História Apenas mais uma historia de alguém depressivo - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Tags Amor Platonico, Comedia, Drama, Ilusões, Yuri
Exibições 9
Palavras 1.867
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Ecchi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Bem, nao é minha primeira fanfic, mas nao sou profissional ou boa, so... quero me expressar neh neh espero que gostem ou se distraiam pelo menos

Capítulo 1 - Introdução - Onde tudo começou (ou quase)


Hey! Ou Yo! Tambem gosto de cumprimentar assim, pelo menos com pessoas desconhecidas, porque com as amigas quase me torno um Yuusuke, chegando por tras, abraçando e falando “Eae Tchutchuqunha!”... como podem perceber, não sou muito normal. Podem me chamar de P, é meu apelido dado por mim mesma, sou ruim com nomes e meus apelidos giram em torno de meu nome alterado ou meus jeitos, exemplo de CowBoy, meu amigo me chama assim pelo meu jeito de andar, mas eu não ando de forma tao exagerada como ele diz... talvez neh. Ah! Para as meninas, também atendo por Senpai, apesar de diferenciar dos senpais delas um pouco, formando “Erro-senpai”, porque sou pervertida (dã!).

Bem, esta é a linda... ok, sem adjetivos, nem sei como vai ser isso.

Essa vai ser a minha historia que estou decidindo contar porque fiquei inspirada por conta de umas musicas e clipes no You Tube, quem nunca? Bem, não sou muito boa em organizar ideias, não sou do tipo “anota os tópicos para depois fazer o texto”, tuuuudo isso ta saindo da minha cabeça, passando pelo meu tronco, próximo ao coração e chegando a ponta dos dedos, dos quais digitam estas palavras, é um longo caminho.

An... Falando um pouco sobre “meu mundo”, tentando simplificar, sou meio antissocial, não sei chegar num desconhecido e simplesmente começar uma conversa, a pessoa tem que ter atitude pra vir falar comigo (Isso é um dos motivos dos meus problemas sociais e amorosos), eu curto ficar so com meu celular, digitando, falando com meus amigos virtuais ou desenhando, desenho muito bem no celular, muitos se impressionam. Sou preguiçosa, quando me animo (algo não muito raro, mas difícil) para algo, aproveito, como estou fazendo agora digitando, ao invés de responder um amigo num grupo, porque sou rebelde. Gosto de comer bastante, mas isso vai ser muito mostrado aqui, então é desnecessário.

Pulando para um dos focos problemáticos da minha vida, vulgo família, ela não é taaaao tradicional, mas não é liberal no 100%, meio a meio. Por causa dela (de ser filha mais velha da filha mais velha, tendo que carregar o peso as pessoas – primos - já formados, terem milhares de expectativas sobre mim) minha verdadeira personalidade é trancada numa caixinha, da qual so é aberta com meus amigos e alguns de meus parentes.

Ok, chega de falar sobre mim, não quero me expor tanto assim ou meus amigos lerão isso e ficarão me enchendo de perguntas, além dos textos morais e de consolo, e desdes já estou cheia, não que seja ruim ou que não goste, contudo, poderia mudar o roteiro.

Ah ééééééé! Isso que vou tentar fazer nesta historia (ênfase no “tentar”), clichês so para diversão e referencias, hora de inovar, k-tchaum!

[Começo com “Era um vez”? Sei lah parece legal, é clichê, mas é uma referencia aos contos. Ou talvez “Era uma ocasião” ou “Numa terra distante”, eu moro longe, mas é relativo de quem vai ler isso.

