História Apenas uma aposta? - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Aposta, Desafio, Fanfic, Lemon, Original, Yaoi
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Palavras 3.955
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


OPA, OPA, OPAAAAAAA!!!
VOLTEI :3

Harooo
Td bom com vcs ?
Demorei mto ?

Aahh minha gente, muitas idéias estão surgindo para os capítulos!!

Tô imaginando até um final :v

Mas n vamos falar sobre isso, vamos apenas ler esta delicinha!

Capítulo 16 - Uma noite que não será lembrada.


Fanfic / Fanfiction Apenas uma aposta? - Capítulo 16 - Uma noite que não será lembrada.

                             Call/On

[Sábado 12:38AM]

— Tudo certo pra hoje à noite ?

— Tudo... Só quero saber o que você vai fazer com isso...

— Você vai ver! Eu só vou ganhar o meu dinheiro

— Jhon, só não faz merda, okay ? Caleb já tá meio puto com você, se você fizer algo que prejudique ele ou o Lawrence, ele não vai te perdoar tão fácil...

— Não vou prejudicar ninguém, Billy! Vou apenas ganhar o meu dinheiro!

— Cuidado...

— Não tenho medo dele!

— Não é ter medo dele, e sim ter medo de perder ele!

— Billy eu tô sem paciência pra isso agora, depois a gente se fala!

— Depois não diga que eu não avisei...

                             Call/off

                             Narrador/On

   Na sexta-feira a mente dos meninos ficou muito confusa. Williams não entendia o porquê de ter partido para cima de Lawrence daquela forma, muito menos porque o garoto o puxou para mais perto. No entanto, Lawrence, estava certo de que ele gostava de Williams mais que o necessário, mas ele não queria que isso fosse verdade, a situação entre eles era muito bipolar e ele mal imaginava um relacionamento a partir disto.

   Williams sumiu durante a tarde toda, Lawrence foi ao quarto de seu amigo para passar o tempo, quando voltou, a esperança de ver Caleb o esperando morreu, ao chegar no quarto viu tudo como ele havia deixado, Williams não tinha passado por ali, ao perceber que era burrice o esperar, se deitou e dormiu.

   O loiro chegou no quarto e viu Lawrence dormindo, era madrugada, então sem fazer barulho ele apenas se deitou e adormeceu.

                             James/On

   Acordei pela manhã, no sábado, e vi Williams dormindo em sua cama, afinal, que horas ele havia chegado? Resolvi não o acordá-lo, tomei meu banho diário e fui até o quarto de Dylan.

— Bom dia... — disse ele ao abrir a porta, ainda muito sonolento.

— Bom dia! Daniel tá aí?

— Lógico, aqui é o quarto dele...

— Nossa, grosso!

— Desculpa, tô com sono...

— Hmmm... Eu volto em outra hora!

— Não! Entra... — ele me puxou para dentro. — Animado para a festa de hoje?

— Um pouco... Na verdade, acho que eu não deveria ir

— Ah… Só porque tá sendo planejada pelo amigo do Caleb? Por favor, né Lawrence

   Eu apenas abaixei minha cabeça enquanto ele se sentava na cama.

— Por que você está aqui tão cedo? — indagou ele.

— Acordei mais cedo e não queria ficar sozinho...

— Poderia ter deitado na cama do seu boy, aposto que ele adoraria acordar com você ao lado dele.

— Dylan, para! De uns tempos pra cá você tem ficado muito chato em relação à isso...

— Talvez seja porque isso incomoda ele. Já parou pra pensar nisso? — questionou Daniel, se levantando da cama e caminhando até o banheiro.

   Daniel havia acordado pois eu tinha elevado meu tom de voz, ele parecia meio mal humorado, estava apenas com uma cueca box, deixando seu corpo a mostra. E afinal, o que ele quis dizer com aquilo? Um silêncio tomou conta do quarto, até que ele saiu do banheiro.

— Desculpa, eu não tenho nada ver com isso...

— Tudo bem... — respondi, fitando o chão.

   Meu dia foi bem tedioso, não vi Williams no café da manhã e nem no almoço, parecia que ele estava me evitando. A sala de televisão tava aberta e Dylan, Daniel e eu, resolvemos ficar jogando lá, pra passar o tempo, só saímos de lá quando deu o horário de nos arrumarmos para festa.

