História Apaixonado por você - Capítulo 8


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Categorias Ian Somerhalder, Isabella Santoni, Justin Bieber, Marina Ruy Barbosa, Megan Fox, Pattie Mallette
Personagens Ian Somerhalder, Isabella Santoni, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Marina Ruy Barbosa, Megan Fox, Pattie Mallette
Tags Amor Á Primeira Vista, Justin Bieber, Marina Ruy Barbosa, Romance
Exibições 106
Palavras 2.173
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura !

Capítulo 8 - Mas que droga eu fiz?


             Aurora Kirchner

O salto trinca no chão enquanto eu dou passos ansiosos . Meu coração bate tão forte que quase tenho a certeza de que todos podem ouvir.

Quando cruso a porta principal, todos me olham e sorriem aplaudindo. Parece que gostaram da minha fantasia de Vampira.

Papai me espera ao centro e eu sigo apenas olhando em seus olhos , em um momento de desvio vejo Serena vestida de Cinderela e mamãe de Bela.

Papai que é a fera , me cumprimenta com uma reverência, faço o mesmo cruzando minhas pernas e agachando um pouco enquanto seguro a ponta de meu vestido.

A valsa toca e nós começamos os passos ensaiados durante três meses. Papai estava feliz e eu também, afinal era minha festa de 15 anos .

Quando a música para , papai me da um beijo na testa e ergue minha mão, me dando ao meu príncipe Arthur , que está lindamente vestido de Vampiro.

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É a nossa música. Quando toca nós saímos do mundo e vamos para um só nosso. Os passos são feitos e os olhares parece mais amorosos.

- Te amo meu amor. - ele sibilia e eu dou um sorriso emocionada ,em troca. Era a primeira vez que que ele falava aquilo.

Ao último toque, nós juntamos nossos lábios em um selinho demorado.

- Você estava linda princesa.- abro meus olhos e o meu moreno sumiu . Ali não é ele, é Justin.

Me solto de suas mãos e me viro agoniada para encontrar o meu príncipe.

Vejo Arthur dando as costas e antes de sair ele me olha .

- O que faz aqui Aurora? - diz rígido e eu estranho a pergunta.

- É os meus 15 anos amor. - olho para trás e meus convidados não estão mas lá. Esta deserto e o sol está quente.

- Volte para casa Aurora! - ele diz e se vira indo embora sumindo naquele vazio.

- ARTHUUUR. - grito desesperada , mas meus pés persistem a ficar no mesmo lugar.

Ponho a mão no meu peito e caiu de joelhos na areia amarelada. Respiro ,mas o ar não vem , me desespero e agarro meus fios de cabelo , nada parece adiantar....

Abro meus olhos e sinto minha garganta tampada , nenhum ar percorre. Mal consigo me mexer para tocar em Bruna ,que dorme ao meu lado. Acabo caindo da cama e o abajur que estava ao meu lado cai junto.

- Aurora! - Bruna grita vindo a mim. - O que está acontecendo? - apenas choro desesperada pelo ar. - Aí meu Deus, você está tendo uma crise. - ela tenta abanar o meu rosto mas nada adianta. Meus olhos insistem em se fechar como minha garganta. Mas eu luto para continuar aberto.

Sinto uma dor forte no peito e então um grito escapa de meus lábios.

- ALGUÉM ME AJUDA...SOCORROOO. - Bruna grita desesperada.- Respira. Por favor . Respira. - Eu precisava de meu pai, ele sabia o que fazer. Bruna estava desesperada e não me ajudava.

- AAAAH. - Mas um grito sai após uma dor forte no peito me atingir.

Justin Bieber

Ajeitava meus cabelos olhando ao enorme espelho do banheiro ,do corredor dos quartos .

Fiz algumas caretas para testar minhas habilidades em fingir que estou adorando tudo isso.

Tudo bem que eu queria ficar próximo a Aurora, mas puta que pariu , não era tão próximo

A roupa um pouco larga do Sr Kirchner até que caiu bem em mim. Antes dele sair ,pedi na cara de pau uma roupa para dormir. Nunca fiquei com tanta vergonha.

Abri a porta devagar orando para que não desce de cara com Serena , já estava de saco cheio dela.

Deus pareceu ouvir minhas orações e então eu entrei no "quarto 5" de hóspedes - Isso porque são 15 quartos só de hóspedes. Tá impressionado? Eu também.

- Justin? - Me viro depressa e até minha alma se alivia ao perceber que é o mala do Ryan.

- Fala dude. - Me jogo na cama. - Não era para estar no seu quarto?

