História Apenas lembranças - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjos, Demonios, Romance
Exibições 1
Palavras 2.152
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem e boa leitura!

Desculpe-me qualquer erro ortográfico.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Em uma bela tarde, o sol já começava a se por.

Aquela linda aparência de cor exuberante enxia o coração dela sem fim! A mesma que se encontrava em meios a um lindo campo florido sentada sobre suas pernas e a observa as lindas flores, que eram forçadamente levadas pelo vento forte.

Se encontrava agora em pé e a girar em meios as flores enquanto o vento frio do anoitecer bate em seu fios castanhos os deixando bagunçados. A fechar seus olhos calmamente para que pode-se presenciar mas aquela atmosfera agradável a qual agora se encontrava.

Parando lentamente de girar em meios as flores abriu os seus lindos olhos esmeraldas e ficou a fitar o por do sol.

De repente sente-se sendo vigiada por alguém, aparece um criatura de pele branca feito a neve, olhos vermelhos sangue, roupas pretas, cabelos longos e pretos, presas a mostra e uma grande foice em sua mão direita, para finalizar um par de 'chifres' enormes em sua cabeça.

A menina que antes estava alegria e aliviada, agora está assustada e com um pouco de medo, vendo uma criatura conhecida entre os anjos por demônio.

Enquanto o demônio se sentia feliz por se encontra com uma criatura extremamente bela e pura conhecida por ele como anjo.

 

....

 

O demônio que se encontrava agora a fitar os lindos robes esmeralda a procura da resposta do por que está a vela e não a mata-la com sua foice? Já que foi ali para isso.

A mesma ficou a fitar aquela pele fria e branca feito a neve, e também se perguntava o por que dele está nas redondezas dos anjos? Um local escondido e protegido.

Os dois se mantiveram em silêncio, um fitava o outro não deixando nada lhe escapar de sua visão, até que... A anjo que agora estava a fita-lo estava corada violentamente. Virou seu rosto para o lado, contendo suas emoções.

O demônio que viu a face da menina corar violentamente pois-se a admirar tamanha beleza que a mesma emanava.

Horas assim um fitando o outro.

 

...

 

O rei percebeu algo diferente na atmosfera, com se um demônio tivesse por perto. Tomando devidos cuidados logo mandou soldados escoltar sua filha.

 

...

 

Apareceu guardas, a mando do rei escoltar sua filha que se encontrava agora a observar o demônio.

Os guardas sem saber como reagir foi correndo até sua princesa defende-la daquele impostor.

O demônio surpreso com tamanho caos em que se encontrava não pensou duas vezes tinha que matar todos ali.

Levantou sua foice para mata-los,  mas foi surpreendido por um anjo de armadura dourada que empunhava uma espada. A foice se encontrou com a espada e então ali mesmo iniciou-se uma pequena batalha de anjo contra demônio. Não durou tanto tempo pois o demônio não podia morrer ali! Ele tinha uma missão que foi confiada a ele, e somente ele poderia realiza-la.

 

...

 

A noite caiu rapidamente e a anjo pois-se a pensar naquele demônio enquanto voltava a seus aposentos.

 -‘O por que dele está atacando tão perto do castelo? Por que ele ficou ali abobado apenas olhando-me e não me fez nada?’ -

Já deitada em sua cama, não conseguiu mas pensar e deixou o sono a levar.

 

...

 

Olhos daquele demônio estava opacos e sem luz, mas quando viu a linda anjo se tornou diferente.

Na manhã seguinte o dia era belo e pássaros cantarolava em sua janela, a mesma se levantou e colocou um lindo vestido florido.

Saiu de seus aposentos para dar uma caminhada, mas foi parada por guarda que lhe avisou que seu pai queria falar urgentemente com ela, a mesma foi sem pensar duas vezes para sala do trono.

Chegando lá dando de cara com seu pai o rei, a sua mãe a rainha e seus tios que eram os lordes do rei e da rainha. Se delongas curvou-se para reverencia seu pai e quando levantou a cabeça viu uma expressão brava de seu pai oque lhe assustou já que o mesmo não era de acordar com mau humor.

Seu pai então furioso com a mesma gritou do por que ela não chamar um guarda ou mesmos os seus protetores?

A anjo sem saber do por que não os chamou apenas ficou em silêncio.

O pai bravo disse que anjos ao se encontrar com demônios se contamina com sua escuridão! Anjos só podem se encontrar com demônios para mata-los!

