História Apenas Minha. - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Demi Lovato, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Miley Cyrus, Personagens Originais
Tags Colegial, Justin Bieber, Lobos, Lucy Hale, Mistério, Romance, Vampiros
Exibições 68
Palavras 6.614
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oiiiieee, voltei dos mortos pra finalmente postar esse capítulo kkkkkkkkjj
Boa leitura amores S2

Capítulo 18 - Você?


Catherine P.O.V. 

- Pensei que ela iria te fazer beber com ela, pra curar a dor.- Meu pai falou. 

- Beber? Não deixamos. Demi e eu tomamos conta dela. O bom foi que foi uma noite nossa, não falamos do babaca. Amanhã vamos sair novamente.

- Pensei que iria dormir lá.

- Não. Esqueceu? Tem o chá aqui amanhã. Aquelas pessoas chatas, bom pai, vou dormir. Te amo, boa noite.

Ele sorriu e respondeu, beijou minha testa e foi em direção à escada. Entrei tomei banho e não quis lavar o cabelo pra não fazer barulho com o secador. Me deitei e assim que me cobri e apaguei o abajur, Justin me veio na mente, e a última frase que me disse: "Já estou me odiando por ter que te deixar, e durmo pensando em você a muito tempo. "

Eu estava começando a gostar mais dele, agora não apenas atração por ele ser bonito, como eu pensava assim que ele entrou na escola. Fechei os olhos e foi como voltar para o momento do beijo,  o sono foi chegando e dormir em poucos minutos.

Acordei no outro dia as nove horas, me levantei e tomei banho, lavei os cabelos e os sequei, vesti um shorts jeans e uma blusa moletom, estava um pouco frio, o tempo voltou a ficar nublado, fui pra cozinha e encontrei minha mãe conversando com a empregada.

- Bom dia filha. Vamos pra sala de jantar, seu paí já tá lá. Estava pedindo pra ela fazer uma vitamina pra você, pra melhorar.

- Eu já estou bem. Não precisa fazer, eu não quero. - Falei para a empregada e fui com minha mãe tomar café. Sentei em minha cadeira de sempre e peguei uma taça com salada de frutas, e outra taça com iorgute e coloquei sobre as frutas.

- O que você tá fazendo? Regras, etiqueta na mesa filha.

- Eu quero comer com iorgute, desde quando isso é errado? A senhora é cheia dessas paranóias. Será que não posso agir como pessoal normal? Etiquetas são chatas.

- Tenha modos, estamos à mesa.  Somos uma família importante na sociedade, ricos e temos que manter uma boa imagem.

- Importantes? Por acaso meu pai é o presidente?  Ah, para mãe. Isso aqui não passa de uma farça. Tá legal, somos ricos, mas isso não muda nada.

- O que você tem? Acordou toda mal humorada hoje. Filha, aconteceu algo?- Meu pai finalmente falou algo.

- Não, eu só estou cansada disso. É cansativo. Todo dia, acordar cedo, tomarmos café juntos, mal nos falamos e querem fingir ser algo que não somos. Pai, mãe, eu queria que não fossemos ricos, acho que só assim pra vocês prestarem atenção no que acontece nos seus arredores, vocês comem de manhã, saem, não me pegam na escola, até esquecem de mandar o motorista ir, ah não, esqueci, as coisas estão indo mal e o senhor o demitiu. 

- Filha, não podemos deixar de trabalhar. Como você disse, as coisas estão ficando meio difíceis agora, o país está crise. Não é um bom momento pra venda de livros, nem de revista, a maioria prefere ler online. Temos que trabalhar, para manter essa vida que levamos. As suas compras? Ontem mesmo fez ótimas compras, acha que se eu não trabalhar você vai poder ficar gastando?

- Agora eu vou levar a culpa. Tudo bem. Mas nunca gasto tanto, como a mamãe gasta com vestidos pra aqueles chás irritantes. Não somos ingleses pra ficar com essa frescura de chazinho.

- Catherine!


Minha mãe se levantou da mesa e me encarou brava.

- Catherine, respeite sua mãe.

- Não falei nada demais. Se querem me culpar, culpem. Mas pra que essa casa tão grande? Quase não usamos todos os cômodos. O que eu realmente queria, era uma família de verdade, onde todos se importassem uns com os outros, e não com o dinheiro que temos ou não no banco.

- A mesma briga do mês passado Catherine?

- Sim pai, a mesma. Eramos felizes antes de vir morar aqui, tudo era diferente. Vocês se amavam...

- Nós nos amamos ainda!

- É mesmo mãe? Não parece. Vocês mal se olham, nem se beijam, os jantares toda sexta só pros dois faz anos.

- As coisas mudam, mas eu e sua mãe nos amamos sim. Nossa relação só está desgastada. Você quer viajar? Escolha um lugar, leve suas amigas, eu resolvo tudo na escola.

