História Apaixonada por um Winchester... - Capítulo 20


Escrita por: ~

Postado
Categorias Candice Accola, Dove Cameron, Jared Padalecki, Jeffrey Dean Morgan, Jensen Ackles, Lauren Cohan, Mark Pellegrino, Mark Sheppard, Misha Collins, Nina Dobrev, Supernatural
Personagens Bobby Singer, Castiel, Charlene "Charlie" Bradbury, Chuck Shurley, Crowley, Dean Winchester, Ellen Harvelle, Gabriel, Garth Fitzgerald IV, Jo Harvelle, Jody Mills, John Winchester, Kevin Tran, Lilith, Lúcifer, Mary Winchester, Meg Masters, Miguel, Personagens Originais, Rafael, Rowena MacLeod, Ruby, Sam Winchester
Tags Dean Winchester, Elisa Claire, Impala 67, Sam Winchester
Visualizações 182
Palavras 6.438
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem do capitulo. Eu peço que leiam as notas finais por favor, é muito importante.

Boa leitura....

Capítulo 20 - •A Família Benders•


Fanfic / Fanfiction Apaixonada por um Winchester... - Capítulo 20 - •A Família Benders•

À noite em um apartamento, um menino assiste um filme deitado em sua cama, mas ouve alguém jogar o lixo lá fora e se levanta da cama, vê seu vizinho voltando para o prédio, mas olhando para os lados assustado, o homem pensa que algo está o seguindo. Este ouve um barulho debaixo de um dos carros no estacionamento, ele se agacha para verificar e grita com o que vê. Ele se levanta rapidamente, mas é derrubado e puxado para debaixo do carro. O menino que assiste tudo da janela de seu quarto, fecha a cortina apavorado.

.....

- Sei que estão fazendo o seu trabalho, mas ele já foi interrogado há uma semana. - diz a mulher do homem desaparecido a um dos policiais que chegam um tempo depois. - Não vejo porque ele precisa passar por isso de novo. Quanto mais ele conta a história, mas ele acredita que é real.

- Sra. McKay, sabemos que falou com as autoridades locais. - Sam diz.

- Mas, esse parece um assunto para a polícia do Estado. - Elisa diz em seguida e se vira para o menino ao lado da mãe. - Então... Não ligue para o quão maluco parece Evan. Apenas conte o que viu.

- Eu estava acordado vendo TV no meu quarto, quando ouvi um barulho estranho. - ele diz.

- Parecia com o que? - Dean pergunta.

- Parecia com um monstro. - ele responde. Dean, Sam e Elisa se olham.

- Diga aos polícias, qual filme estava vendo. - a mãe do menino pede.

- Godzilla vs. Mothra. - Evan responde. Elisa e Sam sorriem para o garoto.

- É o meu filme do Godzilla preferido. - Dean diz a ele com um sorriso enorme. - Muito melhor que o original, não é? 

Sam e Elisa olham com tédio para Dean. Sam revira os olhos.

- Totalmente. - Evan diz a Dean com um sorriso também.

- Ele gosta da refilmagem. - Dean diz apontando para o irmão.


- Eca. - Evan diz olhando para Sam. Elisa não consegue segurar a risada e ri da situação. Sam olha nervoso para Dean.

- Eca mesmo. - Dean diz dando risada também.

- Evan, você por acaso viu como era o monstro? - Sam pergunta voltando ao assunto.

-  Não, mas agarrou o Sr. Jenkins e o puxou para debaixo do carro. - ele responde.

- E depois? - Elisa pergunta.

- O levou. - Evan responde. - Eu ouvi o carro saindo, fazia um barulho estranho e assustador.

- Com o que parecia? - Sam pergunta.

- Parecia com um serrote. - Evan responde. Os três se olham novamente.

- Obrigada pelo seu tempo. - Elisa agradece a mãe e ele.

Machado do Lobo. (Bar)

- A policia local não encontrou vestígios do carro no local, nem nada que indicasse que ele foi arrastado pelo chão. - Sam diz lendo uma reportagem em uma das mesas. Elisa jogava sinuca e Dean jogando dardos.

- Pode não ser nada. Pode ser só um sequestro. - Dean diz. - Talvez não seja nosso tipo de trabalho.

Elisa ganha uma partida e para, senta do lado de Sam e pega o diário de John.

- É, talvez não. Exceto por isso. - Elisa diz folheando e parando em uma página do diário de John. Dean se aproxima e Sam chega mais perto de Elisa. - O pai de vocês marcou a área. Possível local de caça de uma criatura.

- Por que ele faria isso? - Dean pergunta.

- Bom, ele encontrou muito folclore local sobre uma figura canina que aparece, que sai a noite, pega as pessoas e some com elas. - Elisa responde e abre uma página seguinte. - Ele também achou isso. Essa cidade tem o maior número de pessoas desaparecidas do que em outra em todo o Estado.

- Isso é estranho. - Dean diz se afastando e jogando um dos dardos que segurava na mão.

- É. - Sam concorda.

- Esse tipo de criatura geralmente pega as pessoas na cama. - Dean diz a eles.

- Jenkins foi pego no estacionamento. - Sam diz.

