História Apenas uma Fã - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, One Direction, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Casamento, Família, Filhos, Harry Styles, One Direction, Sexo, Traição
Visualizações 1.501
Palavras 1.577
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá para todas vocês, espero que cada uma esteja bem. 😊
Espero que vocês gostem do capítulo, tenham uma boa leitura, meninas. 💭

Capítulo 5 - Capítulo V


Fanfic / Fanfiction Apenas uma Fã - Capítulo 5 - Capítulo V

Capítulo V

M A N U

Eu já estava de volta em casa. Foi bom passar esse tempo fora de casa; eu me senti bem, algo que não acontecia a muito tempo. Assistimos diversos filmes, mas a melhor parte foi comer. Eu estou sem jantar, e meu café da manhã, não foi bem um café da manhã, então comi tudo o que queria comer.

Estou saindo do banheiro, com a toalha enrolada no meu cabelo e outra em meu tronco. Peguei um pijama de unicórnios, e passei uns cremes que Cátia disse que eu deveria passar. As marcas estavam um pouco evidentes, mas nada que alguém fosse perguntar. Peguei meu celular, e me joguei na cama, a toalha ainda estava na minha cabeça. Entrei nas redes sociais, e vi uma foto que Harry tinha postado a um tempinho atrás. Era um quarto, lilás e verde água, bonito até.

Enfim, quando eu estava terminando de escrever a mensagem para ele, eu recebo uma ligação, que faz meu rosto rasgar de tanto que meu sorriso está enorme.

Ligação: Harry S.

– Oi pequena. - disse ele, que estava a com a voz um pouco distante – Como está?*

– Estou bem, mas é  você, como está? - a animação estava evidente na minha voz.

– Você está muito animada, o que aconteceu? Quero saber de tudo nos mínimos detalhes. - disse ele, com uma voz calma e serena – Estou morto. Estava ajudando um amigo e montar um quarto.

– Nossa, que tarde maravilhosa. - disse ironizando, e logo em seguida rindo – Ah, eu fui ao shopping hoje, depois de messes, ia fazer um ano que eu não sai de casa assim, sabe? Para me divertir, foi ótimo! - disse, e logo em seguida a porta foi aberta, era a minha mãe – E agora estou muito feliz, minha mãe está comigo.

– Nossa, essa é a segunda vez que te ouço feliz; estou realmente agradecido por ter te conhecido, e hoje, fazer parte da sua vida, de uma forma indireta, do mesmo jeito que você participa da minha, Emanuele. - ele ficou em silêncio – Quando estiver saindo do Brasil, me mande mensagem, me ligue, qualquer coisa, só me avisa. 'Tá bom, coisa linda?! - disse ele, e eu ardi igual á uma pimenta.

– 'Tá bom Harry, agora eu vou desligar, mesmo que eu não queria, minha mãe tá querendo algo importante, beijo. - disse sorrindo.

– Tudo bem, não se esqueça do meu pedido; beijo. - disse ele, e desligou.

 

Bloqueei o telefone e bati na cama, sinalizando para minha mãe se sentar ali, e assim ela fez. Ela estava com as mãos sobre o joelho, e me olhava sorrindo. Eu estava ficando impaciente, ela queria dizer algo, mas não sabia como. Eu a encarei, incentivando-a a falar. Ela respirou fundo, e me encarou, depois o olhar para a janela.

— Manu, a gente vai amanhã para Londres. - disse ela, eu a encarei, pasma — É por isso preciso colocar a empresa e a casa do seu pai a venda. - voltou a atenção para mim — Eu preciso da sua assinatura, pois você é a única herdeira de Otávio.

Eu a encarei, e dei um sorriso nervoso.

— Não vou vender a casa é muito menos a empresa! Aqui está a minha vida, foi aqui que eu cresci, dei meus primeiros passos, onde eu vivi momentos bons e ruins, não vou assinar nenhum papel para a venda da casa e muito menos da minha empresa, que ficou para mim. Quando eu voltar para o Brasil, vou precisar de uma casa para morar, e da minha empresa para tocar. - disse calma e pausadamente — Então tire essa ideia da cabeça!

— Mas... - a interrompi. Estou começando a ficar irritada com este assunto, e tão difícil entender que eu não vou deixar a minha vida aqui no Brasil? Que eu pretendo voltar?

— Mas nada, mãe! A senhora me deixou a onze anos, e com esses onze anos, eu aprendi que quando eu disser não, e não. E eu não vou vender a casa, a MINHA  casa vai ficar aqui, sem ser vendida. - esbravejei.

— Então Emanuele, me diz, o que vai fazer com a empresa e com a casa, pois você não pode ficar no Brasil, e menor de idade, e eu estou resolvendo os papeis de tudo o que preciso para ter a sua guarda. - ela deu uma pausa, e respirou fundo — Mas se que assim, assim vai ser. Agora me diz, quem vai cuidar de tudo?

Dei um sorriso, claro que sempre soube que iria cuidar de tudo.