Como pode falar aquilo? Me levantei da cadeira, peguei minha taça fui pro meu quarto. Eu estava irritada, meus pais estão diferentes de como eram, nem sei mais quem são. Eu queria chorar, gritar, quebrar tudo, mas apenas sentei na cama e deixei as lágrimas caírem, depois de um bom tempo resolvi comer a salada de frutas, o tempo lá fora está combinando com meu humor, era pra mim estar feliz depois da noite de ontem, mas não, acordei me sentindo estranha, algo faltando dentro de mim, me levantei da cama e deixei a taça vazia sobe a penteadeira.

Fui ao closet e troquei o short por uma calça de moletom, voltei pro quarto e me deitei, os cobertores ainda estavam quentes, ao fechar os olhos ouvi meu celular apitar avisando uma mensagem, mas quando o peguei não tinha nada, assim que o guardei ele vibrou e ascendeu a tela, havia chegado uma mensagem .

"Coitada, sendo inganada por todos que dizem a amar."

Li e reeli três vezes aquilo, e enquanto fitava a tela apareceu a ligação do Justin.

- Oi.

- Você está bem?

- Estou sim e você? O que foi? Sua voz, parece que você está correndo.

- É porque estou correndo. Senti algo, como se estivesse em perigo. Onde você tá?

- Em casa. Mas, como assim?

- Estou no jardim lateral da sua casa agora, abre a varanda, antes que seu pai vire pra trás e me veja.

Levantei sem entender nada e fiz o que ele falou, o vi começar a subir enquanto eu esfregava os braços por causa do frio, ele finalmente subiu e parou em minha frente, sorriu mas quando fitou meus olhos sua expressão mudou.

- Por que você tava chorando?

- Discuti com meus pais, mas não sei se foi por isso, acordei meia estranha hoje.

Assim que terminei de falar ele me abraçou forte, fez carinhos em meus cabelos e me apertava contra seu corpo, toda insegurança, medo e o vazio que estava sentindo foram embora, estava frio e aquele abraço estava maravilhoso, ele me soltou e segurou meu rosto entre suas mãos, me olhou nos olhos e sorriu outra vez.

- Meu pai te mata se te ver aqui. Você não pode ser como outro garoto normal? É sábado de manhã, tá frio, era pra você tá em casa dormindo.

- Eu não gosto de ser normal, precisava ver se estava bem.

- Como veio pra cá?

- De carro uê, tá parado duas ruas antes. Corri até aqui.

- Bom, agora que você viu que estou bem, é melhor ir embora, meus pais estão em casa.

- Eu sei.

- Então vai.


Dei um passo pra trás e o puxei pra dentro do quarto, fechei as vidraças e fui pra porta, girei a chave e me sentei na cama, liguei a TV em volume alto e encarei o loiro ao meu lado, moletom escuro, toca vermelha, calça preta assim como os sapatos, seu perfume tomou conta do ar e adorei aquilo, respirei fundo e ele notou, riu de leve e segurou minha mão.

- Você disse que era pra mim ir embora.

- Não sei o que falo. Nem tudo que digo é o que eu quero de verdade.

- Então eu acho que não devo mais perguntar uma coisa.

- Qual? Fala.

- Se você dizer sim, vai significar não?

- Não.

- Não?

- Não, vou dizer não pra ser sim.

- Vamos pra minha casa?

- Isso não pegou bem.- Falei e rimos.

- Minha mãe está lá, quero te apresentar pra ela. Bom, você brigou com seus pais, provavelmente vai ficar o dia todo no quarto.

- Acertou. Não temos nada sério pra você me apresentar pra ela Justin.

- Mas isso é mais um passo pra termos. Não quero acelerar nada, mas se você quiser eu poso te apresentar como minha namorada, mesmo nós ainda não sendo namorados. Isso será uma prova que eu realmente quero ter algo sério com você.

- Está bem. Vou me arrumar, fica a vontade.

Falei e me levantei, ele segurou minha mão e ficou de pé em minha frente, me deu um selinho e sorriu, fui pro closet escolher uma roupa, mas não sabia qual usar, estava perdida, como estava frio escolhi uma calça jeans e fiquei com o mesmo moletom que já estava, eu não sabia como deveria ir, mas me senti bem com aquela roupa então, isso é o que importa, espero que minha futura sogra não seja chata pra roupas como minha mãe, coloquei uma bota de salto fino e fui fazer uma maquiagem, algo simples, nada de espalhafatoso, deixei o cabelo solto e coloquei uma touca cinza, peguei uma bolsa de lado preta e dentro algumas coisas básicas de uma mulher. Passei mais perfume e voltei pro quarto, Justin estava sentado assistindo, ele me olhou e sorriu, se levantou e veio até mim.

- Tá linda!

-Eu não sabia o que vestir. Sua mãe é daquelas rígidas com roupas, como minha mãe?

- Sua sogra não liga pra isso não. Não se preocupe. Eu saiu pela janela e você pela porta da frente OK?!

- Eu até poderia te falar pra sair por lá, mas devido os termos de que, você não entrou por ela e meus pais não sabem que você esta aqui, não posso.

