História Apaixonadas... - Capítulo 42


Escrita por: ~

Postado
Categorias Ashley Tisdale, Pretty Little Liars
Personagens Alison DiLaurentis, Aria Montgomery, Ashley Marin, Caleb Rivers, Cece Drake, Emily Fields, Ezra Fitzgerald, Garrett Reynolds, Hanna Marin, Jason Dilaurentis, Jenna Marshall, Jessica DiLaurentis, Lorenzo Calderon, Melissa Hastings, Mona Vardewaal, Noel Kahn, Pam Fields, Peter Hastings, Spencer Hastings, Sydney Driscoll, Toby Cavanaugh, Veronica Hastings, Wayne Fields
Tags Emison, Ezria, Haleb, Hannily, Semily, Spoby
Exibições 127
Palavras 2.526
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Mistério, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meu povo!
Quem é vivo sempre aparece não é?
Cá estou. Esse capítulo já está pronto antes de eu ir pro hospital e precisava corrigi-lo.
Obrigada a todos Favoritos <3 Comentários <3
Por favor leiam as notas finais.

Enfim! BoA lEiTuRa!

Capítulo 42 - A verdadeira história de Luna - Back in Rosewood


Fanfic / Fanfiction Apaixonadas... - Capítulo 42 - A verdadeira história de Luna - Back in Rosewood

Anteriormente em apaixonadas...
Alison: Que porcaria é essa Emily? Não era você que viajava cedo e estava cansada? O que faz aqui? Ainda mais acompanhando a tal Sílvia. Porque não me contou que vinha?

Agora em apaixonadas...