- Tem criatura de todos os tipos, vários tipos de ataques. - Elisa diz. - Eles pegam as pessoas em qualquer lugar e a qualquer hora.

- Olha, eu também não sei se esse é o nosso tipo de trabalho... - Sam exita.

- Não... Você está certo, devemos dar mais algumas perguntadas por ai. - Dean o interrompe.

- Ótimo. - Elisa diz. - Eu vi um motel há umas 5 milhas daqui.

- Calma... Vão dar uma volta, eu estou me divertindo aqui. - Dean diz jogando outro dardo. Elisa e Sam dão um sorriso.

- Devemos começar cedo amanhã. - Elisa diz a Dean.

- Você sabe mesmo como se divertir, não é vovó? - Dean pergunta a ela. Elisa dá risada.

- Você bem sabe como. - ela responde.

- Certo. - Dean diz. - Encontro vocês lá fora, tenho que ir ao banheiro.

Elisa e Sam saem do bar e vão em direção ao carro, de repente eles ouvem um barulho.

- Ouviu isso? - Elisa pergunta.

- Ouvi. - Sam responde e pega uma lanterna em sua mochila. Em seguida ele se abaixa para ver debaixo do carro.

- Cuidado Sam. - Elisa pede a ele. Sam olha tudo de baixo do Impala, não encontra nada, mas um gato corre em sua direção. Sam toma um susto e ri em seguida.

- Era só um gato.- ele diz se levantando. - Vamos entrar no carro, está frio.

Elisa concorda com a cabeça e se vira para abrir a porta do carro. - O Dean tá demoram.... Sam? Sam? Cadê você?... Sam?! Droga!

Em seguida, Dean sai do bar e a vê sozinha.

- Elisa? Cadê o Sam? - Dean pergunta.

- E... Eu não sei. - ela diz preocupada. - Eu virei um segundo para abrir a porta do carro, me virei de novo e ele não estava mais, encontrei o diário do seu pai no capô, e só.

- O que? - Dean pergunta assustado. - Impossível.

Vários motoqueiros saem do bar em seguida.

- Vocês estiveram aqui fora há uma hora ou algo assim? - Dean pergunta a eles.

- Não. - um deles responde.

- Sam! - Elisa grita pelo estacionamento. Ela e Dean se olham mais preocupados.

....

No dia seguinte, Dean e Elisa vão para o departamento do xerife.

- Então... O que podemos fazer por você, polícias? - uma das xerife pergunta enquanto olha os distintivos falsos deles.

- Estamos trabalhando com pessoas desaparecidas. - Elisa diz a ela.

- Eu não sabia que o caso de Jenkins estava sendo investigado pela polícia estadual. - ela diz.

- Não, não. - Dean diz. - Na verdade é o meu primo. Estávamos bebendo ontem no bar, na beira da rodovia e eu não o vi mais.

- Então, seu primo tinha problemas com bebidas? - a xerife pergunta.

- Sam? Duas cervejas e ele já está cantando no karaokê. - Dean mente a ela com um sorriso. A xerife sorri para ele. Elisa pensa que Dean estava confundindo as coisas, ele estava se descrevendo quando bebia, a garota pensa.

- Ele não estava bêbado, ele foi levado. - Elisa diz a ela.

- Tudo bem, qual o nome dele? - pergunta a xerife a eles.

- Winchester. Sam Winchester. - Dean responde a ela.

- Como o rifle? - a xerife pergunta.

- Como o rifle. - Dean concorda. A xerife vai até o computador e pesquisa nos arquivos sobre Sam e encontra como Samuel Winchester.

- Samuel Winchester. - lê a xerife. - Então... Vocês sabiam que o irmão dele, Dean Winchester morreu em St. Louis? E era suspeito de assassinato? 

- É... O Dean era meio que como a ovelha negra da família. - Dean diz a ela. - Mas, era bonitão.

- Ele não consta em nenhum boletim de ocorrência atual. - a xerife continua.

- Bom, eu já tenho una pista. - Elisa diz a ela. - Eu vi uma câmera de segurança na rodovia.

- Câmera de tráfego da cidade? - pergunta a xerife.

- Isso. - Elisa concorda. - Eu acho que a câmera filmou seja o que for que o pegou... Seja quem for.

- Bom... Eu tenho acesso a câmera de tráfego, as filmagens... No departamento de serviços da cidade, mas.... - diz a xerife. - ... Bom, vamos fazer isso do jeito certo.

Em seguida a xerife se levanta.

- Você preenche um formulário de pessoa desaparecida. - ela diz a Dean. - E espera por aqui.

- Policial, olha... Ele é família. - Dean diz a ela. - Eu meio que cuido do garoto, você tem que nos deixar ir com você.

- Sinto muito, não posso fazer isso. - ela diz. Elisa revira os olhos.

- Bom... Eu preciso tentar. - ela sussurra para si mesma e se aproxima da xerife, a olhando bem nos olhos.

- O que está fazendo? - Dean pergunta surpreso. Elisa fecha os olhos e se concentra, os abre novamente e os olhos de Elisa mudaram para um azul-esverdeado.