- Eu entendo.

Ele foi pra varanda, abriu as vidraças e desceu pela lateral da parede, fechei tudo e abri a porta do quarto, sai andando pelo corredor e desci a escada enorme de mármore branco, minha mãe iria subir mas parou no início da escada e ficou me encarando.

- Antes que pergunte, vou sair e não vou ficar pro chá depois do almoço, vou almoçar fora.
Falei enquanto descia os degraus, ela me encarou e segurou meu braço.

- Você não vai!

- É mesmo? Quem vai me impedir? Fala sério mãe. Quer que eu fique pro chá? Realmente quer que eu fique?

Puxei meu braço e caminhei em direção ao hall de entrada, abri a porta e caminhei pelo jardim e abri o portão, passei e olhei para ambos lados das ruas do condomínio e ouvi um carro buzinar, procurei pelo carro e vi que era o do Justin, fui até lá e entrei.

- Minha mãe não queria me deixar sair.

- Imaginei que isso fosse acontecer.- Ele falou e ligou o carro, ficamos calados e resolvi ligar o rádio, e estava tocando uma música que adoro, cantatolei baixinho e ouvi ele cantar junto comigo.

- Adoro essa música, mas acho que a batida deveria ser diferente, mas lenta.- Falei e ele concordou, cantamos várias músicas até chegar na casa dele, não era em um condomínio mas era linda por fora, gramado verde e enorme, desci do carro meia insegura e ele segurou minha mão e sorriu.

- Relaxa, ela não vai te matar.

Passamos pelo jardim e entramos no hall, era lindo, o piso era carvalho dover escuro, o que é raro, o salto da bota fez um barulho irritante e Justin começou a rir, a casa estava em silêncio ei único barulho vinha das minhas notas e da risada do Justin.

- Por que você tá rindo?

- Desculpa, mas você fez uma careta quando a bota fez barulho.

- Ah, bobo. Está tudo em silêncio e eu chego fazendo barulho...

- Relaxa. O povo deve tá lá atrás, isso aqui nunca fica quieto. Vamos lá.

Ele fechou a porta e segurou em minha mão novamente, aquilo estava me deixando toda arrepiada e nevorsa, caminhamos pela sala de estar, passamos pela cozinha e finalmente chegamos a parte de trás da casa, estava um mega barulho, ele abriu a porta e todos nos encaram, duas crianças loiras e fofas vieram até nós e abraçaram as pernas do Justin, ele soltou minha mão e abaixou para beijar eles, sorri encarando aquela cena e não tive coragem de desviar os olhos para olhar todos que estavam ali.

- Quem é ela?- O garotinho perguntou apontando pra mim.

- Ela é a Cat. Esses são meus irmãos, Jaxon e Jazmyn. - Justin falou se levantando e com um sorriso no rosto.

- Oi. Tudo bem com vocês?- Perguntei me abaixando.

- Tudo sim e você? - Jazmyn respondeu sorrindo e pulando.

- Eu estou bem.

- Você é namorada do Justin? Ele disse que a namorada dele se chamava Cat. Você se chama Cat. - O garotinho falou com uma voz fofa, eu não sabia o que responder, apenas sorri e me levantei.

- Tá bom, deixem a Cat em paz. Vão brincar.

- Justin, deixa eles, são crianças.

- Brinca de boneca comigo?

- Ela vai brincar comigo Jazzy, não com você.

- Eu vou brincar com os dois...

- Depois ela brinca com vocês, agora não dá.

Os dois saíram correndo e começaram a brincar de pega-pega, Justin segurou minha mão e foi me levando até a parte coberta, onde tinha uma churrasqueira e algumas mesas, uma mulher baixinha veio até a gente (olha quem fala), tá gente, ela era do meu tamanho, porém eu estava de salto, tinha olhos azuis e cabelos castanhos.

- Oie meu filho. Ah, finalmente resolveu trazer ela aqui. Mais bonita do que pensei que fosse.

- Mãe, essa é a Catherine, Cat, essa é minha mãe, Patricia.

- Pode me chamar de Pattie querida, seja bem vinda. É bom lhe conhecer finalmente, meu filho está mais sorridente depois que começou a falar com você. Nunca o vi tão bem. Ele gosta muito de você, chega em casa todo alegre falando de você.- Ela falou depois de me abraçar.

- Mãe...

- Sério dona Pattie?

Justin ficou vermelho e começou a coçar a nuca, olhou pra baixo sem conseguir me encarar.

- Sem o dona por favor. E sim, é verdade, e fica todo bobo. Quer um hambúrguer querida? Senta ali com ele.

- Eu... Vou apresentar ela pro meu pai, cadê ele?

- Foi ligar pro cara vir consertar o aquecedor da piscina. Tá no escritório.

- Quando chegamos na cozinha tava uma barulheira, pensei que estavam dando uma festa.

- É que seus amigos estavam aqui, mas foram comprar cervejas antes de vocês colocarem os pés aqui atrás, eu não consegui imperdir eles.