Emily: Alison, calma. Eu não estou acompanhando a Sílvia. Somos investidoras, Mônica quis que sentássemos junto a ela. 
Alison: Jura, vocês e aquela garotinha pareciam uma família feliz.
Emily: Não somos uma família. A minha família será com você, pelo menos é o que eu espero.
Alison: Jura, porque não parece! Você mentiu para mim!
Emily: Não menti. Eu tinha esquecido completamente do jantar e lembrei em cima da hora. 
Sílvia: Emily?
Emily: Sim Sílvia.
Sílvia: Está se sentindo bem?
Emily: Eu tive um mal estar, mas agora estou bem.
Saí do box. 
Sílvia: O que fazia ali? 
Emily: Eu não queria que as crianças me vissem assim. Sabe como são extremamente apegados a nós e se nos vissem passando mal iriam ficar tristes. 
Sílvia: Com certeza. O jantar já irá ser servido, Mônica só está esperando por nós. 
Emily: Vai indo na frente, eu vou passar uma água no rosto e dar mais uma respirada. 
Sílvia: Tudo bem, te espero na porta do orfanato. 
Emily: Ok. 
No que Sílvia saiu Alison saiu do box.
Alison: Cuidado com as suas mentiras Emily. Se eu fosse mais malvada eu sairia daquele box e diria o que estavas fazendo. Por que mentiu para ela? 
Emily: Olha só Alison, eu sei que você acha que eu ando esquisita, mas logo logo tudo vai passar e vai ficar tudo bem. Você está linda e eu te amo. 
Alison: Não vai ficar nada bem. Você não confia em mim. Você me esconde dos outros. Você está comigo por que afinal? 
Emily: Existem coisas que eu não posso contar.
Alison: Essa sua resposta é a prova viva de que você não confia em mim.
Emily: Você quer a verdade? - ela assentiu - Você terá. É um problema no trabalho, eu estou sendo perseguida por provavelmente alguém que eu prendi. Não quero aparecer com você para não te por em risco. Essa pessoa sabe onde eu moro. Eu te amo demais para deixar algo acontecer com você. Vai ter a hora do meu acerto de contas com essa pessoa e se ele ou ela não conseguir me afetar, vai acabar usando as pessoas que eu amo. Preciso ir...
Alison: Não vai me esconder para me proteger. Vamos vencer essa pessoa juntas. Eu quero estar com você. 
Emily: Você não pode se meter.  Essa pessoa burlou o sistema de segurança da minha casa, entrou lá no meu pátio e quebrou uma vidraça para avisar que está por perto. Eu não quero que essa pessoa saiba de você, na verdade não queria que ela soubesse de Luna, o orfanato e as meninas. Quer me ajudar?  Ore por mim. Tenho que ir agora.
Dei um beijo na testa de Alison e saí. Sei que não estou sendo muito justa com ela, mas doeria muito mais vê-la machucada ou em perigo.
Sílvia: Tudo bem?
Emily: Vai ter que ficar. 
Sílvia: Tem algo que eu possa fazer por você?
Emily: Pode me dar um abraço? 
Sílvia: Não precisa nem pedir. Eu sei que antes nós tínhamos algumas diferenças, mas agora estamos nos dando bem e posso dizer que somos amigas.
Emily: Obrigada Sílvia. 
Sílvia: Não precisa agradecer. Só continua sendo essa Emily Fields que é sociável e não aquela pessoa galinha que você era. Você me cantou, sabia disso?
Emily: Sei, e pelo que eu lembro você bem que gostou, se não tivesse aquele voo para Malibu, e seu pai ao seu lado no evento, acho que teria dado certo. 
Sílvia: Vamos voltar a festa? 
Emily: Deixei Sílvia Tisdale sem palavras?  Mereço um Óscar.
Sílvia: Quem te disse que estou sem palavras? 
Emily: Você está desconversando para não admitir. 
Sílvia: Não estou desconversando, só acho que todos estão famintos e estão aguardando por nós para servirem o jantar.
Emily: Ok. Finjo que acredito. 
Sílvia: Vamos logo. - me estendeu a mão - não banque a ignorante Fields. 
Peguei sua mão. 
Emily: Eu não disse nada.
Foi à única coisa que eu disse antes de ser arrastada até a mesa. Mônica mandou servir o jantar. 
Luna: Onde estavam? Demoraram. Estou com fome!
Sílvia: Estávamos conversando e a senhorita se sossegue porque a Mônica já mandou servir o jantar. 
Luna: E conversaram sobre o que?
Emily: A senhorita está muito mexeriqueira. Eu e a tia Sílvia falamos coisas que importam somente a mim e a tia Sílvia. 
Nesse momento Alison passava por perto da mesa e ouvia atentamente a conversa. 
Luna: JÁ SEI! Tia Emily e Tia Sílvia estão namorando! Tão namorando!
Emily: NÃO! Desculpe  o grito querida, mas a tia Emily até está namorando, mas não com a tia Sílvia. 
Nesse momento Um garçom estava passando com uma bandeja cheia de copos com bebidas, não sei como toda bebida dos copos parou no vestido da Sílvia. Olhei ao redor e Alison ria demais olhando a cena.
Sílvia: Ainda bem que eu estava indecisa e trouxe outro vestido.
Garçom: Me desculpe, não foi minha intenção. Alguém me empurrou. 
Sílvia: Tudo bem, eu vou me trocar. 
Emily: Eu posso servir o seu jantar. 
Sílvia: Capaz Emily, não precisa.  Foi só um pequeno acidente que poderia ter acontecido com qualquer um.
