História Apaixonados pela dança - Capítulo 7


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Girls' Generation, Red Velvet
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Irene, Jimin, Kai, Lay, Sehun, Seulgi, Suho, Taeyeon, Xiumin, Yeri
Tags Dança, Drama, Jongin, Kai, Kaiseul, Paixão, Romance, Seulgi
Visualizações 14
Palavras 1.759
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


SEGURA O FORNINHO QUE MEU DEUS DO CÉU. Peço perdão pelo capítulo grande, mas não tinha como deixar ele menor....boa leitura ♡♡♡♡

aaaah já ia esquecendo, eu e o meu amorzinho @callmeSEHUNA estávamos escrevendo uma fanfic juntos, se chama TWO MOONS, é chanbaek e KaiSoo. Ele faz a visão do Baek e eu do Kai, as histórias acontecem em um reformatório. LINK nas notas finais.

Capítulo 7 - Game


Fanfic / Fanfiction Apaixonados pela dança - Capítulo 7 - Game

Kang Seulgi


Nesse momento, eu estou tentando achar o Kai, que aliás se esconde muito bem, sim, estamos brincando de esconde esconde, no estacionamento do supermercado, a ideia foi dele não me julguem. Eu estou ficando com medo, sabe aquele estacionamento de filme de terror, então, é exatamente igual a esse aqui.


_ Kai, aparece que eu to ficando com medo de ficar aqui sozinha. - vou andando ainda procurando ele,quando eu achar eu vou encher aquela cara linda dele de tapa. Ouço um barulho de elevador e olhei em direção ao mesmo, vendo que ia abrir, merda, vai que é agora a minha hora - Creio em um só Deus, o pai todo poderoso, criador do céu e da terra - é assim, a gente já começa a rezar. A luz do estacionamento apaga e o elevador abre sem ninguém dentro - AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH - corro seguindo somente as marcas neon no chão, até bater de frente com alguém - por favor não me machuca, eu sempre fui uma garota muito boazinha - já estava rezando todas as orações possíveis. - eu lavo a louça na mesma hora que a minha mãe pede, arrumo a casa direitinho...eu não mereço morrer assim. - a pessoa se aproxima do meu pescoço e roça os lábios ali, me fazendo ficar arrepiada e senti seu cheiro tão familiar - eu te odeio, Kai! - o mesmo riu - não ri, eu fiquei com medo.

_ desculpa pequena, foi só uma brincadeira, não pensei que você fosse ficar tão assustada - ele me abraça e eu abraço sua cintura. A luz volta e eu suspiro aliviada - sua respiração está descontrolada, agora eu estou me sentindo culpado, você podia ter passado mal, desculpa.

_ fiquei assustada pelos filmes de terror que eu vi - sorri largando dele assim que minha mãe e a mãe dele aparecem no estacionamento com as compras - vocês demoraram em - ri ajudando a colocar as compras no carro. - estou com fome, oppa - fiz biquinho esperando que ele me desse algo pra comer.

_ aish, para se ser fofa ou eu te mordo - dei língua pra ele e recebi um beijo no canto da boca - quem dá língua pede beijo - essa eu não conhecia, menino safado. - não saiam sem mim, eu vou comprar alguma coisa pra essa fominha comer e já volto - ele avisou e saiu correndo.

_ eu estou gostando de ver o Kai assim, todo sorridente e alegre. Ele nunca foi assim, carinhoso e atencioso, com nenhuma menina além da irmã. - sorri com o que a mãe dele estava dizendo e me senti bem.

_ a gente se gosta, só queremos ir devagar, se conhecer melhor, fazer a amizade evoluir para algo maior aos poucos. - vejo ele voltar com uma sacola nas mãos.

_ aqui fominha, tinha uma lojinha que vendia pão de queijo, que você disse que sentia falta de comer - arregalo os olhos e sorrio.

_ obrigada, oppa - o abraço e dou um beijo em sua bochecha.


Entramos no carro e eu coloco as pernas por cima das de Kai, que me olha sorrindo e abre a boca, já até sabia o que ele queria, então coloco um pão de queijo na boca dele, rindo com a cara de “isso ta MUITO bom” que ele fez. Minha mãe colocou uma música, no volume baixo, então eu consegui ouvir perfeitamente a voz do Kai cantando.


"I put my heart into your hands
Here's my soul to keep
I let you in with all that I can
You're not hard to reach
And you bless me with the best gift
That I've ever known
You give me purpose
Yeah, you've given me purpose”


“Eu coloquei meu coração em suas mãos
Aqui está minha alma para você guardar
Te deixei entrar com tudo que eu posso
Você não é difícil de alcançar
E você me abençoa com o melhor presente
Que eu já tive
Você me dá propósito
É, você deu propósito”


Kim Jongin


A letra da música retrata o que sinto perfeitamente. Canto olhando pra ela pois é a forma que eu encontrei de expressar os sentimentos.


“Thinking my journey's come to an end
Sending out a farewell to my friends, for inner peace
Ask you to forgive me for my sins, oh, would you please?
I'm more than grateful for the time we spent, my spirit's at ease”


“Pensando que minha jornada tinha chegado ao fim
Mandando adeus aos meus amigos, por paz interior
Peço que me perdoe pelos meus pecados, oh, você poderia, por favor?
Estou mais do que agradecido pelo nosso tempo juntos, meu espírito está em paz”


Sorri quando a música acabou e a abracei, sussurrando um “obrigado por entrar na minha vida”.


×

Finalmente chegamos, como a minha mãe e a dela são muito amigas, decidiram que vão fazer um almoço juntas, gosto dessa amizade. Eu e Seulgi subimos direto pro quarto dela, como disse ontem, vamos jogar vídeo game, que eu vou ganhar claro.


