História Apenas Amor - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Saga Crepúsculo
Visualizações 7
Palavras 1.685
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Não dá mais!


Meus pais me obrigaram a ir para o jantar, Tanya ficou falando o tempo todo sobre mim para Alice, filha do Dr. Cullen, contou para ela até coisas que eu pensei que só os meninos sabia, da sala onde estou posso ver meus pais, minha mãe o tempo todo, desde que chegou, fazendo meu pai se enturmar mas é visível o desconforto dele. – Então Edward, quer beber algo? Olho para os meus pais e depois para ela. – Não. Ela ri. – O Edward adora uma cerveja, você precisava ver ele na minha festa. Ela dá um tapa no ombro de Alice que sorrir amarelo, meu celular vibra, uma mensagem de Jacob. “VOCÊ NÃO PODE FAZER ISSO COMIGO. VEM AQUI FORA.” Sinto meu coração gelar, ele não tinha reagido ainda sobre o que aconteceu, talvez ele tenha demorado para entender. – Eu vou tomar um ar. Me levanto. – Mas já vamos servi o jantar. Olho para Tanya, e me imagino com as mão em seu frágil pescoço. – Não vou longe. – Por que não me mostra sua coleção de sapatos? Alice interfere, e eu não consigo, não sorrir para ela. – Vamos. Assim que elas dão as costas, vou quase correndo para fora. Jacob está encostado em uma árvore do outro lado do jardim em frente a garagem está sua moto, não sei como não o ouvi chegando. – O que você quer? Ele espera eu me aproximar para responder. – Você está mesmo se achando, acha que pode fazer isso? – Eu vou ficar com ela, talvez descubra o que ela tem de bom. Ele bufa e me puxa pelo braço, tento me soltar mas ela está me apertando forte. – Me solta. – Cala a boca! Ele me empurra contra outra árvore longe da visão de uma janela. – Eu nunca te prometi nada! Nem te devo satisfação. Ele se encosta em mim, posso sentir que está excitado mesmo pela calça jeans. – Eu não sou assim, não vou ser humilhado por você!  Ele ri e aproxima seu rosto do meu. – Você me quer agora, tanto quanto eu te quero, mas é só isso nada além disso. Ele aperta meu pau, e mesmo estando excitado o empurro, ele conseguiu me deixar ainda pior. – Você é um idiota!  Tento voltar para a casa mas ele me empurra muito forte e caiu de cara na grama. – Eu disse que você não vai me deixar! Ele sobe em mim antes que eu possa me defender.  – É disso que você gosta? Ele me beija, eu não sei como responder a isso, a primeira coisa que vem em minha mente é meus pais mas assim que ele segura meu cabelo só consigo pensar em transar com ele ali mesmo, quando ele me solta e sai de cima de mim me sento tentando oxigenar o cérebro. – Desculpa. Ele sussurra. – Não é que eu não goste de você, eu gosto mas... eu também gosto de transar com outras pessoas, de ser livre. – E eu te amo, e de alguma forma isso não é o suficiente.  Ele levanta. – Beleza, então vai lá dentro e conta para o seu pai, diz que está namorando comigo.  – Não é disso que estou falando. Ele ri. – Sério? Eu pensei que quisesse algo mais, e é esse o seu mais? Viver escondido? Você oferece pouco para quem pede muito. Sinto meu rosto queimando e tento não ficar furioso com ele. – Se você me quiser, e eu sei que quer, vai ser do meu jeito. Jacob estende a mão para mim e eu a pego, ele me puxa, e começa a andar em direção a trilha perto da árvore que estávamos antes. – O que vai fazer. Ele não responde, assim que saímos da visão do jardim ele volta a me encostar em uma árvore, Jacob abre o botão da minha calça sem deixar de me olhar, ele abaixa um pouco a minha calça, e quando percebo o que vai fazer já é tarde demais, ele já está ajoelhado a minha frente segurando meu pênis e me olhando, a luz é pouca mas eu posso ver seus olhos quase brilhando. Todos meus músculos estão tensos e mesmo depois de ter ouvido ele falando quer não me queria eu o estou desejando, ele encosta sua boca em mim e um arrepio corre todo meu corpo, mesmo assim não deixo de pensar que estou sendo manipulado e usado, mas estou muito excitado para pedir que ele pare, ele me coloca por completo na boca e tenho que segurar na árvore para não cair. – Jacob. Tento afasta-lo quando percebo que estou preste a gozar, mas ele segura em minha cintura com força e continua me chupando em um ritmo quase insuportável, acabo gozando na boca dele logo depois. Sinto meu coração acelerado e minha respiração curta, tento falar mas ele não deixa e me vira de costa. – Minha vez. Ele sussurra em meu ouvido, ele abaixa ainda mais minha calça segurando em minha cintura me posiciona, tento segura em seu braço no meu último esforço de dizer não mas ele a afasta pressiona seu quadril contra o meu e começa a me penetrar. – Jacob... ele beija meu ombro e entra ainda mais em mim. Sinto uma lagrima escorrer pelo meu rosto, não pela dor mas por não conseguir dizer não a ele por não ter força de me afastar, Jacob conseguiu me deixar com nojo dele.

