História Apenas mais uma chance - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Brandish μ, Cana Alberona, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Grandeeney, Gray Fullbuster, Igneel, Jellal Fernandes, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Layla Heartfilia, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Loki, Lucy Heartfilia, Makarov Dreyar, Mavis Vermilion, Mest, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Rogue Cheney, Sting Eucliffe, Virgo, Yukino Aguria, Zeref
Tags Nalu
Visualizações 101
Palavras 2.655
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Fluffy, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Uhu, levanta a mão quem sentiu saudades.
OK, esquecem essa parte. Foquem somente no capítulo. Então vamos lá.

Tentem ignorar os possíveis erros gramaticais e boa leitura 😊😊

Capítulo 3 - Notícia nada agradável


Natsu tinha esquecido como era ser um Dragneel e ficou atordoado com todo o barulho. Flashs, filmadoras, jornalistas e repórteres. Muitas perguntas e gente empurrando. Os seguranças abriram espaço e ele tentava de todas as formas ultrapassar o bando de urubus que se aglomeravam a sua volta.

Assim que viu a porta do seu carro ser aberta suspirou, sentindo os músculos tensos. Ele e alguns seguranças entraram, o resto dos homens de preto se dividiam em três carros.

"Pra que tanto seguranças?" Perguntou-se.

O som chato de seu aparelho celular preencheu o veículo, fazendo-o suspirar entediado. Apalpou o bolso esquerdo de seus jeans, e logo se encontrava com o objeto em mãos, não demorando a atender o indivíduo do outro lado.

— Estou na avenida principal pai. — dizia ao patriarca. — Entendo. Estarei aí em pouco tempo.

Então ele desligou e desviou sua atenção para fora da janela, vendo os prédios, as luzes e toda a movimentação de Magnolia. Se sentiu nostálgico, estava em casa…

O Dragneel havia ficado quatro anos em Nova York fazendo faculdade de administração — e agora que ele tinha o tão sonhado diploma — enfim estava pronto para herdar a impressa de Marketing de seu pai. Foi para isso que ele havia voltado afinal.

Sua casa parecia muito maior do que se lembrava. O carro parou e todos desceram, menos ele. Natsu observou todos os criados em frente a casa, reparando em cada um vestidos com seus uniformes impecáveis, o tão costumeiro preto e branco. Natsu suspirou fundo e desceu. Todos o olhavam com espanto, alguns até choravam. Deu alguns passos antes de sentir braços o envolvendo e o levantando sem nenhuma dificuldade do chão. Ele não viu quem foi, mas só havia uma pessoa que ainda era capaz de segurá-lo daquela forma.

— Pai, eu não sou mais criança. — reclamou, mas não deixando de retribuir o abraço. Era bom sentir o calor familiar.

Natsu não conseguiu evitar dar risada e o apertou ainda mais, estava feliz por finalmente estar de volta. Então se lembrou dos empregados ali presentes e se afastou um pouco, olhando o rosto do homem que não vira a quatro anos.

— Eu senti sua falta meu filho — falou o homem, sem deixar de sorrir. — E para mim você sempre será o meu garoto.

Natsu revirou os olhos, logo recebendo um soco leve no ombro de seu pai, gesto esse que o fez ri. Era impressionante que quanto mais o tempo passava, mas Igneel se comportava como um adolescente. Natsu nunca admitiria, mas adorava aquela peculiaridade do mais velho.

— Onde estão mamãe e Zeref? — perguntou olhando ao redor para ver se os dito cujos estavam por perto. Mas nenhum sinal dos dois.

— Sua mãe infelizmente teve que ficar no trabalho. Parece que hoje ela receberá uma nova funcionária, e Zeref… — o homem parou incerto, não queria ter que dizer que seu filho mais velho não queria nem ver a cara do irmão novamente.

Natsu pareceu compreender o que o pai não tivera coragem de dizer.

— Ele ainda está com raiva de mim, não é? — perguntou, mesmo sabendo a resposta, não escondendo sua expressão chsteada.

— Eu não entendo. Vocês eram tão apegados e do nada… Essa richa entre os dois começou. — girou a cabeça negativamente, o homem simplesmente não aceitava aquela "separação" entre os filhos. Gostaria de compreender o porque de tudo aquilo.

"Se ele soubesse" Pensou Natsu.

"Será que seria capaz de me perdoar?"

