História Apenas uma aposta - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Originais
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Palavras 3.265
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Lemon, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi meus amores, primeiro quero agradecer aos 74 favoritos, estou feliz por vocês estarem comentando e favoritando a fanfic.
segundo, eu demorei um pouquinho para postar porque eu estou passando muito mal esses dias, estou com dores no corpo e tenho medo de ser dengue, enfim BOA LEITURA E DESCULPE QUALQUER ERRO.

FASTASMINHAS SE MANIFESTEM ! ^^

Boa Leitura.

Capítulo 6 - Capítulo 6 - Briga


Acordei no sábado com barulhos de gavetas e porta, resmunguei e virei para o lado na tentativa de voltar a dormir, mas ouvi a voz de Yuri dizendo algo como “ Olha que bonitinho, um ursinho” e começou a rir.

Abri os olhos e dei de cara com Laura sentada a minha frente conversando com Mônica, olhei em volta e Caio e Jonas mexiam na minha coleção de CD’s e jogos de Xbox, Yuri estava no meu guarda roupa revirando minhas coisas.

- Que merda é essa? – Falei encarando Yuri que rapidamente guardou o ursinho e virou para mim com um sorriso debochado.

- Não sabia que Logan Willians tem um ursinho de pelúcia guardado, ainda mais rosa. – Riu.

- E o que você tem a ver com isso? – Levantei da cama e logo escutei um grito agudo e olhei para Laura, mas ela estava quieta ela apontou para mim e pude ver que estava apenas de cueca. – Desculpa Mônica. – Falei enrolando o lençol na minha cintura.

- Você está ficando igual ao seu amor. – Yuri disse sentando em minha cama.

- Que amor?

- Louis, ele que trata todo mundo assim, está passando tempo demais com ele? – Sorriu de lado.

- Vê se dá um tempo Yuri. – Bufei. – Eu tenho que buscar ele falando nisso. – A propósito, quem deixou vocês entrarem aqui?

- Carol. – Laura respondeu.

Peguei uma camiseta branca e uma bermuda preta e uma cueca limpa, entrei no banheiro e tomei um bom banho, me arrumei e passei um perfume. Peguei a chave da moto em cima do criado mudo e desci, vi Carolina conversando com meus amigos a vontade.

- Carol, vou ali buscar mais um menino, daqui a pouco volto pra comer.

- Tudo bem, não se preocupa pode ir.

- Cuidado com eles, principalmente o Yuri e a Laura você já conhece. Eles parecem que passam fome. – Ri e recebi um dedo do meio de Yuri.

- Vai buscar seu namoradinho vai.

- Com prazer. – Sorri e sai fechando a porta da sala.

Só quando montei na moto e coloquei o capacete que eu percebi que concordei com Yuri sobre Louis ser meu namorado, fala sério né?! Ele faz tudo para me provocar, sinceramente.

Coloquei a chave na ignição, ajeitei o outro capacete em meu braço e arranquei com a moto para a vendinha que eu fui assaltado a última vez, era longe da minha casa, mas só ali que tinha encontrado ele então esperaria por ali até ele aparecer, uma hora ou outra ele teria que passar por aquela rua.

Parei a moto a dez metros da vendinha onde eu corri para encontra-lo, fiquei esperando. Olhei as horas e já tinha se passado uma hora desde quando eu estava o esperando, será que ele iria furar?

Eu já estava pronto para ir embora, montei na moto e tudo, quando virei e vi do outro lado Louis andando com a mochila nas costas, liguei a moto e fui devagar com ela do seu lado e parei.

- Sobe aí. – Disse entregando o capacete para ele.

- Eu não vou subir nesse troço. – Cruzou os braços me olhando.

- Olha Louis, não complica, eu vim aqui te buscar porque eu creio que tu não sabe onde é minha casa.  – Olhei para ele procurando resposta. – Hum ... foi o que eu pensei, agora põe o capacete e sobe.

- Não, eu vou andando.

- Quer fazer o favor de subir a merda dessa bunda na moto? – Falei irritado.

