai do quarto.

- Isso é estranho. - Elisa comenta.

- Talvez seja só coincidência. - Dean diz. - Corações param de funcionar de repente.

- Não, não param. - ela diz.

- Olha, Lisa, você quer mesmo investigar isso a fundo? - Sam pergunta. - Por que não podemos agradecer a ele por ter salvo sua vida e seguir em frente?

- Porque não posso combater essa sensação... É por isso. - Elisa responde se levantanta e olha nos olhos de Sam. 

- Que sensação? - Dean pergunta.

- Quando eu fui curada, eu me senti errada. - ela responde. - Eu senti frio e por um segundo eu vi alguém. Um homem velho, estou falando, era um espírito 

- Se houvesse algo lá, Elisa. - Sam diz a ela. - Eu e Dean teríamos visto também. Principalmente eu que estou vendo coisas demais ultimamente.

- Me desculpe, Maravilha Psíquica. - Elisa diz nervosa. - Você só precisa de um louco de fé nessa. Sam... Tem alguma coisa de errada nesse Le Grange.

- Ta... Tudo bem. - Sam diz depois de um tempo. - O que você quer fazer? 

- Vocês vão checar o cara que morreu e eu vou ver o Le Grange. - Elisa diz a eles.

- Mas... - Sam começa.

- Tudo bem, nós vamos.- Dean diz o interrompendo, Elisa lhe da um sorriso.

.....

- Me sinto ótima... Só quero entender o que aconteceu. - Elisa diz sentada em uma poltrona na casa de Le Grange.

- Um milagre aconteceu. - diz a esposa do curandeiro. - Milagres acontecem muito em volta de Roy.

- Quando começaram os milagres? - Elisa pergunta a ele.

- Acordei um dia... Cego. - Roy começa. - Os médicos disseram que era câncer e me deram um mês, no máximo. Então... Rezamos por um milagre. Eu estava fraco, mas pedi para Sue Ann continuar rezando. Entrei em coma e o médico disse que eu nunca mais acordaria, mas eu acordei. E o câncer havia sumido.

Roy tira seus óculos, mostrando os olhos. 

- Se não fosse pelos olhos, ninguém acreditaria no que tive um dia. - ele continua.

- E de repente você pode curar pessoas. - Elisa diz.

- Descobri que sim. - ele diz colocando os óculos. - Deus me abençoou de várias formas.

- E o número de fiéis cresceu do dia para a noite. - diz Sue Ann. - E é só o começo.

- Posso perguntar uma última coisa? - Elisa pergunta.

- Claro que pode. - ele responde.

- Por quê? Por que eu? - ela pergunta. - Com todas essas pessoas doentes, por que me salvar? 

- Como disse antes... O Senhor é o meu guia. - diz Le Grange a ela. - Eu olhei no seu coração e você se sobressaiu perante o resto.

- O que você viu no meu coração? - ela pergunta curiosa.

- Uma jovem com um missão e um destino importante. - Le Grange responde com um sorriso. - Há coisas que você ainda deve saber e isso vai levá-la pelo caminho certo.

Elisa o olha surpresa.

......

Hospital.

- Ele era bem saudável, nadava todos os dias, não fumava. - um médico diz para Sam. - Esse ataque cardíaco que ele teve foi bem... Bizarro.

- E você disse que ele estava correndo, logo antes de acontecer? - Dean pergunta.

- Sim, ele estava enlouquecendo, disse que alguém estava atrás dele. - ele responde.

- O que? - Sam pergunta.

- O ar, é claro. - o médico diz. - Não era nada.

- Tudo bem, obrigado. - Dean agradece a ele e começa a andar em direção a saída pelo corredor. - Ei, cara seu relógio quebrou.

- É, não conseguimos fazer funcionar... Ele parou às 16h17min. - o médico diz.

- É a mesma hora que Marshall morreu? - Sam pergunta.

- Como você sabe? - o médico pergunta. 

Dean e Sam se olham.

.......

Elisa sai da casa de Le Grange e encontra Allan na entrada.

