História Apenas A.R.M.Ys - Capítulo 32


Escrita por: ~ e ~Body101

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags 3 Meses, Armys, Bangtan Boys, Bias, Bts, Kpop, Personagens Originais
Exibições 49
Palavras 1.763
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey Errbody!
Cara, isso demorou muito pra fazer, sério. E, admito, muito dessa demora foi pura preguiça minha.
Acho que até as moscas favoritaram esperando esse epílogo, mas está aqui! Yaay!
Espero que vocês gostem muito, porque deu trabalho pra fazer (eu ficava escrevendo, daí achava uma merda e apagava tudo, aí escreva de novo, e foi por isso que demorou tanto também). Aproveitem!

P.S.: Vão ter dois especiais, então, não ,não é o fim da fanfic ainda, ok?

Capítulo 32 - Epílogo: Marriage and Yang Mi


Fanfic / Fanfiction Apenas A.R.M.Ys - Capítulo 32 - Epílogo: Marriage and Yang Mi

4 meses depois

Jimin POVs On

Estávamos sentados nos bancos destinados aos padrinhos, assistindo a cerimônia.

- Jeon JungKook,- falou o padre,- você aceita Kim Sung Mi como sua legítima esposa?- Perguntou o padre.

- Sim, eu aceito.- Falou, sorrindo. Ela sorriu de volta. Eu sorri. A Ji não sorriu. Ela fez uma careta.

- O que foi, Ji?- Perguntei. Ela colocou a mão na barriga, que estava enorme. Óbvio, já tinham se passado 9 meses.

- Nada, amor. Só umas contrações. Normal à essa altura.- Falou, suspirando. Ela suava frio.

- Kim Sung Mi,- continuou o padre,- você aceita Jeon JungKook como seu legítimo esposo?- Perguntou, para a Sung. Ela assentiu.

- Sim, aceito.- Falou. O padre falou mais algumas coisas, até que...

- Aaah!- Gritou Ji, fazendo todo mundo se calar e se virar pra ela.

- Amor, tem certeza que isso é normal?- Sussurrei. Ela assentiu.

- Nada não, padre. Foi só uma contração. O médico falou que é normal.- Falou, ao perceber que até o padre tinha parado.

- Tá certo, minha filha. Vou prosseguir, então. Que Deus abençoe esse seu ventre.- Falou. Continuou lá com o discurso, no qual eu não prestei mais atenção. Só consegui focar em Ji e sua barriga.

- O noivo, então, pode beijar a...

- Aaaah!- Gritou novamente Ji, colocando a mão na barriga. Senti uma coisa molhada entrar em contato com a minha perna. Me levantei e vi que o vestido vermelho dela também estava molhado.

- Ji Hee!- Falei, com as mãos cobrindo a boca.- Vai nascer...- Murmurei. Ela sentia várias contrações e grunhia de dor.

- O-ok, o noivo pode beijar a noiva rapidinho.- Falou o padre. JungKook e Sung selaram os lábios e trocaram alianças às pressas.- Agora, pelo amor do santo Deus, vão logo pro hospital. Que essa criança seja abençoada!- Falou o padre.

- Fighting!- Gritou Sung, com o punho fechado erguido. Os padrinhos repetiram o gesto.Peguei Ji Hee no colo e saí correndo para o carro. A deitei no banco traseiro, enquanto ia para o do motorista. Saí rumo ao hospital mais próximo.

- Jimin...tá doendo...Aahh!- Falou, enquanto se contorcia no banco traseiro.

- Respira fundo, amor! Nosso bebê vai nascer.- Falei, sem nada melhor pra dizer.

Logo chegamos ao hospital e nos encaminharam para a ala da maternidade, ela na cadeira de rodas e eu a empurrando. O obstetra estava já a nossa espera.

- Doutor, já podem nos levar à sala de parto?- Perguntei. Ele deu uma avaliada na Ji e balançou a cabeça negativamente.

- Não, ela precisa dilatar mais. Daqui à cinco, dez minutos eu volto para ver a situação. Mas eu acho que ainda demora.- Deu às costas e foi atender outra grávida, que foi encaminhada à sala de parto. Eu comecei a ficar nervoso e a transpirar. Tirei meu paletó e o pendurei no gancho da cadeira de rodas. Nem o ar condicionado do hospital me aliviava. Muito menos Ji Hee, que estava gemendo de dor do meu lado, suando o triplo que eu.