- Cervejas? Adoro. Vamos sentar Cat.

Sentamos em uma mesa e as crianças sentaram uma de cada lado de mim. Pattie me trouxe um hambúrguer que parecia delicioso, assim que mordir ouvi alguém falar meu nome e virei pra ver.

- Se soubéssemos que iria vir, tínhamos feito comida descente. Prazer, sou  seu sogro, Jeremy.

Eu fiquei sem reação com a última frase, terminei de mastigar e engoli, me levantei e apertei sua mão.

- Me chamo Catherine, mas pode me chamar de Cat.

- Pai, nós ainda não esta...

- Ainda, falou bem. Quer molho?

Jeremy me passou uma tigela com molho, retirei a parte do pão de cima e com uma colher adicionei o molho, fechei o pão novamente e mordi.

- Desculpa por isso. Quer refrigerante ou cerveja?

- Eu não bebo cerveja, aceito o refri.

- Tá bom, vou buscar.

Ele se levantou comendo o hambúrguer e foi até um frizer perto da churrasqueira, pegou um refrigerante e a cerveja dele, mas seu pai tomou sua latinha.

- Tá louco? Não vai beber. Você tá tomando remédios. Falando nisso, tomou hoje? - Pattie falou o encarado.

- Ah, fala sério mãe. Eu não preciso daquilo.

- Justin Drew Bieber, vá tomar seu remédio agora!

Ele saiu emburrado e preocupada fui atrás dele, o encontrei subindo os degraus da escada, ele olhou pra trás e parou, subi até ele e o encarei.

- Pra que você toma remédio?

- Eles acham que sou louco, que preciso de comprimidos pra me controlar. Saco.

- Você não é louco, mas os medicamentos nos ajudam a ficar bem, a melhorar. Vamos lá, vou com você.

Subimos a escada e caminhamos por um grande corredor, entramos em uma porta onde era o quarto dele.

- Pensei que teria uma bagunça daquelas aqui.- Falei olhando todo o quarto.

- Minha mãe pega no meu pé e me faz arrumar tudo, a empregada só limpa as coisas. Olha, fiz um quadro de você.

Olhei pra tela que ele falou e estava bonito, não como Picasso, ou Da Vinci, ele tinha me feito em forma de mangá e achei muito legal da parte dele.

- Não lembro de ter posado pra você.

- Até porque nunca fez isso. Vou tomar o comprimido pra gente descer.

Ele entrou no banheiro e saiu segundos depois, o encarei séria e o parei na porta do quarto.

- Antes de descermos, você realmente tomou o remédio Jus?

- Claro que sim.

- Não está mentindo pra mim?

- Claro que n... Eu não tomei. Eu não preciso daquilo.

- Se não precisasse o médico não passaria. É pro seu bem. Por favor, toma o remédio.- Falei o encarando nos olhos, fiz um carinho em seu rosto e ele beijou minha mão.

- Só porque você pediu.

Ele voltou pro banheiro e fui junto, pegou uma pílula e engoliu, pegou água da pia e tomou. Depois me encarou e sorriu de canto, deixei minha bolsa no sofá e saímos do seu quarto, no corredor meu celular começou a tocar e voltei para atender, peguei e atendi enquanto andava até onde Justin estava.

- Estou sim e você?

- Melhor agora falando com você.

- Ah, para.

- Vamos sair hoje? Vai ter o jogo de...

- Eu vou.

- Então te busco as...

-Não, eu vou com o Justin.

Ele me olhou alguns degraus à minha frente, fiz um sinal que depois explicaria e continuei descendo a escada.

- Não acredito Catherine. Você vai sair com ele e não comigo.

- Eu e você não temos mas nada, e acho que continuar nos falando vai piorar as coisas. Eu tenho que desligar Matth.

Justin estava chegando na cozinha mas quando ouviu o que falei acelerou os passos e saiu pro jardim de trás, coloquei o celular bolso da calça e fui atrás dele, o vi correr para a rua e entrar na floresta, fui em sua direção e ao entrar na floresta senti algo estranho, não conseguia ver o Justin e fiquei preocupada. Peguei meu celular e digitei uma mensagem pra ele, cheguei em uma clareira, olhei pra todos os lados e voltei a atenção pro celular, assim que eu ia enviar alguém tocou meu braço, me virei e não tinha ninguém, voltei a olhar pra frente e vi Johnny sorrindo.

- Cat. O que tá fazendo aqui? É perigoso sabia?!

- Oie John. Eu não sabia, só vim atrás do...

- É melhor você sair daqui.

- Eu preciso encontrar o...

- Catherine!  O que veio fazer aqui?- Justin apareceu e seu tom de voz estava diferente, sua mão fechada em punho e eu sabia o motivo. Fui até ele e parei em sua frente, ele não desviava o olhar do Johnny.

- Jus, você saiu correndo, eu quero te explicar o que aconteceu. Fiquei preocupada com você. Entrou nessa floresta estranha e...

- Uê, Cat, você disse que ele não era seu namorado então, pra que explicações?

