História Apenas Uma Vítima (Chanbaek) - Capítulo 28


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Assassinato, Baeksoo, Baekyeol, Chanbaek, Exo, Sadomasoquismo, Yaoi
Visualizações 661
Palavras 1.714
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiii
Olha quem voltou! Eu já estou muito melhor, abrigada por entenderem que não deu para postar esses dias.
E eu vim com uma notícia não tão boa. A fic está quase no fim, só tem esse e mais um capítulo, mas eu espero muito que vocês tenham gostado 💗
E deve ter alguém ai que não favoritou, apenas tem a fic na biblioteca, então por favor, favorite, compartilhem, deem muito amor também. Beijinhos 😘
Desculpe qualquer erro
E boa leitura

PS: Não esqueçam de favoritar amantes da dor https://spiritfanfics.com/historia/amantes-da-dor-chanbaek--oneshot-9971747

Capítulo 28 - Channy, me salva


Fanfic / Fanfiction Apenas Uma Vítima (Chanbaek) - Capítulo 28 - Channy, me salva

 LEIAM AS NOTAS DA AUTORA 

A última coisa que Baekhyun se lembra é de ser carregado para longe de Chanyeol e não conseguir nem gritar.

Agora o híbrido estava em uma cama de hospital, com uma máscara para ajudar o a respirar, não lhe permitindo falar. O seu corpo estava com curativos, mas a única coisa realmente preocupante era a respiração que de acordo com o médico iria se estabilizar aquela noite depois de alguns calmantes para dormir.

Olhava para sua mãe ao seu lado,  que bancava a vítima, queria tanto gritar por Chanyeol, mas não conseguia pronunciar uma palavra.

- Senhora Byun o seu filho irá permanecer com o aparelho até a noite ok? - Informava o médico analisando a ficha em suas mãos.

- Que tal deixar até ele ir embora, doutor? - Sussurrou e baekhyun pode ver uma nota alta ser entregue nas mãos do médico que apenas sorriu e concordou, fazendo o híbrido querer levantar, mas logo sendo impedido pela enfermeira que de tão distraída nem ouviu os sussuros de sua mãe com o médico.

- Fique quietinho, meu doce. - Disse simpática fazendo carinho nas orelhas de Baek, que se acalmou pois seu corpo iria doer ainda mais se mexe-se.

- Vamos, Nina, temos que deixa-los sozinhos. - O médico e a mulher deixaram o quarto, ficando apenas o híbrido e sua mãe.

- Meu filhinho, está tão mal aí não é? - Falou com um sorriso cínico no rosto, brincando com a cauda de Baek que repousava em cima de suas pernas.

Baekhyun balançou a cabeça freneticamente, com medo, aquela mulher tinha que ir embora, não, não aguentaria mais um minuto ao lado dela.

- Olha! Já são 19 horas, eu tenho que ir amorzinho, depois eu volto. - Foi correndo para a porta, fazendo seu filho soltar um suspiro aliviado.

E assim as horas passaram rápido, nem um sinal de alguém que realmente se importava consigo, Luhan, Kyungsoo ou sequer Jongin.

Como aquela mulher poderia ser tão cínica? Além de tudo teria que passar a noite com ela, naquele sala totalmente branca, tão monótona que dava vontade de tirar aqueles aparelhos e ir embora. Estava bem, não precisa de nada, só de Chanyeol.

Mas os médicos insistiram em colocar o calmante do lado da cama para a hora que ele quiser dormir.

                         ∆¶∆¶

- Chanyeol, fica em casa e se acalma, amanhã vamos atrás dele. - Dizia Chen já na casa de Park, se levantando para ir embora, junto com JongIn e Kyungsoo.

- A gente vai achar ele. - Se pronunciou  o Do triste, indo até o carro.

- Qualquer coisa é só me ligar. - Kai também deixou a sala, ficando apenas Chen e Chanyeol.

- Eu sei que você aguenta pelo menos esse tempinho sem ele, seja forte, confio em você. - Abraçou o amigo e assim foi embora.

Park não se pronunciou, não estava com estruturas psicológicas para isso, sentia seu coração parar mais a cada instante que pensava que Baekhyun poderia até estar morto, ou nas mãos daquela mulher falsa.

Para tentar acalmar os nervos foi dormir, mas antes tomando um chocolate quente, que era uma das bebidas que Baek mais gostava.

Chanyeol se encontrava em uma casa de shows, que estava lotada, pessoas dançando, bêbadas, jogadas no chão, e alguém cantando ao som de uma música movimentada.

Mas então, tudo em câmera lenta, como se estivesse bêbado demais para acompanhar o que acontecia.

Olhou para os lados, e poucas cores tomavam o local que aos poucos foi ficando mais vazio.

Alguém passou por si, trajava apenas um lençol que segurava do meio de de seu peito para baixo, deixando cair nas laterais mostrando a cintura, era seu híbrido, a pessoa que mais queria ver.

Lhe chamou com dedo, e sem contestar o seguiu, logo estavam sozinhos em o que parecia um terraço coberto. Sem pensar duas vezes puxou Baekhyun pelo pulso e atacou seus lábios em um beijo tão desesperado que deixou o lençol que outro segurava no chão, ficando nu.

E quando percebeu já estava da mesma forma, estavam dançando uma dança erótica, que seus corpos se movimentavam com a música alta que dava para ouvir até lá em cima.

Deseja Baekhyun de todas as formas, aquele garoto lhe levava a loucura, principalmente depois de descobrir sobre seus gostos, queria mostrar tanta coisa que cairia tão bem no híbrido.

