História Apenas mais um ninguém - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags 2jung, 2seok, Bangtan Boys, Bts, Jihope, Jinkook, Junghope, Minjoon, Namjin, Nammin, Namseok, Seokmin, Sugamon, Taejin, Vhope, Vmin, Vmon, Yoonjin, Yoonmin, Yoonseok
Exibições 25
Palavras 1.649
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Minha primeira fic, perdoem qualquer erro ou qualquer coisa sem sentido, mas me avisem caso achem. Leiam as notas finais pra eu conseguir explicar um pouco.
Obrigadinha e tchauzes.

Capítulo 1 - O pequeno fofo


Fanfic / Fanfiction Apenas mais um ninguém - Capítulo 1 - O pequeno fofo

  Meu nome não importa. Sinceramente, nada que tenha a ver comigo importa. Acostume-se com isso. Prefiro que não saiba quem eu sou, mas talvez descubras com o tempo. Só depende do seu interesse.

  Você só precisa saber que eu sou um cara nada feliz com a vida, um completo fracasso guiado pela famosa autodestruição. E sabem, tem uma coisa que você acaba aprendendo com o tempo, que a autodestruição sempre estará com você, sempre. Ela será o peso em suas costas e provavelmente a única coisa que te lembrará de que está vivo.

  Mas existem outras coisas que me lembram de que estou vivo, como quando eu me autoflagelo, ou quando eu fumo, ou até mesmo quando eu vejo um pingo de esperança no olhar daqueles que tanto demonstram me amar.

 

  Chego ao meu apartamento depois de trabalhar uma madrugada inteira apenas digitando qualquer coisa, que nem me importo com o que seja, desde que meu salário esteja na minha mão no mês seguinte. Estou cansado de todas as maneiras possíveis, só quero sentar em minha poltrona e fumar um dos meus tão amados cigarros. Cigarros estes que compro de várias marcas e os organizo alfabeticamente para posteriormente escolher aletoriamente qual será o do dia.

  Sento quase que em um arremesso e gemo de prazer ao sentir a maciez que eu tanto esperava. Escolho de olhos fechados uma carteira qualquer e tiro um cigarro, sinto o cheiro da menta que me agrada ─ Ótima escolha. ─ falo pra mim mesmo já pegando um isqueiro para satisfazer minha vontade.  Ainda de olhos fechados dou a primeira tragada, o gosto de menta me preenche, sorrio automaticamente ─  Tão prazeroso. ─  penso alto. Começo a relaxar meu corpo quando ouço um som.

  4 horas da manhã e alguém bate a minha porta.

  Isso é algum tipo de brincadeira?

  Mantenho-me em silencio, finjo não ter ouvido, mas a pessoa insiste e bate mais, e mais, e mais, e mais vezes.

  Continuo de olhos fechados. Não posso perder a calma que adquiri até o momento. Tão difícil de ser alcançada.

  ─ Já vou. ─ digo da maneira mais suave possível ─ Fique tranquilo, tran.qui.lo. ─ falo pra mim mesmo pausadamente, respirando de maneira calma.

  Já em frente à porta, a destranco e abro, dando de cara com um baixinho fofo com quem tenho uma relação no mínimo estranha e mora no apartamento em frente ao meu. E o maldito ainda sorria de maneira fofa como se isso fosse amenizar os socos na minha porta a essa hora.

  ─ O que quer? ─ pergunto de maneira simplista sem o deixar entrar, mas ele já coloca partes do seu corpo para dentro ─ Ei! O que pensa que está fazendo? ─ pergunto alterando a voz, já perdendo a calma antes alcançada.

  ─ Te ouvi chegar e estava sem sono também. Vamos comer algo. ─ A esse ponto ele já estava completamente dentro do meu apartamento, e eu apenas na porta, boquiaberto com a falta de educação do mais novo ─ Você devia parar de fumar, hyung.

  ─ E você devia ser mais educado com o seu hyung. Acabei de chegar do trabalho e estou cansado, por favor, saia. ─ falei apontando para a porta, mas ele apenas seguiu para a cozinha ─ Aigo, por que você tem que ser tão mal educado? ─ eu realmente estava cansado demais pra discutir com essa criança, então apenas tranquei a porta, já aceitando que eu não conseguiria o fazer ir embora.

  ─ Não é questão de educação, hyung. Mas sei que se eu não te fizer nada pra comer você nem come, e isso realmente te faria mal. ─ eu sabia que era verdade, mas estava cansado demais para comer, como todos os dias que ele apareceu em meu apartamento e me soca comida goela abaixo. ─ Vá tomar banho enquanto preparo algo, hyung.

  ─ Estou cansado demais pra banho ─ retruquei, dando as costas ao pequeno e indo em direção à poltrona. Porém, antes de conseguir sentar, sinto os dedinhos pequenos e fofos se apertando ao meu redor.

  Ele estava me abraçando.

  Eu fiquei imóvel por um tempo, espantado, mas logo me entreguei e estava virado de frente pra ele o abraçando de olhos fechados. Apenas sentindo, e era algo bom, quente, afetuoso. Ele parecia tão pequeno em meus braços, quase que uma criança pedindo proteção. Ali nem parecia que era ele que me protegia.

  Levantei sua cabeça, tocando levemente seu queixo e deixei um beijo em sua testa. Em resposta ele fechou os olhos e sorriu, se mantendo assim mesmo depois de eu ter terminado.

  Ele era realmente fofo. O mantive em meus braços até que ele levantou a cabeça e me disse ─ Tome banho, por favor, hyung, eu gosto do cheiro do seu sabonete na sua pele quando me abraça pra dormir.

