História Apenas mais esta tentativa - Interativa - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Kanato Sakamaki, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Richter, Seiji Komori, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Yui Komori
Tags Diabolik Lovers, Interativa
Exibições 39
Palavras 2.056
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Harem, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Yo jujubinhas <3 estou animada hoje espero que gostem do cap *u*
Vamos agitar as coisas *u*
Espero que gostem e desculpem pelos erros <3

Capítulo 24 - Troca de lado


 

Troca de lado

 

Aquilo ainda lhe parecia errado, a cabeça ainda confusa mais que o comum, ela gostaria de frisar este triste fato.

Mancando pelos corredores vazios e escuros da escola se perguntou que horas deveriam ser, e por que raios ninguém havia notado toda aquela bagunça. Então ouviu o barulho de chuva, Yumi olhou a grande janela ao seu lado vendo as gotas atingirem o vidro, cada vez mais violentas como se quisessem quebrar o vidro e entrar na fila para matar Yumi, afinal, parece que muitas pessoas queriam isso, aliás, incluía ela mesma nesta lista.

A perna machucada estava imobilizada de qualquer forma, mas ela não parecia se importar. Estava viva, o que já era um tanto difícil de acreditar olhando pela altura que caiu. A única coisa que pensa era em achar todo mundo e ir para longe daquela escola.

Como não percebeu antes? Aquelas meninas deveriam estar mortas. Elas entraram junto dela naquela casa, como não se lembrou? Principalmente Luna que tinha a mania de acusá-la de roubar Shu e tentava mata-la a toda chance que tinha. Outra coisa que nunca entendeu, o vampiro mal a cumprimentava, de que lugar aquela menina tirou aquilo?

Provavelmente elas estariam causando o maior caos naquela escola, tinha medo que elas estivessem sozinhas com umas das “mortas”, principalmente com Luna, aquela menina sempre emitia a sede por sangue que sentia. Mataria alguém com um sorriso nos lábios, com toda certeza. Esse pensamento não a ajudava ótimo, matei mais cinco. E mais uma vez deixava a culpa ir lhe tomando, sem cuidado algum. Mas se perguntava o porquê de se sentir tão culpada, de uma forma ou outra ela era acostumada a essa situação.

O relâmpago cortou o céu, e Yumi automaticamente lembrou-se de Shiro e seu medo de tempestades. Apertando o passo, ou tentando, visto que uma pontada subiu seu corpo, como se uma grande agulha entrasse por seu pé até alcançar sua cabeça. Piscou mantendo-se em pé, apoiada à parede.

— Droga.

 

 

 Lyu gritou assim que viu Amaya caindo da janela e abriu a mesma na esperança de chegar a tempo. Coisa que não conseguiu.

Antes mesmo de abrir a janela, a outra já estava fora de seu alcance, sabia disso, mas se culparia eternamente se não tentasse.

Os olhos marejados se viraram para trás, Reiji já não estava mais ali. Susto, era a perfeita definição para quando alguma coisa tentou acertar seu rosto, Lyu desequilibrou para trás, caindo a um palmo de bater a cabeça em uma das mesas. Sentiu a bochecha arder levando a mão a mesma, vendo seu próprio sangue, ok, seja o que for aquilo, cortou seu rosto. Já se sentia em alerta, provavelmente o que entraria ali era o que fez Amaya cair. Sentiu o sangue ferver, o coração acelerar.

Viu uma garota com cabelos rosados, Luna? Por que a menina faria isso?

A garota atirou a adaga em sua direção, cortando seu braço e cravando-se a mesa. Ofegou, cobrindo o braço na intenção de conter o sangue e se virou para a adaga. Com toda certeza aquilo seria útil.

Puxou a mesma e virou-se para a rosada. —  O que pensa que vai fazer com isso? —  Luna deu um risinho debochado.

Mas Lyu a ignorou levantando sem pressa. Limpou o sangue que escorria em seu rosto, com um olhar superior, e mesmo que estivesse assustadoramente frio; continha raiva, muita raiva: ódio.

— O que eu vou fazer com isso? —  A voz calma e baixa de Lyu parecia sussurrar pelos cantos da sala vazia. — Vou lhe apresentar um medo que você nunca sentiu.

 

Amaya sinceramente achou que morreria. Depois de ouvir Lyu gritar seu nome e Luna rir, ela realmente desistiu. Não havia mais o que fazer, apenas esperaria como aquelas tristes gotinhas de chuva, até chocar-se ao chão.