— Vamos deixar essa história para lá — sorriu novamente. — Tenho certeza que você gostaria de saber das novas, e que deve estar muito cansado da viagem.

Natsu não pode deixar de agradecer mentalmente pela tentativa do pai em tentar fazê-lo sentir-se melhor. Então apenas o acompanhou para dentro de casa, não antes de abraçar e comprimentar os empregados, ele nutria um carinho por cada um. Sempre cuidaram de si afinal de contas, só não pode deixar de reparar em uma garota albina vestida de empregada. O rosado não se recordava de tê-la visto ali antes, acabou lhe lançando uma piscadela, fazendo a garota corar pelo gesto ousado.

— Você não mudou nada. — disse Igneel, se referindo a cena.

— Velhos hábitos nunca mudam. — brincou Natsu, fazendo o pai ri do jeito descarado do filho.

Acabaram indo para a sala de visitas, Natsu não perdeu tempo e se jogou no sofá, suspirando em puro deite ao sentir a macies do sofá. Estava bastante cansado da viajem.

— Quando descansar o suficiente irei ligar para os rapazes — comentou o rosado, vendo o pai sentar em uma poltrona ao seu lado.

— Falando em rapazes… — começou Igneel. Natsu fitou o pai, esperando que ele prosseguisse. — Silver está uma fera com Gray, parece que o garoto saiu de casa e não quer saber de herdar os negócios da família.

— Gray saiu de casa? — o rosado perguntou mais para si do que para o pai. Claro que ele sabia da iminizade que o moreno acabou pegando do pai por este querer obrigá-lo a seguir os seus passos. Mas nunca poderia imaginar que o Fullbuster faria algo tão radical quanto aquilo. Quantas coisas havia perdido enquanto esteve fora?

— Silver está muito decepcionado. Ele não admite. mas eu sei que sente a falta do filho. — segredou Igneel, ele compreendia o velho amigo, afinal, passou por algo parecido com a ida do filho para fora do país. — Por que não liga para Gray? Tenho certeza que ele gostaria de vê-lo. — foi a última coisa que disse antes de se levantar e sair do ambiente, deixando Natsu sozinho com seus pensamentos.

— Porque não somos mais amigos.

(…)

Lucy corria apressadamente, precisava chegar em casa, se não iria se atrasar para o seu primeiro dia de trabalho. Sua vontade era de esmurrar Rogue até matá-lo por tê-la obrigado a comprá-lo uma porcaria de tinta. Onde diabos o Cheney estava com a cabeça para querer pintar o cabelo de loiro?

Só não esperava ouvir chiliques caso o novo visual acabasse por não o agradar.

Acabou chegando em casa ofegante, logo vendo um vulto de cabelos loiros e olhos verdes indo correndo em sua direção.

— Mamãe! Bem vinda de volta! — disse a pequena a abraçando. Luna era uma menina loira exatamente igual a mãe, só puxara os olhos do pai, era alegre e adorava aprontar junto aos "tios" postiços. Mas amava mais que de tudo sua mãe, para a menina de apenas três anos, Lucy era sua heroína, e apesar da pouca idade, a pequena possuía uma inteligência avançada, sem contar que era muito agitada.

— Olá meu amor, como está? — a Heartfilia sempre gostava de observar a filha e a admirar, para ela, aquele era um dos seus "hobbies" favoritos. — Onde estão aqueles irresponsáveis? — perguntou, referindo-se aos três "idiotas" que dividiam o mesmo teto consigo.

— Rogue você é louco?! Que mico você me fez pagar! — e lá estava Lisanna discutindo com o Cheney novamente, enquanto adentravam a sala de estar.

— Lis, você falou que tinha achado a garota uma gata, o que tem de mal eu ter ido lá falar com ela? — falou inocente, mas Lucy sabia muito bem que por trás daquilo não havia nada de "inocente". Ela conhecia a "cobra" que era seu amigo.

— Será porque eu tenho uma namorada? — sua voz era carregada de ironia. — Essa é a última vez que você tenta me jogar para cima de alguém.

Rogue apenas revirou os olhos.

— Quanto drama — reclamou o moreno. — Mas ok, eu não vou mais "jogá-la para cima de ninguém". — fez aspas com os dedos.

— Agradeço a sua compreensão. — respondeu sarcástica.

