História Apenas um desejo - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Tags 2jae, Jackbam, Markijin
Exibições 108
Palavras 1.316
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Fantasia, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hello pessoal, voltei depois de milênios, sei que enrolei muito, porém estou aqui.
Comunicado perdi minha beta, se alguém ver ela por aí me avisa, perdi todo contato com ela. Angelus....
Então tive que pedir Minha outra beta para corrigir o que demorou um pouco.
Falta 5 favoritos para chegar a 100, o que me deixa muito feliz, eu quero agradecer, todos os comentários, favoritos, quero agradecer a os leitores em geral, e dizer que quando chegar a 100 VoCÊS podem escolher algum tipo de comemoração o que vocês quiserem(digam nós comentários)
Ah e meninas que haviam me pedido Markbam, eu já tenho três capítulos prontos.

Capítulo 8 - 8. São tantas notícias ruins


 

Uma semana havia se passado, desde que eu e Bambam conversamos sobre "nós" e sobre como nunca "nós" nunca existiu. Como era sempre só eu.

Eu agia como um mero funcionário e ele como um patrão, eu fazia tudo que ele mandava e, uma vez ou outra, recebia elogios. Qualquer funcionário ficaria feliz, com isso, mas se tem uma coisa que eu não estava, era feliz.
 

Essa semana foi barra, ver ele todo dia e não poder tocar seu corpo. As lágrimas acabaram se secando.

No dia em que eu sai da empresa, eu estava perdido e, sem saber para onde ir, acabei dormindo na rua, mesmo, num banco qualquer. Depois, acabei  descobrindo que tinha uma casa porque, pelo jeito, a fada havia visto tudo para mim. Esse desgraçado...! Ele sabia que o Bambam ía me rejeitar e, mesmo assim, me concedeu meu desejo.

Essa semana eu não comi direito, não sentia fome e piorou mais ainda quando descobri que o Bambam era noivo, aquele foi o pior dia da semana.

Flashback

Eu havia conseguido virar amigo de algumas pessoas ali. Pensando por um lado, a empresa era boa, até os empregados eram competentes.

Quando cheguei, estava uns cochichos, então resolvi perguntar qual era o da fofoca.

- O que tá acontecendo? - perguntei à menina que sentava do lado da minha mesa.

-A noiva do Bambam está vindo visitar ele e ela é horrível  - falou, mas minha mente parou na parte "noiva". Ele iria se casar? 

Meus olhos começaram a marejar, mas eu não podia chorar, ele seguiu a vida e agora eu tinha que aceitar.

- Dizem que ela é muito bonita, porém é uma megera! Não sei se já ouviu falar, mas é a Taeyeon. Ela também é podre de rica. 

Claro que ele iria se casar com uma milionária. Porque ele se casaria com um pobre que não tem nem onde cair morto, como no meu caso?

- Oh! Que sorte a dele, né? - disse, com uma risada falsa. 

Nesse exato momento, uma menina loira chegou com um belo casaco de pele. Eu me levantei e fiquei a sua espera na porta, ela se aproximou e eu abri a porta da sala do Bambam. Então ela entrou, sem nem mesmo olhar para meu rosto. Notei quando Bambam a viu, ele olhou para ela mas seus olhos desviaram para mim. Ele queria ver minha reação? Pois fique esperando porque na sua frente nunca mais há de cair uma lágrima, ou alguma demostração de afeto.

- Senhora gostaria de alguma coisa? -perguntei à noiva de Bambam que se sentou e tirou o seu casaco.

- Coloque meu casaco estendido ali, por favor, e me traga um chá de ervas, com três colheres de açúcar. 

- Sim, senhora. 

Peguei seu casaco e percebi que nunca tinha colocado a mão em um pano tão fino, logo depois fui atrás do chá de ervas.

Enquanto o dia se passava, percebi que aquele casamento era fachada a partir do momento que nenhuma carícia era trocada e nem um assunto a não ser negócios era falado. Consegui perceber isso quando levei o chá. Documentos era o almoço deles. Entrei e sai diversas vezes da sala dele e nada vi. Eu estava triste, mas acho que fiquei um pouco aliviado quando vi que não existia amor.

Flashback off

Nada melhor que a hora da saída. Quando eu entrava nessa empresa, eu já queria ir embora. Engraçado, parecia até escola.

Meu telefone começou a tocar e logo o tirei da bolsa e atendi.

- Alô?

- Oi, Jackson.

- Amber, oiii.

- Onde você está?

