História Apenas uma Fã - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, One Direction, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Casamento, Família, Filhos, Harry Styles, One Direction, Sexo, Traição
Visualizações 1.571
Palavras 1.864
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meninas, tenham uma boa leitura. 😊

Capítulo 4 - Capítulo IV


Fanfic / Fanfiction Apenas uma Fã - Capítulo 4 - Capítulo IV

Capítulo IV

M A N U 

Já estava de noite é, eu estava cuidando dos cortes que eu havia feito nas minhas panturrilhas. As minhas coxas, panturrilhas, pulsos e braços são cheias de cicatrizes, mas as mesmas são escondidas pelas roupas que eu uso. Nas minhas pernas eu passo maquiagem e, nos meus braços e pulsos, eu ás vezes, passo maquiagem; mas sempre estou de blusas de manga comprida.

Minha mãe chegaria daqui alguns minutos, é eu estou uma mistura de ansiedade e medo. Não sei qual vai ser a minha reação ao vê novamente, depois de tantos anos. Eu passei a tarde inteira conversando com Harry; escutar a voz dele era algo surreal, uma coisa que eu nunca pensei que poderia acontecer.

Eu terminei com todos aqueles cortes, e coloquei um pijama; [1]. Escutei passos vindos do corredor, e logo pude ver a porta ser aberta. Minha sorte era que as minhas coisas estavam todas guardadas.

— Manu, meu bem, sua mãe vai demorar um pouquinho. - disse Cátia, colocando uma bandeja em cima do criado mudo — Então quando ela chegar, se você não estiver dormindo, venho te chamar. - ela deu um pequeno sorriso triste — Coma isso ,não estou pedindo e sim, mandando.

Eu dei um sorriso forçado, e me sentei na cama cruzando as pernas.

— Desculpe, mas não tenho fome. - disse olhando para bandeja — Nem sede é, muito menos vontade de ver minha ''mãe''.

Cátia levantou uma sobrancelha e se sentou a minha frente. Ela levantou as mangas da minha blusa, e por sorte eu tinha passado maquiagem ali. Ela olhou as minhas coxas é não encontrou nada. Eu estava me controlando para não tirar a mão dela dos locais estratégicos. Ela já tinha me pegado uma vez, não podia vacilar. Cátia me deu um beijo na testa e saiu do quarto me deixando sozinha novamente.

Pus meus fones,e coloquei a minha playlist brasileira de funk. Sim, eu escuto funk; mas é apenas quando quero me animar, e as vezes resolve. Procurei uma foto minha um pouco antiga, que achava bonitinha, e postei no Instagram,com um sorriso e um coração azul, como legenda. {fotinha de capa}

N O E M I

O jatinho já estava voltando para Londres. Sim, eu voltaria em um avião normal. Eu estava dentro de um táxi, junto há Charles.

As minhas mãos estavam suando e Charles me encaravam sorrindo, calmo. Liam já tinha nós ligado umas quinhentas vezes para saber se tínhamos chegado, é queria fotos da Emanuele junto a nós. Ele estava arrumando o novo quarto, que seria o dela. O taxista parou e logo desdemos. Charles pagou o motorista é nós dois caminhamos para o portão da casa do meu ex-marido. Ela havia mudado, estavam mais bonita. Toquei a campainha apenas uma vez é de longe avistei Cátia vindo toda sorridente. Era bom revela; foi á ela quem confiei a educação de Emanuele, pois sabia que Otávio não daria conta de tudo sozinho.

— Dona Noemi. - disse ela abrindo o portão, e logo me abraçando — Como a senhora continua bonita. -disse ela me soltando, e me analisando.

— Nem dona e muito menos senhora, Cátia; apenas Noemi, como nos velhos tempos. - disse sorrindo — Ah, este e Charles, meu marido. - Charles apenas sorriu, e estendeu a mão para Noemi — Ele não é fluente na nossa língua. - expliquei á ela — Cadê a Emanuele?