- Elisa. - Allan diz surpreso. - Oi... Como está se sentindo? 

- Bem... Curada eu acho. - ela responde, Allan lhe da um sorriso. - O que faz aqui? 

- Minha mãe... Ela quer falar com o Le Grange. - Allan diz.

- Allan. - Sue Ann diz saindo da casa.

- Sim, sou eu de novo. - diz ele.

- Sinto muito, mas Roy está descansando. - diz ela. - Não falará com ninguém agora. 

- Sue Ann, por favor. - a mãe de Allan pede. - É a sexta vez, ele tem que nos ver. 

- Roy está ciente da situação de Allan. - Sue Ann diz a ela. - E ele vai adorar ajudar, mas... Só assim que o senhor permitir. Tenha fé Sra. Roth.

Em seguida a mulher entra novamente na casa, a mãe de Allan olha com ódio para Elisa.

- Por que ainda está aqui? - ela pergunta. - Você teve o que queria. 

- Mãe, pare. - Allan pede.

- Não, Allan. Isso é demais. - diz sua mãe. - Tentamos de tudo, se ao menos Roy não escolhesse estranhos... Estranhos que nem acreditam, eu apenas não posso orar mais forte.

- Allan, qual o problema? O que você tem? - Elisa pergunta.

- Eu tenho uma coisa. - diz Allan com uma expressão triste.

- É um tumor cerebral. - a mãe de Allan responde. - Inoperável... Em seis meses os médicos dizem...

Allan põe a mão em um dos ombros da mãe falando para ela parar.

- Eu... Sinto muito. - Elisa fala triste.

- Está tudo bem. - ele responde com um sorriso.

- Não... Não está tudo bem. - diz sua mãe. - Por que você merece viver mais do que meu filho?

Elisa abaixa a cabeça sem saber o que fazer, em seguida Allan e sua mãe vão embora. Allan põe uma mão no rosto de Elisa que começa a chorar.

- Não chore. - ele pede para ela. - Você está curada, não está?

- Sim, mas... - Elisa começa.

- É o que importa. - ele a interrompe. - Você está curada, é o que importa.

Allan a abraça por um tempo.

......

Motel.

- O que descobriram? - Elisa diz entrando e tirando seu casaco o tacando na cama. Sam se vira para ela. - Não peça... Só quero que confie mais em mim.

Sam lhe da um sorriso.

- Marshall Hall morreu às 16h17min. - Sam comenta em seguida.

- Exatamente a hora em que fui curada. - Elisa diz se sentando na sua cama.

- Sim, fizemos uma lista de todos que foram curados. - Dean diz a ela. - Seis pessoas no ano passado. E eu chequei qual era o problema deles. Toda vez que alguém é curado, outra pessoa morre. E as vitimas sempre morrem dos mesmos sintomas que os curadores deveriam morrer.

-Então... Se ele curar alguém com câncer, outra pessoa morre de câncer. - Elisa diz.

- De algum modo Le Grange está trocando uma vida por outra. - Sam diz.

- Então Marshall morreu para me salvar. - Elisa diz séria.

- Lisa, o cara provavelmente morreria de qualquer forma. - Dean diz a ela. - Outra pessoa seria curada. 

- Vocês nunca deveriam ter me trazido aqui. - Elisa diz a eles.

- Lisa, estávamos tentando salvar sua vida. - Sam diz se levantando da cadeira perto da janela d outro lado do quarto.

- Sam, um cara está morto por minha causa. - Elisa diz nervosa.

......

Na mesma tenda Le Grange, este salva um homem em uma cadeira de rodas com asma.

- Rezen comigo meus amigos. - Roy pede a todos.

- Só não entendo como ele faz isso. - Dean diz. - Como está trocando uma vida por outra.

- Não é ele. - Elisa diz. - Outra coisa está fazendo a troca.

- Como assim? - Sam pergunta.

- O homem que eu vi no palco. - diz Elisa.

Enquanto eles encaixam os fatos, esse mesmo homem persegue uma jovem que corre no parque para tirar sua vida e dá-lá para a pessoa que Roy pensa estar curando.

