História Apaixonado pelo sol (Namjin, Vhope, Jikook) - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Tags Chanbaek, Kaisoo, Namjin Jikook, Vhope
Exibições 378
Palavras 2.579
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


GENTE!!!!!
Primeiro cap
espero que gostem... eu estou fazendo uma noma forma de caps, maiores e nova organização... me digam o que acham dessa nova escrita preciso muito saber <3

Capítulo 2 - Eu prometo Namjoon...


Fanfic / Fanfiction Apaixonado pelo sol (Namjin, Vhope, Jikook) - Capítulo 2 - Eu prometo Namjoon...

Capitulo - Um

Pov Jin - Sol

Já se passou bastante tempo desde que eu e Namjoon voltamos a nos falar, ele voltou a ser atencioso e amoroso, está como era antes de tudo aquilo acontecer, não o sinto mais distante, ele está cada vez mais perto sem falar que agora está super. Focado no seu futuro, nos últimos dias não temos nos visto, porém ele está dando entrada no regime militar, é muita burocracia envolvida, um dos sargentos responsáveis é deus de Marte, me ofereci para ajuda-lo, disponibilizar uma audiência com o mesmo sem precisar de tantos formulários, mas Namjoon não quis, alegou que devia fazer isso só, ter sua recompensa por mérito próprio, então apenas dei de ombros, apenas não gosto de o ver tão cheio de problemas, sem falar que por conta de seus histórico e ficha criminal, não é certeza que ele vá conseguir.

 

Desde o nosso beijo na sorveteria estamos agindo apenas como meros amigos, mas a vontade que tenho é de privar nossos lábios de toda e qualquer distancia existente, de me aninhar em seus braços de forma calma depois de uma longa noite de amor para repousar em seu peito, escutar seus batimentos cardíacos providos de uma leve arritmia se normalizarem junto com sua respiração pesada e descompassada por conta da necessidade do folego perdido enquanto éramos apenas um. Sentia falta disso, sentia falta de seus toques mais íntimos, sentia falta do Namjoon por qual me apaixonei, eu pensava que esse homem não existia mais, mas eu estava errado, ele sempre esteve lá, apenas estava escondido atrás da mascara do medo, como no baile de mascaras dos destemidos capuletos, o som mórbido dos relógios antigos se fez presente em doze tipos de sons diferente anunciando a chegada da madrugada e todas as mascaras caíram, mas diferente dos jovens Romeu e Julieta, eu não tive nem uma surpresa ao olhar nas orbes negras de meu amado, pois aquele Namjoon... Eu já conhecia e sentia falta.

 

Mesmo minha vontade sendo de fingir que nada aconteceu e começar de novo desde o dia em que conhecemos Yoongi, eu não podia e nem faria isso, não poderia negar tudo o que aconteceu, agora que tenho mais segurança para ser eu não irei deixar ninguém passar por cima de mim, não de novo, ele me magoou muito, eu posso ama-lo, mas hoje eu também me amo e mesmo que ele me deixe, eu nunca tive medo de ficar só, e hoje eu tenho mais que nunca certeza de que não ficarei, posso finalmente viver ao lado de minha mãe e meu irmão, sem falar que tenho amigos, amigos de verdade e não iguais a Min Yoongi. Baekhyun, Chanyeol, Kwon, Taehyung, Hoseok e Jimin se tornaram minha família, eu amo cada um deles, e sei que nunca vão me deixar só, até por que eu nunca os deixaria.

 

- Filho, você vai a terra hoje? – lua me corta de meus pensamentos.

- oh... Vou, eu e o Nam vamos sair.

- E como ele está? Digo... Como pessoa. Está indo bem?

- Sim... – dou um sorriso bobo – está... Como antes, não digo mudando, pois ele sempre foi assim, mas está voltando a ser... Ele. – era muito evidente um tom apaixonado em minha voz quando o assunto era Kim Namjoon. Meus olhos brilham quando falo sobre ele sendo como antes ou não, não nego e nem tento me iludir do contrario, sou completamente apaixonado por ele, fazer o que? Negar?