Emily: Por favor, Sílvia, eu insisto. 
Sílvia: Já que você insiste, quem sou eu para discordar.
Ao dizer isso ela saiu e eu me dirigi à fila do Buffet e acabei atrás de Alison.
Alison: Por que dois pratos? 
Emily: É um para mim e outro para Sílvia.
Alison: E cadê ela? 
Emily: Foi se trocar. Alguém arremessou o garçom na direção dela.
Alison: É, mas acidentes acontecem a todo tempo.
Emily: A diferença é que às vezes alguns acidentes tem a  ajuda de alguém para acontecer. 
Alison: O que está querendo dizer Em?
Emily: Que talvez alguém tenha dado uma mãozinha para isso acontecer.
Alison: Só acho que ela teve azar e parou no caminho do garçom. 
Emily: Você tá com ciúmes? 
Alison: O que? Claro que não. Eu só não gostei de ver a minha namorada a noite toda com outra e agora ela servindo jantar para a mesma garota. 
Emily: Se isso não é ciúme eu não sei o que é. 
Alison: Okay. Talvez seja um pouco de ciúme. Bem pouquinho.
Logo tratamos de encerrar o assunto, servi os jantares e logo dirigi-me  a mesa, questão de 02 minutos Sílvia apareceu e continuava linda.
Sílvia: Obrigada Emily!
Emily: Não tem de que.
Conforme a noite ia passando decidi apresentar Alison a uma pessoa. Fui na direção de Alison.
Alison: Olá Em. O que foi, enjoou da sua companhia?
Emily: Olá amor, decidi apresentar você a uma pessoa muito especial para mim.
Alison: Quem?
Emily: Vem comigo! – assim que ela me deu sua mão a guiei até onde a Luna estava. – Luna, quero te apresentar uma pessoa.
Luna: Quem é ela tia Em?
Emily: Essa é Alison DiLaurentis a minha namorada.
Luna: Prazer Alison...
Luna não pareceu muito entusiasmada ao conhecer Alison.
Alison: Prazer, você está muito bonita Luna.
Luna: Dê os créditos a tia Sílvia, ela que me arrumou.
Alison: Em, podemos conversar?
Emily: Claro Alison. Daqui a pouco eu volto viu Luna.
Assim que nos afastamos ela me perguntou:
Alison: Por que essa garota, Luna é tão importante para você?
Emily: Porque eu conhecia sua mãe, convivia muito com ela. Vi Luna nascer e vi a mãe de Luna morrer.
Alison: Como assim?
Emily: Ela e a mãe dela só tinham uma a outra e eu entrei na vida delas. Eu as conhecia, eu a mãe dela éramos amigas. Um dia, a anos atrás, eu estava na mesma loja de conveniência que Luna e sua mãe, houve um assalto, os assaltantes atiraram na mãe de Luna enquanto ela fazia as compras e eu carregava Luna juntamente com o carrinho, iriamos passar uma semana no litoral, logo depois de atirarem nela os bandidos fugiram.  Eu chamei a polícia e o socorro, soltei a Luna, a deixando com o Dock que era um senhor que arrumava as prateleiras, corri na direção dela ainda ferida, me agachei pondo a cabeça dela em meu colo e disse que tudo ficaria bem, mas ela disse que sabia que iria morrer, e me fez o último pedido; Ajude a minha filha a se tornar alguém de bem, Em, sabe porque eu coloquei  o  nome de Luna, porque ela é linda como a lua. E...l...a quer s...e...r bai...larina, peço que n...ão a dei...xe pen...sar que eu a aban...donei, e...u a...mo vo...cês.  e assim ela engasgou  morrendo com os olhos abertos em meu colo, eu comecei a chorar e gritar. E a semana que era para ser uma das mais felizes se tornou uma tragédia, não tem um mês desde que ela morreu que eu não vá ao cemitério levar flores, eu sempre tentei adotar Luna, mas não foi possível, pois segundo os juízes dos EUA eu tenho uma vida muito ocupada e não posso ter crianças adotadas. Agora se não se importa eu preciso ir.
Assim que saí de perto da Alison retornei onde a Luna estava.
Luna: Tia Em?
Emily: Sim, diga meu amor.
Luna: Você esqueceu a minha mãe? Tia Mônica contou que você a namorava na época em que ela foi assassinada.
Emily: Não tem um dia que eu não pense em Sara, ela era uma pessoa incrível. Fique bem pequena, Luna Harvey .
Luna: Eu te amo Emily.
Emily: Te amo mais pequena, e algum dia você vai se chamar Luna Harvey Fields como eu  e a sua mãe planejamos.
Luna: Como faremos isso? Faz tantos anos que ela morreu e que você vem tentando a minha guarda e eles sempre negam.
Emily: Eu vou entrar com um processo para por o meu nome na sua certidão de nascimento, ao lado do da sua mãe. Eu prometi que cuidaria de você, e eu vou conseguir. Tenho provas do meu relacionamento com a sua mãe, quando eu viajar, vou trazer tudo que envolvia eu e Sara de lá. Fotos, gravações, cartas... afim de provar tudo isso.  Agora eu realmente preciso ir.
Dei um beijo em sua testa e ela me deu um beijo no rosto e um abraço apertado.