— Manu está no quarto. Ela se encontra muito abalada com toda a situação; e se, pelo menos os amigos ainda estivessem aqui, poderiam dar uma ajuda para ela.Mas eles não estão, é bem, ela passou todo o dia dentro do quarto. - disse Cátia, que realmente estava preocupada — É acho que ela voltou a fazer os cortes, pois a depressão está voltando aos poucos; tenho percebidos sinais de uns tempos pra cá.

Eu gelei e com certeza arregalei os olhos, com as palavras ditas por ela, pois Charles me olhou preocupado. Eu e Charles adentramos a casa, ambos estávamos reparando tudo nos mínimos detalhes. Eu pus a minha bolsa em cima do sofá, e caminhei até as escadas. Encarei as fotos de Emanuele penduradas pelas paredes ao longo da escada, que davam acesso ao andar superior. Segui as mesmas, chegando em um enorme corredor cheio de portas, mas apenas uma das portas chamou a minha atenção: era uma porta personalizada.

Era a foto de Emanuele e os amigos de infância ,Rafael e Sabrina. Meu coração se apertou, e eu caminhei até a porta. Tive receio em bater, mas senti a presença de Charles atrás de mim.

— Open, you need to see her. - e logo em seguida, ele girou a maçaneta.

O quarto estava escuro e o ar condicionado estava ligado. Eu vi um ser de estatura baixa deitado na cama, coberto até a cabeça, deduzi ser Emanuele. Caminhei cuidadosamente pelo quarto até chegar na cama. Era a minha menina, a minha ruivinha. Ela estava com fones de ouvido, com os cabelos soltos e alguns fios caídos em seu rosto angelical. Ela tinha um sorriso triste em seus lábios. Me sentei ao seu lado, e passei a mão em seus cabelos; ah, que saudades de poder fazer isso. Charles estava na porta, observando tudo atentamente.

Eu havia esperado tanto por este momento; um momento nosso.

— Meu amor,como eu senti a sua falta. - disse, não contendo as lágrimas — Onze anos Emanuele... Onze anos sem vê o seu rostinho de menina doce e meiga; onze anos esperando um abraço seu, e agora eu estou aqui, do seu lado, conversando com você, mas não em um momento bom é  sim em um momento ruim. - disse limpando as lágrimas que tinham caído no rosto dela — Mas agora você vai pra casa com a mamãe é nada vai nós separar meu amor.

Ela se mexeu e agarrou o urso de pelúcia que tinha ali. Encarei o bichinho, e vi que era o Mico; a pelúcia que dei a ela no dia em que partir. Saí do quarto, vendo ela se encolher  na cama e o sorriso triste voltar a preencher seu rosto.

M A N U 

Eu acordei com a minha cabeça doendo. Os meus fones ainda estavam em meus ouvidos.

Eu me sentei na cama, e prendi os meus cabelos em um rabo de cavalo. Tirei os fones do meu ouvido é me levantei. Me encontrei com fome, mas não tinha vontade comer. Caminhei até meu roupeiro, onde peguei peças íntimas, e as minhas roupas comuns; [2]. Caminhei para o banheiro onde tranquei a porta, e peguei o meu estilete. Fiz cortes em cima dos cortes de ontem, que sangraram ainda mais. Estava com lágrimas nos olhos, e não de dor – porque não sinto mais nenhuma dor, ao me cortar –, e sim de tristeza, por estar fazendo. Eu terminei de me cortar, e me enfiei embaixo do chuveiro.

Saí do meu quarto com uma blusa de mangas finas e frescas. Desci as escadas da minha casa, e olhei as fotos que tinham pregadas na parede. Parei ali, e vi uma foto minha, do meu pai e dá minha mãe. Eu tentei segurar as lágrimas, mas não consegui.

Antes de entrar na cozinha, eu sequei meus olhos. Eu vi minha mãe,s entada na mesa ao lado de um homem de cabelos loiros escuros. Cátia sorriu para mim, e cutucou a minha mãe, que se virou para mim e levantou sorrindo. Ela veio em minha direção, e me abraçou apertado.