- Não chama ela de Cat. Você não tem intimidade. Cat  vamos embora.

- Justin! Eu disse que ele pode me chamar assim. Vamos sim. Tchau Johnny.

Apenas ascenei e senti Justin segurar minha mão, ele estava apertando e então parei de andar e puxei minha mão.

- Você estava apertando minha mão.

- Desculpa. Eu sou um babaca. Caralho.- Ele falou e xutou um galho.

- Por que você ficou com tanta raiva?

- Ele tava te comendo com os olhos. Ele não presta. Só você não percebe.

- Conheci ele ontem, caramba. Vamos voltar pra sua casa. Johnny disse que aqui é perigoso.

- Eu mando em tudo aqui, e não é perigoso, mas não é bom você ficar aqui.

- Como assim, manda?

Ele estava de costas pra mim e senti começar a ventar muito forte.

- Vai chover, é melhor você voltar.- Ele falou ainda de costas, vi ele fechar a mão e andei até sua frente, ele me encarou e desviou o olhar.

- Você me trouxe pra sua casa, agora vai me deixar sozinha lá com sua família? Acho que não foi uma boa ideia eu ter vindo, vou chamar um táxi.- Falei e comecei a andar, o salto fino da minha bota ficou preso na terra e eu não conseguia tirar, estava à poucos passos do Justin e ele me encarava.

- Eu só queria passar mais tempo com você, mas seu ex liga e agora aquele cara. Eu realmente gosto de você e é tão irritante aqueles caras querendo ter você pra eles. Não dá, isso me deixa furioso.- Ele falava vindo até mim. Segurou meu pé e puxou, quase cai mas ele me segurou pela cintura.

- Eu estou aqui com você, não com eles, então fica calmo.

Ele fitava meus olhos, suas mãos estavam na minha cintura, senti um desejo incontrolável de beijar ele, minhas mãos estavam no sei peitoral, o puxei pela blusa de frio e o beijei, ele me apertou contra seu corpo mas o clima e o beijo foram cortados com os pingos de chuva, nos separamos e começamos a correr, minha bota tava me atrapalhando, ficava presa na terra da floresta, Justin falou pra mim subir em suas costas, mas eu não queria, me senti desconfortável.

- Até chegarmos lá, vamos estar molhados. Sobe.- Ele disse e eu subi, começou a correr entre as árvores, atravessou a rua e parou na entrada da sua casa, estávamos molhados e assim que desci de suas costas me lembrei do celular o peguei e estava encharcado, mas funcionava, Justin abriu a porta e ia entrando, mas eu o parei.

- Tá louco? Não podemos entrar, estamos molhados. Chama a Pattie.

- Então vamos andando pela lateral até a área da piscina.

Justin Bieber P.O.V.

Quando finalmente estávamos nos beijando começou a chover e todo clima foi embora.  Eu estava relembrando o momento enquanto tirava a roupa no banheiro da área da piscina, vesti o roupão e abri a porta, ao mesmo tempo que Catherine saia do outro banheiro vestindo o mesmo roupão.

- Tá bem frio aqui. E agora? Minhas roupas estão molhadas.

- Vamos colocar na secadora e enquanto isso você veste outra coisa. Vamos entrar.

Saímos de lá e fomos direto pro meu quarto, quando passamos pela cozinha minha mãe estava fazendo chá e pedir que colocasse as roupas da Cat na secadora.

- Você quer uma calça de moletom minha ou quer roupas da minha mãe?

- Ela já foi colocar minhas roupas pra secar, eu não quero incomodar mais, então acho que vou ficar aqui esperando.

- Não. Assim você vai ficar doente, vem comigo. Agora escolhe alguma coisa pra você vestir.

Entramos no meu closet e ela sem graça pegou um conjunto de moletom, saímos de lá e Cat entrou no banheiro e saiu vestida, tão sexy com aquelas roupas largas e grandes pra ela.

- Tá grande demais.- Ela falou olhando pra baixo e vendo a calça arrastar no chão.

- Só um pouco, vem aqui.
Ela veio, me levantei da cama e me abaixei, dobrei as duas pernas da calça e ficou bem melhor, fiquei de pé novamente e fitei seu rosto, os lábios estavam roxos e os cabelos molhados. Vi ela esfregar os braços e lembrei da janela aberta, fui até lá e fechei, ela sentou na cama e dobrou as pernas como de índio, seus dedos dos pés também estavam roxos então peguei um par de meias e lhe entreguei, fui pro banheiro e me troquei, quando sai vi Catherine mexendo no celular.

- Vamos pra biblioteca, lá tem uma lareira maravilhosa. Mas acho bom secar o cabelo, tem um secador na segunda gaveta no banheiro, vai lá.

- É que estou só com meias pra ir. 

- Ah é, vou pegar um chinelo pra você.

 

(...)

 

Eu e Catherine estávamos sentados de frente pra lareira e tomando o chá que minha mãe nos obrigou tomar.