Ele goza rápido, não deu tempo nem de eu tentar parar de novo. – Você está bem? Ele beija meu pescoço mas eu o afasto visto minha calça e tento limpar minha camisa que está cheia de musgo. – O que foi? – Não me procura mais. – O que? Me viro para ele. – Eu não quero mais te ver nem falar com você.  – você tá louco? – Tô! Eu não quero você perto de mim. Ele tenta me tocar mas me afasto. – Edward, o que eu fiz? Te machuquei? – Sim, você quebrou o que eu sento por você. – Desculpa, eu não estou entendendo... – Eu amo você! Grito. – Mas não vou ser usado por ninguém. – Você não vai me dispensar. Você é meu! Começo a ri e saiu de perto dele, mas obviamente ele me segue. – Eu estou me sentindo sujo, Jacob. Você tem noção disso? – Por que não disse que não queria? Eu tinha parado. – Não foi por isso! grito e me viro para olha-lo, ele parece estar com medo o rosto está pálido e os olhos arregalados, isso me desarma, respiro fundo. – Tudo bem, amanhã conversamos. Ele assenti me aproximo dele. – Eu te amo mas você vai ter quer repensar suas ações. – Eu não vou mudar por você. – Então é isso. Ele assenti lentamente e dá um passo na minha direção, estamos muito perto um do outro agora. E toda aquela raiva inicial parece ter se evaporado. – Edward? Nós dois olhamos para trás, Carlisle está bem ali nos encarando. – S-sua mãe... assinto, olho para Jacob que se vira e vai na direção da garagem. – O que... ele olha para minha camisa e depois para a trilha, sei o que ele está pensando. – Limpa essa camisa antes de entrar. Todo que posso fazer é balançar a cabeça, tento limpar minha camisa o melhor que posso e volto para a casa. 

Alice longe de Tanya me pareceu uma pessoa maravilhosa. Por algum motivo ela trocou de lugar com o tio me deixando a sós com a menina. – Você está cursando que ano? – Segundo, é uma pena não poder estudar com você. Assinto. – Pensa pelo lado positivo, Tanya não vai estar lá. Ela rir. – Sua camisa está suja. Olhamos para um pedaço de musgo perto do meu peito esquerdo. -  É, tive um contra tempo.  – Um longo pelo visto. Fico vermelho na hora. – Alice! Carlisle a repreende. – Desculpa. Ela sussurra, dou de ombros. – Como era morar em Nova Iorque? Ela sorrir e se vira para mim. – Era ótimo tem tantas lojas, e cafés, restaurastes e casas de show. Ela desanda a falar e por algum motivo isso não me parece chato, quanto mais ela fala mais eu quero ouvi-la. O jantar passa calma com conversa amenas e minha mãe desistindo de incluir meu pai, Alice me fala da sua antiga escola e que quer fazer faculdade de moda em Paris, e o tempo todo que ela fala eu tenho a sensação de que o pai dela está me olhando. – Por que Forks? Ela se inclina na minha direção. – Por que meu pai morreu, ele queria que eu me afastasse da cidade. – Eu sinto muito. Sussurro. – Tudo bem. Eu já superei, eu acho. Enfim, Tia Carmem nos convidou e aqui estamos. Assinto ela olha para o pai e fala alguma coisa com ele, depois se vira para mim. – Toma, caso queria conversar. Ela me passa um cartão que eu coloco no bolso sem ler. – Valeu. 

No caminho de volta para casa minha mãe tem um ataque de raiva, ela grita sem parar com meu pai e fala o quanto ele foi rude e chega a pedir o divórcio, o problema é que ela nunca pede realmente só fica ameaçando para ver se meu pai muda de altitude, isso me faz lembrar de Jacob, ele pelo menos foi sincero comigo, ele nunca vai mudar e eu nunca vou aceitar o poliamor dele, fico pensando onde isso pode me levar se eu aceita-lo assim. Ele me quer para ele, apenas mas não quer ser apenas meu e isso me deixa com muita raiva, sem falar que eu posso ver a olho nu que meu pai estar cada dia pior, se ele for afundo na minha vida vai ver que eu nunca namorei quem disse que tinha namorado e que as poucas meninas com quem transei não falam mais comigo, sinto ele me oprimindo cada dia mais e na maioria do tempo ele nem realmente está por perto.  É só a minha mente materializando todas as coisas homofóbicas que já me disse em forma de piada que me obrigou a ri, e todas os comentários machistas que tive que reproduzir perto dele para “disfarçar”.  Bem ou mal isso está me corroendo aos poucos, me sinto uma sardinha que não tem para onde fugir em sua minúscula lata. 



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