A anjo agora estava confusa com a atitude de seu pai, que só queria protege-la.

A mãe pois-se a chorar dizendo para filha que era apenas para ela não pensar naquele monstro! Nem ao menos sair sozinha!

A anjo não entendia do por que seus pais estarem assim já que o demônio não lhe fez nada. A reunião logo acabou e ela estava livre, não totalmente, mas estava livre das broncas de seu pai!

Começou a andar e encontrou três dos seis protetores que seu pai falou, antes da mesma sair ele disse que pelo menos três de seis protetores iriam ficar de vigia perto dela.

O demônio que agora procurava uma brecha de atacar por traz não encontrou!

Aqueles olhos esmeralda que o mesmo não conseguia entender, os lindos cachos castanhos brilhantes e sua pele branca,  deixava seus pensamentos confusos.

 

...

 

A tarde novamente chegou!

E de costume a anjo estava lá novamente sentada em meios as flores e a observar o por do sol que agora estava vermelho e amarelo, um sol que ela já estava a admirar.

Mas esta tarde foi diferente já que a mesma estava acompanhada de seus protetores!

Não muito longe daqueles campos se encontrava o demônio a observa-la, sem delongas logo chegou perto da mesma que se espantou.

Os protetores estaria na frente intervindo qualquer contato com sua princesa.

O demônio apenas ajoelhou na frente da mesma e estendeu sua mão direita, numa tentativa de conquista-la.

A mesma olhou pro demônio e viu que envolta do mesmo as flores murchavam rapidamente, olhou para o demônio que ficou triste ao ver que o mundo o rejeitava, a anjo pelo contrario estava com belas flores ao seu redor.

A anjo se levantou e foi ao encontro do demônio.

A mesma não esperou e tocou levemente  na flor que logo floresceu lindamente.

O demônio olhava cada movimento que a menina fazia e viu a mesma dar vida pra flor e se surpreendeu ao ver que um anjo tinha ultrapassado sua linha pessoal.

A anjo viu a feição do demônio e pois-se a ri, o mesmo sem entender nada ficou levemente vermelho.

Ainda sua mão estendida, foi tocada por algo quente e macio era a mão da menina que lhe toca agora.

Se levantou e os dois começaram a bailar ali mesmo, em meio as flores. O demônio sentia um aroma doce, uma temperatura quente, uma pele macia que segurava levemente sua mão gélida e fria. A anjo se sentia confortável, protegida, e amava aquela sensação agradável que lhe foi fornecida pelo demônio.

Cada vez mais bailando, os dois param vagarosamente e se olham por um breve estante que foi interrompido pelo vento forte e frio, avisando que a noite cairá em breve.

O demônio que não queria deixar a menina ir, percebeu que a mesma se estremeceu, então se separou e sumiu rapidamente.

A anjo sem entender nada ficou a apenas a observa tudo, hesitantemente foi entrando dentro do palácio e indo para o seus aposentos dormir tranquilamente.

Os protetores entendiam o tão confuso estava a mente da pequenina e deixaram a aproveitar esse tal momento romântico. Que logo se tornaria tragédia.

 

...

 

Passavam se dias assim.

A anjo acordava e se arrumava a espera da tarde cairá novamente. O demônio ficava a contar as horas para chegar o momento de que encontraria a menina.

Todos os dias se encontravam naquele mesmo campo floridos ficavam a bailar e conversar.

A anjo falava de seus sentimentos para as três empregadas que lhe arrumava todos os dias e elas apenas diziam :

 -‘ A senhorita esta amando, tudo bem! O amor é complicado mas é só você se esforçar mas um pouco que consegue...’ - Uma mentira a influenciar o ato errado da jovem anjo.

Já o demônio se perguntava do por que ele não conseguir se controlar quando esta perto da menina? Ela o deixava calmo e cheio de vida. O impedindo de mata-la. Será que pela primeira vez, está tendo compaixão da alma que ele tomará pra si?

 

...

 

Chegou a tarde só que essa era diferente estava aparecer nuvens negras e a cobrir o lindo por do sol, parecia que alguém iria morrer e outro iria apenas chorar.

A bela anjo estava com um lindo vestido branco com rendas brancas e sapatilhas brancas e seus cabelos castanhos soltos.