- Estou horrível, meu cabelo está todo estranho e essas roupas...

- Você tá linda, de verdade. Prefiro com essas roupas do que toda montada com marcas de grifes. - Falei a encarando, ela sorriu e arrumou a coberta sobre os ombros. Ouvi barulhos e logo os causadores apareceram, Cat escondeu o rosto com o cobertor e os meninos me perguntaram quem era.

- É a Cat. Tá com vergonha, se arrumou pra vir aqui, pegamos a chuva e agora está usando minhas roupas.

- Qualé, mulheres ficam lindas de qualquer jeito quando são lindas de natureza. Relaxa Cat.- Chaz falou e sentou do lado dela, eu segurei suas mãos e as tirei de seu rosto, ela sorriu.

- Oi gente. Desculpa, não queria que me vissem assim.

- De boa Cat. E ai cara, vamos tomar umas cervejas?

- Não Ryan, minha mãe tá pegando no meu pé.

- Ele não vai beber, está tomando remédio. Não insistam. Estou de olho.- Cat falou e me encarou séria na última frase.

- Opa, já estão nesse nível? O relacionamento tá indo bem.-Chris disse abrindo uma latinha e bebendo em seguida.

- É melhor vocês irem ajudar minha mãe com os hambúrgueres pra não queimar.

- E vocês? Vão ficar aqui?

- Eu ainda estou com frio, mas daqui a pouco vou ajudar a Pattie.- Cat falou se cobrindo mais com o cobertor.

Os caras saíram e ficamos só nós dois lá, eu a encarei e sorri.

- Vamos conversar e nos aproximar mais? O que acha?

- Qual seu livro favorito? Desses daqui.

- Ham, acho que o Sol Do Horizonte, é uma ótima história. Qual sua matéria preferida?

- História com certeza. E a sua?

- Gosto dessa, mas prefiro artes. E qual seu presente de natal favorito?

- Uma carta.

- De quem?

- Aos dez anos meu melhor amigo descobriu que tinha uma doença terminal, no natal do mesmo ano acordei de manhã ansiosa pra abrir os presentes, eu vi a carta e reconheci a letra no envelope, sentada no chão eu li, ele disse que sentiria minha falta, que sabia ter apenas mais alguns dias de vida, na carta relembrava dos nossos momentos juntos, eu fiquei triste ao saber que ele iria partir, mas aquela carta foi a única coisa que me fez perceber o quão temos que aproveitar a vida, ele não estava triste por ter que partir, estava calmo e feliz, eu gostava tanto dele, Wells me pediu pra não chorar quando partisse, mas eu quebrei a promessa, ele era muito importante, aquela carta é a única coisa que ainda tenho dele além da saudades e lembranças. Foi a primeira pessoa que perdi, e doeu muito. Ainda doe. - Ela secou uma lágrima e suspirou.

- Desculpa, não queria te...

- Foi bom falar disso, mante-lo dentro de mim. E temos que saber coisas uns dos outros, pra tentar algo.

- Eu sei como se sente, já passei por isso algumas vezes, e o pior é saber que eu poderia ter feito algo pra ajudar e não fiz. Eu vivo com uma culpa, não que eu esteja dizendo que você seja culpada pelo seu amigo, mas eu sou.

- Sabe, com os anos eu aprendi, não devemos nos culpar, é a vida, infelizmente pessoas entram e saem de nossas vidas, umas ficam mais que outras, não podemos fazer nada. Não se Culpe, o que você fez foi o melhor, tudo tem sua hora.

- Você entrou na minha vida, se um dia for sair eu com certeza não vou aguentar, não posso te perder. - Falei acariciando seu rosto, meu coração batia acelerado só de pensar em minha vida sem a Cat.

- Eu acho que é muito cedo pra mim falar a mesma coisa, mas eu realmente não sei o que está acontecendo comigo, em dias eu já não penso minha vida sem você, não sei o que você fez comigo, mas está funcionando...

Eu ouvia atentamente suas palavras, meus olhos focaram em seus lábios, eu a queria só pra mim, anseiava aquilo, meu peito estava doendo, meu coração batia tão rápido que chegava a doer, não aguentei ficar ali, fitando seus lábios sem os te-los grudados nos meus. A beijei sem pensar no depois, levei minha mão que estava na sua bochecha para sua nuca e puxei sua cabeça para mais perto da minha, senti suas mãos envolta de meu pescoço e logo um arranhão, com minha outra mão a puxei para meu colo, eu só queria beija-la, toca-la, não conseguia pensar e quando dei por mim estava beijando seu pescoço, Catherine estava de olhos fechados, mas quando parei ela me encarou.

- Desculpa Cat, eu não sei o que, na verdade eu, quero dizer...

- Eu nunca fiz isso, sentar no colo de um cara, eu não consigo pensar direito, eu queria e ao mesmo tempo não, Justin... O que...

- Cat escuta, eu não sei o que foi todo esse desejo, eu consigo me controlar, mas com você... Eu perco o controle... Eu queria muito te beijar, mas...