Lucy começou a ri, realmente, sua pequena "família" era muito divertida. Conheceu Rogue e Lisanna em uma festa no centro de Magnolia, os dois já eram amigos de longa data. Então não foi difícil dos três fazerem amizade rapidamente, o único problema fora Gray, o moreno já era amigo de Lucy desde a infância. O Fullbuster meio que não queria perder sua "irmanzinha" para outras pessoas. Mas não demorou muito para que finalmente aceitasse aqueles dois, fazendo com que todos se tornassem uma família.

Rogue e Lisanna vieram de outra cidade, os pais não aceitavam as diferentes opções sexuais dos filhos. Claro que os dos sofreram com o preconceito, mas com o tempo e ajuda de seus amigos, eles conseguiram superar aquele obstáculo.

Todos acabaram direcionando seus olhares para um moreno ofegante e coberto de suor, que acabara de adentrar o cômodo.

— Meu deus, fez uma maratona? — Rogue brincou pelo fato do Fullbuster estar coberto de suor.

Gray apenas o ignorou e foi direto abraçar a pequena garotinha parada ao lado da mãe, logo a pegando no colo e se jogando no sofá junto a menina.

— Tio, você ta suado. — resmungou a pequena no colo do moreno, não deixando de sorrir pelos carinhos que eram direcionados a si.

— E você se importa? — ergueu uma sombracelha. — Luna apenas se jogou ainda mais nos braços do tio, indicando aquele gesto como um não.

— Bem pessoal, eu preciso me arrumar para o meu primeiro dia — disse a Heartfilia contente. — Cuidem direitinho da minha princesa. — se dirigiu até a pequena no colo de Gray lhe dando um beijo no rosto, e então rumou para o quarto.

(…)

            uma hora mais tarde.

Assim que Lucy passou pela enorme porta de entrada da Stela de Libero, ergueu a cabeça, fez cara de toda poderosa e arrasou no salto alto enquanto mostrava o crachá com o seu nome e desfilava em direção ao elevador. Segurando sua bolsa, a loira foi alvo das recepcionistas que a olhavam num misto de surpresa e admiração.

Quando a porta do elevador se abriu, Lucy se viu de frente para a sala da sua mais nova chefe, respirando fundo e contando até dez, a loira deu leve batidinhas na porta, não demorando a escutar um suave "entre" vindo do lado de dentro.

"É agora ou nunca Lucy."

Então abriu a porta, e tamanha foi sua surpresa ao ver quem estava sentada do outro lado de uma mesa de vidro. A loira simplesmente não conseguiu conter o seu espanto.

— Senhora Dragneel? — Lucy estava impressionada com o quanto a mãe do seu ex-namorado não mudara nada em todos aqueles anos. Ela realmente não esperava que sua chefe fosse sua ex sogra, claro que sempre soube que a mulher era dona de uma empresa de moda muito conhecida. Mas não que fosse justo aquela em que iria trabalhar, afinal de contas, ela nem ao menos se deu conta do nome impresso no contrato. O mundo era realmente muito pequeno.

— Lucy? É você mesma? — a mulher levantou para poder cumprimentá-la, sem deixar de abraçá-la. A Heartfilia não pode deixar de retribuir ao gesto, afinal de contas, sempre tratou-a como se fosse sua filha. — Meu deus, como você está mudada. — disse, afastando-se para poder encarar a garota a sua frente.

— A senhora também não mudou nada. — confessou sorrindo.

— Espero que isso seja um elogio — brincou, sem deixar de sorrir. — Mas hoje é o dia das surpresas.

— Dia das surpresas? — indagou a loira confusa.

— Claro, hoje Natsu finalmente volta para casa. — e claro que a loira não pode conter o choque ao receber aquela notícia. Seu ex estava voltando depois de quatro anos? Aquela era a pior notícia que recebera.

Realmente, felicidade é algo que não dura por muito tempo.

(…)

Natsu havia acabado de se trocar depois de ter tomando um banho longo e refrescante, usava apenas uma calça folgada e uma camisa de algodão branca. Ele não planejava sair aquele dia, iria apenas descansar da longa viajem exaustiva, porem, antes que pudesse se jogar em sua cama, não pode negar o pequeno incomodo no seu estômago. Estava com fome afinal.

Descendo as escadas, o rosado viu que seu pai ainda estava preso no escritório, certamente vendo as últimas papeladas para que o filho pudesse enfim tomar o seu lugar na empresa. Então ele apenas rumou em direção a cozinha, encontrando a mesma empregada em que havia lançado uma piscadela, o Dragneel não pode deixar de notar o quanto era bonita e jovem. Poderia investir se aquilo fosse do agrado da garota, ele não dormia com ninguém fazia meses.

