História Apenas mais um romance idiota (ROMANCE GAY; YAOI) - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescentes, Lemon, Romance Gay, Yaoi
Visualizações 86
Palavras 930
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Festa, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


- Boa leitura ! ^^

Capítulo 4 - Algo vergonhoso demais.


Fanfic / Fanfiction Apenas mais um romance idiota (ROMANCE GAY; YAOI) - Capítulo 4 - Algo vergonhoso demais.

Alex

 

 

Depois de voltar até a frente de minha casa, bato os pés no pequeno tapete, e entro, apoio a bicicleta na parede, até porque depois eu guardaria.

 - Alguém em casa ? - Digo arisco, observando partes da casa.

 -Ah, oi filho. - Diz minha mãe da cozinha. - Como foi a sua "volta" ? 

 -Oi mãe. - Vou até ela. - O que tem pra comer ? - Fujo do assunto.

 -É café da tarde, meu filho. - Ela diz como se fosse algo meio óbvio.

 -É, só que são 3 da tarde. - Reclamo.

 -Ah, somos diferentes. - Ela ri. - Eu comprei o seu cereal. - Ela aponta pro armário. - Está ali.

 -Ok, obrigado. - Vou até o mesmo e preparo meu cereal. Antes de subir ao meu quarto, levo a bicicleta até a garagem e a encosto na parede. Logo eu subo. Deixo o pote com o cereal em cima da cama e procuro o bilhete no qual tinha o número do rapaz. Mexo em todos os zíperes da mochila e nada. Merda. Desço as escadas correndo, esquecendo até do cereal. Procuro nos cantos da casa por onde passei. Nada. Eu pego meu casaco, visto o mesmo e quando eu iria abrir a porta ...

 -Filho ? - Meu pai apoia sua mão em meu ombro. Eu levo um susto.

 -Oh, oi pai. - Digo desajeitado.

 -Onde vai ? - Ele curva uma de suas sobrancelhas. 

 -Vou dar mais uma volta, pai. - Minto.

 -Jura ? - Eu apenas o fitava. - Sem sua bicicleta ? 

 -É, pai. Agora vou a pé. - Sorrio desconfortável.

 -Hum, ok. - Ele dá leves tapas em meu ombro. - Juízo.

Me sinto aliviado. Abro a porta e faço o mesmo percurso. Eu apenas fitava o chão, procurando talvez o bilhete. Que droga Alex, por que você sempre tem que fazer tudo errado ? Há, isso foi tão clichê. Sorrio comigo mesmo. Eu estava distraído, até esbarrar em alguém.

 -Puxa, droga, me desculpe. - Volto o olhar para a suposta pessoa e era justo quem eu estava procurando.

 -"Cinzinha" ? - Ele sorri. - Você outra vez ?

 -É, pelo visto sim, a não ser se eu for um holograma. - Digo irônico por conta do comentário besta. 

 Ele dá leves tapinhas em meus braços.

 -Não, é você mesmo. Nada de holograma.- Ele ri. - Mas me responda direito. Do que precisa ?

 -De você nada. - Ele faz uma expressão séria. - Ei, idiota, tô brincando. Eu preciso de uma coisa sua.

 -Jura ? - Ele faz uma expressão maliciosa. - Do que precisa ? 

 -Do seu número. - Digo cruzando os braços.

 -Mas eu já te passei, Cinzinha. - Ele estava claramente desconfiado.

 -Pois é ... Acredite ou não, eu perdi. - Digo. 

 -Mas por que procurava desesperadamente meu telefone ? - Ele ri. - Precisava de mim ? Sentiu falta do gostoso aqui ? - Ele sorri.

 -Aham, tenho que admitir. Senti falta desse convencido que você é. - Faço uma careta.

 -Ahá ! - Ele aponta para mim. - Foi derrotado. - Ele sorri. - Toma, aqui está, Cinzinha. - Ele pega um pedaço de papel com linhas pretas e uma caneta também preta e anota novamente seu número. - Vê se não perde dessa vez. - Ele vira as costas.

 -Pode deixar. - Sorrio e vejo ele andando. O jeito dele andar é tão sexy. Oh, merda Alex, que tipo de comentário foi esse ? 

Eu o observava, até ele se virar para mim novamente.

 -Ei, Cinzinha. - Ele coloca as mãos em forma de "corneta" em frente á sua boca. - Seu corpo é delicioso. - Ele sorri e se vira novamente.

Eu fiquei sem palavras. O quê ? - É sério isso ? - Droga. Eu sabia que ele era um cara abusado. Ah, mas é tão lindo ... PARA, ALEX ! Finalmente chego em casa, subo correndo ao meu quarto, com um sorriso estampado no rosto. Me jogo em minha cama e pego meu celular. Meu cereal já não estava mais ali, provavelmente minha mãe já lavou o pequeno pote. Anoto o número :

 

[Adicionar contato*]

Branquinho idiota.

[Contato adicionado*]

 

Ah, ele é tão idiota. Sorrio comigo mesmo. Resolvo mandar uma mensagem para o loiro.

03:37PM: Hey ... Sou eu, o "Cinzinha".

 

Logo recebo uma resposta.

 

03:37PM:Oh, olá garoto misterioso, hehehe.

03:37PM:Me diga logo qual o seu nome pra eu salvar seu contato, Cinzinha.

 

03:38PM: Não, nem tô afim, branquinho. Mas e o seu, você diz ?

 

03:38PM: É ... Talvez eu diga, só se você dizer o seu :,)

 

03:38PM: Tá, tá ... Meu nome é Alex.

03:38PM: Alex Baves ...

 

03:38PM: Bonito o nome. Por que não queria me dizer seu nome, Alex ?

 

03:39PM: Porque meu nome é muito merda. É sério !

03:39PM: Nem pense em discordar, branquelo

 

03:39PM: Ah, seu nome é lindo. E ah, discordei. O que vai fazer comigo, hein ?

 

03:40PM: Droga. Não posso fazer nada.

03:40PM: Mas, vai, me diz seu nome, branquinho.

 

03:40PM: My name is ... Liam. Liam Collins, prazer.

 

03:40PM: Ah, adorei o nome :-)

 

03:40PM: Obrigado, Alex.

 

Sou interrompido pela minha mãe que abre a porta.

 -Filho ... Com quem você está conversando ? - Ela puxa o celular de minha mão e lê. - Quantos anos tem esse garoto aqui ? - Ela arqueia uma de suas sombrancelhas.

 -Mãe ! - Reclamo. - Devolve !! - Tento puxar da mão dela.

 -Sem celular por 2 dias. - Ela sai do quarto.

Ok, ótimo !

 

Continua ...

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...