História Apenas uma Aposta - Capítulo 14


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Colegial, Comedia, Drama, Escolar, Original, Romance
Visualizações 37
Palavras 772
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


OOOOOI meus lindos, capítulo novo delicinha para vocês..
Espero que gostem.

Capítulo 14 - Estou disposto a te assumir...


Fanfic / Fanfiction Apenas uma Aposta - Capítulo 14 - Estou disposto a te assumir...

BOA LEITURA!

Acordar em pleno sábado com alguém batendo na sua porta não é nada legal.

-Jamilly, atende lá... –Proferi enquanto me cobria, tentando tampar a claridade.

Como resposta recebi resmungos intraduzíveis e sabendo que ela não ia acordar, me levantei, calcei minhas pantufas de coelho, tentei domar meu cabelo com as mãos, diga-se de passagem que desisti logo em seguida, e ao abrir a porta dei de cara com um típico nerd de filme, segurando um buquê de rosas brancas.

-Hum... Sophia? –Perguntou arrumando os óculos. –Entrega para você. –E jogou as flores em meus braços, saindo correndo em seguida.

Ok, tô muito assustada. Acendi a luz, ouvindo uma Jamilly puta se sentando na cama, enquanto eu me jogava ao seu lado ainda abobada.

-O Puto mandou? –Perguntou esfregando os olhos.

-Não sei, tem um cartão, perai.

“Para a flor mais linda dessa universidade.

De seu admirador secreto.”

-Que brega. –Respondi.

-Isso não é do puto não, mas não é mesmo.

-O que é que não é meu? –Perguntou meu moreno invadindo nosso quarto.

-Licença não se pede mais né? –Ri ao ver seu gesto me mandando fazer silêncio.

-O puto, tu mandou isso aqui pra ela? Ainda com esse cartãozinho mixuruca?

-Eu não, olha bem pra minha cara de quem manda coisa pobre assim. –Riu se jogando na cama.

-Viu, eu disse que não era do puto.

Até que meu celular vibrou no cós da calça do meu pijama, desviando minha atenção.

Número Desconhecido: Gostou das flores?

Eu: Quem é?

Número Desconhecido: O amor da sua vida.

Eu: AH, VÁ TE CATAR!

-Oh grossa, vai que é o amor da tua vida.

-O amor da vida dela sou eu. –Respondeu o moreno se jogando em cima de mim.

-Sai que sou eu. –Se jogou a ruiva também.

-Eu amo vocês. –Respondi abraçando os mesmos...

***

Fim de semana passa tão rápido, cá estou eu de novo, indo em direção ao meu armário para pegar meus materiais de Bioquimica.

-As long as you love me... –Cantarolo baixo, enquanto abro o mesmo, tomando um susto ao ver um kitkat, com um papelzinho colado.

“Para adoçar a vida da Morena mais linda.”

Por incrível que pareça me deixou feliz ler isso.

-Olha só, recebendo bilhetinhos anônimos, que bonitinho. –Caçoou Leonardo, enquanto passava com suas galinhas ao meu lado.

Não respondi. Peguei meu material ignorando sua existência. Até sentir um puxão em minhas mãos e ver meu bilhete com ele.

-PARA ADOÇAR A VIDA DA MORENA MAIS LINDA, que meigo né gente. –Riu enquanto rasgava o mesmo, fazendo grossas lágrimas de raiva rolar pelo meu rosto. –Você não merece o amor de ninguém. –Rosnou entre dentes e saiu rindo.

Dessa vez eu não corri. Limpei meu rosto com a palma de minhas mãos, catei os restos do meu bilhete e segui até a sala, sentando-me na última carteira.

Quando vi o moreno entrando na sala com a piranha da galinhela, juro que meu coração doeu mais do que antes. E piorou tudo quando presenciei os dois se beijando, parecia que aquela tortura não iria acabar.

Até o nome de ele brilhar na tela do meu celular, eu nem sei porque ainda tenho seu número:

XXXX: Encontra-me atrás da arquibancada em 5 minutos.

Não sei por que fui tão trouxa, mas me levantei, juntei meus materiais, pedi licença à professora e fui. Ao chegar, ele já se encontrava encostado em uma pilastra me esperando.

Sem minha autorização, minhas bochechas ruborizaram e minhas pernas falharam quando senti seu olhar em mim.

-Diz logo o que você quer, estou perdendo aula e pelo visto, você também.

-Me desculpa por eu ser tão babaca assim? –Perguntou abaixando o olhar.

-Finalmente reconheceu né? –Perguntei com ironia.

-Não é por mal, eu juro. São as circunstancias que me fazem tomar as atitudes erradas.

-Faça-me o favor né Leonardo, você é assim porque quer. –Respondi me alterando.

-Eu sou assim porque aprendi a ser assim. Trago minha reputação desde o ensino médio, foi à forma que eu me adaptei a viver. Meus pais me criaram assim, eu tô tentando mudar, juro.

Desviei o olhar, sentindo a verdade nas palavras dele.

-Me dá uma chance? Só uma. Porra, perto de você tenho sensações que nunca imaginei. Você só vai ter que me compreender um pouco.

-Não sei, deixa-me pensar, é tudo tão novo, tão... –Não consegui terminar de falar.

-Estou disposto a te assumir pra tudo e todos... Dá-me essa chance vai? –Segurou em minha cintura e olhou dentro dos meus olhos.

Eu não tinha o que falar, então antes que a razão agisse, eu o beijei, esperando que entendesse minha resposta...

 


Notas Finais


Nada a declarar haha
Espero que tenham gostado.
Beijinhos da tia panda!


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