- Xerife, você vai deixar a gente ir com você, está bem? - ela diz e em seguida seus olhos voltam ao normal e a xerife acorda da hipnose.

Dean olha para Elisa boquiaberto.

- Bom... O que estamos esperando, vamos. - a xerife diz e sai do departamento.

- Funcionou... Funcionou? - Elisa pergunta com um sorriso na direção da porta por onde a xerife saiu e olha para Dean. - É melhor você fechar a boca, Dean... Se não entram mosquitos.

Em seguida ela sai do departamento também, Dean vai atrás.

.....

Longe dali, Sam acorda em uma jaula, dentro de um lugar escuro e imundo. Põe as mãos na grade e começa a chacoalhá-las. Olha para o lado e vê Jenkins jogado em outra jaula.

....

Elisa e Dean se sentam em um banco, em frente ao departamento de serviços.

- Policiais, acho que temos algo. - dz a xerife se aproximando deles e lhes entregando fotos. - Essas câmeras de tráfego tiram uma imagem a cada três segundos, é parte do programa padrão. Foram tiradas na hora que seu primo Sam desapareceu.

- Isso não é bem o que eu procurava. - Dean diz a ela vendo fotos de carros no estacionamento do bar.

- Espere a próxima. - a xerife diz. Dean passa para a próxima foto e vê um caminhão saindo rapidamente para a estrada.

- Essa foi tirada após Sam ter saído do bar. - Dean diz olhando o horário da foto.

- Olhem a placa do caminhão. - a xerife diz.

- A placa é nova, deve ser roubada. - Elisa diz a ela.

- Então seja quem for que estivesse dirigindo essa sucata, deve estar envolvido. - a xerife diz a eles concordando com Elisa. 

De repente passa uma vã pela rua, Elisa olha imediatamente na direção dela.

- Estão escutando o motor? - Elisa pergunta.

- Sim. - Dean e a xerife respondem.

- Parece um serrote, não é? - Elisa pergunta com um sorriso a eles.

- Claro. - Dean diz lembrando. - Que nem o Evan nos disse.

....

Sam tenta quebrar as grades que o rodeiam com esforço, mas é em vão. Até que Jenkins acorda com o barulho.

- Você está vivo. - Sam diz aliviado olhando o homem se levantar. - Ei, você está bem?

- Eu pareço estar bem? - Jenkins pergunta se apoiando nas grades de sua jaula. - Onde nós estamos?

- Eu não sei. - Sam responde. - Campo... Aqui cheira a campo. Você é Arvin Jenkins, não é?

- Sim.

- Eu estava procurando por você. - Sam diz a ele.

- É? - Arvin pergunta.

- Sim. - Sam responde.

- Sem ofensas, mas esse é um péssimo resgate. - Arvin diz com um sorriso.

- Meu irmão e uma amiga nossa estão por ai, devem estar procurando por nós agora. - Sam comenta.

- Eles não vão nos encontrar, estamos no meio do nada. - diz Arvin. - Estamos é mais esperando eles voltarem e fazerem sei lá o que conosco.

- O que são eles? - Sam pergunta. - Você sabe?

- Do que você está falando? - Arvin pergunta.

- Você sabe quem nos pegou? Como eles são? - Sam repete melhorando as perguntas.

- Veja por você mesmo. - Arvin diz quando eles ouvem uma porta ser aberta. Uma pessoa coberta com um capuz abre a jaula de Jenkins. - Me deixe em paz! Não me toque, me deixe em paz!

A pessoa deixa um prato de comida e água em sua jaula, em seguida bate com um taco de beseball na jaula de Sam e vai embora.

- É isso. - Sam diz. - São apenas pessoas.

- O que você esperava? - Arvin pergunta.

- De quanto em quanto tempo eles te alimentam? - Sam pergunta.

- Uma vez por dia. - responde Arvin e aponta para uma caixa de energia presa na parede. - Eles usam aquela coisa ali para abrir a jaula.

- É a única hora que você os vê? - Sam pergunta.

- Até agora. - Arvin responde. - Mas estou esperando.

- Esperando pelo que? - Sam pergunta.

- Para a hora certa, cara. - Arvin responde.

- Eu acho que essa é a menor de suas preocupações no momento. - Sam diz.

- É? Então o que você acha que eles querem? - Arvin pergunta nervoso.

- Depende de quem eles são. - Sam diz enquanto pega um cano pendurado acima de sua jaula.

- Na minha opinião, são um monte de caipiras psicóticos. - Arvin diz terminado de comer a comida que foi deixada. - Procurando por confusão com as pessoas erradas.

Sam puxa o cano com mais força.

.....

Dean e Elisa ficam sentados no banco de trás enquanto a xerife dirige sua viatura pela estrada.

- Certo, a próxima câmera de tráfego fica a 15 milhas daqui... - a xerife começa. - .... E a pick-up não passou por ela, então...

- Ele deve ter parado em algum lugar. - Elisa diz.

- Não vejo nenhuma outra estrada aqui. - Dean diz olhando um mapa.

- Bom, muitas dessas propriedades têm suas próprias estradas particulares. - a xerife comenta.

- Certo. - Dean diz.