Mas uma pontinha de esperança lhe bateu ao lembrar que Yumi caiu de uns dois andares acima. E estava viva, claro, até onde ela sabia, mas provavelmente quebrara alguma coisa, pensava o mesmo de si agora.

— Sinceramente. Eu trouxe um bando de inúteis. —  Amaya ouviu uma voz feminina. Percebendo que a mesma a segurava nos braços e ambas já estavam no chão.

Os olhos de Amaya se arregalaram, ok, o que quer que esteja acontecendo com ela para ter tanto azar, deveria parar ou ela enlouqueceria.

—  Você...Você é aquela mulher. —  O cabelo loiro e longo estava caído nos ombros pela chuva e seus olhos azuis brilharam.

— Pode me chamar de Reyna querida.

A loira deixou Amaya no chão, e esta constatou que mesmo sem a mais alta tocar sua pele, sentia o frio que ela transmitia. Reyna passava um “ar” gelado, aquele calafrio que sobe a espinha. Faz os sentidos apitarem vermelho, perigo.

— Por que está fazendo isso?

A mulher manteve um sorriso um tanto maldoso. — Talvez possa ser colocado como vingança, ou simplesmente justiça. Acho que o termo correto é certo, estou fazendo o certo. Deixando as coisas onde deveriam estar há muito tempo. — Ela empurrou Amaya, jogando-a no chão. — Agora, tirando você. Faltam três.

 

 

 

Charlie andava com Subaru ao seu lado, seu rosto estava levemente corado e a imagem de ambos abraçados lhe vinha a todo o momento na cabeça. Ao seu lado, o albino seguia sério e atento, afinal, como o mesmo disse: Não as subestime.

Subaru disse que havia mais pessoas do que elas sabiam, enquanto as três atacavam as meninas, outro grupo atacou os vampiros. E o garoto não disse, mas Charlie sabia que tinha mais coisa nesse meio. O garoto estava cuidadoso demais, e naquele momento que ele a abraçou, Charlie percebeu seu medo.

Subaru estava com medo. Ela se perguntava quem ou o que conseguiu fazer isso, mas sinceramente não queria encontrar isso seja o que for.

 De repente ele parou, colocando uma mão a frente de Charlie, indicando que ela parasse.

— O que... — A menina foi cortada quando Subaru colocou sua mão sobre a boca dela e a puxou para o canto da parede, encostados, ele olhou para todos os lados.

No corredor em que estavam dava de frente a uma parede com uma grande janela, como um”T”, no corredor da esquerda vinham alguns barulhos.

Charlie estava com as costas encostadas no peito de Subaru, enquanto este tapava sua boca.

Um estrondo foi ouvido quando a porta foi aberta por dois lobos. O coração de Charlie disparou e seus olhos se arregalaram sem ela perceber, ao mesmo tempo que suas pernas fraquejaram e se Subaru não estivesse a segurando ela estaria de joelhos agora.

Os animais possuíam uma pelagem cinza e seus olhos eram de um dourado brilhante. A boca com dentes assustadoramente afiados demais e se a menina não estivesse assustada diria o quão desnecessário era o tanto que eles babavam, pareciam salivar imaginando destroçar todos.

Mais um pulou para fora e Charlie começou a tremer com o que viu. O lobo estava com sangue na boca e nas patas. Enquanto um homem saiu atrás deles com um sorriso maldoso, próximo aos animais como se eles fossem seus adoráveis bichinhos de estimação.

— Temos que sair daqui, sem fazer barulho. — Subaru sussurrou ao ouvido dela.

— Acho que isso já não adianta mais. — O homem falou olhando a chuva batendo contra a janela. —  Peguem eles.

Os lobos vieram correndo na direção deles e Charlie ouviu um “droga” pela parte de Subaru, antes de ser arrastada pelo mesmo.

 

Yumi mais uma vez perdeu o equilíbrio e bateu na parede soltando alguns palavrões pela dor.

Sua respiração estava descompassada e acelerada, assim como ela tremia levemente. Ouviu um baixo gemido de dor vindo das escadas. Olhou para o lado, um extintor de incêndio e riu sem humor, seria uma boa arma se ela ao menos aguentasse o próprio peso.

Seguiu para as escadas vendo Maria caída um pouco próxima de um armário, não muito longe dela as madeixas claras, mesmo escondidas pela parede que entrava de sua visão lhe deu quase certeza de que era Shiro.

Desceu o mais rápido que conseguia e foi na direção de Maria.

—  Ei, Acorda. —  Ela dava leves tapas no rosto da menina, mas ela não deu mais nenhum indicio de que acordaria. —  Vamos, por favor.