                           Narrador/On

   O dia de Lawrence foi com seu amigo, Dylan, e seu conhecido, Daniel. Os três garotos ficaram jogando e conversando, apesar de o clima estar agradável, James achou tudo aquilo muito tedioso, pois tudo que queria era falar com Williams após o acontecido no quarto, porém este, não havia dado às caras em momento algum.

   Williams passou a tarde toda no porão da escola, ajudando na organização de tudo, a festa prometia, seria algo muito mais divertido do que a última, esta teria direito a luzes neon, música alta e bebidas alcoólicas, cuja as quais já haviam sido compradas e colocadas em um velho refrigerador que acabara de ser limpo.

   Estava tudo pronto, o relógio marcava oito horas da noite. Caleb já havia ido até o quarto e se arrumado, seu visual era composto por uma calça jeans preta, um tanto justa e rasgada nas pernas, do jeitinho que ele gostava, uma regata vermelha, um tanto aberta dos lados, e por fim, um tênis, também vermelho. Ele atraía alguns olhares, mas nada muito perturbador. No entanto, James, optou por um visual menos chamativo, uma calça jeans e uma camiseta preta cobriam seu corpo, um all star nos pés e nada além disso.

   Quando a maioria dos convidados estavam lá, a música alta começou a tocar, as bebidas começaram a ser servidas, coquetéis eram preparados no bar improvisado, e algumas garotas um pouco alteradas pelo álcool, dançavam na pista. E isso que a festa só tinha acabado de começar.

                             Jhon/On

   Estava tudo dando certo, a festa estava rolando e o povo estava se divertindo, eu mal havia conversado com Caleb, afinal, ele ainda estava bravo com tudo que tinha acontecido, o pensamento de que talvez eu não devesse continuar com aquele plano ridículo tomou a minha mente, porém, eu não tive coragem de desistir.

— Hey, Caleb! — chamei, assim que o vi passar por mim.

— Diga! — respondeu, em um grito, para que eu pudesse o ouvir sem que a música alta atrapalhasse.

— Você já experimentou algum drink? — questionei em seu ouvido.

— Ainda não bebi nada, e quero continuar assim até o fim da festa!

— Por quê?

— Quero me lembrar de tudo amanhã... — respondeu. — Já venho aí, vou falar com o Billy...

   Ótimo, ele não queria beber. Meu plano infalível mal tinha se iniciado e já estava descendo pelo bueiro. Caminhei até Caleb e Billy, eu precisava arranjar um jeito de fazer Williams beber.

— Hey, Billy?

— Fala brother! De boas? — me cumprimentou.

— Aham! Cara, cê experimentou algum drink ?

— Ainda não, por quê ? Tem algum para me sugerir ?

— Tenho dois! Espera aí... — disse, saindo e indo até o bar.

   Billy não sabia, mas estava me ajudando, afinal, quando ele provasse o drink, Caleb também iria querer provar.

— Hey... Aquele drink! — pisquei ao pedir tal drink para o garoto que estava me ajudando.

   Peguei o copo, grande e cheio, e levei até Billy, quando me aproximei o encontrei sozinho. Inferno! Será que seria necessário forçar Caleb a beber aquilo!!

                             James/On
                            
   Cheguei na festa e fiquei rodando pelo local por horas, quando cheguei estava acompanhado de Dylan e Daniel, mas o tempo passou e Daniel decidiu curtir a festa sozinha.

— Cansei de ser cachorrinho do seu amigo, vou me divertir um pouco, se precisar, você sabe onde me encontrar... — disse Daniel para Dylan.

   Dylan era um bom amigo, me acompanhou na festa por horas, muito tempo havia se passado, acho que umas três ou quatro horas, até que Dylan decidiu fazer o que realmente queria, e eu não o impedi, afinal ele já tinha feito muito por mim.

— Hey, James! Eu vou atrás do Daniel, fiquei sabendo que se ele beber demais ele acaba abrindo o bico... Quero descobrir uma coisa sobre ele!

— Tudo bem, não se preocupe comigo, eu sei me virar!

— Até amanhã, então.