- Sim. Mas é que eu queria saber se só é comigo...- fiz sinal para que prosseguisse.- Estou me sentindo um invasor nesta casa.

- Estou pior. - dou uma risada e jogo minha cabeça no travesseiro.

- Que tipo de garota chama um bando de caras desconhecido para passar uma temporada em casa? - ele diz chocado.

- Que tipo de mãe concorda com isso?- emendo a pergunta

- Só você mesmo para se meter nestas merda.

- Só eu...- Um sorriso escapoli. Meu corpo estremece quando lembro que senti seus dedos encontrarem minha pele novamente.

-Aurora te in...- ele para e franzi o cenho.

- Continua.

- Você escutou? -nego - parecia algo se quebrando.

- Deve ser alguma assombração. - brinco .

- É sério.

-ARTHUUUR - olho rapidamente para Ryan. Aquela voz parecia da Aurora ,porém estava rouca demais.

- O que foi isso?- ele da de ombros e ficamos em silêncio a espera de mais algum ruído.

-AAAAH...- Mais um grito apavorado. Me levantei da cama porém Ryan segurou meu punho.

-O que foi?

- Melhor não se meter, você não sabe o que está acontecendo.

-ALGUÉM ME AJUDA...SOCORROOO.- Agora a voz da lourinha soa .

- Tenho que ajudar. - Me solto e ele grunhi. Outro grito soa e desta vez apresso meus passos a procura da porta por onde sai esses gritos.

Assim que eu encontro eu a abro e vejo Bruna segurando a cabeça de Aurora , enquanto a mesma chora e está pálida.

- O que houve ?- Me ajoelho e aliso os cabelos de Aurora .

- Ela ...Ela está sem ar. - Bruna diz.

-Oh meu DEUS. - digo a última frase em um tom alto quando as unhas de Aurora aperta meu pulso.

Aurora começa a se debater e tatear as coisas enquanto seus olhos vão se fechando.

- Princesa? - a chamo. - Olha para mim - seguro sua cabeça e ela me encara. - Respira devagar , procura o ar. Feche seus olhos e respire. - ela hesitou por estar agoniada mas logo tratou de me obedecer. - Isso. - digo a ajudando.

- Minha cabeça...- ela diz enquanto retoma o ar. - Esta doendo muito. - seguro sua mão . Sua pele está fria e trêmula.

-Calma..- a puxo para meu colo e ela se senta deitando sua cabeça em meu peito.

- Dói...- sussurra.

- Vai passar. - digo. Ela permanece em silêncio e Bruna se joga no chão se deitando aliviada. Olho para Ryan que insiste para que eu siga seu olhar. Então eu faço e vejo Serena e a mãe apenas observando pela porta do quarto. - Tem algum remédio para ela ?

-Tem..Um Manicômio. - respondi Serena com raiva.

-É só uma das crises que ela tem. - É a vez de Noemi.

- Crises ?

- Ela é maluca!- Serena diz e eu fico confunso.

- Arthur...Não....Por favor - ela se agarra mais a mim e se prende. - Não me deixe...

-O que ela está dizendo ? Quem é Arthur?

-Acho melhor perguntar isso a ela.- as duas saem e eu fico simplesmente boquiaberta. Como podem ser tão frias com uma situação desse tipo.

Aurora se afasta e puxa fortemente o ar. Ela põe a mão na cabeça e depois desce pro peito. Apenas observo e vejo que de qualquer jeito ela é linda.

- Esta bem , princesa? - pergunto preocupado com a sua expressão. Ela faz novamente uma cara feia e parece não escutar a minha pergunta.

Sua mão volta para a garganta e ela ofega desesperada a procurar de ar. Faço movimento para cima e para baixo com a mão, afim de que o vento possa lhe ajudar.

- Filha ?- escuto a voz do senhor Kirchner. - Filha !- ele entra correndo dentro do quarto e se ajoelha em frente a Aurora. - Ei ! Olhe para mim. - ele diz calmo e alisando a bochecha da menina pálida. - Em meus olhos menininha. - em um passe de mágica Aurora vai ficando mais leve e menos agitada.

- Ooh! - Bruna faz uma cara de alívio e beija a testa da amiga.

- Papai. - ela se joga nos braços do homem e fica praticamente de quatro - O que me dá uma bela visão da sua bunda, apenas coberta por uma calcinha rendada. Já que o camisão que está vestida , subiu um pouco.

Fechei está abri meus olhos , contendo fogo que atingiu a minha virilia.

Me levantei e sentei na cama , tentando não levar meus olhos a pele exposta dela.