_ Seul, você sabe que vai perder não sabe? Então não vale chorar - recebi um tapa e fiquei rindo, deixando ela brava - a gente podia jogar de um jeito diferente…

_ que jeito diferente? Quando um perder tira uma peça de roupa? - fiquei boquiaberto por ela ter, praticamente, lido a minha mente. Ela me completa cara, já quero casar, ter filhos, netos, bisnetos...tá parei.

_ era exatamente isso que eu ia sugerir, parece que não sou o único safadinho aqui - bagunço o cabelo dela, já sei que isso a irrita - amanhã a gente tem aula, então pensei em cortar a parte da festinha e ir pro cinema mais tarde, o que você acha?

_ acho perfeito - ela sorriu, me fazendo sorrir logo em seguida - vamos começar então? Vale tirar até ficar com as peças íntimas ou tirar tudo? - pensamentos impuros.

_ se importa de eu ver seus seios? - ela negou com a cabeça - então, vale até você ficar somente de calcinha, pois eu vou ganhar todas, não chora e nem fica com vergonha.

_ sou totalmente segura a respeito do meu corpo e não tenho vergonha de você, pra mim tá beleza - é sério, eu vou casar com essa garota - sem mais enrolação - ela coloca o jogo e nos sentamos no chão pra jogar, levanto somente para trancar a porta e me sento novamente.


Começamos a jogar um jogo de luta, de primeira eu ganhei e olhei pra ela com aquela carinha, ela tirou o moletom, pro meu azar, ela estava de blusa por baixo. Continuamos a jogar e eu ganhei novamente, ela se levantou e ficou na minha frente, tirando a saia e sorriu me olhando, confesso que dei uma leve mordida no lábio inferior. O que eu não esperava, ela fez, sentou no meu colo e rebolou um pouco, me fazendo soltar um gemido involuntário.


_ isso é o seu castigo pelo susto que você me deu bobinho… - sorri de lado, já sabendo que eu iria me dar mal nessa história. Arfei assim que senti ela trilhar beijos por meu pescoço - seu cheiro é inconfundível sabia...tão bom - ela sussurra bem no pé do ouvido, mordendo o lóbulo de minha orelha, me arrepiando todo. Ela estava me estimulando, rebolando em meu colo, eu já estava duro só dela fazer isso - uau, não pensei que seria tão fácil te deixar excitado.

_ pois você conseguiu, e algo me diz que isso não é bom...acho que você vai me deixar desse jeito - suspiro pesado - isso dói, você sabe né? - ela se levanta e eu balanço a cabeça em negação - você vai me pagar por isso…

_ calma...a gente não vai pro cinema? Quem sabe eu não sou boazinha e te faço um agrado lá… - me levanto rápido a pegando no colo e encosto ela na parede, beijando ela com precisão - se eu soubesse que o seu beijo fica mais gostoso quando está assim…

_ você não presta garota, por isso que me completa - sorri dando um último beijo - vamos, veste sua roupa e vamos almoçar pra ir pro cinema, quero aproveitar esse último dia de paz e sossego.


×


Assim que acabamos de comer, fomos pro cinema, a pé mesmo pois não era nada longe, moramos perto do shopping, da praia, do parque...é, muita sorte.


Compramos os ingressos e compramos algumas besteiras pra comer lá dentro.


_ você não tem fundo em, Seul - ri dela comendo uma mini barrinha de chocolate meio amargo - dá um pedacinho pro, oppa? - ela ia colocar na minha boca, mas desvia e sai correndo com os doces - EI, VOLTA AQUI - corro atrás dela, dois retardados correndo dentro do shopping, as pessoas olhavam a cena rindo, provavelmente achando que somos um casal. Na verdade somos, só não nos rotulados “namorados” ainda, estamos na fase “amizade colorida”. Aish, tudo aconteceu tão rápido. - menina, volta aqui com esses doces - ela para e eu a abraço por trás a levantando e girando.

_ está na hora do filme, vem. - sorri indo com ela e entramos na sala, nos sentamos nas duas últimas cadeiras, da última fileira, que não tinha ninguém.


Depois de todos os trailers, o filme começou, levei minha mão até a coxa dela e apertei, deslizando pra cima, ouvindo ela arfar em meu ouvido, já que estava com a cabeça apoiada no meu ombro.


_ me ajuda com aquele probleminha que me deixou? - coloco a mão dela por cima de meu membro coberto.

_ vou te ajudar  - abro a calça e coloco meu membro pra fora, ela pega no mesmo sem hesitar, me fazendo arfar com a pegada e morder forte os lábios. - contenha seus gemidos, ou ferrou pra gente… - apoio a cabeça pra trás e ela começa com movimentos lentos com uma das mãos, descendo e subindo. Puxo devagar o cabelo dela e fico com a boca próxima a seu ouvido, gemendo manhoso ali somente pra ela ouvir. Ficamos naquilo até eu me desfazer na mão dela e a beijo - foi um bom garoto.

_ e você uma boa garota, por ajudar o oppa...o filme já está no final… - me recomponho enquanto ela limpa as mãos. - ainda fico me perguntando como a gente tem tanta intimidade.

_ e isso é bom, imagina se a gente ficasse com vergonha um do outro? Isso não iria a lugar nenhum - cadê o padre, vou casar. Tá tá, agora eu parei.


×

Voltamos pra casa e dou um beijo de boa noite, como eu ando fazendo. Amanhã vai ser um dia difícil, minha “fãs” vão pegar no pé da Seulgi, pois eu não vou sair de perto dela.



Notas Finais




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