   Amanhã ? Significa que ele não queria mais minha presença naquela noite, de qualquer forma, não sou mais criança e Dylan não vai estar sempre comigo.

   Comecei a rodar pela festa e vi Williams, finalmente eu o vi, porém não era de uma forma muito agradável. Uma garota ruiva estava literalmente se esfregando nele, me deu vontade de ir lá e me enfiar no meio, mas logo a realidade me deu um tapa, e jogou na minha cara que eu não poderia fazer aquilo.

   Por sorte, Jhon resgatou Williams das mãos daquela garota assanhada, era estranho, mas eu estava grato à Jhon por isso.

                             Caleb/On

   Depois de, finalmente, a festa ter começado, eu fiquei andando a toa pelo local, fiquei apenas observando o pessoal e vendo o quanto aquele povo era hilário quando bêbado, tinha até  zelador lá na festa, e aquele ali, tinha bebido altas, era o velhinho sensação do momento, sem maldade nenhuma ele dançava entre os jovens e adolescentes, provavelmente relembrando o tempo de quando era mais novo, eu estava rindo enquanto o observava, até que uma garota veio em minha direção e me pressionou contra a parede, ela começou a dançar e a se esfregar em mim. Se fosse em outros tempos, eu provavelmente aproveitaria de sua embriaguez, mas agora, aquilo me incomodava, e eu não sabia dizer o porquê.

   Antes que eu pudesse ser grosso com a garota, Jhon me chamou e se fez minha brecha para sair daquela situação.

— Cara, você tem que experimentar esses dois drinks, sério!

— Ah... Quer saber, eu não vou conseguir ficar sem beber, e já se passou muito tempo de festa... Me dá um pouco desse treco!

— Calma, experimenta esse primeiro... — disse ele, me entregando um copo azul, que continha um líquido de cor alaranjada dentro.

— Hmm... — murmurei ao experimentar. — Não é ruim... — concluí.

— Agora experimenta este — me empurrou um copo vermelho, com algo meio amarelado em sua capacidade interna.

— Gostei desse também… — murmurei depois de experimentar.

   Ele pegou um terceiro copo, este estava vazio e era maior em relação aos outros dois, pegou uma garrafa de tequila que estava sobre o balcão, colocou um pouco da bebida no copo e em seguida misturou as duas bebidas que eu acabara de experimentar, foi nesse momento que eu tive a certeza de que eu não lembraria de mais nada no outro dia.

— Caraca, olha o tamanho desse copo! — reclamei.

— Relaxa, é pra você beber enquanto anda por aí... Se quiser mais é só pedir... — respondeu enquanto preparava outro.

— Pra quem é esse aí ? — questionei.

— Pra ele... — disse apontando para Lawrence, que apenas observava de longe.

— Ele não bebe, Jhon!

— Relaxa... Vou só oferecer, se ele não quiser ele não precisa beber... — respondeu, saindo de perto de mim com o drink pronto em sua mão.

   Vi o olhar confuso de Lawrence quando Jhon se aproximou dele, eu apenas sorri quando percebi que seu olhar estava em mim, e vi que ele aceitou a bebida de Jhon.

   A festa foi rolando e eu estava cada vez mais tonto, bebi mais dois copos daquele drink, quando estava na metade do terceiro copo, lembro-me que saí da festa e fiquei do lado de fora.

   Acordei pela manhã e não vi Lawrence no quarto, como eu tinha chegado ali era um mistério e o porquê de eu estar apenas de cueca também. Era horrível a sensação de não lembrar de nada, e tudo que eu podia fazer, era torcer para que eu não tivesse feito nada que eu me rendesse um arrependimento depois.

                             James/On

   Após Jhon ter puxado Williams, eu o vi bebendo algo que seu amigo havia lhe preparado, Jhon caminhou em minha direção e me ofereceu um copo, olhei para o loiro e ele sorriu, achei que aquilo fosse um sinal para que eu aceitasse o drink, então eu aceitei e bebi. Um copo me deixou meio zonzo. Eu continuei andando pela festa até que Jhon me chamou.

— Hey... Lawrence!

— Diga... — respondi.

— É que eu e o Billy levamos o Caleb pro quarto, ele não parecia estar bem... Eu só queria saber se daqui uns quinze minutos você poderia ir lá, conferir se ele está bem e tals...