- Atrapalho? Bom, só vim chamar pra almoçarmos. - Minha mãe entrou na biblioteca e Cat pulou de meu colo, minha mãe saiu e logo em seguida vi Catherine se levantar.

- Acho melhor eu ir embora.

- Não, por favor. Olha, me desculpa de verdade, eu te trouxe pra ficarmos mais tempo juntos, conversar, mas eu quis te beijar e perdi um pouco do controle.- Me levantei e parei em sua frente.

- Não tem que se desculpar, eu poderia ter parado mas queria aqueles beijos, mas é realmente melhor eu ir, porque isso foi estranho, não consegui me controlar. Eu...

- Cat, você não precisa ir, nem eu quero que vá. Por favor, fica.

- Então tá bom.

- Vamos almoçar? Ou quer ficar aqui se esquentando?

- Acho que já me esquentei o suficiente.

- Então você não vai querer vir pra cá depois do almoço, pra conversarmos mais?- Eu disse e  coloquei sua franja atrás da orelha.

- Acho que vai está bem mais frio depois que comermos.

- Então é sim?

Ela só me deu um selinho e começou a andar, respirei fundo e a segui, chegamos na sala de jantar e puxei a cadeira pra Cat sentar, sentei ao seu lado e nos servimos. Durante o almoço conversamos bastante, e a chuva lá fora parecia ficar pior a cada minuto, os trovões estavam mais barulhentos que o normal  e todos olhavam a reação da Catherine que fechava os olhos e mal conseguia comer, antes da sobremesa ela pediu licença e saiu, fui atrás dela.

- Você não precisa ter medo dos trovões. São apenas barulhos.

- Eu sei, mas é que tenho medo desde criança. São assustadores.

A abracei e ela chorou. Jazzy apareceu e cutucou Cat.

- Você também tem medo? Justin diz que não preciso ficar assustada, ele me beija e fala que tudo vai ficar bem. Vamos comer pudim.

Jazzy saiu puxando ela pela mão e eu as acompanhei. Sentamos novamente na mesa e todos nos encararam, segurei a mão de Catherine por baixo da mesa e ela me encarou. Nos servimos com pudim e depois fomos pra sala de estar com todos, Cat sentou ao meu lado no sofá. Ficamos conversando por um bom tempo ali, até dá o horário do jogo.

- Cat, vamos ao jogo né?!

- Claro. Só vou me trocar.  Você conseguiu os ingressos?

- Depois que te deixei na sua casa.

- Vocês vão ver o jogo? E nem convida a gente.- Chaz perguntou.

- Só consegui duas entradas.

Falei e todos ficaram resmungando, eu disse pra Catherine ir pro meu quarto que iria pegar a roupa dela na secadora e levaria pra ela, cheguei no quarto vi ela sentada na cama falando no celular. Deixei as roupas na cama e fui pro meu closet, peguei uma calça, cueca, blusa, moletom, separei tudo e fui ao banheiro, passei pelo quarto e senti Cat me olhar, tomei um banho rápido e quando sai com a toalha envolta da cintura vi ela de costas pra mim, mas se virou quando ouviu meus passos, mas ao me ver de toalha ficou de costas e fechou os olhos.

- Eu não sabia que estava de toalha.

- Tudo bem. Pode virar.

- É melhor não, vai logo se vestir. E, bom, será que posso tomar um banho no seu banheiro?

Ela ainda estava virada, e segurava a bolsa nas mãos.

- Claro, vou pegar uma toalha. Vem.

Entramos no closet e lhe entreguei uma toalha branca, ela pegou e ficou me encarando, percebi seu olhar em meu peitoral mas segundos depois saiu e logo ouvi o barulho da porta do banheiro fechando. Troquei de roupa, passei desodorante e perfume, sentei no sofá do quarto pra colocar os sapatos, queria secar o cabelo, porém, Catherine estava tomando banho, e o secador está na gaveta do gabinete da pia, continuei sentado pensando em como matar todo o clã dos vampiros de uma só vez. Depois de alguns, longos minutos Cat coloca a cabeça pra fora do banheiro e me pede a bolsa e as roupas, dizendo que esqueceu de levar. Lhe entreguei tudo e esperei que saisse, pouco tempo depois a vejo saindo com a bolsa na mão, ela me encarou e sentou do meu lado.

-E minhas botas? Onde estão?

- Elas não estão molhadas?

- Não. É coro legítimo e como minha calça não molhou muito, então não entrou água dentro.

- Bom, estão ali.

Apontei e ela foi pegar, vestiu o par de meias dela e colocou a bota, fui pro banheiro e sequei o cabelo, estava penteando quando Cat entrou com dóis pincéis nas mãos e algumas outras coisas, colocou sobre a bancanda e me encarou, pos eu a olhava atentamente, ela riu e colocou alguns fios do cabelo atrás da orelha, todo restante estava preso em um coque que se soltaria a qualquer momento, ela começou a passar coisas no rosto e eu a olhava, quieto, adimirando aquela garota que estava do meu lado, vi ela me fitar pelho o espelho e sem graça voltei a cuidar de meu penteado, sai de lá depois de avisar que esperaria na sala de jogos.