—  Acho que não tão rápido. —  Yumi se virou para trás.

— Izy. —  Yumi sussurrou mais para ela mesma. Mesmo que se lembrasse de ter visto ela entre as meninas, achou que era loucura da cabeça de uma menina que caiu do terraço.

 Não era não.

Izy estava ali, na sua frente bem viva, ou mais ou menos visto que a pele estava clara demais, mas os olhos roxos e dourados continuavam igualmente lindos, com toda certeza os olhos da menina era chamativo.

— Me pergunto se a névoa já se foi. — Izy falava infantilmente pensativa. — Você não deveria me reconhecer.

— Névoa?

— Sim. — Ela sorriu de uma forma doce. — Aprendemos a usar magia.

Ok, Yumi poderia rir, achar que era mentira, mas veja bem: ela conhecia mais de dez vampiros; já ouviu do próprio Karl Heinz sobre a existência de mais seres sobrenaturais; e mais coisas que ela nem mesmo se lembrava para listar. Por que não acreditaria em magia?

— Que tipo de magia é a névoa?

—  Ela manipula a mente, distorce um pouco da realidade.

— Ah, isso parece problemático.

A menina deu um sorriso vitorioso. — Acho que devo matar você agora.

— Para que isso? Vamos nos sentar e nos lembrar dos velhos tempos. — Yumi falava pensando em como ganhar tempo. Bem analisando a situação dela: Ela tinha duas meninas desmaiadas, uma pronta para matá-la e em ótimo estado; e ela mesma com uma perna machucada e um corpo todo dolorido; além do fato que não ia muito longe sem a dor ser grande o suficiente para ela quase desmaiar.

— Não temos nada para lembrar. —  A menina foi na direção dela com uma adaga de duas pontas. — Mas vamos lá. Corra como você sempre fez, deixe seus aliados para trás e fuja do perigo, ou pelo menos tente, porque se você ainda está aqui enroscada em tudo isso, é porque mesmo depois de todo esse tempo você não conseguiu fugir de nada.

Yumi queria ter algo para rebater, mas sabia que a outra estava certa.

Suspirou derrotada. — Em que mundo nós estamos, vai atacar três pessoas indefesas?

Ela riu. — Sabe, como nós não tínhamos certeza que você ainda seria útil para o ritual Reyna decidiu que poderíamos matar você. — Izy falava olhando a lâmina de sua adaga. — Por isso empurrou você do terraço.

Yumi se lembrou da loira, o vento bagunçando o cabelo loiro, mas ainda sim ela mantinha aquela postura firme de sempre. As palavras dela, e quando ela simplesmente a empurrou. Yumi se sentiu tão horrível que nem mesmo reagiu, queria morrer.

— Mas, para que tudo realmente possa dar certo. Teríamos que matar não só você. Espero que tenha se despedido bem do Ayato.

Os olhos dela se abriram mais que o normal, o coração falhou uma batida — coisa que vinha se tornando normal, e respirar parecia mais difícil do que já estava.

— Isso é... é impossível. Ayato não. — As palavras morreram na boca dela, como se ao dizer aquilo, realmente aconteceria.

Izy riu maldosa demais para a aparência doce. — Acha o que? Que eu ou Luna ficamos encarregadas de cuidar deles? Sempre te considerei burra, mas você está superando as minhas expectativas. Eu diria que ele é meio que bom o suficiente para matar os seis. — Izy mostrou todo seu rancor na própria expressão. — Vão pagar por tudo que fizeram contra nós, você deveria estar do nosso lado Yumi.

Yumi analisou a situação e talvez realmente deveria estar do lado delas, os seis eram culpados por Yui não estar mais viva, por grande parte de toda a desgraça que acontecera com ambas irmãs. Olhou para Shiro e Maria, mesmo que elas sobrevivessem, não sabia quanto tempo continuariam vivas nas mãos dos Sakamaki. A proposta de vingança era tentadora, por mais difícil que fosse imaginar matar Ayato, ele merecia não?

—  Pense bem, você continuaria viva. E eles pagariam por tudo. Tudo contra todas as meninas que você levou e buscou. Contra você.

Yumi abaixou a cabeça sem saber bem para que lado seguir. Levantou com dificuldade, tudo sobre o olhar da outra, seguindo devagar na direção desta.

Apoiou a cabeça no ombro da menina deixando uma lagrima escorrer.

— Eu espero que elas me perdoem.

Izy sorriu. — Elas serão vingadas. 


Notas Finais


Yooo espero que vcs tenham gostado <3 kissus


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