— Ah! Claro... Sem problemas, eu vou lá agora, aproveito e já coloco meu celular pra carregar.

— Okay! Valeu...

   Eu subi as escadas calmamente, eu estava... Estava estranho. Eu não estava bêbado, estava um pouco alterado, mas não bêbado, porém não era isso que me intrigava, o que me deixava curioso era o fato de estar me sentindo um pouco excitado, sem ao menos ter um estímulo para isso.

   Abri a porta do quarto e acendi a luz, encontrei um Williams sem camisa, descalço e com a barra de sua cueca sobressaindo de sua calça de moletom, aquela cena fez meu membro pulsar. Claramente estava bêbado, como pode um bêbado trocar de roupa?

— Ah... Oi! — disse ele ao me ver.

— Oi, você está bem ? — questionei, enquanto o fitava. Ele se sentou na cama e cruzou as pernas feito um indiozinho, ele estava realmente fofo.

— Ahn... Eu tô bem! — sorriu desajeitado. — Mas parece que meu amiguinho quer brincar... — disse ele, ao olhar para dentro de sua própria cueca.

   Eu fiquei nervoso, naquele momento as palavras de Dylan começaram a rodear minha mente.

   "Cara, masturbe ele com sua boquinha. E depois deixa que ele conduza à situação... "

   Corei apenas imaginando a cena, mas será que eu teria outra oportunidade? Afinal, desde o beijo caloroso que Williams havia me concedido, ele tinha me evitado.

— Preciso ir até o banheiro... Vou dar um jeito nisso! — resmungou ele tentando se levantar da cama, com muita dificuldade.

   Eu apenas o olhei atentamente e apaguei a luz.

— Hey... Eu tô muito bêbado! Acenda a luz... — murmurou ele.

   Sem responder nada, eu tranquei a porta e caminhando lentamente até Williams.

— Hey... — murmurou novamente.

   Eu o empurrei deitado sobre sua cama, me coloquei entre suas pernas, encostei minha testa à dele, e senti sua respiração encontrar a minha.

— Eu tô muito bêbado... — disse ele.

— É... Eu sei! — respondi com um sorriso no rosto.

   O quarto estava escuro, e eu não sabia o que fazer, aquilo seria mesmo certo? Talvez era hora de eu ser o errado da história.

— Minha vez de ser mal... — sussurrei.

   Em seguida eu selei nossos lábios, Williams colocou suas mãos em meu peito, ele utilizou uma força mínima para tentar afastar nossos corpos, eu pedi passagem com minha língua, demorou um pouco, mas o garoto embriagado logo cedeu. Posicionei minhas mãos sobre suas costelas, pude sentir seu rosto se arrepiar com meu toque.

  " ...masturbe ele com sua boquinha. "

            " ...depois deixe que ele conduza à situação... "

   Pela primeira vez, eu iria seguir os conselhos loucos de Dylan. Meus beijos eram distribuídos em seu pescoço, como eu sabia que ele não lembraria de nada depois, eu queria deixar um indício de aquela noite era real, aquilo era mais uma forma de convencer a mim mesmo de que aquilo estava acontecendo, do que deixar uma pista para Williams. Deixei um forte chupão naquele local, pude ouvi-lo arfar, minha boca foi descendo vagarosamente por seu corpo, passando por seus mamilos e o fazendo gemer. Gemido tal, que fez meu membro se atiçar ainda mais.

— O que você tá fazendo ? O desafio era que eu lhe levasse pra cama, e não o contrário... — disse ele, com uma das mãos em meus cabelos e a outra se agarrando no lençol da cama.

— Só aproveita, porque provavelmente isso não vai acontecer de novo. — disse, lhe dando um beijo logo em seguida.

— Eu tô muito bêbado... — comentou rindo.

   Eu apenas sorri. Realmente, ele estava muito bêbado, e também estava muito excitado, pensei em perguntar o motivo de tanta animação, mas fiquei com medo que a resposta não me agradasse.

   Abaixei suas calças com cuidado, deixei leves beijos sobre seu membro escondido pela cueca, senti seus dedos se apertaram em meus cabelos, puxei sua box para baixo e, junto à calça, a joguei no chão. Deixei uma bela mordida na parte inferior de sua coxa, ele soltou um gemido alto, eu já não estava mais suportando a animação de meu membro, precisava acabar logo com aquilo para descobrir o que Williams faria depois.

