História Apenas uma Fã - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, One Direction
Personagens Harry Styles, Justin Bieber, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Cantor, Casamento, Família, Filhos, Harry Styles, Musica, Sexo
Exibições 399
Palavras 1.745
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


boa leitura :)

Capítulo 13 - Treze


Fanfic / Fanfiction Apenas uma Fã - Capítulo 13 - Treze

Estamos sentados na areia, olhando o mar. O meu braço está por cima do ombro da menina, o que faz o corpo dela ficar mais próximo ao meu, e eu sinto que passo conforto e segurança para a menina. A respiração dela tá leve, e eu deduzo que a menina tá dormindo. Eu afastei um pouco a cabeça dela do meu peito, o que fez ela dá um pulo, e me encara. O rosto, e nem olhos pareciam de uma ser que estava dormindo, ou ao menos, cochilando. Ela me encarou e se sentou de novo.

- Achou que eu estivesse dormindo?-perguntou ela, pondo o meu braço nos ombros dela.

- Você tava quietinha demais, achei que estivesse dormindo.-disse e beijei o topo da cabeça dela.- Que ir pra casa?-perguntei apertando a menina.

- Pode ser, tanto faz, amanhã eu não tenho aula, posso ficar a noite toda acorda, e abraçada a você.-disse ela, e eu sorri.- Mas a minha casa tá muito longe Harry, eu terei que dormir na sua casa, claro, se você quiser.-disse ela se soltando, e me encarando.

Eu sorri, e passei a mão no rosto dela, e me levantei, e depois ajudei ela se levantar.

- É claro que você pode dormir lá em casa Manu.-disse e abracei ela de lado.-Cada pergunta que você me faz.-disse e apertei a ponta do nariz dela.- Vamos só avisar para o rapaz guardar as coisas aqui, e a gente vai pra casa, pra minha princesinha poder dormir.-disse e nós caminhamos até o rapaz, que estava sentado.-Nós já estamos indo, eu já paguei o seu chefe.-disse e ele assentiu.

P.o.v's Emanuele Riachuelo

Meu mundo estava colorido, uma das coisas mais felizes acabou de acontecer comigo. Eu sempre pensei como seria namorar um famoso, que no caso era o Harry, mas isso acontecer e bem diferente. Eu olhei a aliança, e pude ver o nome dele escrito na mesma, será que o meu nome tá escrito na dele também? Eu só sei que a minha vontade de gritar era enorme. Nós estávamos dentro do carro, e novamente estava tocando as minhas músicas favoritas dos meninos, e eu podia ver Harry sibilar a letra,o que me fazia da pequenas e baixas risadas. Por que esse menino não canta Deus?

- Por que não canta?-perguntei o encarando.

Ele me encarou e sorriu.

- Não quero te assustar.-disse ele rindo.

Eu cruzei os meus braços em cima dos meus seios, e o encarei. Como assim?

- Como assim Edward? Sua voz e linda, e extremamente sexy.-ele arqueou uma sobrancelha.- O que? É a verdade. Sua voz e grossa e um pouco rouca. Leva qualquer garota a loucura.-disse e ele riu.

- A minha voz, te leva a loucura?-perguntou ele, voltando a atenção para a estrada. A onde ele que chegar com isso?

- Sim.-disse e ele sorriu. Eu voltei a encostar a minha cabeça na janela, e dessa vez eu cruzei as minhas pernas. Estávamos chegando a casa de Harry, e um frio percorreu a minha barriga. Harry retirou a camisa, assim que ele entrou na garagem, eu pude sentir algo esquentar dentro do meu corpo. Eu respirei e abri a porta, mas Harry segurou o meu braço.

- Fugindo de mim coisa linda?-perguntou ele, perto demais da minha boca.

Jesus, me socorre.

- N-Não.-droga! Tinha que gaguejar logo agora menina? Eu podia sentir a respiração dele, no meu rosto, eu estava com o corpo fervendo. Deus, me ajuda, por favor.- V-Vamos entrar Harry? Aqui fora tá escuro.

Ele sorriu.

- Que mesmo entrar Emanuele?-perguntou ele, e eu assenti.-Mas antes, eu quero saber uma coisa.-eu apenas assenti.- Você é virgem?-perguntou ele. A essa altura do campeonato, eu já estava entregue, mas entendi o que ele disse, e apenas assenti.- Então é melhor pararmos.

Eu afastei meu rosto do dele, e o encarei, incrédula com o que acabei de ouvir.

- Como?-perguntei, saindo de dentro do carro. Harry saiu, e travou o carro.- Você que me levar a loucura, certo?

Ele abriu a porta da casa, e me encarou, e depois me abraçou.

- Não quero que faça as coisas por impulso, sua primeira vez, tem que ser algo especial, e se eu deixasse, você faria por impulso, e depois se culparia por ter feito algo por impulso.-disse ele, e beijou a minha testa.

Eu dei um sorriso, e nós adentramos a casa abraçados. Harry trancou a porta, e foi tirando os sapatos, e eu fiz o mesmo. Ele caminhou até a cozinha, onde pegou algo na geladeira, e eu me sentei no sofá, e casei o controle. Assim que achei, coloquei em um canal qualquer que estava passando. Harry se sentou ao meu lado, e logo depois deitou no meu colo. As minhas mãos foram de encontro aos cachinhos dele.

- Que me fazer dormir?-perguntou ele. A voz do menino estava distante.- Pois se quiser, me avisa, que a gente sobe, pois não quero dormir no sofá.

- Então vamos subir.-disse retirando a cabeça do menino do meu colo.- É me empresta uma blusa sua, não quero dormir de jeans.-disse estendendo a mão para ele.