Louis demorou um tempo me encarando e eu já estava quase pegando ele e colocando na moto, ele cedeu e colocou o capacete, subiu na moto, liguei a moto e acelerei forte, ele tomou um susto e agarrou em minha blusa chegando mais perto de mim.

Quando chegamos em frente a minha casa desliguei a moto e retirei o capacete passando a mão em meu cabelo para ajeitar, Louis desceu da moto e retirou o capacete.

- Você é maluco? – Ele gritou me batendo. – Eu devia ter vindo a pé.

- Mas não veio. – Ri. – Para vai, foi divertido.

- Não tem nada de divertido, eu acho bom fazermos logo essa merda de trabalho. Já quero ir embora. – Reclamou.

- Você é tão chato. – Revirei os olhos e entrei deixando a porta aberta para ele entrar. – Chegamos. – Falei assim que entrei na cozinha. – Nossa vocês já estão comendo.

- Se fosse para esperar você, morreríamos de fome. – Laura falou com a boca cheia.

- Ah claro, aposto que você foi a primeira a falar para não me esperar. – Ela sorriu e concordou. – Eu sabia.

- Quem é seu amigo, Logan? – Carolina perguntou olhando para Louis que se sentiu um pouco envergonhado.

- Louis. Ele não é muito de se enturmar não, - Dei de ombros e comecei a arrumar minha comida.

- Que isso Logan! – Ela se aproximou do loirinho. – Vem cá Louis, senta aqui e come com eles, você vai gostar minha comida é ótima.

- Não, obrigado. – Falou meio sem jeito.

- Ué não é que ele sabe ser educado? – Falei com um sorriso debochado.

- Logan! – Carol me repreendeu. – É feio fazer desfeita mocinho, acho melhor sentar ai, pelo menos um pouco.

- E-Eu já almocei.

Carol não deu importância ela arrumou uma pequena quantia para Louis e fez com que ele sentasse para comer, ele sentou sem falar nada e comeu a o pouco que ela tinha arrumado. Era estranho ver ele comer com a gente e ainda mais estranho ver ele conversar com Carol, mesmo não demostrando nenhuma expressão.

Parece que com ela Louis não podia falar do jeito que ele falava comigo e foi ai que eu vi minha vantagem, eu poderia ganhar minha aposta assim, apenas trazendo ele aqui para casa fazendo o trabalho e sem que Carol perceba ela vai estar me ajudando. Simples. Em um mês ele vai estar apaixonado por mim. Sorri pensando nisso.

- Está rindo de que Logan? – Yuri perguntou. Mas que droga! Nada passava despercebido por ele.

- De nada. Eu acabei de comer, vamos subir para meu quarto?  

Todos concordaram, menos Louis, mas quem se importa com a opinião dele? Se fosse por ele nem aqui estava e temos que fazer esse trabalho, nota do primeiro bimestre já está rolando.

Subimos todos para meu quarto e cada um se ajeitou do jeito que podia, apenas Louis ficou parado encostado na porta.

- Eu acho que você pode sentar, a porta não vai cair. – Falei e ele me ignorou. – Bom ... o que vocês acham? Vamos fazer o trabalho na cartolina? Ou slides?

- Já pesquisou sobre ele pelo menos? Se for bem pequeno podemos fazer em uma cartolina e explicar o que entendemos sobre ele. – Jonas disse.

- Computador é todo seu. – Disse apontando para a escrivaninha.

- Acho melhor fazer slide, porque assim colocamos fotos e vídeos. – Mônica sugeriu.

- O que você acha Louis? – Laura perguntou e todos olharam para ele.

- Slide.

- Só isso? – Perguntei e ele me encarou. – Só essa opinião sobre o trabalho que você dá? Nossa você está sendo de muita ajuda.

- Olha pra começar eu nem queria vir, e se você acha que eu não estou ajudando, ótimo Vou embora, ou melhor falo para professora que quero fazer sozinho. – Respondeu.