— I-isso é t-tortura... — reclamou ele, com muita dificuldade. — Acaba logo com isso James! — pediu ele.

— Wow... James? Okay! Acho que você está um pouquinho bravo... — comentei.

— Não faz isso comigo!!!

— O-okay... — respondi nervoso.

   De uma só vez, abocanhei o membro todo dele, os movimentos de vai e vem oscilavam entre rápido e devagar, gerando gemidos de prazer vindos de Williams, sendo eles arrastados e as vezes com meu nome no meio.

   Eu continuei os movimentos e pude sentir seu quadril se impulsionar em minha direção, agora, suas duas mãos estavam mergulhadas em meus cabelos negros, ele segurava com firmeza não me dando escolha alguma e me fazendo continuar com seu membro em minha boca.

— J-james... E-eu posso... — sussurrou ele, e mesmo que não tivesse terminado, eu já sabia o que aconteceria, e estava pronto para aquilo. Ouvi ele gemer ao jorrar aquele líquido quente em minha garganta.

   Eu engoli tudo sem muita opção, mas não posso dizer que foi horrível. Seus mãos que antes apertavam cada fio de cabelo meu, agora apenas repousavam sobre minha cabeça, fixei meus olhos no rosto dele, fiquei nervoso por um momento, e agora? O que eu deveria fazer?

— Acho que... Vou tomar banho... — comentei, me levantando.

— Ah..! Não vai não!  — disse ele, segurando meu braço e impedindo que eu me distanciasse. — Agora é minha vez de brincar... — eu não podia ver seu rosto, mas com certeza ele estava com uma expressão de malícia estampada na cara.

   Em um movimento brusco, ele se levantou e me puxou para perto, fazendo com que seu membro livre, encostasse no meu, ainda coberto, que pedia, cada vez mais, por espaço. Me deu um beijo cheio de desejo, segurou minha cintura e me pressionou ainda mais sobre seu corpo, fazendo com que eu soltasse um gemido silencioso, ao notar que eu já estava excitado o suficiente, ele se sentou na cama e abriu o zíper de minha calça, eu procurava não manter muito contato visual, mesmo sabendo que ele não perceberia meu rosto vermelho como um tomate. Ele abaixou totalmente minhas calças, ficou de pé e se livrou de minha camiseta, em seguida eu retirei meu tênis lentamente, enquanto aproveitava o beijo saboroso de Williams, apesar do leve gosto de álcool.

   Senti sua mão quente invadir minha cueca, eu já não sabia mais o que fazer, não sabia para o que dar atenção, seu beijo ou sua mão, ele iniciou levemente os movimentos de masturbação, eu arfava, e quase não conseguia esconder o prazer.

— Deita na cama... — sussurrou ele em meu ouvido.

   Eu apenas assenti com a cabeça e me deitei, estava curioso para saber o que ele faria, mas o ditado "a curiosidade matou o gato" parecia se encaixar no momento.

— W-Willians... — sussurrei.

   Ele subiu em cima de meu corpo, me deu alguns beijos no rosto e logo em seguida direcionou seus lábios ao meu pescoço, deixando muitos chupões ali.

— Vira... — pediu ele.

— Quê?

— Vira! — disse, com uma voz mais autoritária. E novamente eu me deixei levar por seu timbre, rouco, de voz que sempre me seduzia, sem nenhum esforço.

   Meu rosto se encontrava em contato direto com o travesseiro, já não sentia mais a cueca me apertar, uma das mãos de Williams passeava por meu corpo, enquanto a outra cuidava de meu membro, ele deixou uma mordida em meu ombro, o que me fez pensar: "Qual a pira de morder os outros? "

   Senti seus beijos e chupões em minha nuca e em minhas costas, e antes mesmo que eu pudesse me sentir bem com todo aquele prazer e carinho, meu olhos se encheram de lágrimas, apertei os lençóis da cama o máximo possível, fechei os olhos e senti as lágrimas descendo, tudo isso porque o filha da puta do Caleb me penetrou sem ao menos avisar, eu soltei um gemido de dor, logo de cara.