- Dilata mais aí, Ji!- Pedi, alisando suas mãos, que estavam por cima da sua barriga. Ela bateu na minha cabeça e me olhou brava.

- “Dilata mais aí”? Ter contrações dói, Park Jimin! Você acha que isso aqui é fácil? Que é uma brincadeira? Para de suar feito tampa de marmita, Park! Aperta minha mão e fale alguma coisa que me acalme!- Falou alto. Ah, como estava um doce, minha dileta esposa. Mas com razão, se eu parar pra avaliar. Em poucos meses de casados, aquela não foi a frase mais doce e encorajadora que eu falei pra ela. Enquanto eu buscava o que falar, apertava a sua mão.

- Jimin, assim você vai quebrar a minha mão! Seja menos ansioso, homem!- Pediu, com a mesma calma e doçura de antes. Afrouxei sua mão, e alisei seus cabelos. Eu mordia os abios e baia o pé no chão com frequência. Queria o quê? Minha filha ia nascer! Obviamente eu estava nervoso!

Ji também parecia estar nervosa. Ela parou de reclamar e começou a chorar. Sequei suas lágrimas com o polegar e ela olhou para mim com doçura, se desmanchando. 

- Amor, você fica linda mesmo assim, suada, chorando,  com o penteado desfazendo e a maquiagem borrando. Mesmo gritando e gemendo de dor, sua voz continua suave.- Falei, segurando sua mão, fazendo ela sorrir. Então, ela soltou um grunhido, seguido de um berro que me assustou.- O que foi? Já dilatou o suficiente? Já vai nascer? Enfermeira, cadê o obstetra?- Perguntei nervoso.

- Acalma, Jimin! Até parece que quem vai parir é você! Enfermeira, não liga, ele é pai de primeira viagem.- Falou, com toda a doçura descendo pelo ralo.

- Você também é mãe de primeira viagem.- Retruquei.- E não é só você que vai ter a criança.

- Se acalmem, o berçário é aqui perto, essa área do hospital exige silêncio.- Falou a enfermeira que chamamos.- E sobre o obstetra, eu vou chamá-lo. Mas pelo que eu vejo, ela já dilatou o suficiente.

- AÊ!- Comemorei. A enfermeira fez um sinal de ‘shh’ e eu pedi desculpas. Ji contraiu mais um pouquinho e logo o doutor chegou.

O que dizer do momento que trocaram a roupa de Ji, enquanto duas enfermeiras me metiam máscara, luvas e tudo o mais? Era  a preliminar para um dos momentos mais importantes da minha vida. Eu já estava com os olhos cheios de lágrimas.

Eu seria pai. A Ji seria mãe. E a nossa filha seria a mais sortuda da Terra em ter a gente como pais.

Segurei a mão de Ji durante o parto inteiro, e quando nossa bebê chegou ao mundo, foi o sentimento mais maravilhoso que eu já senti na vida. Choramos os três juntos, eu e a mãe relaxados e extremamente felizes.

- Quebra de tempo-

- Qual o nome dela?- Perguntou Sook, que observava minha filha no berçário. Jin a abraçava por trás.

- Park Yang Mi.

- Obviamente, escolha da mãe.- Concluiu Suga.

- Sim, eu não mando em porra nenhuma mesmo...

- Shiu, Jimin! Não se fala palavrão perto da criança.- Repreendeu Lee.

- Ah, que se foda, Lee!- Falou Suga.- Ela não vai entender uma palavra do que a gente disser.

- Pelo amor de Deus, onde eu fui me meter...- Balançou a cabeça, fazendo com que eu e Suga ríssemos.

- Ela é linda...- Falou Na Hyu da outra ponta, com as mãos contra o vidro que nos separava do berçário.

- Não. Ela tem cara de joelho.- Discordou Hobi. Ela deu um tapa nele.

- Cala a boca, homem! Certas coisas você não pode falar na frente do pai.- Repreendeu ela. Ele fez uma careta e eu ri.

- Mas é um joelho bonitinho, até! – Comentou ele, me fazendo rir mais ainda.