- Ainda me pergunto o que fez ele te trair.

- de acordo com as palavras do garoto em questão... Medo.

- Medo?

- Sim... Medo de ficar sozinho, de eu terminar com ele e o deixar. Yoongi alimentou esse medo, eu e Namjoon tínhamos brigado em uma noite qualquer, e parece que seu lindo melhor amigo o consolou da “melhor” forma possível. Nam queria suga preso a ele e estava esperando o momento que eu terminaria nosso namoro e o deixaria, mas nunca deixou de me amar, por isso se revoltou quando o Jeon supostamente me paquerou, ele odiava a simples ideia de eu o deixar.

- Então tudo foi culpa desse Yoongi?

- Olhando por esse lado... Sim.

- é estranho como ele tinha esse poder em manipular o Namjoon.

- Vindo do Yoongi, nada é estranho.

- Como assim? Você nunca me falou dele.

- Bem... Não tinha muito que ser dito, Conhecemos ele quando eu tinha vinte e um, Namjoon dezoito e Jungkook quinze, Namjoon e eu já estávamos namorando em torno de um ano, eu tinha acabado de ir para a faculdade e estava começando meu estágio no colégio do Kookie, assim poderia ficar mais perto dele e do Namjoon, ambos iam se formar juntos ano passado, mas o Nam foi preso.

- e porque nada é estranho quando se fala no Yoongi?

- É meio complicado e como eu já disse antes, estranho, Quando Namjoon se aproximou dele tudo começou a mudar, eu juro que senti até a atmosfera no colégio diferente, eu não reconhecia mais o meu próprio namorado, eu olhava para ele, mas... Não era ele, Foi nessa mesma época nossa briga e inicio do “romance” deles.

- Como ele é? Fisicamente falando...

- Baixo Magro com o corpo definido e pele branca, tão branca ao ponto de qualquer judiação marca-la, ele e Namjoon são da mesma cidade natal e lá não faz muito sol.

- Seokjin, tome cuidado com esses dois, eu tenho algumas duvidas quanto a eles... A forma que você descreveu esse Yoongi e o que conheço do Namjoon...

- O que você acha?

- Não direi antes de ter certeza, não quero te preocupar ainda.

- Tudo bem, mesmo assim terei cuidado, eu posso o amar, mas ainda não confio nele.

 

 

Ficamos em silencio por um tempo, eu não faço ideia do que a lua possa está desconfiando, mas não irei duvidar, ainda tem tantos segredos desse universo que eu não sei, afinal eu sou a carne nova do açougue, se alguém diz que devo ficar em alerta, ficarei. O silencio é quebrado completamente pelo som das portas pesadas do salão principal do castelo sendo abertas e revelando um Chanyeol sorridente se juntando a nos, ele me avisa que Baekhyun já me espera para irmos até a terra. Não sei por que sempre tenho que descer com um anjo, mas depois de tudo o que passei, eu já nem pergunto mais, apenas obedeço. Despeço-me da minha mãe e de Chanyeol e vou até o portal encontrando Baekhyun me esperando.

 

- Baek! – digo com um sorriso largo e sincero.

- Jin – vou até ele e lhe dou um abraço forte. – e ai? O que você e o Namjoon vão fazer hoje?

- Eu não sei, ele sempre, diz que gosta de me ver surpreendido.

- e como vai à relação de vocês?

-indo...

-É difícil fingir apenas amizade, né?

- Você não faz ideia – digo rindo.

- Na verdade... Faço sim, já passei por isso com o Chanyeol.

- Verdade... Você nunca me disse como começaram a namorar ou por que vocês são os únicos que não tem protegidos.

- Bem... Não temos protegidos por que não nascemos anjos... Somos originalmente humanos.

- I- Isso é possível?

- Sim, um humano pode se tornar anjo da mesma forma que um anjo pode se tornar humano, a única diferença é os anjos só podem deixar suas asas se seus protegidos estiverem mortos, isso vale tanto para anjos negros quanto para anjos brancos.