- Eu não estava certa, mas no fundo eu sabia.

- Sabia o que? Do que está falando? - Sam pergunta curioso.

- Só ten uma coisa que pode tirar a vida e dar uma nova. - Elisa responde. - Estamos lidando com um Anjo da Morte.

........

A garota no parque corre o mais rápido que pode, mas o velho sempre a alcança, ela tropeça em um graveto e cai assutada. O velho põe a mão em sua cabeça e começa a tirar sua vida, enquanto isso, Roy põe a mão na cabeça do homem na cadeira de rodas. A menina no parque morre, o velho aparece do lado de Roy na tenda e põe sua mão por cima na cabeça do homem de cadeira de rodas. Em seguida este homem levanta, tira o aparelho de oxigênio do nariz e da um sorriso para as pessoas a sua frente, todos aplaudem Le Grange de pé.

.......

- Você acha mesmo que é o Anjo da Morte? - Sam pergunta a Elisa. - Tipo " O Ceifador. ", coletar as almas, esse tipo de coisa? 

- Não, não... Não " O Anjo da Morte. "... É o anjo da morte. - Elisa o corrigi.  - Anjos da morte aparecem em todo o tipo de cultura com vários nomes diferentes. É possível que haja mais do que um.

- Mas você disse que viu o velho de terno. - Dean fala a ela.

- Você acha que ele trabalha com a roupa toda preta, por acaso? - Elisa pergunta a Dean. - O relógio parou, não parou?

Dean e Sam confirmam com  a cabeça, Elisa pega uma reportagem do computador e mostra aos dois.

- Anjo da Morte param o tempo. - Elisa diz a eles. - Você só pode vê-los quando vem atrás de você, por isso só eu pude vê-lo e vocês não.

- Talvez. - Dean diz.

- Não tem mais nada que possa ser, Dean. - Elisa diz a ele. - Só nos resta saber como Roy controla essa coisa.

 - A cruz. - Sam diz.

- O que? - Dean e Elisa perguntam.

- Tinha una cruz, eu a vi dentro da tenda. - Sam diz a eles. - Eu sabia que já a tinha visto antes.

Sam vai até sua mala e pega um jogo de cartas, pega uma delas e mostra aos dois.

- Uma carta de tarô? - Elisa pergunta a ele.

- Faz sentido. - Sam diz. - Tarô começou na era cristã quando alguns padres ainda usavam magia e alguns deles veneravam coisas sombrias. Necromancia e como enganar a morte ou causá-la.

- Então Roy está usando magia negra para controlar o anjo. - Dean diz.

- Se está... É como controlar um redemoinho ou um cachorro conduzindo uma carruagem. - Sam diz a eles.

- Então... Impedimos o Roy - Dean diz.

- Como? - Sam pergunta.

- Você sabe como. - Dean responde.

- Não podemos matar Le Grange. - Elisa fala séria.

- O cara está fingindo ser Deus, ele decide quem vive e quem morre. - Dean diz nervoso. - É um monstro para mim.

- Não vamos matar um ser humano, Dean. - Sam diz.

- Se fizermos isso, seremos que nem ele. - Elisa continua.

- Então... Não podemos matar Roy, não podemos matar a morte. - Dean diz. - Você tem alguma ideia melhor? 

- Se Roy está usando um feitiço das trevas no Anjo, acho melhor descobrirmos qual é e como acabar com ele. - Elisa diz a eles, Sam e Dean se olham e concordam. 

Um tempo depois, à noite, os três se encontram na tenda de Le Grange.

- Se ele está usando um feitiço, deve haver um livro com ele. - Sam comenta.

- Vejam se podem encontrá-lo. - Elisa diz olhando para um relógio. - A sessão começa em 15 minutos, verei se posso impedir o Roy.

- Roy Le Grange é uma fraude. - diz um homem para eles. - Ele não cura nada.

- Amém, continue trabalhando. - diz Elisa pegando um folheto que o homem lhe entrega.