- Dá vontade de morder ela, de tão fofa!- Comentou Kyung. Namjoon mordeu sua bochecha e ela riu, esfregando a mão na bochecha.

- Aigoo! Ela é tão, tão, fofinha!- Exclamou Lauyn, pulando.  Tae a abraçou por trás e ela riu.

- Gente, a Sung não ficou brava por vocês terem abandonado a festa de casamento dela pra vir pra cá?

- Não, nem um pouquinho, Minnie.- Falou uma voz atrás de mim. Me virei e me deparei com Sung, ainda em seu vestido de noiva. Kook estava ao seu lado.

- Nossa, Sung! Valeu por estar aqui! A Ji está no quarto 026.

- Obrigada. Eu tô indo lá.

Ji Hee POVs On

- Cara, eu tô muito feliz por você! Eu sou tia, agora!- Eu ri com a empolgação da Sung. – Mas...eu passei aqui não só pra te ver e ver a criança. Antes de voltar pra festa eu queria te dizer uma coisa que a única pessoa que sabe é a Kyung porque foi ela quem me ajudou a descobrir.

- Fala logo! Você sabe que eu odeio ficar curiosa!

- Eu...tô grávida, Ji. O Kook não sabe ainda.

- E...quanto tempo?

- Dois meses. Foi muito estranho quando eu descobri, porque, enquanto você estava fazendo as malas pra morar sozinha com o Jimin e eu fazia os preparativos do casamento com o Kook eu estava passando mal, mas não tinha, tipo, nenhuma causa. Eu só passava mal. Então, fiquei umas duas semanas assim. E, sabe, a Kyung perguntou se eu não estava grávida ou algo do tipo. A gente foi comprar um teste na farmácia e...deu positivo.

- Eu não acredito!  Como você conseguiu esconder todo esse tempo do JungKook? Ele  tem problemas? Mas já sabe o sexo do bebê? Se for menino, quero que case com a Yang!

- Eles seriam primos, Ji!- Riu comigo.

- Ah, é mesmo. Finge que não!

- Miga, eu tenho que voltar pra minha festa, você sabe como é a minha mãe. Mas...depois a gente se vê. Tchau.

- Tchau!

- Quebra de tempo-

Jimin POVs On

- Todos já foram?- Perguntou Ji, quando entrei no quarto dela. Assenti.

- Cara, é muito difícil ser pai.

- Não fala isso, que você nem ao menos escutou direito o choro da criaturinha.

- Escutei sim. E é o choro mais lindo que eu já ouvi na vida...- Murmurei. Ela riu e balançou a cabeça.

- Babão. Cara, se depender de você, a Yang vai ser muito mimada. Você não vai saber falar não pra ela. Eu já estou até vendo.

- Ji...- Murmurei, me aproximando da “cama” dela.

- Hum?

- Não acha que deveríamos ter nosso tempo agora?

- Eu estou cansada.

- Eu também. Por isso mesmo. Eu só...queria ficar com você. Eu queria ficar cansado com você.- Falei. Encontrei um jeito de me deitar naquela cama ao lado dela.

- Eu te amo, Ji. Te amo de um jeito que você nunca vai compreender, até porque nem eu compreendo. Te amo de todas as formas inimagináveis.- Falei, enquanto a abraçava suavemente. Ela me deu um selinho e se aninhou em meu peito.

- Eu também te amo. De um jeito muito complexo, que nem a NASA entenderia. Te amo muito, Jimin. Te amo há muito tempo. Mais tempo do que a gente acha. Mais tempo do que eu sei.

Naquele momento nossos olhos se encontraram, e pude perceber que os dela estavam tão marejados quanto os meus. Selamos nossos lábios mais uma vez e dormimos.

Era sempre assim: Compartilhávamos tudo. Desde os momentos de tristeza ou alegria à declarações de qualquer sentimento, complexo ou idiota. Éramos felizes à dois.

E, a partir daquele dia, não tive dúvidas: Seríamos mais felizes ainda à três.


Notas Finais


P.S.2: Caso vocês achem interessante, podem deixar perguntas para os personagens (todos) e para as autoras. Se a gente achar interessante, faremos um Ask and Answers como especial, ok?


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