- e como isso aconteceu? Com você e com o Chanyeol?

- Sabe Romeu e Julieta?

- Sim, Claro!

- Digamos que vivemos coisas parecidas.

- Famílias rivais?

- Países.

- O que?

- Coisa de mais para contar agora, e já chegamos. – nem percebi que já estávamos na terra – não se preocupe, eu juro contar outra hora. – concordei com a cabeça e fomos em direção ao apartamento de Namjoon, nosso antigo lar, subimos e batemos na porta, depois de alguns poucos segundos, Nam abre a mesma e não contém um sorriso largo a me ver, pude perceber que ele quase me abraçou, porém se conteve, admiro muito o seu entender em minha decisão de tempo ao tempo.

 

Baekhyun se despede e avisa o lugar em que estará para me observar, apenas assinto e volto minha atenção para o loiro no qual estava morrendo de saudades, passamos um tempo nos encarando, ele joga seu peso sobre a porta e cruza os braços mantendo um olhar fixo no meu, eu coloco minhas mãos no bolso de minha calça e retribuo o sorriso sínico do mais alto, passamos um tempo olhando um para o outro e rindo.

 

 

- Oi Jin...

- Oi Namjoon...  – ambos dizemos ainda sorrindo – então... O que vamos fazer hoje?

- Eu quero te levar para um lugar especial... Para mim.

- Que seria?

- é para onde eu ia sempre que nos brigávamos, eu queria muito te levar lá um dia, é um lugar para fugir dos problemas, e agora que estou atolado com todos esses papeis e burocracias sem fim do alistamento... Quero fugir um pouco... Fugir com você.

- então o que ainda fazemos parados aqui?

 

 Ambos sorrimos e Namjoon entra no apartamento para pegar alguma coisa que ele não me deixou ver, e olha que eu tentei, apelei até para o meu biquinho fofo, coisa que ele não consegue resistir, mas não funcionou, apenas dei de ombros e fomos até o estacionamento do prédio, entramos em seu carro e ele me levou até um lugar afastado da cidade, não era longe, mas conseguia ser distante de todo o barulho e estardalhaço da cidade, era realmente calma, uma mansão abandonada... Era realmente adorável. Descemos do carro e fomos andando até a construção um tanto quanto antiga, entramos e deparei-me com um grande salão, caminhei ate o centro dele e comecei a passear meu olhar em cada canto escondido tentando memorizar todos os seus detalhes.

 

- É lindo Nam... – me virei de frente para ele, porém não esperava que o mesmo estivesse tão perto, acabei por ficar tão próximo a ponto de nossos lábios quase se encostarem. Namjoon leva sua mão até o meu pescoço e deixa um leve carinho em minha bochecha com o seu polegar, depois contorna meus lábios carnudos com o mesmo dedo, sinto o ardor infernal de meu rosto corar intensamente e a agonia enorme que apenas Kim Namjoon proporcionava em meu estomago... Malditas borboletas, por que tenho que ser tão tímido em certas coisas? Sinto a o rubor obvio de minhas expressões se intensificarem violentamente quando assisto a região escarlate presente em sua face se estender dando vida às duas covas nas qual quero e pretendo me enterrar quando minha alma não fizer mais parte de meu corpo. Seu sorriso, mesmo sendo sôfrego é sincero, peço a todos os deuses do universo, forças para não cair em tremenda tentação que é os lábios de Kim Namjoon. Preces ouvidas ou apenas intuição alheia? Nam fecha seus olhos e deixa um selar em minha testa, logo depois puxa meu corpo, que eu já achava estar sem vida pelo simples fato de não conseguir move-lo, para um abraço.

 

- Estava com saudades...

- Por que não me abraçou assim que nos vimos?

- Medo...

- Você tem muitos medos Namjoon. – ri.

- Não... Apenas um... Perder-te.

- Isso só depende de você.

-Falta muito?

