História Apenas um olhar - Capítulo 4


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Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: FemmeSlash, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Casa nova


Fanfic / Fanfiction Apenas um olhar - Capítulo 4 - Casa nova

POV Nina

Foram longas 11 horas de avião até chegamos ao nosso destino, depois que pegamos as nossas bagagens, alguém nos esperava no aeroporto era um senhor e uma moça que imagino ser sua filha, que nos esperava com um cartaz em suas mãos, dizendo em letras grandes BENVENUTO ALLA FAMIGLIA MARCONI ITALIA ! (Bem-vindo família Marconi a Itália ), logo eu meus pais e meu irmão fomos ao seu encontro, a bela jovem imediatamente abre um sorriso enorme ao nos vê se aproximando, e o senhor que está ao seu lado nos cumprimenta.
-Benvenuto signore e signora Marconi. Minha mãe fala.
-Grazie signore Capri. (Obrigada senhor Capri)
-Prego. (De nada). Em seguida ele ajuda minha mãe e meu pai com as nossas bagagens.
E o meu irmão que não é bobo em nada vai logo se apresentando para a jovem de belos olhos.
-E aí gata o meu nome é Anthony, mas todos me chamam de Anton e você?
Eu apenas fico observando o meu irmãozinho pagando mico como sempre, por outra lado a bela jovem sorri sem jeito e fala.
-Non capisco. (Não compreendo).
Ele olha pra mim com cara de tacho e fala. -O que ela disse?
-Bom ela disse que não compreendeu o que você falou.
-Já que você é tão esperta assim nos apresenta.
-Ok deixa comigo. Me aproximo dela e falo.
-Tchau. (Oi) e estendo a minha mão direita dizendo.
-Molto piacere, me chiamo Maggie Annie, me chiami Nina. (Muito prazer, me chamo Maggie Annie, me chame Nina)
-Come ti chiami? (Como você se chama)
-Tchau, me chiamo Roberta, molto piacere. (Oi, me chamo Roberta, muito prazer)
-Parla italiano? (Fala italiano?)
-Parlo poco italiano. (Falo pouco italiano)
-Tu parla portoghese? (Você fala português? )
-Parlo poco portoghese. (Falo pouco português)
-Mi dispiace, non ho potuto resistere a fare una battuta con il fratello, ( me desculpe, eu não pude resistir a fazer uma piada com seu irmão).
-Va bene, (tudo bem). Após dizer isso nós começamos a rir e meu irmão ficou sem entender nada, nesta hora minha mãe nos chama para entrarmos nos carros, pois o senhor Capri veio em um carro e Roberta em outro, então nos dividimos eu e meu irmão fomos no carro vermelho conversível com a Roberta, e mamãe e papai foram com o senhor Capri no carro amarelo.
Fomos direto para casa que antes era do meu avô, e agora é de minha mãe, ela disse que não era a mesma casa onde ela morou quando era pequena, e nunca tinha vindo antes para conhecer a casa.
Roberta me explicava que levaria mais ou menos uma hora até chegar lá, que fica em Lombardia cuja a capital é Milão, ela me dizia que não era uma simples casa como eu imaginava, e sim um palace.
-Espera está dizendo que vamos morar em um palácio?
-Sim, é um dos móveis de luxo mais cobiçados de Milão. Fiquei de boca aberta após ela dizer isso.
-E tem mais.
-O que mais tem sobre esse lugar. Não sou uma pessoa muito curiosa, mas o jeito que ela falava sobre essa casa, quer dizer palácio me deixou muito curiosa.
-Ela foi construída em 1593 sobre as ruínas de uma antiga Fortaleza em 1200 Acre Park, nos arredores de Milão, com um plano em forma de u.
O meu irmão quase que sai do carro em movimento quando chegamos bem próximo do lugar e grita de um jeito engraçado.
-Não acredito que vamos morar num castelo!
-Aí para com isso Anton, você vai acabar assustando os fantasmas. Assim que terminei de dizer isso Roberta começou a rir quase que desesperadamente.
-Realmente aqui é um belo lugar, nunca imaginei um dia morar em lugar como esse.
Roberta para de rir e me olha um pouco séria e diz.
-E sabe o que mais tem aqui.
-Não o que? Ela olha para os lados e fala um lindo sorri em seu rosto.
-Aqui tem 2 jardins um no lado sul e outro do lado norte.
-Nossa que legal! Para um instante e fico pensando na Natasha, pois ela não sai dos meus pensamentos nem por um segundo, então ouço uma voz me chamar.
-Terra para Nina, chamando terra para Nina. Me desperto de meus pensamentos.
-O que, o que foi?
-Nada não maninha, é que a Roberta tava ficando preocupada com você, porque você estava fora do ar como sempre.
Olho para ela com a maior vergonha e falo.
-Peço desculpas, é que as vezes fico tão dispersa em meus pensamentos que as vezes esqueço das pessoas ao meu redor.
-Resumindo em poucas palavras, ela viajar pro mundo da lua quase sempre, você se acostuma com tempo, não se preocupe com ela Roberta.
Ela sorri meio sem jeito, e vai abrir a porta da frente como a gente havia chegado primeiro antes de nossos pais e do senhor Capri, meu irmão passa o seu braço pelo meu ombro e diz.
-Nossa que gata essa Roberta em maninha.
-O que?
-Não vai me dizer que não prestou atenção nas belas curvas dessa gata? Balanço a cabeça negando que não.
-Qual é Nina ta me dizendo que não reparou na bunda, e que bunda ela tem da até vontade de... nem deixo ele terminar de falar e vou tirando o seu braço do meu ombro indignada olho para ele e falo.
-Por que você não para de agir como um idota, e respeite a Roberta a gente acabou de conhecer ela, ela é uma moça de familía.
-E isso não impede dela ser uma gostosa.
-Para com isso, não estamos mais no Brasil onde homens como você agem como perfeitos trogloditas quando olham para uma mulher bonita.
-Olha quem fala, você praticamente quase que comeu ela com olhos quando ela estava de costas abrindo a porta.
-Que absurdo!
-Absurdo é, devia ter visto a cara que você fez quando olhou pra a bunda dela.
-Eu não olhei para onde você disse que olhei.
-Então por que está tão vermelha como um tomate, e ta gaguejando tanto?
-Porque você está me deixando constrangida com esses absurdos.
-Mente que eu vou fingir que eu acredito, qual é irmãzinha pode me conta eu sei que a gente joga no mesmo time.
-Porque não para de falar besteiras e me ajuda com as malas, elas não vão sair sozinhas.
Neste momento Roberta vem ao nosso encontro, e nossos pais chegm e meu pai sai do carro maravilhado com a casa nova.

Notas Finais


Uma boa leitura.


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