— Cátia e sua família vão vir morar aqui em casa, e Osvaldo sempre cuidou da empresa, e vai continuar cuidando, até eu ter idade suficiente para eu mesma tomar conta. - disse e ela me olhou — Estamos entendidas?-perguntei e ela assentiu — Já pegou os papeis da escola?

Ela coçou a cabeça, e logo em seguida negou. Peguei o número da diretora, que estava ao lado do meu celular, entreguei a ela, e expliquei o que ela deveria fazer. Ela saiu do quarto, e logo Cátia entrou. Ela estava um pouco sorridente, mas seu sorriso era triste.

Peguei uma mala que estava ao lado do meu roupeiro, chamei Cátia para me ajudar, e ela veio.

— Vai mesmo deixar as coisas para mim e Osvaldo? - perguntou, apenas assenti de leve — Não precisa fazer isso meu bem, vende a casa e a empresa, se livra desta angústia. - disse ela pegando meu pulso, e sem querer, deixei uma careta de dor aparecer. — Está se cortando novamente,  Emanuele? - disse impaciente.

Eu neguei, mas não adiantou de nada. Cátia puxou a blusa do pijama e viu meus cortes recentes. Pensei que não estivessem tão visíveis, mas as marcas estavam gritantes. Ela levantou o olhar e me encarou. Ela me arrastou até a cama, onde me colocou sentada. Pegou algumas coisas de primeiros socorros,e fez curativos em meus braços. Eu a encarava. Cátia sempre foi tão boa comigo, sempre esteve comigo, como Cláudia... Cláudia! Tenho que me despedir dela antes de embarcar naquele maldito avião.

Cátia terminou com o meu braço, e se levantou, sentando ao meu lado.

— Pensei que tivesse parado com isso. - disse me encarando — Emanuele, isso é sério, e se você acerta uma veia? Olha, eu não quero nem ver como vai ser em Londres, sua mãe não estará muito perto, ela trabalha, não quero que você continue com esse cortes, está me ouvindo? - perguntou, e eu assenti Ótimo. — Cláudia vira aqui amanhã, antes de você ir para o aeroporto. - ela disse e se levantou, e eu sorri —  Termine de arrumar tudo, e desça para comer.

(...)

Eu acordei com passos pelo meu quarto, abri meus olhos lentamente, vendo Cátia entrando com uma bandeja. Me sentei na cama, e dei um sorriso para ela, que retribuiu. Seus olhos estavam vermelhos e inchado, como seu nariz. Ela tinha chorado. Ela colocou a bandeja em cima do criado mudo e se sentou a minha frente na cama. Ela passou a mão pelo meu rosto, e deu um beijo na minha testa.

— Irei sentir tanto a sua falta. - disse ela sorrindo, e deixando algumas lágrimas escaparem.

— Não chora Cátia, assim eu também irei chorar. - disse limpando as lágrimas do rosto dela — Olha, eu prometo que sempre venho te visitar, e quem sabe eu não traga um namorado? - disse rindo — Mas e sério, não quero lhe ver chorando. - ela assentiu e saiu do quarto.

Eu comi a sanduíche e tomei o suco de manga. Eu não estou pura animação, pois não gosto muito de aviões, mas enfim. Eu terminei de tomar meu café e me levantei, caminhando em passos preguiçosos, cheguei no meu roupeiro, onde peguei peças íntimas, uma roupa, [1]. Entrei no banheiro, onde fiz as minhas higienes matinais, e tomei um banho. Saí do banheiro, e me vesti, passei um batom cor-de-pele, e um rímel, é estava pronta.

Peguei o meu celular, e as minhas duas malas, que eram bem pequenas por sinal. Eu decidi que não levaria tudo, que iria doar, e foi o que eu fiz. Separei todas as minhas coisas que não iria levar, e pedi para Cátia doar. Assim que cheguei na sala, vi Cláudia, e um sorriso surgiu no meu rosto. Soltei as malas e corri em sua direção, a abraçando fortemente.

— Aí menina, não estou acreditando que vai me deixar. - disse ela me soltando — Não agora.

— Não estou deixando ninguém, apenas estou indo em busca de novos ares, mas relaxa, eu volto com o tempo. Vocês não vão se livrar de mim tão fácil. - disse sorrindo.

— É não queremos. - disseram Cátia e Cláudia juntas.

Conclusão: Choramos horrores, nós abraçamos como se fosse a última vez que não veríamos. Eu estou deixando praticamente uma vida para trás, uma história, que pôr enquanto, não teve um final feliz para trás, para começar de novo, recomeçar do zero.

Eu estava no aeroporto, minha mãe e Charles estavam terminando de acertar as coisas para a viagem, enquanto eu estava nas redes sociais. Harry me mandou um trezentas mensagens para não esquecer de avisa-ló quando estiver saindo do Brasil. Minha mãe me chamou, e eu fui em passos largos e inseguros para perto dela.

Embarcamos no avião, e antes dele decolar, mandei uma mensagem para Harry.

Twitter: Harry Styels 

@manu412: Tô saindo do Brasil agora, logo mais chego em Londres :)

É, estou deixando tudo para trás, para recomeçar... Até logo, Brasil.


Notas Finais




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