— Boa tarde. — cumprimentou, acabando por assustar a garota que estava distraída demais enquanto preparava o que parecia ser um bolo.

— B-boa tarde. — disse tímida.

— Virgo não está? — perguntou, não vendo a governanta no seu lugar de costume.

— Ela teve que sair para o mercado.

— Hum. — o rosado foi em direção a geladeira, retirando uma jarra com suco de lá de dentro. — Posso saber o seu nome? — perguntou, colocando o suco em um copo de vidro, em seguida levando aos lábios.

— A-Angel — Natsu sorriu, achando fofo o jeito tímido da garota.

— Bonito nome, combina bastante com você.

— O-obrigada.

— Tem namorado Angel? — para que perder tempo? Quando o rosado queria algo, ele simplesmente ia lá e "pegava". Natsu não gostava de rodeios, ele ia direto ao assunto.

A garota o olhou surpresa, não sabia o que dizer. Claro que viu quais eram as intenções do rosado quando o viu olhando para si de um jeito estranho. Mas tinha receio da sua expressão caso dissesse a verdade, porem ela não podia mentir, teria que dizer a verdade.

— Eu tenho namorada. — por incrível que pareça, sua voz conseguiu sair firme, só esperava que o Dragneel não fosse preconceituoso, ela odiaria ser demitida por conta de sua opção sexual.

Natsu acabou engasgando com o suco, estava completamente surpreso com o que ouviu.

— V-você é lésbica? — perguntou descrente, ainda tentando se recuperar do choque.

"Esse sim foi um belo de um fora." Pensou Natsu.

(…)

— PUTA QUE PARIU, SEU FILHO DA PUTA DESGRAÇADO! — todos, sem exceção, da casa e da vizinhança também, levaram um susto. O susto fora tão grande que não importava onde estavam localizados na casa, como Lisanna na cozinha junto de Luna, e Gray que em algum momento se jogou no chão da sala. Os dois, menos a pequena chegaram ao mesmo tempo no banheiro do andar de cima.

E pra quem não havia se assutado com o grito desesperado, se assustou com as gargalhadas altas impossíveis de se conter. Rogue apenas virou-se de frente para eles e minutos depois eles estavam jogados no chão chorando.

— O QUE VOCÊ FEZ COMIGO GRAY FULLBUSTER?! — gritou Rogue chutando o moreno que chorava.

O que ocorreu foi que a uma hora atrás Rogue havia acordado assustado porque tinha esquecido de lavar o cabelo e correu para tomar banho. Quando terminou, pegou a toalha branca no box e assim que deu de cara no espelho o espanto foi tanto que o grito poderia até matar alguém do outro lado do mundo. Quando deu por si, seus amigos arrombaram a porta e só deu tempo de colocar a mão em frente as partes íntimas.

Rogue virou literalmente uma segunda Lisanna, já que o garoto estava branco. Literalmente todo branco. A pele branca ficou mais pálida do que já era, sem contar a pose ridícula tapando seu amigo de baixo. Era um pacote perfeito, estava implorando para ser zoado. Além disso, o cabelo que era pra ficar loiro ficou mais branco que açúcar. Não só isso, quando focaram no rosto horrorizado do garoto suas sombrancelhas sumiram, simplesmente parecia não estar mais lá. Gray havia feito o favor de pintá-las sem querer, junto das mexas do antigo cabelo negro do garoto.

— Você — Lisanna tentava falar. — Você parece até o meu irmão gêmeo. — completou mais chorando do que rindo.

— CALEM A BOCA! — a cada segundo Rogue ficava com o rosto mais vermelho, parecia prestes a explodir a qualquer momento.

— Você parece — Gray conseguiu respirar. — Um esperma de tão branco que ficou.

— PORRA GRAY! — Lisanna gritou e começou a ri mais do que conseguia. Rogue bateu a porta na cara dos dois e se trancou no banheiro.

O Cheney ficou lá dentro por muito tempo.


Notas Finais


😂😂😂😂 Eu simplesmente n consigo parar de ri, tadinho do Rogue. Com uns amigos desses.

Lucynda vai ter q lidar com a volta do Natsu, coitada, foi parar justo na empresa da ex sogra.

Comentem o que acharam. Beijinhos 😘😘❤❤


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