- Tá bem, mas você vai te que ficar mexendo no meu cabelo, até eu dormir.-disse ele.

- Tá bom, e por aí que a gente vê o nível de carência da pessoa.-disse rindo.

Assim que chegamos no quarto, Harry me deu a blusa dele, fui no banheiro, e me troquei, e assim que voltei para o quarto, o rapaz já dormia.Eu apaguei a luz e caminhei até a cama do menino, onde me deitei. O quarto estava frio, mas o calor que emanava do corpo de Harry, era o suficiente para me deixar confortável.

(...)

Eu acordei com um barulho vindo da cozinha, e deduzi que poderia ser Alba, a empregada de Harry. Eu tateei a cama, a procura do rapaz, mas não encontrei o corpo dele. Eu abri os olhos, e vi que o mesmo não se encontrava na cama. Eu me sentei na cama, e fiz um coque nos meus cabelos, e peguei meu celular, vendo que tinha duas mensagens de Sophia, perguntando onde eu estava, apenas respondi, e a mesma disse que passaria aqui, para me pegar, pois queria sair, apenas confirmei e me levantei. Entrei no banheiro e tranquei a porta, fiz as minhas higienes matinais, e sai do banheiro, arrumei a cama e sai do quarto, parando no inicio da escada.

- HARRY.-gritei dentro de casa, na esperança do rapaz aparecer. Mas o que apareceu foram duas moças, uma morena e uma loira. Eu olhei bem, e pude reconhecer. Anne e Gemma, eu dei um sorriso e encarei as duas.- Bom dia, podem me dizer onde Harry tá?-perguntei terminando de descer as escadas.

Elas me encaram e sorriram.

- Então você é a brasileira, Emanuele Riachuelo?-perguntou Anne, se aproximando de mim.

- Nossa, quando Harry disse que ela era uma ruiva linda, ele não estava mentindo.-disse Gemma, me abraçando.

- Harry é muito exagerado.-disse visivelmente envergonhada.

- EU NÃO SOU EXAGERADO.-gritou um ser, do segundo andar. Automaticamente eu virei meu corpo, olhando o rapaz no alto da escada, eu sorri, e ele também.- Sabia que você fica linda com as minhas roupas.-disse ele, e eu me lembrei que inda estava com a blusa do rapaz.- E envergonhada ainda mais.

Eu subi as escadas correndo, e logo estava ao lado de Harry. Eu escondi meu rosto do peito do menino, e pude ouvir uma risada vindo de Anne e de Gemma. Eu sorri no peito de Harry, nunca pensei que seria aceita de primeira. Harry me apertou contra o seu corpo, e pude sentir o seu membro na minha barriga.

- Está moça só vai trocar de roupa, e a gente vai mãe, mas antes tenho que deixa-lá em casa.-disse Harry.

- Não precisa, Sophia está me esperando em frente a casa.-disse o encarando. Harry levantou uma sobrancelha, e beijou a minha testa. Caminhamos abraçados até o quarto dele, onde me soltei e comecei a me vestir. Quando eu ia tirar a blusa, e por a minha, ele segurou a barra da mesma.- O que foi?

- Não tira, fica com ela pra você, do mesmo jeito que eu vou ficar com essa blusa sua.-disse ele sorrindo.- Quando eu disse que você fica linda com as minha roupas, estava falando sério. Você já é linda, e ainda usa as minhas coisas.-disse ele sorrindo.

Como eu estou amando esse lado fofo dele.

- Você está sendo muito fofo Edward.-disse apertando as bochechas dele, e deixando as minhas covinhas amostras.

Harry colocou os dedos dele dentro das minhas covinhas, e sorriu.

- Temos covinhas.-disse ele.- É a primeira vez que vejo você sorri com covinhas.

Ele está certo, quase nunca nessa vida eu dó um sorriso com covinhas.

- É você e motivo destas covinhas.-disse dando um selinho leve nele.- Mas agora vamos descer, antes que Sophia invada a sua casa.-disse soltando ele, e indo para porta.

- Que um dia será sua, não se esqueça meu bem.-disse ele me seguindo.

Nós descemos as escadas abraçados, e logo chegamos lá embaixo. Anne e Gemma já estavam do lado de fora da casa. Caminhamos até o local, onde ambas estavam esperando Harry. Eu me despedi de ambas, e beijei Harry.

- Quando chegar em casa, me ligue.-disse ele e eu apenas assenti.

Eu sai da casa, e comecei a procurar a Sophia, mas meu celular começou a tocar, era a minha mãe.

*Ligação: Noemi Vasconselos

*- Oi mãe, aconteceu alguma coisa?-foi a primeira coisa que eu disse.*

*- Além de você estar sendo procurada por diversos paparazes, e sua foto e do Harry estar nos noticiários, não aconteceu nada.-disse ela, calmamente.*

~ Oi Brasil, tá tudo bem?~

*- Como assim, sendo procurada?-perguntei me sentando no meio fio.*

*- Muitos agentes estão atrás de você, querem te tornar uma modelo.-disse minha mãe.- Mas assim que você chegar em casa, conversamos melhor. Beijo.*

*- Beijo mãe.-e assim, eu desliguei o telefone.*

Eu olhei para os lados, na esperança de ver a Sophia, mas nada. Eu senti alguém tapar a minha boca. Eu quis gritar, mas não teria como. A pessoa levantou o meu corpo, e logo a minha frente eu vi uma van preta. Sequestro, isso é um sequestro. As lágrimas começaram a escorrer no meu rosto.

- Olha só mocinha, colabora com a gente, que podemos pensar em lhe mais alguns dias de vida.-disse o moço rindo.

Meu Deus, me ajuda.

Continua..


Notas Finais


O que será que vai acontecer com a Manu?


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