- Então faça isso, eu digo a ela que você não consegue ao menos ter uma conversa direita com os componentes do grupo.

Pensei que levaria um soco bem dado no rosto, mas o que aconteceu foi que Louis abriu a porta e saiu do quarto batendo a mesma. Respirei fundo e sentei na cama passando a mão pelo rosto e puxando meus cabelos para trás.

- Difícil. – Resmunguei ao lado de Laura.

- Acho melhor você ir atrás dele.

- Eu não vou atrás daquele garoto mimado. – Bufei. – Estamos fazendo um trabalho em equipe, querendo ou não ele tem que participar, eu não tenho que ficar dizendo o que ele tem que fazer toda hora.

Desci as escadas correndo e encontrei com Carol fechando a porta, ela me olhou e balançou a cabeça negativamente.

- Cadê o Louis? – Perguntei.

- Ele foi embora, não deu nem tempo de falar com ele. O chamei mais ele não quis falar comigo.

- Argh! Garoto ... – Apertei as mãos com raiva.

- Logan, você deveria tratar ele melhor.

- Eu deveria? – Ri. – Você sabe quantos chutes eu já levei no saco por causa dele? Ele que deveria tratar as pessoas melhor, não fala com ninguém, não da opinião, fica quieto só observando as coisas isso me irrita completamente.

- Nem todo mundo é igual a você, Logan.

- Eu sei. – Acabei gritando com Carolina que não tinha nada a ver com a história. – Desculpa, eu vou subir para o quarto.

Subi novamente as escadas e entrei no quarto.

- Então o que faremos? – Caio perguntou.

- Você querendo ou não, Louis está no grupo, e acho melhor esperarmos por ele para poder fazer juntos. – Laura disse.

- Ou então esperar o que ele vai falar com a Professora. – Mônica deu de ombros.

- Pra mim tanto faz. – Yuri.

- E você Jonas?

- Eu acho que você agiu por impulso, o menino deu a opinião dele, falou em fazer no slide. Qual o problema disso?

- Humm agora você virou amiguinho dele também? – Revirei os olhos. – Já basta a Carol.

- Não é questão de ser amigo ou não, e sim questão de nota. – Yuri respondeu.

- Vocês querem que eu admito que estou errado, é isso? – Eles se entreolharam e eu bufei. – Tudo bem, estou errado, que saco.

(...)

 

Sorri ao ver a professora falar para Louis que ele não podia fazer o trabalho sozinho e sim com a gente, era indescritível a sensação que tive, ele me olhava cuspindo fogo e como eu não sou nada provocativo sorri com deboche para ele.

- Você não presta. – Laura falou me olhando seriamente.

- Fala sério, Laura. Alguém tem que por um limite nesse garoto. – Sorri olhando para ele.

- Se prepare para virar saco de pancadas, que na primeira oportunidade você sabe que ele vai te bater. – Jonas disse rindo.

- Eu não vou deixar ele ficar me batendo pode ter certeza. – Sorri.

- Limite em que Logan? – Laura olhou para Louis. – Você quem o provoca e ainda quer por limites no garoto por ele se defender?

- Desde quando você ficou tão chata? – Revirei os olhos.

- Você sabe que eu não gosto de injustiças, então pare de provoca-lo.

- Eu adoro ver ele ficar irritado. – Sorri.

- Então não reclame quando ficar sem esse troço que você tem entre as pernas.

Fiz uma careta e peguei meu caderno dentro da mochila.

- Abram a apostila na página 63 e leiam, vou fazer perguntas sobre o que está escrito. – A professora disse assim que sentou em sua cadeira. – E como anda o trabalho de vocês? Tirando o desentendimento de um grupo em especial.

Dei de ombros e peguei a apostila, coloquei na página e li apenas o primeiro parágrafo, não estava afim de ler aquilo tudo e se eu tiver sorte a professora com certeza não iria pedir para que eu respondesse uma de suas perguntas.