- Já estou aqui .- O pai diz e alisa seus cabelos.

Aurora olha por cima do ombro e ver todos nós, assustados, vendo a cena melancólica com o sr Kirchner.

Ela esgueira o corpo e põe as mãos no joelho , depois de se afastar do pai , ela deixa umas pequenas lágrimas cair e meu coração fica tão pequeno e angustiado de ver esta cena.

- Me desculpem por isso. - ela diz ainda de olhos fechados. - Me desculpem mesmo.

- Esta tudo bem, Aurora. - Ryan diz , mas mimoso que nunca .

- Não, não está. Vocês devem estar me achando uma louca. - ela coloca uma mecha do cabelo ruivo atrás da orelha e respira fundo. - Entretanto , obrigado pela ajuda. - dessa vez olha em meus olhos.

- Não foi nada. - respondo baixo.

Aurora Kirchner

Olho para todos me olhando com pena e não aguento as lágrimas. Elas descem quentes e envergonhadas. Posso sentir minhas bochechas esquentarem.

- Você precisa descansar, filha.- papai me ajuda a levantar e me senta na cama.

-Eu estou bem pai.- Mas na verdade meu corpo está doendo. Mas eu ainda o deixo esgueirado. - Podem ir dormir. Preciso fazer um lanchinho.

- Eu vou com você. - Bruna diz e eu nego.

- Não, por favor , vá descansar. Ficarei magoada se não for dormir. - respondo alisando seu joelho.

- Tá bom.- suspira triste.

- Obrigado meninos. Podem ir.- dou um pequeno Abraço nos dois e Justin não para de me olhar apreensivo.- É sério. - acrescento.

- Você vai ficar bem?- eu assinto. Eles saem .

Viro para papai que não me deixa de olhar com preocupação.

- Iremos amanhã na psicóloga. - sinto uma dor atormentar meu corpo.

- Ainda não. - comento.

-Tá certo. Mas quanto mais cedo melhor. - deixa um beijo em minha testa e sai se despedindo de Bruna.

Bruna se deita na cama e eu saiu , me sentindo livre para desabar. Escorrego pela parede e me afogo em lágrimas.

Foi tão difícil antes e agora me parece estar pior. Estou tão envergonhada e triste.

Após alguns minutos de grandes lamentações e xingamentos, por eu ser tão tola e sentir dor por quem não está nem aí para mim.

Me levanto e desço até a cozinha.

Despejo suco de umbu e faço um delicioso misto de pão.

- Me deu uma fome. - tiro meus olhos da geladeira , sem estar assustada e vejo o loiro com um sorriso cínico nos lábios e um olhar preocupado.

- Misto?- devolvo o sorriso e ele assente. Preparo um para ele e lhe entrego.

-Então - quebra o silêncio assente posso um tempo. - Quer me contar?

-Não é fácil. - digo. - Além de tudo , não é por que você me ajudou que vou lhe contar os meus problemas pessoais

- dou um ênfase na última palavra.

- Tudo bem. Sem ofensas. - diz sem expressão. - Não significa que eu não desiste. - rolo meus olhos.

Depois de alguns minutos , já estavamos rindo e secando um vinho , enquanto ele me contava da sua vida difícil de um artista.

- Sempre quis fazer isso. - digo rindo feito uma louca.

- Pinxar uma rua pública?- assinto.

- Mas você foi muito lerdo.- digo bebericando o líquido.

- Não fui não . Só estava drogado , não tive agilidade. - rimos.

O silêncio paira e o sol começa a surgir no horizonte. Percebo que Justin me fita com cuidado , como se quisesse gravar todos as minhas expressões.

Justin toca meu pescoço, me fazendo o encarar. Seus olhos exibem, luxúria, desejo e excitação .

Meus lábios deixam o gemido escapar , quando movimentos na nuca arrepiam meu corpo.

Não posso evitar de seus lábios encostarem o meu. Ele me beija devagar , docemente e me excita. Morde meus lábios enquanto sua língua escorrega para dentro da minha boca. Ele beija tão bem que isso me deixa mole em seus braços.

Me separo dele e respiro fundo. Olho em seus olhos e meu estômago embrulha.

Mas que droga eu fiz?

- Preciso ir. - digo me levantando.

-Não princesa.- ando depressa e tropeço em meus próprios pés. Meus joelhos batem no chão, mas me recomponho depressa.

  Olho com rapidez para trás e Justin está sorrindo maravilhosamente. Entro em casa depressa antes que meu corpo volte e faça o que está com vontade : Cavalgar no pau dele.



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