- Também estou feliz em falar com você, obrigado. E, respondendo sua pergunta, estou na Tailândia.

- O que você está fazendo aí, é aquela história do Bambam de novo? 

Amber era minha amiga desde as épocas de escola, ela sempre me ajudava quando eu ficava chorando ou enchendo a cara por sentir falta do Bambam. Bambam chegou a conhecê-la, mas foi bem no comecinho, logo depois, ele foi embora. Ela sabia do meu pai e me ajudava a tomar conta dele, ela era a melhor amiga do mundo.

- Eu não quero mas saber dele. - ela gargalhou do outro lado. - Amber, porque você me ligou? E para de rir aí, coisa chata.

- Então Jackson..... Notícia muito ruim para te dar. - só podia ser uma coisa e, meu Deus, quando ela agia assim, coisa boa não era.

- O que aconteceu com meu pai? - perguntei. Eu já andava de um lado para o outro. As pessoas saiam da empresa e me olhavam.

- Ele....Ele foi internado. 

OH, Deus.

- Porque?! FALA LOGO!

- Ai! não grita. Ele foi internado depois de ter passado muito mal, eles o levaram direto para o hospital e fizeram o exame. Eu sinto muito mesmo. 

"Fizeram o exame" e "sinto muito" na mesma frase... Minhas lágrimas já desciam, só em ouvir isso.

- O que e-ele tem?

- Câncer no figado e está espalhando. E eu não sei se ele vai conseguir sobreviver aos tratamentos. 

Me sentei no chão e limpei minhas lágrimas. Eu sabia que esse câncer era por causa das bebidas e sabia que tinha que ser forte, eu não podia perder a única familia que tinha, eu só tinha ele e a Amber e ninguém mais, eu preciso dele.

- Amanhã, eu estou ai, vou sair da Tailândia hoje mesmo. - e desliguei o celular. Eu precisava de dinheiro, teria que pedir um adiantamento. Eu precisava falar com Bambam, será que ele daria? Eu nem havia começado direito e já pediria dinheiro.

Nesse exato momento, ele saiu pela porta da empresa, com seus dois seguranças, e, quando me viu sentado no chão, foi correndo direto para mim.  Olha, ele estava realmente preocupado?

- Jackson, o que foi? Você está se sentindo mal? - ele perguntou colocando a mão no meu rosto, eu virei o rosto e ele percebeu o que estava fazendo então tirou a mão. Me levantei e ele ainda continuava com aquela cara de preocupação.

- Senhor Bambam, eu quero perguntar se você pode me dar um adiantamento de salário e se pode me deixar me retirar amanhã, preciso resolver um problema pessoal.

- Problema pessoal? - perguntou. - Venha amanhã, no meu escritório, que eu te dou o pagamento. 

Ele queria saber, eu sei que ele estava curioso, mas ele não fazia parte da minha vida, logo, não precisava saber de nada sobre ela.

- Obrigado, senhor. - disse e sai andando.  

No outro dia, eu já estava na Coréia. Acabei chorando muito, quando vi meu pai naquele estado. Já estou um mês aqui e não queria sair do lado dele, nem podia já que tenho quase a certeza de que o seu tratamento não estava dando efeito, o médico sabia, mas não falava e eu também não queria acreditar. 

Bambam ainda não sabia de nada e eu também nem avisei. Quando voltasse, já estaria despedido, com toda certeza, mas isso realmente importa?

- Jackson, você já comeu? - Amber veio andando até minha cadeira.

Eu estava magro, tão magro. Nesse mês eu não comia muito, não tinha fome, a preocupação de meu pai melhorar me deixava ansioso, então eu não queria sair do hospital, o que me deixava cheio de olheiras, por não conseguir dormir, naquele sofá.

- Jackson, você já viu como você está? Você está horrível, está barbudo, magro, com olheiras. Quem passa por você sente medo.

- Amber, quando meu pai melhorar eu fico bonito de novo. - eu sorri e a abracei.

Nesse mesmo dia, o médico disse que meu pai havia melhorado. Eu vi e conversei com ele, realmente, ele estava bem. Eu o abracei, disse que o amava e que apenas iria para Tailândia me despedir e que amanhã, de noite, eu estaria de volta.
Nunca mais largaria meu pai. Nunca.


Notas Finais


Espero que tenham gostado esse capítulo foi um simples capítulo, nele eu quero mostrar o amor que ele sente pela sua família é tão grande que ela larga tudo é todos por ela, e esse capítulo é uma preparação para os próximos hehebebebbege


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