Em seguida, em um dos aparelhos do carro, a xerife vê que não há policiais com os distintivos que Dean e Elisa lhe mostraram.

- Então... Policiais... - a xerife começa.

- Sim? - Dean pergunta.

- Eu fiz uma busca no número dos distintivos de vocês. - ela diz. - É rotina, quando trabalhamos em um caso com a policia estadual. Para propósito do condado, vocês entendem, certo? 

- Claro. - Dean diz.

- Acabaram de chegar os resultados. - comenta a xerife e para o carro. - Aqui diz que o distintivo de vocês foram roubados, e tem uma foto de vocês.

A xerife mostra duas fotos completamente diferente dos dois.

- Eu perdi peso e tenho aquela doença de pele do Michael Jackson. - Dean mente a ela quando vê sua foto com sendo um homem negro e acima do peso.

- Saiam do carro, por favor. - a xerife pede.

- Escuta, escuta... - Elisa pede. - Se quer nos prender, tudo bem... Nós cooperamos, prometemos. Mas, por favor. Nos deixe encontrar o Sam primeiro.

- Eu nem sei quem são vocês foram nem sei se esse Sam está mesmo desaparecido. - a xerife diz nervosa.

- Olhe nos meus olhos e diga se eu estou mentindo. - Elisa diz sendo sincera, sem manipulá-la.

- Roubo de identidades, vocês estão se passando por policiais. - a xerife diz.

- Olha só. - Dean diz. - Quando éramos jovens... Eu praticamente o tirei de um incêndio e desde então eu me sinto responsável por ele, como se fosse meu trabalho mantê-lo a salvo. Eu só tenho medo que se não o encontrarmos rápido... Por favor, ele é minha família.

- Sinto muito, vocês não me deixam outra escolha... Vou ter que entregá-los. - a xerife diz a eles. Ela olha uma foto pequena presa ao espelho do retrovisor, ela junto de um homem que tem um grande sorriso estampado no rosto, e se vira para Dean e Elisa de novo. - Mas, só depois de encontrarmos Sam Winchester.

Dean e Elisa lhe dão um sorriso.

....

- Como disse que era o seu nome mesmo? - Arvin pergunta.

- Sam. - ele responde ainda tentando puxar o cabo.

- Por que não desiste, Sammy? Não tem saída. - Arvin diz olhando para todos os lados.

- Não... - Sam diz. - Me chama... De Sammy.

Em seguida o cano descola do teto e cai na jaula, Sam sorri.

- O que é? - Arvin pergunta. 

- É um suporte. - Sam responde.

- Ah ótimo... Um suporte, agora a gente pegou eles em? - Arvin diz ironicamente. Em seguida as portas das jaulas abrem. - Nossa... Nem levou muito tempo. Talvez você tenha soltado algo.

Arvin sai da jaula com um sorriso.

- Arvin, acho que você deveria voltar para dentro da jaula. - Sam diz a ele.

- O que? - Arvin pergunta sem entender.

- Isso não está certo. - Sam diz.

- Agora eu posso sair daqui. - Arvin diz. - Nós... Nós podemos sair daqui.

- Sim, mas foi fácil demais. - Sam diz.

- Eu vou sair daqui e vou mandar ajuda, certo? - Arvin diz a ele. - Não se preocupe.

- Não! Falo sério, Jenkins. - Sam diz. - Isso pode ser uma armadilha.

- Tchau Sammy. - Arvin diz se despedindo dele e sai correndo pela porta.

- Não! Jenkins! - Sam grita. Em seguida a porta de sua jaula e trancada novamente.

Lá fora Arvin tenta fugir pela estrada, encontra uma faca no chão e a pega com um sorriso. Em seguida sai correndo, entra na floresta, mas ouve um barulho estranho. Corre mais rápido, mas de repente leva uma paulada na cabeça. Levanta depressa e sai correndo de novo, olha para trás e não vê ninguém. Depois de um tempo ele cansa e para de correr, mais o homem de antes enfia uma estaca de ferro em sua perna. Arvin cai berrando de dor, se arrasta e levanta novamente. Não desisti, e corre mancando. Outro homem chega para ajudar o primeiro, eles dão risada. Arvin tropeça em um fio preso em duas árvores e cai novamente. Os dois homens o encontram, dão risada e enfiam suas estacas bem no peito de Arvin, o matando.

No dia seguinte.

Em um posto no meio da estrada.

- Certo, policial... - Dean começa entregando café para a xerife e para Elisa. - ... Vamos abusar da nossa sorte.

- A sorte de vocês já está bem abusada. - diz a xerife.

- Certo. - Dean diz com um sorriso.

- É... Com certeza. - Elisa concorda enquanto eles saem do posto em direção a viatura. - Estávamos imaginando... Por que você está nos ajudando? Por que simplicidade não nos prende?

- Lisa! - Dean diz a repreendendo.

- Meu irmão Rilley, desapareceu há três anos... - a xerife começa. - ... Quase igual ao Sam... Nós procuramos por ele, mas... Nada. Eu sei como é se sentir responsável por alguém e por... Vamos... Vamos voltar ao trabalho, está bem?

Em seguida eles dirigem por mais um tempo pela estrada e a xerife encosta vendo outra estrada, mas de barro à sua direita.

