História Apenas amigos - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Zootopia - Essa Cidade é o Bicho
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Palavras 834
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Esse capítulo foi feito para cortar o barato de todos

(Me sinto velho falando isso)

Capítulo 8 - Lembranças tragicas


P.o.v - gary

4 anos atrás

Eu avia chegado na minha escola nova, ela era bem grande e até luxuosa por fora, isso só porquê meus pais sempre prestaram para que eu sempre estudasse em uma escola particular mesmo que isso significasse que eu teria que ficar quase todo o tempo sem eles por perto, eu nem me incomodava mais eu já tinha passado três anos assim então já sabia como me virar bem sozinho, mas saindo desse papo triste.

Eu havia entrado pela grande porta de Carvalho que havia na entrada e me dirigido a sala da coordenação para minha mãe assinar uns papéis que ela havia esquecido de acionar da última vez.                                            Após ela terminar de assinar a diretora que era uma fuinha com uma cara de que a qualquer momento iria rasgar sua garganta me chama para a seguida para minha sala,tento me despedir de minha mãe com um abraço mas ela só sai correndo para o carro com o selular na orelha me ignorando por completo.

Sigo a diretora por um corredor com várias portas numeradas até chegar na penúltima porta, ela a abre revelando uma sala de aula com pouco mais que vinte alunos sentados anotando o que o professor anota no quadro, ela me apresenta e para minha surpresa a voz dela é ainda mais esquisita que a cara porque a voz parece deu uma maritaca, não aguento e solto uma pequena risada e ela me olha com um olhar de ódio na cara, eu me desculpo um pouco envergonhado pela minha atitude e adentro a sala me dirigindo ao último lugar da sala no candomblé direito.

O professor se apresenta e logo após continua a passar tudo na lousa como se nada tivesse se alter, eu comesso a anotar e como de sempre foi em qualquer outra escola que eu já estudei a sala fica em um silêncio quase completo se não fosse pelo barulho do fiz em atrito com a lousa.

O sinal toca depois de um tempo interminável e sou o primeiro a sair da sala, ao sair vou em direção ao pátio da escola que para combinar com o resto era bem limpo e chique, vou para a fila que tem perto da cantina e pago por um lanche natural, vejo um canto no pátio perto de uma árvore e me sento lá, parece que quase ninguém vem aqui, acho que todos são tão isnobis que não querem se sentar na grama, mas no fundo isso é bom já que eu não tenho que sentar com ninguém que só se importa com oque eu tenho.

Eu termino meu lanche e pego um caderno e minha lapiseira para ficar rabiscando enquanto o tempo não passa, até parece que essa escola é amaldissoadaao tempo demorar uma eternidade para passar.

Quando termino vejo que o sinal já avia tocado e os alunos estavam se levantando, me levanto, limpo minha roupa e vou para a sala terminar esse dia infernal.

Quebra de tempo

Eu estava esperando minha mãe vir me buscar para me levar para casa, não aguentava mais e queria ver logo minha vó, ela mora com agente há uns dois anos e ela é há única companhia real que tenho na minha casa.

Eu estava achando estranho minha mãe estar demorando tanto para chegar o sinal de saída havia batido há quase uma hora e ela ainda não tinha chegado.

Depois de mais um te.pinho vejo o carro da minha mãe vindo, ela para ele do outro lado da rua e tenho que tomar um pouco de chuva para entrar mas nada para me fazer ficar resfriado, infelizmente.

Ao entrar vejo que minha mãe está com uma cara chateada, como se algo muito trágico tivesse ocorrido a ela, eu mesmo não falando muito com ela me preocupo e pergunto a ela.

G-ta tudo bem com você mãe, oque aconteceu.-falo com um pouco de preocupação

M-filho...,-ela antes de terminar o que ia dizer é interrompida pelo celular .

Ela só o atende fala rápido com a pessoa do outro lado e vai para casa sem terminar oque iria dizer

Quando chego em frente de casa vejo o porquê da minha mãe estar tão nervosa, vejo minha vó caída com uma poça de sangue perto de sua cabeça, logo ao lado uma arma sendo pega por um policial que logo entra em um carro de polícia para colocar a arma lá dentro.

Sou tomado por uma tristeza tão profunda que a vontade que tinha era pegar a arma que o policial tinha levado para dentro e me matar. Começo a chorar incontrolavelmente enquanto saio do carro e tento ir para perto da minha falecida vó, tento vela mas meu pai me segura e me afasta para dentro de casa, ele começa a falar coisas sem sentido que nem me lembro, a última coisa que me lembro foi ver o carro de polícia indo embora pela janela e depois eu desmaiei.

Quando acordei eu estava em minha cama, somente com a lembrança da minha vó caída no chão e dos policiais indo embora deicha do um assassino impune...



Notas Finais


Bem não é oque vocês queriam mas está aí
Eu tentei arumar todos os erros dessa vez e espero que esteja tudo serto


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