COMEÇA LOGO SABUDEGA”]

Acho que foi em dezembro, em seu inicio, que tudo começou. Quando la estava eu, sentada num mini-muro de pedras, deveria servir apenas de enfeite naquele grande pátio escolar, estava observando os “cosplayers” conversndo, com minhas amigas também fantasiadas ao meu lado, respirando calmamente enquanto o vento batia de uma maneira refrescante contra minhas costas, sentindo-me quase que em casa por estar num ambiente tao familiarizado, apesar da maioria ser desconhecida para mim (e aproveitando a deixa para o clichê), então, foi quando o vento bateu mais forte, erguendo meu chapéu de palha, estava fazendo cosplay também, Luffy, de One Piece, após o time skip, versão feminina ou quase. Era meu primeiro cosplay, não estava caprichado, so o fiz por diversão e porque amava o personagem, tínhamos gostos em comum: carne, comida, lerdeza... Sugeeeeeee! Ok, parei. Meu chapéu tinha uma linha muito fina para servir de suporte a cabeça, caso caísse, então ficava mantendo acima da mesma, pois pendura-lo era desconfortável, além de ser folgado em mim, por isso já havia caído ou voado outras vezes, ate corri atras dele (gritando ate “meu boshiii!”) em algumas. Voltando. Desta vez, naquela mureta, quando o segurei com as duas mãos, curvando um pouco o corpo, rindo da situação, aliviada por não ter que sair correndo atras, foi quando ergui meus olhos, e la estava (o inicio dos meus problemas) O cosplay.

Nao estava ali por estudar naquela escola, mas ela servia de sede para o maior (e talvez único) evento otaku e nerd da minha cidade, cujo o mesmo durava dois dias, um fim de semana, com atividades, jogos, palestras, salas de vídeo, lojas, quase tudo que voce pode imaginar ou já saber que existe em eventos assim. Meu evento favorito, todos os anos (os dois que fui, este era o segundo) me esforçava bastante na escola para que sem pais não brigassem por passar um fim de semana quase todo fora, do meio da manha ate o inicio da noite, junta de pessoa com gostos iguais aos meus. Por isso, me animava muito para ir.

Na manha daquele sábado, ignorando minha mae reclamando de minhas roupas e meu pai so falando o quanto eu já era moça e devia saber me vestir para evitar a zanga de minha mae, além do comentário maldoso sobre as pessoas na fila do evento.

- Descobri. Voce se vestiu assim para se misturar dentre estes “maconheiros” neh?

Ignorei o tom de meia irritação e meia zuera de meu pai. Fala serio, minha roupa era calça jeans e uma blusa larga, daquelas que a boca de cima é grande, de cor clara, além da mochila escolar que levava para o lanche, dinheiro e carregar algo que talvez comprasse ali. As pessoas na fila, era quase o mesmo padrão de calça escura, blusa escura, algo na cabeça, talvez piercings ou alargadores, era um mistura com emos, góticos, trevosos, normais, otakus e apenas a galera que não é Restart! Suspirei fundo, beijando o rosto de meu pai na despedida, falando o que sempre falo.

- Qualquer coisa me ligue ou eu lhe ligo.

Me despedi. Quando ele saiu, tirei aquela tiara de arame da cabeça, mais um disfarce para ficar mais feminina, junto com o batom vermelho, indo para o final da fila. Parece que o evento ia se atrasar um pouco. Não me importei em ficar ao sol da manha, tentei me distrair. E gostei.

Em resumo porque não noto quando enrolo demais, pois curto escrever, e quero ir logo pra parte em que o capitulo acaba para dar aquele ar de continuação foda.

Havia um casal de jovens e uma criança atras de mim. Fiz amizade com eles. O garoto tinha um jeito simpático direto estranho, curti. A garota jogava League of legends e eu também, curti de novo. A criança, parece que era “filho” deles, de consideração. Nossa amizade começou porque me perguntaram porque havia desenhado um “X” no braço. Falei porque o tema do evento era One Piece, e uma das cenas mais marcantes é quando os protagonistas se despedem de uma “companheira temporária” erguendo os braços com um “X” desenhado, que significava que não importa quando se encontrariam de novo, continuariam sendo nakamas (companheiros)! Como previsto, eles não viram One Piece, mas entenderam. O evento começou. Ouvi a musica da primeira abertura de One Piece. Um arrepeio percorreu-me. Ao entrar, vi as coisas que vendia na loja. Cantei no karaokê (ou animeke). Tire foto com um cosplayer de Sanji, vei! Sendo que eu tinha o cigarro hueheu! Meu amigo que me apresentou o mundo dos animes estava comigo, chamarei ele aqui de Choji e o outro que estava junto de Ichigo. Os amigos que fiz na entrada também os acompanhei por um momento. Joguei rapidamente na sala de jogos. Encontrei minha prima, alguém muito querida por mim, com suas amigas, das quais uma fazia cosplay de Mikasa de Attack on Titan (shingeki no kyojin). Voltamos ao Karaoke. Fomos na sala do Just dance. Comemos rapidamente cupcakes do Maid Café. Maaaaaaaidssss meloriiiiineeeeees!!!