- É a primeira estrada que vi até agora. - Dean diz.

- Vocês ficam aqui, eu vou checar. - a xerife diz a eles.

- De jeito nenhum... - Elisa diz a ela.

- Ei, vocês são civis e fugitivos se eu nao estou enganada. - a xerife diz a ela. - Não vou levar vocês comigo.

- Você não vai sem a gente. - Dean fala.

- Tudo bem... - a xerife diz a eles. Elisa a olha curiosa pela mudança de ideia. - Mas, prometam que não vão se envolver. Vão me deixar lidar com isso.

- Prometemos. - Dean diz a ela.

- Vamos selar isso, então. - diz a xerife esticando os seus dois braços para apertar a mão dos dois. Elis e Dean a apertam e em seguida a xerife prende os dois com algemas no carro para que eles não vão atrás dela.

- Qual é.... - Dean diz a ela. Elisa continua com um sorriso. - Isso é ridículo.

- Eu acho mesmo que você vai precisar da nossa ajuda. - Elisa diz a xerife que começa a andar.

- Eu dou um jeito... Obrigada. - ela diz e se enfia para dentro da floresta.

- Eu tenho que começar a carregar clipes de papel. - Dean diz nervoso. Elisa continua com un sorriso no rosto. - Por que está tão calma? A gente tem que sair daqui.

Em seguida Elisa quebra a algema que prendia seu pulso.

- Sério. - Elisa diz a Dean. - Sua mente é mais fraca do que seu físico.

- Ohh... Essa doeu. - Dean diz. Elisa pega a mão de dele e quebra a algema. Dean passa a mão em seu pulso dolorido e arregaça a manga da camisa de um dos braços. - Sério mesmo? Meu físico não é tão bom assim? 

Elisa olha para os músculos do braço de Dean por um instante, mas desvia o olhar para o lado. Dean lhe da um sorriso.

- O que estamos esperando? Temos que ir. - Dean diz indo na direção que a xerife foi.

- Não... Ainda não. - Elisa diz pegando na mão de Dean que a olha surpreso. - Só mais um pouco. Com certeza ela vai ser pega e então a gente age.

Dean concorda com a cabeça e Elisa o solta.

.....

Kathleen depois de um tempo andando, encontra uma casa, nos fundo está o caminhão da foto. Ela se aproxima da resistência e bate na porta.

- Tem alguém em casa? - ela pergunta. Uma garotinha toda despenteada atende a porta, seu olhar é totalmente maligno. - Oi, como vai?

- Quem é você? - a menina pergunta à xerife tocando a estrela no seu casaco.

- Eu sou Kathleen... Sou xerife. - ela responde. - Qual o seu nome?

- Missie. - a garota responde. 

- Missie, é um nome muito bonito. - diz a xerife. - Sua mãe está en casa?

- Ela está morta. - Misse responde.

- Sinto muito. - Kathleen diz. - E o seu pai?

Missie faz um aceno de negação com a cabeça.

- Não? - Kathleen pergunta já sabendo a resposta. - Posso entrar por um instante?

- Não. - Missie responde rapidamente.

- Eu só quero que você veja uma foto. - Kathleen diz a ela e mostrando uma foto de Sam. - Já viu esse rapaz?

Missie abre um sorriso. 

- Isso vai doer um pouco. - ela diz a Kathleen. Em seguida um homem da uma paulada na cabeça da xerife que desmaia no chão.

- Certo, querida... Fale para o seu irmão que quero vê-lo. - diz o homem a Missie.

- Sim, papai. - a garota diz se afastando.

....

- Pronto. - Elisa diz. 

- Finalmente. - Dean diz se desencostando na viatura e indo para perto de Elisa que começa a andar na direção da estrada de barro. - Mas como você sabe que...

De repente ela o para, esticando o braço na frente dele.

- O que foi? - Dean pergunta sem entender.

- Droga. - Elisa diz. - Eles estão vindo.

Os homens que sequestraram Jenkins e Sam se aproxima da viatura onde Dean e Elisa estavam. Estes se escondem atrás de árvores ao lado da estrada de barro.

- Vamos. - Elisa diz e eles saem correndo.

- Eu nunca tinha visto ele tão bravo assim. - um dos homens diz ao outro.

- Também... Ele nunca havia sido seguido pela polícia. - diz o outro.

.....

Kathleen acorda em uma jaula, sua roupa não era à mesma, seu cabelo está solto.

- Você está bem? - Sam pergunta a ela.

- Você... É Samuel Winchester, não é? - Kathleen pergunta a ele.

- Sim. - Sam responde surpreso. - Como sabe quem eu sou?

- Seu primo e uma amiga estão procurando por você. - ela responde.

- Graças a Deus... Onde eles estão? - Sam pergunta aliviado a ela.

- Eu... Eu os algemei ao meu carro. - ela responde.

- O que? - Sam pergunta sem entender. 

De repente duas pessoas entram, Sam e Kathleen se olham assustados e olham na direção da porta.

- Sam? É você? - Elisa pergunta se aproximando de sua jaula. Sam lhe dá um grande sorriso e segura suas mãos. - Você está machucado?