-Para?

-Te ter...

- Digamos que... Você não está longe.

Rimos e nos separamos, Namjoon desliza suas mãos firmes, marcadas e quentes por meus braços repousando as mesmas nas minhas e as segurando de forma calma e acolhedora. Apenas sorrimos como se nossas vidas fossem dependidas disso, ele solta uma de minhas mãos e me puxa guiando até outro canto da mansão. Chegamos aos fundos da casa onde tinha uma espécie de escada de incêndio, nos apoiamos na grade e ficamos olhando para o quintal, não tinha nada de mais ali, porém não precisava de uma vista de tirar o folego quando já estou praticamente sem só por estar ao lado dele.

- eu morava aqui...

- O que?

- essa era minha casa... Depois que meus pais se separaram meu pai decidiu por comprar cada um uma mansão nova para morar, não queriam ter as lembranças do casamento fracassado que tiveram... Meu pai mandou colocar fogo, e assim foi feito, e logo depois foi embora, nem um dos dois esperou para ver a casa ser destruída por completo, mas eu não, eu passei os melhores anos da minha vida aqui, éramos uma família feliz antes dos dois destruírem tudo com o trabalho excessivo e desnecessário... Depois de um tempo, meu pai nem sequer mais tocava na minha mãe e eu podia ver a repulsa no olhar dela sempre que o papai a beijava... Foram os beijos mais lamentáveis que eu já vi...

- se ele mandou colocar fogo... Como ainda está de pé?

-Lembra que eu disse que ele logo foi embora e eu não? – concordo com a cabeça – começou a chover... Uma chuva muito forte, o fogo, que ainda não estava tão vivo, se apagou, quando tudo já estava salvo eu mandei que todos fossem embora, e desde então venho aqui.

 

- Nam... Eu sinto tanto...

-Não sinta... Eu não sinto logo você também não deveria.

-Por que está me contando isso tudo?

-Porque quero você em todos os momentos felizes da minha vida... Então te trouxe ao lugar onde passei os melhores anos dela. – o clima estava muito pesado, e eu não queria isso, logo vi a oportunidade perfeita de acertar tudo, no bolso de fora de sua jaqueta estava quase caindo a pequena sacola que ele não queria que eu visse.

 

- Nam, o que era aquela sacolinha de mais cedo?

- Eu não vou te falar Seokjin.

-Tudo bem eu descubro sozinho... – puxei a de seu bolso e sai correndo.

- HEY! ME DEVOLVE ISSO!

- Vem pegar, então...

 

Desci as escadas correndo e rindo, o mesmo veio atrás de mim, porem continuei correndo, ele poderia querer pegar o seu objeto de volta, mas também estava rindo... Depois de um longo tempo correndo eu finalmente me rendo, já estava morrendo por falta de ar e ele não... Ashi! Como ele consegue ser tão bom em esportes?

- Ok, Ok, eu me rendo.

- Ótimo! – ele pega a sacola de minha mão e tira uma pequena caixinha de lá- por que já estava na hora de eu te entregar... Um presente. – ele estende a caixinha de veludo azul claro com um sorriso tímido nos lábios, não muito diferente de mim.

 

Abro a caixinha e no momento que faço levo minhas mãos até meus lábios na frustrada intensão de conter algumas lagrimas, chuva, uma fina garoa se faz presente entre nos e Namjoon se aproxima calmamente, era um lindo colar com um sol minimalista de prata ligado por duas correstes finas e delicadas, nunca vi joia mais linda.

 

- eu sei que estamos dando tempo ao tempo... Mas não consigo ficar tranquilo com o fato de não ter nada em você com alguma ligação a mim... Jin... Hoje você pode ser o sol, mas na minha vida você já é há muito mais tempo, a única luz que aquece meu coração, eu te amo... Meu sol, e vou esperar o tempo que for preciso para você acreditar nessas palavras... Só, prometa que até lá você vai continuar comigo como você está hoje.

-Eu prometo Namjoon...


Notas Finais




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