- Obrigado. - ele agradece.

Em seguida Roy sai de sua casa com a ajuda de Sue Ann e um segurança. Sam entra pela janela da sala, ele vai até um quarto com vários livros e coisas velhas empoeiradas. De repente Sam acha um livro com o seguinte título " Enciclopédia da História Cristã e Novo Testamento. ", ele o pega e começa a folhear as páginas, mas ele vê algo escondido ali no fundo da prateleira. Pega um pequeno livro, nele encontra tudo sobre o Anjo da Morte e a cruz que viu na tenda. Dentro do livro há três reportagens de jornal. Uma diz " Professor Gay Ganha Processo. ", a segunda diz " Local Defende O Direito De Aborto E O Fim Da Violência Contra Mulheres. "  e a terceira " Wright: A Igreja Local É Uma Seita. ".

Dean e Elisa sentam em uma fileira na tenda, o celular de Dean começa a tocar e ele atende.

- O que encontrou? - ele pergunta a Sam.

- Roy está escolhendo as vitimas que ele acha imorais e eu acho que sei quem é o próximo na lista dele. - Sam responde. - Lembra aquele cara que está protestando na frente da tenda?

- O cara do estacionamento? - Dean pergunta.

- Sim, vou achá-lo, mas não deixe Roy curar ninguém, está bem? - Sam pergunta.

- Certo. - Dean diz e desliga o celular e olha para Elisa. - O Sam disse...

- Para não deixarmos o Roy curar ninguém. - Elisa repete. - Eu sei.

- Ótimo. - Dean diz já acostumado.

No estacionamento, Sam procura o protestante.

- Allan... Allan Roth... Venha cá, rapaz. - Roy diz carinhosamente para o rapaz em uma fileira mas a frente de Dean e Elisa.

- Querido. - diz a mãe de Allan a ele com um enorme sorriso. Allan a abraça.- Eu amo você.

- Você só pode estar de brincadeira. - Elisa diz.

Allan sai da sua fileira e vai até Le Grange.

- Allan, me escute. - Elisa diz indo até ele e o puxando pelo braço, Dean a olha surpreso. - Você não pode subir lá.

- Por que não? Estou esperando isso a meses. - Allan diz a ela.

- Não pode deixar o Roy curá-lo. - Elisa diz.

- Não entendo, Roy curou você, não curou? - Allan pergunta a ela. - Por que eu não deveria?

- Porque se você deixar, algo ruim vai acontecer. - Elisa diz séria. - Eu não posso explicar, mas acredite em mim, por favor.

- Allan. - Sue Ann diz estendendo sua mão para ele. Allan olha para ela e depois para Elisa.

- Me desculpe. - ele diz pondo sua mão no rosto de Elisa e lhe dando um beijo na testa. Ele vai até Roy.

- Allan... Allan! - Elisa grita.

- Venha querido. - Sue Ann diz pegando na mão do rapaz.

- Eu sabia que o Senhor o escolheria. Sabia que era questão de tempo. - Roy diz a ele e Sue Ann da um grande sorriso a mãe de Allan.

- Droga. - Elisa diz.

- Calma, vamos dar um jeito. - Dean fala pondo uma mão no ombro dela.

......

- Socorro. - grita um homem no estacionamento, Sam olha para os lados procurando o dono do grito. O protestante corre do Anjo da Morte o mais rápido que pode.

.......

- Oremos amigos. - Roy diz para as pessoas na tenda. - Espero que ajude.

- Vai ajudar. - Allan diz a ele. Roy ergue as mãos para o céu.

........

- Socorro... Me ajudem, por favor! - o protestante grita.

- Onde ele está? - Sam pergunta.

- Bem aqui. - o homem responde apontando para a sua frente. Sam não vê nada.

- Tudo bem, vem. - Sam diz puxando o homem e eles correm.

Roy põe sua mão na cabeça de Allan.

- Fogo! Rápido, está pegando fogo! - alguém grita do fundo da tenda. - Fogo, todo mundo pra fora!