Após minha conversa com Luna, me despedi da Mônica e dos outros e fui para casa. O vidro já tinha sido substituído, Spencer e Toby já não se encontram mais lá. Com certeza esse ataque idiota sairia da minha cabeça, muito menos a lembrança do assassinato de Sara. Subi ao meu quarto pus todas as minhas malas em um canto do mesmo. Logo desci ao escritório e a pergunta sobre a ligação entre Peter e Cyrus estava martelando em minha cabeça, lembrei-me da conversa com Jessica, dos argumentos do Cyrus ao se justificar sobre seus atos contra o Jason. Não pode ser, que ligação maior para defender um sujeito de graça, sujeito esse que tem crimes irreparáveis em sua ficha criminal, a não ser que esse bandido seja seu filho. Seria Peter mesmo o pai de Cyrus. Eu não sei, pode ser loucura da minha cabeça, mas eu vou descobrir e para arrancar a verdade do Peter eu arranjaria uma prova nem que fosse necessário fazer um DNA sem que os dois saibam.
Amanhã estarei indo para Rosewood e ir a essa época dói demais, ter que passar pela minha antiga casa na Filadélfia e em Rosewood, sabendo que ambas estarão enfeitadas para o Natal e que fará mais um ano que ficarei longe dos meus pais isso me dá uma tristeza enorme.
Fui para rua sentei-me na espreguiçadeira e fiquei olhando a lua e falando com ela. Se você pensa que eu sou maluca e essa é a sua opinião, vá em frente, mas se eu me sinto mais calma quando isso acontece eu vou continuar fazendo isso por mais maluco que pareça.
Atualmente eu não gosto muito de demonstrar os meus sentimentos, desde - A muita coisa mudou. Eu mudei, antes eu era uma pessoa verdadeira com meus sentimentos, eu demonstrava muito mais para todos e  isso me tornou fraca diante de -A, ela sabia exatamente por onde atacar, e isso me intimidava, até o dia em que me cansei do jogo idiota de  -A e organizei um novo jogo, o meu jogo, a armadilha para prender -A.
E se fosse necessário eu faria de novo.Sem perceber o tempo passar, acabei sentindo meus olhos cada vez mais pesados.
Emily: Boa noite Pai, Boa noite Mãe, Sara eu prometo que não vou desistir da guarda da nossa pequena. Eu amo vocês!
 Depois disso eu por fim dormi.  Acordei horas depois com meu celular tocando. 
Spencer: Cadê você? Falta quase uma hora para o avião decolar.
Emily: Desculpa, eu acabei dormindo demais.  Em 15 minutos estarei aí. 
Spencer: Vou cronometrar Fields.
Emily: bye.
Desliguei a chamada. E entrei igual maluca em minha casa. Desci as malas e peguei uma roupa qualquer fui para o banheiro onde tomei um banho e fiz minha higiene matinal. Liguei para alguns números de táxi e nenhum podia me atender a essa hora. Então só me restou tentar o celular de Cece.
Cece: Alô.
Emily: Cece, você está acordada?
Cece: Ainda não, mas posso acordar. O que você precisa chefinha?
Emily: Precisava de uma carona até o aeroporto.
Cece: Ok, 12 minutos estarei aí.
Desligou na minha cara, mas não estou no direito de reclamar, ela vai levantar para me dar uma carona...
10 minutos e a louca da Cece estava chamando na buzina na frente da minha casa. Ela desceu e me ajudou com as malas. Logo chegamos no aeroporto e nos despedimos eu a agradeci e ela disse que amigos são para isso.
Logo eu e o pessoal estávamos todos acomodados em meu jatinho particular. Após algumas horas chegamos na Filadélfia, como já tinha combinado com David já tinha alugado o mesmo carro e novamente a chave estava no aeroporto com as meninas, mas Ezra tinha vindo nos buscar com uma mini van de 07 lugares. Decidimos que eu iria no carro sozinha, enquanto os outros iriam com Ezra. Na verdade eu decidi, pois tinha que me encontrar com Paige e aproveitei que estava na Filadélfia para  passar nos laboratórios Calderón. Vi que os laboratórios estavam forte e longe de crises como nunca antes aproveitei e participei da integração de comemoração de Natal junto aos funcionários. Logo mandei uma mensagem a Paige.
Sms:
Me encontre às 14hs no Philli coffee, no centro da Filadélfia.
Emily Fields.
Sms off:
Enviei um sms aos meus amigos avisando que iria ficar mais um tempo na Filadélfia.
Sms para: Hanna, Caleb, Ária, Ezra, Spencer e Toby.
Pessoal. Vou ficar mais um tempo em Philli para comprar algo no shopping para vestir no Natal.
Bjs.
Sms off:
Assim que deu 13hs30min me despedi do pessoal dos laboratórios e fui a cafeteria. Assim que cheguei avistei Paige, isso que eram 13hs45min.
Paige: Emily.
Emily: Sem essa, quanto você quer pelo meu segredo.
Paige: Não vai ser barato. Tenho como provar a sua verdadeira identidade.
Emily: Quanto você quer?


Notas Finais


Galera espero que curtam.
Quem quiser dar uma espiadinha eu comecei outra fanfic de PLL. Ela é inspirada na ideologia da música Hands of Love da Miley, personagens principais: Jessica DiLaurentis, Emily Fields e Alison DiLaurentis.
Link: https://spiritfanfics.com/historia/hands-of-love-6700485
Então é isso.
Beijão no coração!


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