— Meu amor,como eu senti sua falta! - foi a primeira coisa que ela disse — Aí Emanuele, como eu senti a sua falta.

Eu estava sem reação; não sabia o que falar é não sabia o que estava sentindo.

O atrito do corpo dela contra os meus pulsos estavam machucando, mas eu apenas ignorei. Depois de um tempinho sem reação, apertei a minha mãe e permiti que as lágrimas caíssem  sobre a blusa que ela  estava usando. Voltei o meu olhar a mesa, onde o homem estava sentado junto á Cátia. Eu o encarei pro um tempo, e depois me dei conta de quem era; simplesmente era: Charles Payne, pai do Liam.

Eu abri um largo sorriso, e me soltei da minha mãe para encara-lá.

— A senhora e casada com o pai do Liam?! - afirmei extremamente agitada e feliz. Uau, eu realmente estou feliz — A senhora e madrasta do Liam, do One Direction?! Jesus me socorre, 'tô morrendo aqui. - a minha mãe apenas ria.

— Respira, Manu. Sim, eu sou casada com o pai do Liam; que pediu que eu mandasse uma foto para ele. Ele está louco para lhe conhecer, e te apresentar aos amigos é, um deles em especial, parece que Harry conversa com você todos os dias,  né?! - disse e eu apenas confirmei, e muita emoção — Meu bem, como eu senti sua falta.

L I A M 

Eu estava junto aos arquitetos. Todas as coisas para o quarto de Emanuele, estavam ficando prontas. Como a mãe dela afirmou, quê ela ama o One Direction, decidi fazer um pequeno agrado; a parede que fica atrás da cama dela, estava com a foto do nosso último álbum que gravamos juntos. As paredes eram lilás e verde água. Louis estava me ajudando a organizar todas as coisas que tinha dentro daquele quarto, que foi planejado por muitos messes. Escutei barulhos vindos da escada, e logo Harry e Niall apareceram na porta do quarto.

— Nossa, esse será o quarto da sua irmãzinha, Liam? - perguntou Niall, apenas assenti — Posso praticamente afirmar, que é o quarto dos sonhos de qualquer menina. Até foto nossa, têm. - disse, -apontando para a parede atrás da cama.

— Ela ama o One Direction é,  ama também,  o Harry. - disse revirando os olhos.

— Todos me amam, amore. - disse ele jogando beijinho no ar — Mas enfim, já conseguiu a foto da menina? - perguntou ele se aproximando.

— Nossa, apaixonou Styles? - perguntou Louis.

— Talvez, nunca saberemos. - disse ele rindo — Não sei se é paixão, mas sei que me apeguei demais a essa menina. Eu passei a noite inteira cantando e tocando para fazer ela dormi. - falou o cacheado, e todos nós o olhamos surpresos — Era isso, ou deixar ela ver o pai morto a alguns minutos no chão da sala.

— Harry, pelo que podemos avaliar do que acabou de dizer, você se apegou a está menina. - disse Louis — E se ela for a nova irmã do Liam, será tudo mais fácil.

Eu o encarei, e ri.

— Não, não será; ficarei de vigia se necessário. - disse rindo.

M A N U 

Estava terminando de me arrumar para ir ao shopping; depois de quase um ano, eu vou voltar ao shopping, apenas pôr, praticamente ter sido obrigada pela minha mãe e por Cátia.

Charles era muito legal, me contou diversas coisas sobre Liam e os meninos. Harry ainda não tinha me mandado nenhum mensagem, mas logo assim que chegasse do shopping, contaria do meu reencontro com a minha mãe. Eu peguei meu celular, e saí do meu quarto.

Cheguei na sala, encarando a minha mãe, Cátia e Charles.

— Vamos, antes que eu desista. - disse afirmativa.

Não estava afim de sair de casa. Sim, eu sou bipolar.


Notas Finais




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