  Sem pensar duas vezes dei um beijo demorado e carinhoso em cada bochecha sua e rumei ao banho, feliz por ver que havia alguém que se importava e se agradava comigo. Era ótima a sensação.

  Aquele baixinho era realmente atrevido, aparecia pra me fazer comida e acabávamos dormindo juntos e eu me sentia realmente culpado por não poder dar nada em troca dos cuidados do pequeno jovem bochechudo. Mas às vezes penso que talvez eu acabe o ajudando um pouco, dando-o carinho, mesmo que da minha forma desajeitada.

  Após estar despido, me olho no espelho e vejo as olheiras, profundas, tão marcadas. Eu preciso descansar. Entro no box e ligo o chuveiro, a sensação da água morna em minha pele me alivia e acabo agradecendo mentalmente pelo pequeno menino na minha casa. Aposto que sem ele ali eu já estaria dormindo sentado na poltrona.

  Não demoro no banho, não queria o deixar sozinho por muito tempo. Tiro o excesso de água do corpo e rumo ao quarto apenas com a toalha em minha cintura. Ao abrir a porta do banheiro sinto um cheiro que machuca meu estômago, nem sei direito há quantas horas estou sem comer, umas 10 talvez?

  Vejo o pequeno menino se aproximando ─ Está pronto ─ ele diz com uma voz carinhosa. Eu apenas faço uma reverência com a cabeça em agradecimento e sigo para o quarto, até perceber que ele me seguia. Paro em meio ao caminho e ele também para. Viro-me lentamente e ele sorri mais uma vez de maneira fofa sendo acompanhado de seu eye smile. Tantos sorrisos, tanta fofura.

  ─ Onde está indo? ─ pergunto.

  ─ Estou te acompanhando, hyung, ─ ele sorri novamente ─ posso?

  Às vezes ele era estranho, e eu ainda não tinha me acostumado com isso.

  ─ Bom, é estranho pra ser sincero ─ ele faz uma cara triste e abaixa a cabeça logo se desculpando.

  ─ Mas eu já vi o hyung pelado, então não tem problema, né? ─ Ele levanta a cabeça sorrindo novamente. Por que ele sempre sorri assim? Ele deve saber que ganha o que quiser com isso.

  ─ Bom, é diferente. Existem situações, você sabe disso. E agora não há necessidade, vou apenas me vestir.

  ─ Então tudo bem eu ver o hyung apenas se vestir? ─ ele estava se fazendo de bobo ou era mesmo inocente?

  Fiquei parado, pensando e analisando a situação. Seria no mínimo estranho, mas tudo bem, desde que eu possa comer e dormir logo ─ Ok, venha. ─ Digo e ele abre um sorriso enorme e me segue.

  Entramos no quarto e ele sentou na ponta lateral da cama, que ficava de frente para o guarda-roupa espelhado ─ isso realmente será estranho ─ penso alto e ele sorri. Em seguida tiro a toalha de meu corpo e termino de me secar. Sinto os olhos do mais novo sobre mim e fico envergonhado. 

  ─ poderia não me olhar assim? ─ digo olhando para o mais novo pelo reflexo do espelho e ele sorri, se levantando e vindo em minha direção. Eu gelo. Sinto mais um abraço, agora em meu corpo nu. Não parecia malicioso, apenas carinhoso. Sinto sua boca distribuir leves selares em minhas costas e fecho os olhos aproveitando o carinho.

  Depois de vários carinhos trocados e eu ter conseguido colocar ao menos um short, estávamos sentados à mesa, e eu estava faminto. Comi como uma fera enquanto o mais novo apenas me observava e às vezes soltava risinhos fofos que me faziam o olhar e ver aqueles pequenos olhinhos brilhando.

  Após estar alimentado e ter feito a higiene ele me abraçou novamente, de frente dessa vez e colocou o rosto em meu peito descoberto, fazendo com que eu me arrepiasse. Eu o beijei, calmamente. Carinhosamente. Era bom sentir a boca macia dele e a calma com que ele me beijava. Ele sempre me trazia calma, e mais uma vez no dia eu agradeci internamente por ele cuidar de mim.

  Ele encerrou o beijo e me olhou nos olhos

  ─ Posso dormir aqui hoje, hyung? ─ eu não esperava a pergunta, achei que ele apenas ficaria.

  ─ Claro que pode, e você não precisa me tratar sempre como hyung, me chame pelo meu nome. ─ respondi enquanto beijava seu rosto eu vários pontos.

  ─ Você poderia dormir nu? ─ Ok, talvez ele tenha me pego desprevenido, eu não esperava uma dessas ─ Eu realmente gosto de sentir sua pele, hyung.

  Eu não neguei. Apenas me despi e o vi fazer o mesmo. Deitamo-nos e dormimos abraçados, ele com a cabeça no meu peito e eu com cheiro dos cabelos castanhos chegando ao meu rosto.

 Dormi fácil, não só por cansaço, mas também porque era maravilhoso ter alguém que me fizesse sentir um pouco menos lixo. Ele até me fez esquecer momentaneamente dos meus pensamentos sobre mim.

  Eu amava a presença do meu pequeno e belo menino.


Notas Finais


Então, essa fic não tem um ship principal, e os personagens iram entrando a cada capitulo pra vocês conhecerem melhor a conexão dele com o principal.
Alias, eu não irei citar o nome do principal, quero que descubram. Então deem os palpites de vocês. Amarei lê-los.
Não pretendo deixa-la muito comprida, mas já aviso que terminará em algum numero com final 5 ou 0 porque sim hjdfjgjhdfhgd desculpem-me.
Qualquer duvida, pergunte.
Desculpem mesmo qualquer erro, é a primeira mesmo e ainda me sinto bem insegura quanto a ela.
Enfim, bom domingo.


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