- Não. - Sam responde a ela. Elisa lha dá um sorriso também e segura suas mãos com força.

- Vocês estão bem? - Dean pergunta, vendo Kathleen ali também.

- Como conseguiram tirar as algemas? - Kathleen pergunta surpresa.

- Nós temos nossos truques. - Dean responde a ela com uma piscadela.

- Nossa... Como e bom te ver. - Elisa diz passando a mão no rosto de Sam.

- Certo, precisamos tirar vocês daqui. - Dean diz olhandocas fechaduras das jaulas. - Nossa... Essas fechaduras vão ser fodas.

- Tem um tipo de controle automático ali. - Sam diz apontando a caixa presa à parede.

- Você os viu? - Ekisa pregunta a Sam.

- Sim... São só pessoas. - Sam resoonde.

- E... Te atacaram? - Dean pergunta. Sam revira os olhos. - Deve estar ficando enferrujado, garoto.

- Eu não sei. - Sam diz a ele.

- Você sabe o que eles querem? - Elisa pergunta.

- Não... Eles deixaram Jenkins sair, mas havia algum tipo de armadilha. - ele responde. - Mas, não faz nenhum sentido para mim.

- Entendo porque. - Dean diz apertando os botões dentro da caixa, mas nada acontece. - Quem normalmente combatemos seguem suas regras e padrões. Mas pessoas... São simplesmente loucas.

- Vocês viram algo mais lá fora? - Sam pergunta.

- Eles tem mais de um dúzia de carros velhos no quintal. - Elisa responde. - Placa de todos os lugares. Acho que quando pegam alguém, pegam seu carro também.

- Vocês viram um Mustang preto? - Kathleen pergunta. - Lá fora... Com mais ou menos uns 10 anos.

- Sim... Na verdade vimos. - Dean responde para Kathleen. Ela olha para os lados triste. - Era de seu irmão, não é? Eu sinto muito.

- Vamos tirar vocês daqui e então cuidaremos das pessoas que estão fazendo isso. - Elisa diz a eles. - Sim, isso precisa de chave?

- Eu não sei direito. - ele responde.

- Tudo bem... Eu vou procurar pela casa. - Elisa diz.

- Eu vou junto... Você não vai sozinha. - Dean diz se aproximando da saída com ela. Elisa concorda com a cabeça.

- Ei! - Sam grita para eles. Os dois se viram novamente. - Tenham cuidado.

- Teremos. - Dean diz a ele. Elisa da um sorriso para Sam que lhe da outro. Em seguida eles pegam duas lanternas e as acendem enquanto procuram pela casa sombria. Pelas prateleiras há conservas de objetos de pessoas desaparecidas, até ossos. - Eca.

- Dean... Olha isso. - Elisa sussurra para ele. Dean se aproxima e vê fotos de pessoas torturadas e aniquiladas com dois homens ao lado, sempre em todas as fotos.

- Pensando bem... Demônios são bons, pessoas são loucas. - Dean sussurra para Elisa que concorda com a cabeça. Eles vão na direção de outros cômodos, na cozinha se encontra um dos homens da foto, está cortando carne com um facão. De repente Dean esbarra em alguma coisa pendurada no teto, ele as toca para fazê-las parar.

- Mas o que... - Dean começa.

- São dentes arrancados. - Elisa completa com nojo.

- Vamos. - Dean diz a ela, e eles recomeçam a andar. 

- Dean... Ali as chaves. - Elisa diz a ele apontando uma mesa. Dean espera o homem se virar para a pia e vai até a chave, a pega com cuidado, mas ouvem um barulho. Olham para o lado no corredor e vêem Missie. - Está tudo bem, não vamos te machucar.

- Eu sei. - Missie diz e atira uma faca no casaco de Dean o prendendo na parede. - Papai!

- Droga. - Elisa diz.

- Papai! - Missie repete. - Papai!

Dean retira a faca e o pai de Misse aparece. Os dois homens da foto agarram Dean e Elisa. Dean dá um soco no que o agarra e ele lhe dá outro. Elisa é segurada pelos cabelos e Dean é jogado bruscamente na parede.

- Dean! - Elisa grita. Dean se levanta cambaleando um pouco.

- Eu vou acabar com você primeiro. - Dean diz ao homem que o agarrava e em seguida se vira para o que segura Elisa. - E depois com você.

- Dean cuidado! - Elisa grita para ele. Dean vai se virar, mas leva uma paulada na cabeça e acaba desmaiando. 

Em seguida os homens partem pra cima de Elisa, por impulso a garota levanta os braços e os homens voam para o outro lado do cômodo, batendo as costas na parede, e caindo de cara no chão.

- Mas o que é isso? - diz um dos homens surpresos olhando para Elisa.

- Mexeram com a garota errada. - ela diz com um sorriso.

- Tem certeza? - o chefe pergunta atrás dela, Elisa se vira e o vê com Dean desacordado nos braços e uma arma apontada em sua cabeça. Ela fica nervosa e dá um passo na direção dele. O chefe destrava a arma. - Eu não faria isso se fosse você. Em um piscar de olhos, os miolos dele vão estar esmagados no chão.