- Não, não, por favor! Não parem! - a mãe de Allan grita desesperada. Todos começam a sair correndo. - Le Grange, por favor. Por favor, não pare! Por favor!

Elisa a olha com tristeza e culpa no seu coração.

- Amigos, peço que saiam de forma organizada. - Roy pede a todos. Seu segurança o ajuda a se retirar da tenda. - Tentaremos descobrir o que está acontecendo.

Dean liga para o irmão.

- Sam, impedimos o Roy. - ele diz.

- Ótimo. - Sam diz a ele, mas de repente o Anjo da Morte põe sua mão na cabeça do protestante e ele se ajoelha. - Não, Dean, não funcionou! O anjo ainda está querendo o homem. Estou falando, não funcionou. Roy não deve estar controlando essa coisa.

- Então quem diabos está? - Dean pergunta sério. Elisa se vira para o outro lado e olha para o lado da tenda, onde vê uma mulher de costas.

- Sue Ann. - Elisa diz e Dean a olha. Ele avisa Sam e desliga seu celular. Os dois vão até a esposa de Le Grange.

Elisa pega no ombro de Sue Ann e a vira, está estava com a mão em um colar em forma de circulo com uma cruz dentro. O Anjo da Morte some.

- Socorro! Me ajudem! - Sue Ann grita escondendo o colar por dentro da camisa. Policiais entram na tenda e pegam Dean e Elisa pelo braço. Sam se agacha do lado do protestante.

- Peguei você... Pronto. - Sam diz a ele.

- Graças a Deus. - diz o homem.

.......

- Eu não entendo. - Sue Ann diz olhando para Elisa. - Após tudo que fizemos por você, após Roy curá-lá. Estamos muito desapontados Elisa. Podem soltá-los. Não vou prestar queixa. O Senhor cuidará-lá de dar o que eles merecem.

- Vai pro inferno. - Elisa diz.

Em seguida a mulher se retira.

- Se pegarmos vocês dois de novo. - diz um policial a Dean e Elisa. - Enfiaremos a fúria de Deus em vocês, entenderam?

- Sim senhor. A fúria de Deus. Entendemos. - Dean diz.

- Allan. - Elisa diz vendo o rapaz e indo até ele.

- Por que fez isso? - ele pergunta a ela.

- Eu sei que não parece justo. - Elisa diz a ele. - Gostaria de poder explicar, mas Roy não é a resposta... Eu sinto muito.

- Adeus, Elisa. - ele diz sem entender. - Te desejo sorte... Realmente.

- Igualmente. - Elisa diz a ele. Allan se retira. - Você merece muito mais do que eu.

Em seguida Dean e Elisa vão até o carro para se encontrarem, mas vêem Roy conversando com a mãe de Allan.

- Sessão privada, sem interrupções. Dou-lhe minha palavra. - Roy diz. - Curarei seu filho.

- Obrigado Le Grange. - diz a mãe de Allan. - Deus te abençoe.

.......

Motel.

- Então... Roy realmente acredita. - Sam diz sentando em sua cama.

- Eu acho que ele nem faz ideia do que a mulher anda fazendo. - Elisa diz a ele.

- Bom, achei isso na biblioteca dele. - Sam diz lhe mostrando um pequeno livro. - É antigo, talvez de um padre que foi para o lado negro. Há um feitiço aqui para prender um Anjo da Morte.

- Como é o feitiço? - Dean pergunta a ele.

- Você precisa criar um altar sombrio com coisas bem macabras. - Sam responde. - Ossos... Sangue humano... É aterrorizante. Essa Sue Ann... Magia negra... Assassinato. Pura maldade.

- Desesperada. - Elisa diz. - O marido estava morrendo. Ela não podia salvá-lo, estava usando o feitiço para manter o Anjo longe de Roy.

- Enganando a morte, literalmente. - Sam diz a ela.

- Mas, Roy está vivo, por que ela continua com o feitiço? - Dean pergunta.

- Para forçar o Anjo a matar pessoas que ela acha que são imorais. - Sam diz.