   Como aquilo poderia ser tão doloroso? Eu precisaria de uma reconstrução anal depois dessa noite!

   Comprimi o quadril e ouvi um gemido alto vindo de Williams.

— Q-quando não doer mais, você me avisa. Só vou me mover quando você deixar!

   Ótimo, mas antes de enfiar não pediu minha opinião, não é mesmo? Não é como se eu não soubesse que aquilo iria acontecer, mas só achei que ele fosse ser mais cuidadoso antes.

   Minha respiração era ofegante, porém minha entrada já não doía tanto, e por incrível que pareça, eu queria sentir Williams se movendo dentro de mim, a vergonha tomou conta de minhas costas vocais, Caleb me dava beijos, acho que na esperança de se redimir, e o desejo por mais, fez com que eu rebolasse, dando sinal para que ele continuasse.

   Ele mordiscou minha orelha, e soltou um suspiro, eu não podia vê-lo, mas tinha certeza de que um sorriso malicioso estava estampado em seu rosto.

   Os movimentos se iniciaram devagar, eu soltava alguns gemidos, inicialmente, de dor, mas não demorou para que eles passassem a ser de prazer. A cada estocada era um gemido alto, que insistia em sair da minha boca.

   E eu finalmente vi vantagem em dormir em um quarto a prova de som.

   Quando eu achava que não iria soltar mais nenhum gemido, cheguei ao ápice, e praticamente gritei, sujei todo o lençol, e logo senti um líquido quente invadir o meu interior, logo ocupando todo o espaço lá dentro e se obrigando a sair para fora, assim escorrendo por minha perna.

   Williams se debruçou sobre meu corpo, me abraçou, e não disse nenhuma palavra. Eu não tinha forças para falar,  e nem queria, sentia que aquele momento era só nosso.

— Você é muito escandalosa! — comentou ele. Sim, ele me chamou de escandalosa, no feminino mesmo. Eu ali, todo sentimental, aproveitando o momento em que ele não está me fodendo, literalmente, e ele vem me chamar de escandalosa.

   Minha vontade era de mandar ele tomar no cú, mas permaneci em silêncio.

   Ele se levantou e foi até o banheiro, ou melhor, cambaleou até o banheiro. Como ele poderia ainda estar bêbado ?

   Ouvi o som do chuveiro sendo ligado, levantei e aproveitei para dar um fim àqueles lençóis, mas antes, vesti minha cueca, não tava a fim de sair com tudo balançando. Coloquei os lençóis no cesto de roupas sujas, arrumei a cama de Williams, e depois de longos, vinte minutos, ajudei o bebum a se deitar.

— Minha vez de tomar banho... — murmurei. Caminhei até o banheiro e lá eu me despi, me coloquei de baixo da água morna, levei meu dedo até minha entrada, quando o retirei, senti algo escorrer por minha perna. — Puta que pariu! Ainda tem resto de Caleb dentro de mim! — exclamei.

   Me enxuguei e vesti meu pijama, uma calça de moletom e uma camiseta qualquer.

— Finalmente vou dormir. — pensei.

   Me deitei em minha cama e me cobri, olhei para Williams e senti vontade de dormir ao seu lado, mas sabia que ele não se lembraria de nada no dia seguinte.

— O filha da puta me fode e pra ajudar não vai lembrar de nada! — sussurrei. — Tomar no cú... Se bem que... Eu já tomei no...— gritei irritado — Boa noite Lawrence, seu idiota!

   Me virei para o lado e fechei os olhos.

— Ah... Até que tá de boas, nem tá doendo mais! — disse.

   “Aham, não tá doendo, vamos ver como vai ser pela manhã, então!” — disse uma voz do além, mais conhecida como... Consciência.

Autoria de » Satsuki Wolf
Editado por » Mymy


Notas Finais


Eai ?
Minha amiga disse que eu arranquei umas risadas dela ( por causa desse capítulo ), e vcs ?
O que acharam ?

Ah, então... Lembram do " Especial: Dylan x Daniel. " ?

Vocês querem que eu faça mais algum contando algo ou que eu continue o foco no casal principal ???

Aguardo a resposta de vcs :3

Beijinhos de luz na bunda! u.u

» Satsu ^^


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