- O que você quer? - Elisa pergunta sem tirar os olhos dele.

- O que eu quero? - o chefe pergunta e dá uma risada em seguida. - Esse é o problema. Nada... Eu não quero absolutamente nada.

- Então você faz isso por diversão? - Elisa pergunta.

- Exatamente. - o chefe responde. - Diversão é a palavra certa.

- Você é demente. - Elisa diz com ódio. - Solte a mulher e o rapaz que estão presos lá no porão e solte o que você está segurando. 

- Se não? - o chefe pergunta com um sorriso.

- Se não eu terei o prazer de matar todos vocês. - Elisa diz cada vez mais nervosa. - Um por um.

- Deixe-me lembrá-la de um pequeno detalhe. - diz o chefe a ela. - Você não está em posição de mandar nada. - Elisa lhe da um sorriso sarcástico e Dean acorda e se assusta quando vê uma arma apontada em sua cabeça. - Você alguma vez já matou?

- Depende do que você se refere. - ela responde.

- Eu caçei por toda a minha vida. - o chefe comenta. - Assim como o meu pai e o pai dele antes de... Eu caçei veados e ursos... Até peguei um cougar uma vez... Oh Deus! Mas a melhor caça... É humana. Não há nada como isso... Ter a vida de uma pessoa em suas mãos... Ver o medo nos olhos dela antes de escurecerem. Faz você se sentir poderosamente vivo.

- Você é doente. - Dean diz.

- Nos damos uma arma, una chance de lutar. - ele continua. - É como se nossa tradição passasse de pai para filho... Claro que só um dois por ano. Para não atrair a atenção da policia, nós nunca fomos descuidados.

- Não seja tao cheio de si... Seu plano é descuidado. - ela diz.

- E então... Vocês estão com aquela bela policial? - o chefe pergunta a eles. - Vocês são policiais?

- Se eu te contar... Promete não nos fazer uma pilha de cinzas? - Dean pergunta a ele. Em seguida o chefe lha dá um soco no estômago.

- O único motivo para eu não deixar os meus filhos darem um jeito em vocês agora... É que eu preciso saber. - diz o chefe a eles. - Me falem! Algum policial virá procurar vocês?

- Me engula. - Dean diz a ele. - Não, não, não. Você pode querer isso mesmo.

O chefe segura o rosto de Dean, um dos filhos se aproxima com um ferro quente.

- Você acha isso engraçado? - o chefe pergunta a ele. - Você trouxe isso para a nossa família. Tudo bem... Você gosta de jogar? Vamos jogar então. Parece que vamos ter uma caçada apesar de tudo rapazes. E vocês vão escolher o animal. O garoto ou a policial?

- Não! Não envolva ninguém o problema é só nosso. - Elisa diz a ele.

- Se você não escolherem, eu vou... - o chefe começa e aproxima o ferro da camisa de Dean. Elisa olha rapidamente para Dean e fecha os olhos em seguida. De repente o ferro encosta na camisa de Dean, a queimando e encosta em sua pele, mas não acontece nada. Dean fica surpreso, mas vê Elisa cair no chão enquanto grita de dor. Sua pele começa a queimar no mesmo lugar que o chefe passou o ferro na pele de Dean.

- Elisa! Seu desgraçado! - Dean diz ao homem. O chefe aproxima o ferro em um dos olhos de Dean.

- Dá próxima vez, vou arrancar seus olhos. - diz ele. - O rapaz, peguem o rapaz na jaula.

- Não! - Elisa grita com a mão no peito que dói.

- Bate, vai pegá-lo. - diz o chefe a um dos filhos. - Não o deixe sair, atire nele enquanto estiver na cela.

- Não! - Elisa grita novamente.

- Não faça isso. - Dean diz.

- Nate... Quando acabar com o garoto, atire na vadia também. - o chefe diz. O filho o olha com um sorriso e pega sua espingarda, se afastando em seguida. - Vamos dar um jeito nisso antes que mais policiais cheguem.

- Se você ferir o Sam, eu mato você, eu juro... Eu mato todos vocês! Eu mato todo mundo. - Elisa grita fazendo com que o vidro das janelas quebrassem.

No porão, Nate entra e vai até Sam que o olha assustado.

- O que está fazendo? - Sam pergunta a ele. Nate vai atirar quando Sam taça um ferro em sua cabeça. O homem desorientado atira pra cima.

- Nate! - grita o chefe lá da sala. Sam da um soco em Nate, pegando sua arma e bate com ela em sua cabeça, com isso o homem desmaia. Sam tenta desprender a arma, mas não consegue.

- Droga. - reclama ele tacando a arma no chão e em seguida sai andando.

-  Nate! - grita de novo o chefe, mas ninguém responde. - Jerry, você vem comigo, Missie, você toma conta desse rapaz. Não quero que a garota faça uma besteira.

O chefe e Jerry se afastam da sala em direção ao porão onde se encontram as jaulas. Missie aponta uma faca para Dean.

- Nate! Onde você está? - o chefe pergunta no porão. Ele e Jerry vêem Nate desmaiado e trancado em uma das jaulas. - Droga! Jerry acenda as luzes.

Jerry alerta o botão, mas. ada acontece.