- Que Deus nos salve de metade das pessoas que tentam fazer o trabalho dele. - Dean diz.

- Precisamos acabar com esse feitiço. - Elisa diz. Dean e Sam concordam com ela, Elisa abre o livro de Le Grange. - Sabe, Sue Ann tem uma cruz que nem essa, quando ela a soltou o Anjo deve ter sumido.

- Acha que é melhor encontrar a cruz e destruir o altar? - Sam pergunta a ela.

- Talvez os dois. - Elisa diz. Sam e Dean se olham. - O que quer que façamos, é melhor que seja rápido, Roy vai curar Allan hoje à noite.

......

À noite.

- É do Allan... Ele já está aqui. - Elisa diz olhando para um carro no estacionamento. - Merda.

- Elisa. - Sam diz a ela.

- Se Roy tivesse escolhido Allan em vez de mim, ele já estaria curado. - ela diz a Sam.

- Elisa, não. - Sam diz a ela.

- E se ele não for curado essa noite, vai morrer daqui uns meses. - ela continua.

- O que ira acontecer com ele é terrível... - Sam diz. - Mas o que vamos fazer? Deixar outra pessoa morrer para salvá-lo? Você mesmo disse Lisa... Não se pode fingir ser Deus.

Em seguida os três saem do Impala, vão atrás da tenda e espiam por uma fenda.

- Se aproximem, todos cheguem mas perto. - Roy diz às pessoas ali.

- Onde está Sue Ann? - Dean pergunta.

- Na casa. - Elisa diz olhando para uma mais adiante. - Encontrem-na. Vejo vocês depois.

- O que vai fazer? - Dean pergunta a ela. Elisa não responde e vai na direção de dois policiais perto da casa de Le Grange.

- Ei! Vão enfiar aquela fúria de Deus em mim? - Ela pergunta com um sorriso os provocando. Eles começam a correr atrás dela. Sam e Dean tentam achar uma entrada na casa.

- Você a vê? - pergunta um dos policiais.

- Não. - ele responde. 

Dean e Sam entram no porão e da casa. Elisa se esconde do lado de um trailer, mas de repente um cachorro aparece na janela e começa a latir, Elisa se assusta e manda o cão ficar quieto, ela sobe em cima do trailer e se deita no teto.

- Ouviu isso? - pergunta um policial ao outro.

- Sim. - ele respondem.

Os dois vão até aonde escutaram o latido e vêm o trailer aonde Elisa estava, um dos policiais se abaixa para ver embaixo do veiculo mas não vê nada. Os dois vai embora.

 Dean e Sam encontram o altar em um canto do porão, nele vêem uma foto de Elisa com uma cruz em seu rosto.

- Eu dei uma vida a amiga de vocês e posso tirá-la. - Sue Ann diz aparecendo atrás deles, Sam fica com raiva e derruba o altar. Sue Ann corre para fora do porão e os tranca ali dentro.

- Não percebem? - Sue Ann pergunta do lado de fora. - O Senhor me escolheu para pregar justiça e punir os infiéis. E a amiga de vocês é uma infiel. E ela merece morrer assim como Allan merece viver. É a vontade de Deus. Amém.

Dean pega um ferro e começa a quebrar uma das paredes feitas de madeira.

- Sra. Roth... Reze comigo. - Roy diz pegando sua mão na tenda. - Rezem comigo amigos.

Elisa vai em direção a tenda, mas ouve um barulho estanho atrás de si. Se vira e vê as luzes do estacionamento apagaram. Roy ergue as mãos para o céu, em seguida, o Anjo da Morte aparece na frente de Elisa, ela arregala os olhos. O anjo chega mais perto. Roy coloca sua mão na cabeça de Allan, Sue Ann reza com seu colar na mão. O Anjo da Morte põe a mão na cabeça de Elisa e ela se ajoelha de dor, Allan ajoelha ao mesmo tempo. Elisa começa a perder sua respiração, Sue Ann reza constantemente, mas de repente Sam arranca a cruz das mãos dela e a quebra. O Anjo da Morte tira sua mão da cabeça de Elisa.