Meu pai, chamou eu e os caras pra falar dos vampiros, iriamos resolver tudo amanhã de manhã, conversamos sobre cada detalhe, mas mudamos de assunto quando Cat apareceu. Ela tava linda, sei que estava com a mesma roupa de hoje cedo, mas ainda sim, linda.

- Queria poder colocar outra roupa, será que dá pra passarmos na minha casa?

- Mas você tá linda assim. E já estamos em cima da hora.

- Então vamos.

Nos despedimos de todos e entramos no meu carro, continuava chovendo forte, Cat ligou o som e cantarolamos algumas músicas, estacionei o carro e peguei uma blusa que estava no banco de trás e dei a ela.

- Pra você colocar sobre a cabeça, deixa a bolsa no carro.

-  Mas Justin, minha carteira, tá na bolsa.

- Não se preocupa, eu pago tudo tá?! Leva só o celular caso de emergência.

- Mas...

- Se você levar a bolsa além de molhar, vou ficar chateado. Vai, me deixa te mostrar um pouco de mim.

- Tudo bem.

Saimos do carro e acionei o alarme, Cat colocou a blusa sobre a cabeça e o celular dela coloquei no bolso de minha calça, corremos até a entrada do ginásio, finalmente área coberta, entreguei os ingressos e passamos pela "revista", subimos a rampa em direção as arquibancadas e procuramos nossos lugares, ficamos conversando e cantamos o hino junto com a torcida e os jogadores, em seguida o outro hino e o jogo começou, Canadá estava ganhando e a cada ponto Catherine vibrava de alegria. Final de jogo já não estava chovendo mais, fomos até meu carro e levei Cat para uma lanchonete, assim que entramos começou a cair uma tempestade.

- Aquele hot-dog do ginásio era horrível.

- Horrível mesmo. Desculpa Cat.

- Você não tem culpa. Aqui tem ótimos donuts e um café incrível.

Fizemos o pedido e ficamos conversando, as vezes eu ficava olhando o jeito como ela comia, limpava a boca suja das coberturas dos donuts, eu posso realmente estar apaixonado, mesmo que isso vá contra tudo da minha vida, mas já abriram exceções antes sobre isso e como futuro alfa eu também tenho direitos.

- Justin...

- Oi?

- Você tá me deixando sem graça.

- Oh, me desculpe. Mas você é tão linda Cat.- Eu estava parado olhando para ela, sorriu tímida e quando iria falar algo a garçonete trouxe a conta.

- Algo mais? Qualquer coisa, é só pedir.- Ela falou olhando pra mim e no final mordeu o lábio inferior.

- Eu quero uma coisa, que você suma daqui. - Catherine disse com a voz alterada.

Me levantei e deixei o dinheiro sobre a mesa, Cat se levantou e pegou sua bolsa, a garçonete me encarou sorrindo, mas não dei importância e segurei a mão da minha garota. Saimos da lanchonete e estava chovendo, mas meu carro estava perto da entrada, destravei as portas e entramos.

- Me desculpa por aquilo.

- Olha, não temos nada, você pode flertar com quem você quiser. Me leva pra casa por favor.

- Não temos ainda, mas pra mim é como se já fossemos um casal. Ela que estava se oferecendo, eu estou com você, quero ter algo sério com você Cat.

- Justin, eu ainda não consegui absorver tudo até agora, de repente estamos conversando, nos beijando, saindo... Eu não vou mentir, e dizer que não sinto nada por você, mas desde que você chegou naquela escola, sei lá, é como se tivesse um imã, não sei, eu fico querendo estar com você e, caramba olha aquele cachorro, vai matar o homem, meu Deus!!!

Olhei pra janela e sai correndo do carro até o tal cachorro, mas na verdade era um lobo, ele estava arrastando o homem para parte escura do estacionamento, não podia me transformar mas eu tinha algo, como poder de um alfa mesmo ainda não sendo falei em sua mente: " Solte o cara agora, eu sei o que você é, também sou. Posso te ajudar a controlar isso.", ouvi um uivo e vi o cara saindo correndo em minha direção, sua perna estava sangrando e seu olhar era de medo, o deitei no chão e vi Cat ligando provavelmente pra ambulância, corri atrás do lobo, precisava saber quem era e quem o transformou. Corri algumas ruas até chegar em um beco onde ouvi barulhos e gritos, vi então um cara sair de trás de uma lixeira, estava pelado e então fui até ele.

- Quem te transformou? - Perguntei antes de chegar até ele.

- Não sei o que está acontecendo comigo. Você disse que pode me ajudar.- O cara disse, e quando cheguei perto não acreditei no que estava vendo.

- Você?  


Notas Finais


Finalmente né gente!? Aleluia kkkkk
Cadê os fogos pra minha volta????? Lol
E ai, palpites sobre quem é?


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