História Apenas uma Aposta - Capítulo 13


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Colegial, Comedia, Drama, Escolar, Original, Romance
Visualizações 41
Palavras 1.049
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


OOOOOI, tô de volta e com esse capitulo maravilhoso narrado por essa linda da Jamilly.
Para compensar minha ausência, fiz bem grande pra vocês.
Espero que gostem.

Capítulo 13 - Eu gosto dela...


Fanfic / Fanfiction Apenas uma Aposta - Capítulo 13 - Eu gosto dela...

BOA LEITURA!

Pov’s Jamilly

-Sophia, pelo amor de Deus sai desse banheiro. –Implorei pela milésima vez.

-Me deixa. –Respondeu com a voz abafada pela porta.

Bufei e me escorei na porta, escorregando o corpo até o chão, abraçando os joelhos frustrada.

Faz três semanas que ela está assim. Desde que teve aquele desentendimento com o puto (vulgo Guilherme pra quem não conhece), está nessa vida rotineira.

Acorda, vai pra aula, volta e se tranca no banheiro, sai, faz as atividades, se joga na cama, dorme e começa tudo de novo.

Fiquei sabendo que ela trancou a academia, são raras as vezes que ela come e a aparência dela está um horror.

Sério, nunca vi um cabelo tão oleoso na minha vida.

-Sô, vai falar com ele, isso é saudades bixa. –Tentei mais uma vez.

-Já disse pra me deixa em paz Jamilly. –Ouvi seu resmungo.

Ela não vai tomar atitude né?! Pois bem, tomo eu então.

Levanto-me do chão, limpando minha bunda com as mãos e corro até a porta, na intenção de ir ao quarto do puto.

Espero que aquele filhote de cacatua loira não esteja por lá, se não faço questão de arrancar fio por fio daquele cabelo ressecado dela, com muito prazer.

Quando chego ao corredor que divide os dormitórios femininos e masculinos, passo discretamente pelo vigia que roncava em sua cadeira e corro até virar o corredor e me sentir fora de perigo.

-São Longuinho, São Longuinho, se tu me deres paciência dou 10 pulinhos. –Aprendi esse negócio com a Sô, por enquanto ele não me deixou na mão.

Respirei fundo e abri a porta dando de cara com um breu danado.

-Puto? Estás aí? –Perguntei caçando alguma luz. –Aí porra, meu mindinho. –Protestei ao batê-lo em algum lugar.

-Três passos a sua esquerda. –Ouvi uma voz arrastada.

“Um, dois, três... E deu-se a luz...”.

-Puto do céu, tu consegues estar pior que ela. –Comentei abismada.

-Diz logo o que você quer e sai Jamilly. –Ouvi sua respiração pesada. –Não tô com paciência e não quero brigar com você.

-Puto, ela precisa de ti...

-Precisa porra nenhuma. –Respondeu alterado, sentando-se na cama. –FOI ELA QUEM ME AFASTOU.

-Abaixa tua bola monamur, aqui não são essas putas que tu pega não.

-Desculpa... –Murmurrou abaixando a cabeça.

-Assim que eu gosto. –Sentei-me ao seu lado. –Ela não come puto, tá lá naquela cama vegetando. Sei que ela errou, mas porra, tu ficou com a Galinhela.

-Gabriela. –Resmungou me corrigindo. –Ela mudou Milly, poxa, ela tá me fazendo bem.

-Que mudou o que, deixa de ser burro. –Revirei os olhos. –Tenho certeza que isso é armação, e bem clichê por sinal. Ela que atingir a Sô e foi bem baixa, pegando logo em você. Sabes com é importante para ela.

Vi sua carranca se desfazer e um sorriso de canto brotar.

-Tem razão, não vou deixar minha morena na mão. –Respondeu dando um pulo da cama.

-Isso aí, é assim que eu gosto. Toma um banho e se arruma enquanto eu termino de comer essa nutella aqui.

Ouvi sua risada baixa e o esperei, coisa que não foi rápida.

-Vamos? –Perguntou já pronto.

-Vamos. –Sorri lhe dando o braço, saindo do quarto junto dele.

Jamilly, a unicórnio salvadora de corações entra em ação. “Chuva de Glitter!”

Ao chegarmos à frente do quarto, um frio percorreu minha espinha. Seu Longuinho, não me abandona não.

-Pelo horário ela já saiu do banheiro e está vegetando na cama. –O encarei.

-Tu não sai desse quarto, se ela vim pra cima de mim, tu tira ela. –Respirou fundo. –Não quero acabar machucando-a mais.

-Para de viadagem e vamos logo.

Meti minha mão na maçaneta e vi um bolo de coberta na cama.

“Tão previsível...”

-Soô, amor da minha vida, tenho uma surpresa pra você.

-Já mandei me deixar. –Resmungou.

-Deixa de ser cavala garota, perceba a imagem que está passando pras visitas. –Revirei os olhos.

Rapidamente uma cabeça miúda brotou de debaixo das cobertas.

-O que ele está fazendo aqui? –Perguntou pausadamente, me encarando.

-Olha só, antes de qualquer coisa. Só temos uma chave, ela está comigo. Os dois vão ficar trancados aí até eu achar que tudo se acertou. Fui! –Corri até o lado de fora trancando a mesma e ouvindo gritos de protesto.

Senha o que o unicórnio supremo quiser...

Pov’s Jamilly Off

Pov’s Narradora

O clima dentro do quarto tinha esquentado gradativamente.

De um lado, uma jovem morena com os olhos queimando de fúria.

Do outro um jovem com o coração na mão e um olhar de culpa.

-Pra que você tinha que aparecer aqui? Estava tudo tão bem. –Perguntou a jovem, que sentia um bolo se formar em sua garganta.

-A gente precisa conversar Sô. Deixa-me falar, por favor. –Implorou o moreno, já deixando seus olhos se encherem com lágrimas de culpa.

A morena por um instante parou para pensar. Sentou-se na cama e o encarou. Sabia que não conseguia viver sem ele. Até porque ele fazia parte da sua família aqui.

-Ela disse que gosta de mim Sô. –Respondeu sorrindo abobadamente. –Estávamos conversando a um tempo, não te contei pois já temia o pior e não queria, ou melhor, não quero te perder. –Respirou fundo. –Ela me pediu desculpas por tudo. Disse que sempre se sentiu atraída por mim, mas por nossa diferença de classes, não teve coragem de confessar.

A menina sentiu seu coração se apertar e grossas lágrimas teimaram em escorrer quando ele prosseguiu dizendo:

-Eu gosto dela Sô, ela tá me fazendo feliz. Espero que respeite isso. Não quero te perder e nem perder ela. –E o moreno abaixou a cabeça, temendo ouvir o pior.

-Eu como amiga tenho que te apoiar. Só quero que ela te faça muito feliz e que fique longe de mim. –Respondeu calmamente surpreendendo-o.

A terceira pessoa desta história, que estava do lado de fora, deixou o queixo cair, não esperando ter essa resposta da menina.

E o moreno também se espantou, mas a abraçou fortemente, deixando todo aquele peso sair de seu corpo.

-Eu te amo morena. –Disse sentindo seu coração se esquentar novamente.

-Eu também te amo... –Sussurrou a menina sentindo seu coração gritar calado, sendo posto numa sinuca de bico, onde a felicidade de seu moreno valia mais do que seu próprio orgulho.

Pov's Narradora Off


Notas Finais


Não tenho nada a declarar haha
Não me matem, por favor.
Vamos conversar, o que estão achando da história meus amores??
Espero que tenham gostado desse capítulo, foi feito com muito carinho.
Beijinhos da tia panda!


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