No almoço, fomos pra casa de uma das amigas de minha prima, que era perto, já havia ido la, contudo, me atrasei na pausa para descanso, tinha que voltar no evento as 14 horas para me escrever no SwordPlay, luta de espadas, perdendo a inscrição, fiquei com raiva de mim por isso, de minha prima por se atrasar tanto em se arrumar, ate fui sozinha por isso, queria muito participar já que na passado havia feito isso, lutei so com garotas e ate abri o sutiã de uma delas três vezes, foi a melhor luta que já participei!

*chorando*

Mas aliviei, cumprimentei meus amigos que fiz na entrada, andei um pouco mais pelo evento, vi as lutas, os caras eram habilidosos esse ano, descobri que poderia participar domingo, então relaxei mais. Olhei a hora, logo teria que ir para o aniversário de meu priminho, que começaria a tarde coisa que duvidava. A casa não era longe, mas era melhor eu começar a caminhar. Fazendo isso, inspirando fundo, pois so voltaria ao evento no dia seguinte, sorrindo boba pelas coisas ao redor, aquele lugar era simplesmente fantástico para mim.

Avistei o portão, passando por fora dos corredores onde tinha os “camelôs”, com Choji e Ichigo me acompanhando, comentando coisas sobre o evento, apesar do sol da tarde, o lugar era bem ventilado. E foi por causa desse vento, que uma mecha azul claro passou por meu campo de visão, me obrigando a desviar o olhar, notando, obviamente que se tratava de uma peruca, contudo, não foi  acessório que me prendeu a atenção, mas a cosplayer.

- Wooow! Nao é aquela vocaloide famosa? Miku! Ela é muito Kawaiii!

Choji perguntava animado, parando com Ichigo quando eu havia parado.

- Sim, mas a cosplayer é bem mais!

- Estilo gótica, neh? Que foda

- Deixem de serem virjoes!

Não tirando os olhos dela, nao deixando escapar a chance de zoa-los, subi e desci os olhos pelo corpo que vestia um vestido preto volumoso, com meias longas rosas, sapatilhas com salto pretas, peruca azul clara, com caveirinhas nas marias-chiquinhas que prendiam o “cabelo”. Alem de um leque que servia para abanar a cosplayer (obvio). Por um breve segundo, seus olhos se cruzaram com os meus, parecia estar de lente, talvez neh? Contudo, algo me dizia que não me prendi ali apenas por ser a Hatsune Miku.

- Ei, P, ce não vai não?

Olhei para Choji, como se ele tivesse estragado uma boa conclusão de historia.

- Sim... Falou negada!

Após uma longa caminhada, pegar um moto táxi mesmo e me empanturrar na festa do meu primo, descansaria para o outro dia no evento.

 

 

- As mechas azuis... Não paro de pensar nelas, toda vez que vejo.. E vocês sabem como pitar cabelo de azul está na moda... Sinto uma onda de emoção saindo de meu peito, paralisando meu corpo. A pele branca. Os olhos claros. Ate os lábios quase sempre fechados, como se quisesse esconder o sorriso. Não consigo... Esquecer... É como um desenho do qual não quero tirar os olhos, apenas ficar encarando e sorrindo boba por horas.

- O que acha que pode ser isso?

- Doença?

- Não... meus amigos... algo muito pior...

 


Notas Finais


E esse foi o primeiro capitulo de nao sie mais quantos porque nem sei como continuar essa budega quando quero so falar da garota de cabelos azui! Uhuuu!
Nos vemos na proxima negada!


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