Passei o olho por toda sala, e não sei o porquê eu insistia em colocar meus olhos em Louis, ele com certeza tinha alguma coisa que me prendia a atenção, lógico além de ele ser bonito. Fala sério eu não ligo de achar homem bonito, ou ligava? Na verdade, nem sei mais o que está acontecendo comigo.

- Senhor Willians, vejo que não está lendo. Já sabe a matéria? Acho que poderia explicar para seus colegas então.

Todos se viraram olhando para mim, não vou dizer que não fiquei com vergonha, porque fiquei com vergonha sim. Pra caralho! Com muita intensidade, Laura e Yuri riam de mim, passei o olho pelo livro rapidamente e vi algo como socialismo e comecei a falar disso, sorte a minha que eu já conhecia um pouco disso e para a minha sorte foi o suficiente para a professora não encher mais o saco.

- Já que o senhor Willians fez o favor de explicar brevemente o que é o socialismo eu vou dar continuidade ...

Ficamos o resto da aula escutando o que é socialismo e toda aquela baboseira de sociologia, quando a professora foi embora entrou o professor de biologia, o que eu já tinha gostado da primeira vez.

- Bom dia turma, tenho uma ótima notícia para vocês. – Ele colocou suas coisas na mesa e voltou para o centro da sala. – Consegui uma viagem e vai ser daqui a duas semanas, ou seja, quero todos lá. Será como uma prova, contará pontos, então não faltem ou terá que fazer recuperação, aí sim terei que dar prova.

- Viagem para que? – Laura perguntou.

- Eu irei explicar a matéria em aula, mas também gosto de dar aula ao ar livre, então será uma aula avaliativa.

- Terá que pagar? Ou vai ser de graça? – Um dos colegas de Matteu perguntou.

- A diretora está imprimindo um recado para quem é menor. E sim terá que pagar a passagem.

Não estava muito afim de escutar o professor falar e muito menos ficar na sala escrevendo algo sobre biologia, levantei da minha cadeira e peguei o celular colocando no bolso, saí da sala e fui direto para o pátio, não tinha ninguém e dei graças a Deus por isso.

Sentei em um dos bancos que tinha ali e peguei meu celular no bolso. Duas ligações perdidas da minha mãe. Eu não entendia o porquê dela insistir tanto em me ligar, desde quando ela me matriculou nessa escola não fala comigo.

Deitei a cabeça para trás e fiquei olhando o céu, estava um dia lindo, mas com algumas nuvens, o vento soprava em meu rosto e o barulho dos passarinhos logo pela manhã me fazia relaxar, fechei os olhos e acabei cochilando.

Acordei com o barulho da campainha tocando, abri os olhos devagar e vi alunos já ocupando o pátio e aquele silencio que tinha antes ir embora em segundos. Levantei e voltei para a sala. Iria pegar meu dinheiro para comprar algo para comer, abri a porta da sala e vi Matteu, Jorge e Leoni em volta do loirinho.

A cena que eu vi era a pior covardia que alguém podia fazer para uma pessoa que eu tenho a certeza de que não fez nada com eles. Sério, o que da na cabeça dessa gente? Será que sente prazer em provocar os outros? Em humilhar?

Matteu e seus fiéis escudeiros estavam jogando as coisas de Louis no chão e empurrando ele de um lado para o outro como se ele fosse uma coisa qualquer. O que achei engraçado é que Louis não se defendia e nem falava absolutamente nada, enquanto os meninos o xingavam de tudo.

Me aproximei deles e peguei no braço de Louis o puxando e colocando atrás de mim. Senti um choque percorrer meu corpo e olhei para Louis, parecia que ele sentiu a mesma coisa, mas ignorei isso, o problema agora era outro.

- Qual o seu problema? – Perguntei encarando seriamente Matteu.

- Não sabia que essa aberração tinha quem o proteger. – Ele riu debochado.

- Quem é aberração? – Dei um passo a frente o encarando. – Espero que não esteja falando dele. – Apontei para trás. – Porque se não ...

- Se não o que? – Arqueou a sobrancelha. – Virou viadinho agora também?