- Eles devem ter tirado os fusíveis. - Jeret diz ao pai. Eles escutam um barulho e andam pelo porão. A policial abre um dos armários para se esconder, mas faz barulho. Jerry ouve e se vira no direção do armário, vai até ele e atira três vezes, o abre e não vê ninguém. De repente Kathleen pula em cima dele. Sam se levanta de trás das palhas amontoadas do lado da jaulas e o chefe o vê, começa a atirar, mas Sam foge. Jerry derruba Kathleen no chão e aponta sua arma para ela.

- Idiota. - Jerry diz a ela, mas de repente Sam aparece e Jerry se vira para ele. Sam abaixa rapidamente, Jerry atira, mas acerta o chefe que estava atrás de Sam. Se vira novamente para atirar em Sam, mas este lhe da um soco e retira a arma de sua mão, lhe batendo com ela em seguida. Jerry desmaia. Sam o prende em outra jaula. Ele e Kathleen se aproximam do chefe auê está jogado no chão, Kathleen aponta uma arm para ele.

- Pode ir em frente, eu tomo conta dele. - diz ela a Sam. Vá.

Sam sai do porão e sobe em direção à casa. Vê Missie com uma faca apontada para Dean e Elisa de joelhos no chão. Esta se vira para onde Sam está.

- O que eu faço? - Sam pergunta apenas movendo os lábios, Elisa aponta com a cabeça um vaso em cima da mesa ao lado dele. Sam entende e derruba o vaso no chão. Missie olha para o vaso quebrado e Elisa a faz bater de costas na parede, ela desmaia. Em seguida Dean a oega e a prende no armário.

- Você feriu minha família, vou te fazer sangrar vadia. - o chefe diz a Kathleen.

- Você matou o meu irmão. - a diz a ele.

- Seu irmão? - o chefe pergunta. - Agora eu entendo.

- Só me diga o porque. - Kathleen pede a ele.

- Porque é divertido. - ele responde e começa a rir. Kathleen o olha com ódio e atira.

....

Da casa saem Dean, Sam e Elisa ao mesmo tempo que Kathleen sai do porão e se encontra com eles lá.

- Onde está a garota? - Kathleen pergunta.

- Presa no armário. - Dean responde. - E o pai?

- Baleado, tentando fugir. - ela responde.

- O carro está na estação de polícia. - Dean diz a Sam.

- Unidades de apoio indo para a localização. - diz alguém no alk-talk de Kathleen a ela.

- Então... A policia estadual e o FBI vão estar aqui em uma hora. - Kathleen avisa os três. - Vão querer falar com vocês. Eu sugiro que vocês já tenham ido quando eles chegarem.

- Obrigado. - Dean agradece. - Escuta, sem querer abusar da sorte, mas estamos no meio do nada. Acha que pode nos dar uma carona?

- Comecem a andar. - Kathleen diz com um sorriso. - Se escondam se virem um carro do esquadrão.

- Parece ótimo para mim, obrigada. - Elisa agradece e sai andando, Sam concorda e vai atrás.

- Escute... - Dean diz a Kathleen. - Eu sinto muito pelo seu irmão.

- Obrigada. - a agradece com um sorriso. - É muito difícil não saber o que aconteceu com ele, achei que seria mais fácil quando eu soubesse a verdade. Mas... Na verdade, não é. De qualquer modo, vocês devem ir.

Dean, Elisa e Sam dão um último aceno de mão e vão.

- Nunca mais faça isso. - Dean diz ao irmão.

- Fazer o que? - Sam pergunta.

- Sumir desse jeito. - Elisa completa. Sam lhes da um sorriso.

- Vocês estavam preocupados comigo. - Sam diz feliz.

- O que queremos dizer, é que se você sumir desse jeito de novo. - Dean começa. - Não vamos mais atrás de você.

- Claro que vão. - Sam diz a ele.

- Não vamos não. - Dean repete mas de repente se vira para Elisa. - Seu machucado... A queimadura, como está?

Elisa abaixa um pouco o topo da blusa se lembrando da queimadura, que não estava tão bonita.

- Vamos cuidar disso, quando chegarmos no motel. - Dean fala.

- Então você apanhou de uma garota de 13 anos? - Sam debocha do irmão.

- Cala a boca. - Dean diz se voltando para ele. Elisa para de andar e olha sorridente para os irmãos que andam com um sorriso.

- Só estou dizendo. - Sam diz. - Ela parecia ser osso duro.

- Cala a boca. - Dean repete.

De repente a cabeça de Elisa começa a doer, ela põe a mão na mesma. Vozes vem em sua cabeça. "Ele está perto... Está perto... Seu verdadeiro pai tem que ser detido". Sua cabeça para de doer... Elisa abre os olhos e olha os irmãos Winchester assustada.... Eu teria que deter o meu verdadeiro pai.

A hora está chegando....



Notas Finais


Espero que tenham gostado.

Então, eu vou me mudar de casa, então pode ser que eu não poste nada por enquanto, eu queria pedir para não abandonarem a fic. Eu prometo que assim que chegar, na nova casa... Escreverei novamente. Espero que entendam.
Amo vocês e até ♥♥


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