- Eu não entendo. - Roy diz tirando a mão da cabeça de Allan.

- Eu não me sinto... Diferente. - Allan diz abrindo os olhos e olhando sua mãe.

- Meu Deus. - Sue Ann diz chorando e se agachando ao lado da cruz quebrada. - Meu Deus! O que você fez?!

- Ele não era seu Deus! - Sam diz a ela.

- Le Grange? - Allan pergunta o olhando e se levantando.

- Sue Ann? - Roy pergunta.

Lá fora, o Anjo da Morte aparece para a mulher que se apavora. Ela tenta correr, mas o Anjo aparece em sua frente e toca sua cabeça fazendo com que ela morra em seguida. Sam e Dean vão ao encontro de Elisa, que estava apoiada ao lado do Impala.

- Você está bem? - Sam pergunta indo até ela.

- Um pouco fraca. - ela diz com um sorriso. - Mas estou legal.


- Vamos... É melhor irmos embora daqui. - Dean diz a eles. Os três entram no carro e vão para o motel.

......

No dia seguinte 

De manhã, eles arrumam suas malas para irem embora.

- O que foi? - Sam pergunta para Elisa, que estava sentada em uma das camas pensativa.

- Nada. - ela responde.

- O que foi? - ele insisti e Elisa o olha.

- Fizemos a coisa certa. - ela diz.

- Claro que fizemos. - Dean diz e Sam concorda com a cabeça.

Alguém bate na porta.

- Eu atendo. - Sam diz e abre a porta. - Ei... Allan... Entre.

- Oi. - Allan diz a eles e Elisa se levanta da cama rapidamente.

- Oi. - ela diz. - Como sabia que estávamos aqui?

- Dean me ligou... Disse que você queria se despedir. - Allan responde. Sam olha para Dean nervoso. Este dá um sorriso para Elisa que a olha nervosa.

- Nós vamos pegar um... - Dean diz puxando Sam para fora do quarto. Dean nem termina e fecha a porta.

- Então... Para aonde estão indo? - Allan pergunta.

- Não sei... Nosso trabalho é meio instável.

- Sabe, eu voltei pra ver o Roy. - Allan diz a ela.

- E o que aconteceu? - Elisa pergunta fingindo estar surpresa.

- Nada. - Allan diz se sentando em uma das camas, Elisa se senta do seu lado. - Ele colocou a mão na minha cabeça, mas não aconteceu nada.

- Sinto muito. - Elisa diz triste. Allan a olha com um sorriso. - Sinto muito que não tenha funcionado.

- Sue Ann, ela está morta, sabia? - Allan pergunta. - Derrame.

- É, eu ouvi . - Elisa responde. - Roy é um bom homem, ele não merece o que está acontecendo. Deve ser duro... Acreditar tanto em uma coisa e acabar se desapontando desse jeito.

- Quer ouvir algo estranho? - Allan pergunta com um sorriso, Elisa o olha. - Eu estou bem... Mesmo. Eu acho que se é pra ter fé, não se deve ter apenas quando os milagres acontecem. Você deve ter fé quando eles não acontecem.

Elisa sorri para ele.

- E agora? - Elisa pergunta.

- Deus escreve certo por linhas tortas, não é? - Allan pergunta com um sorriso e pondo sua mão novamente no rosto de Elisa, ela lhe da um sorriso contagiante. Em seguida ele se aproxima do rosto dela e a beija suavemente nos lábios. Allan olha Elisa nos olhos com um sorriso encantador. - Adeus Lisa.

Ele se levanta da cama e vai em direção à porta, Elisa se levanta também.

- Allan. - ela o chama. Ele se vira para ela. - Sabe que não sou do tipo que reza muito, mas... Eu vou rezar por você.

- Bom... - ele começa. - Ai está um milagre.

Em seguida ele sai do quarto. No corredor Dean a olha com um sorriso e Sam olha para os lados.

- Vamos. - Elisa diz com um sorriso e eles partem.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.

Desculpem qualquer erro ortográfico.

Até ♥


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