- Não, e te garanto que sou muito mais homem que você.

- Que engraçado. Não é o que parece.

- Você se sente o melhor, não é? Mas acho melhor você ficar na tua e não se meter com o Louis, porque eu não tenho paciência para pessoas do seu tipo.

- Ótimo, porque eu também não. – Ele armou o punho e socou meu rosto me fazendo cair por cima das cadeiras. – Já estou para fazer isso desde quando você chegou.

Levantei rapidamente e devolvi o soco em seu rosto, se tinha uma coisa que eu sabia fazer bem essa coisa era brigar. Antes de entrar nessa escola, digamos que eu era um menino bem rebelde, brigava na rua sempre.

Os amigos de Matteu veio querer me bater, mas Matteu impediu. Essa briga era só minha e dele, e o pior de tudo era que estávamos brigando por nada, apenas porque ele não foi com a minha cara. Lógico que eu não ia ficar apanhando sem fazer nada.

Ele socou minha barriga e eu consegui dar uma rasteira o levando para o chão, comecei a dar socos e mais socos, não sabia onde pegava, só queria machucar. Sempre que brigava parecia ser outra pessoa, algo tomava conta de mim que eu não conseguia parar de jeito nenhum.

Senti braços me puxando, mas eu não saí de cima de Matteu, ele virou e ficou por cima, ficamos rolando de um lado para o outro com socos e joelhadas.

- LOGAN WILLIANS – Escutei Laura gritar e parei na mesma hora de bater olhando para ela, foi ai que levei um soco no queixo me fazendo cair ao lado.

Senti um filete de sangue descer e passei as costas da mão rapidamente para limpar, Matteu tentava se levantar com a ajuda de seus amigos. Olhei em volta e a sala estava cheia, todos olhavam surpresos e alguns vibravam para que continuássemos com a briga.

Não havia percebido no tanto de pessoas que estava na sala, parecia ter só eu e Matteu em uma luta corporal, eu só via ele e só queria que ele sangrasse, olhei para ele e seu rosto já começava a inchar, vermelho e com cortes no supercílio que sangrava bastante.

- Você ficou maluco? – Laura me olhava com raiva. Se tinha uma coisa que eu temia era Laura com raiva, ela era capaz de fazer qualquer coisa. – Seu idiota, o que deu em você? – Ela começou a me bater.

- Aí Laura. – Reclamei quando ela bateu ao lado da minha barriga.

- Ah, agora dói? Seu imbecil. – Ela bufou. – Eu não acredito que você fez isso, Logan.

Olhei em volta procurando por Louis e o vi bem próximo a porta, seu olhar era assustado olhando para Matteu, seu olhar encontrou com o meu e ele saiu da sala, deixei Laura falando sozinha e fui atrás dele.

- Hey! Louis. – O chamei, mas parecia que ele não se importava.

Apressei meus passos e o segurei pelo braço o virei para mim e olhei em seus olhos, ele parecia estar com medo, mesmo não demonstrando.

- Me solta.

- Um obrigado seria bom. – Sorri e me arrependi, doeu pra caralho.

- Eu não pedi que batesse em Matteu e muito menos se metesse onde não deve.

- Você não iria dar conta de ...

- Entende uma coisa Logan, eu sempre me virei sozinho antes de você chegar aqui, e se estou vivo até hoje é porque eu não preciso da ajuda de ninguém. – Ele puxou seu braço bruscamente. – Agora para de ficar me perseguindo, qual é a sua? Me deixa em paz porra.

Fiquei parado o encarando, não tinha o que falar, com certeza eu estava fazendo as coisas do jeito errado, invés de ele gostar de mim, eu estava fazendo ele me odiar ainda mais.

Louis se virou e sumiu pelo corredor, ouvi alguém arranhar a garganta atrás de mim e virei vendo a diretora com Matteu ao seu lado.

- Acho que temos que conversar mocinho.

Respirei fundo e saí andando na frente, com certeza eu iria ter um castigo daqueles.


Notas Finais


<3


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