Logo saiu de seus aposentos e foi para o campo. Então viu o seu moreno se aproximar, um lindo sorriso bobo pois-se no rosto da mesma.

O demônio apenas levantou a sobrancelha e abriu um pouco os lábios. Sua expressão séria e de desgosto, se tornou surpresa.

Ela logo correu e abraçou seu amor com todas as forças que lhe restava enquanto o mesmo ficou surpreso por alguns minutos mas logo sucumbiu a o abraço da menina.

A mesma levantou sua cabeça para olhar os lindos robes vermelhos que lhe tanto fascina. Logo as faces foram se aproximando, testas se colaram, então foi a vez dos lábios se tocarem.

Ela sentiu os  finos lábios frios e gélidos de seu moreno. Ele sentiu os carnudos avermelhados lábios quentes e macios da menina.

O beijo de frio e calor, luz e escuridão, romance e ironia, paz e confusão, passivo e agressivo. Todos esses sentimentos juntos num só beijo ou como queira dizer selinho.

O casal provava ali mesmo que o amor entre os dois, era eterno, mesmo que um morresse ali mesmo, mesmo que ficarem longe um do outro pela eternidade!

Ali eles estavam selando seu amor.

Os dois antes sozinhos. Agora, guardas rodearam os dois, ela já estava assustada com a ação dos soldados de seu pai.

O demônio colocou a anjo para trás dele, uma tentativa inútil de protege-la. Mais, com certeza, eles não a machucariam, e sim a ele.

Os guardas logo avançaram para bater no demônio por todos os lados, o mesmo empurrou a anjo fazendo cair enquanto saia de perto dela levando os guardas consigo.

Começaram a lutar os guardas contra o demônio, ela não sabia como reagir, apenas observar caiada no chão era oque ela conseguia fazer.

O demônio estava encurralado não tinha saída, os guardas pegam suas lanças e logo atiraram diretamente no demônio, logo o mesmo caiu de joelhos no chão, varia lanças em seu corpo fazendo o mesmo morrer.

Sua ultimas palavras?

- ‘Eu te amo....’ - Um eu te amo doce, quente e amoroso. Mas logo um linha de sangue escorreu pelo canto de sua boca.

As ultimas imagens vistas por o demônio foi de sua amada correndo até o mesmo chorando descontroladamente.

A mesma chorava descontroladamente, sua respiração descompensada, os olhos cheios de lagrimas, uma dor enorme em seu peito, um nó na garganta, seu estomago estava estranho parecia borboletas lá dentro, suas pernas tremulas e seu corpo não a obedecia.

 - ‘Isso é o tal sentimento chamado tristeza?’ - Pensou a mesma, correndo em direção ao corpo de seu moreno que agora cairá no chão. 

Os seus protetores logo chegaram e a seguraram a afastaram do corpo. Uma cena horrível para uma dama ver. Ou um anjo doce e gentil ver. E ela?

Relutava bravamente só que de nada adiantava. Viu um dos guardas trazer uma tocha acesa e jogar em cima do corpo de seu moreno.

A anjo gritava histericamente dizendo ‘não’ mas os mesmo não obedecia. Viu seu moreno ser morto, foi o fim de seu mundo.

 

...

 

Depois daquele acontecimento a anjo ficou profundamente triste, não mostrava mas seu lindo sorriso, seus olhos ficaram opacos e sem vida, os lindos cabelos castanhos sem cor. Seus únicos lugares de deleite eram seu quarto e o campo. As rosas em que toca, ou tudo que tocava e tivesse vida, se transformavam em pó. Ela estava matando tudo ao seu redor?

Ela ia todos os dias aquele campo na tentativa inútil de encontra-lo vivo lhe esperando de braços abertos. Ela sentia falta dos abraços amorosos, das danças alegres e ainda mas do único beijo.

Suas asas foram cada vez mais de desfiando em sua tristeza e amargura. Seu amor foi guardado dentro de uma caixinha trancada a base de muitos cadeados. 

 

 

 

 

Agora se encontrava uma velhinha sentada num banco debaixo de uma árvore de cerejeira. As crianças que ouviram a historia logo perguntou a velhinha como ela sabia daquilo.

Ela apenas respondeu com um: Eu estava lá!

Essas doces e amargas lembranças do seu moreno foi o suficiente para a velhinha derramar finas lagrimas debaixo daquela árvore, que com um vento forte deixou varias flores cair.

 

 

 

 

 

 

 

Fim....



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