- Baekhyun... - Assim que gemeu o nome do mesmo, que agora rebolava em seu colo, ele se dissipou no ar em uma fumaça preta. - Baekhyun!? - Perguntou preocupado se levantando e correndo atrás de seu amado, mas só estava andando na escuridão.

Então ouviu:

- Channy, me salve.

Levantou ofegante, era um sonho, seus olhos estavam marejados. Fitou o relógio, "3 horas".

Tinha que ir atrás de Baekhyun, não importa se era tarde, ou se estava cansado , apenas levantou, colocou qualquer roupa seguindo para o hospital de Seul, onde provavelmente o híbrido estava, já que não se encontrava em nenhum dos hospitais que haviam procurado antes.

Julgaram que Byun estivesse em um hospital, já que ele foi carregado por um policial, que em sã consciência o levaria para cuidar dos ferimentos.

Pegou seu carro, e foi o mais rápido possível até o lugar, sem nem parar nos sinais que a essa hora da noite não tinha ninguém.

- Por favor, me diz o quarto do Byun Baekhyun. - Pediu meio desesperado para a recepcionista.

- Desculpe, senhor, mas a família não quer ninguém perturbando e agora não é... - Foi interrompida pelo dinheiro jogado em seu colo, e apenas se calou. - Quarto 203.

Nem se deu ao luxo de pensar em o quanto os humanos são manipuláveis e foi atrás de seu híbrido.

Correndo por entre as pessoas que apenas olhavam com cara de sono para Park, afinal quem queria estar trabalhando às 3 da manhã?

Abriu devagar a porta do quarto 203, para não acordar quem dormia, e quase chorou ao ver seu bebê ali, naquele estado.

Não tinha mais ninguém no cômodo, apenas uma cadeira vazia ao lado da cama.

Os olhos, que antes tinham a atenção no teto, de Baekhyun sem pressa se fixaram na pessoa que entrara.

Chorou, chorou por não poder gritar por Chanyeol, e de não poder ir abraça-lo. Chorou pela dor que sentia dentro de si, que era muito maior que qualquer dor física.

Tentava falar e só saiam gemidos estranhos com aquele aparelho em sua boca. E então Park percebeu que as mãos de Baekhyun estavam presas ao lado da cama.

E rapidamente foi tirar a máscara de Byun.

- Ela me amarrou, quando viu que eu tinha forças para tirar isso, ela me amarrou! - Exclamava, mas estava rouco de mais para gritar. - Channy, me salva, por favor. - Sussurrou, e Chanyeol apenas o abraçou, aquela fala fez seu coração se quebrar por inteiro.

- Calma, meu amor, vou te tirar daqui. - Tirou as amarras dos braços frágeis a sua frente, e foi puxado para um beijo inesperado, mas que se envolveu. Baekhyun não aguentava mais ficar sem aquele que praticamente é o motivo de sua felicidade.

- Nos termos que ir, rápido, temos que fugir Chanyeol, eu não posso ficar nessa cidade, ela vai atrás de mim, ela disse! Ela prometeu! Ela vai me matar! - Dizia tão rápido, com tanto medo que o mais velho não conseguiu nem protestar, nunca viu tanto desespero corromper seu pequeno.

Apenas o pegou nos braços e foi até a janela olhando a altura, por sorte, ainda estavam no primeiro andar.

- Se segura, Baek. - Avisou pulando a janela, e ouvido um gemido de dor. Byun não estava nem perto de estar recuperado. - Só vamos passar em casa e pegar dinheiro está bem? Prometo que não ficará nem mais um dia nesta cidade. - Beijou a testa alheia e deixou-o no banco do carona. Mas o mesmo logo pegou no sono, finalmente conseguira dormir, já estava calmo só de saber que estava ao lado de Park.

Desceu do carro, e não se atreveu a deixar Baekhyun dentro do mesmo, nem que seja por pouco tempo. Correu para o quarto e pegou a maleta que usava para emergências, onde tinham 500 mil dólares, cartões de crédito e uma faca, deixou o objeto cortante e colocou a maleta nos braços.

Também fez uma mala, jogou algumas de suas roupas lá dentro, e algumas que tinha comprado para Baek, que estavam em seu quarto.

Desceu com a maleta e a mala na mão, foi até a garagem e as colocou no carro, voltando para pegar Baekhyun que agora já estava acordado.

- Pode dormir bebê. - Falou o envolvendo em seus braços novamente.

- Me deixe trocar de roupa primeiro, já que vamos ao aeroporto, não vou com esse vestido verde. - Advertiu coçando os olhos e saindo do colo do maior que sorriu bobo com a atitude.

O híbrido se deu a liberdade de pegar uma calça de moletom e uma blusa de Chanyeol, que ficaram enormes, mas muito melhores que a roupa de hospital. Então seguiram a caminho do aeroporto.

- Vamos para onde? - Perguntou o menor admirando a vista da janela do carro, bocejando em seguida.

- Pode escolher. - Olhou para o outro e sorriu, queria tirar aquele clima tenso que ainda estava no ar, afinal à apenas duas horas atrás Baek ainda estava em uma cama de hospital.

- Vamos para Los Angeles? - Perguntou animado, tossindo depois de soltar um riso, pelo visto sua garganta também não estava das melhores.

- Está bem. Mas quando chegar lá te levarei à um hospital descente, você não parece nada bem. Vem aqui, deixe eu ver se está com febre. - Parou o carro no acostamento e pegou no pescoço e na testa do menor. - Ainda não, mas quando chegar no aeroporto vou comprar remédio para garganta e dor. - Dizia preocupado fazendo Baekhyun sorrir bobo com a atitude de Park. Nem parceria a pessoa fria de quase 7 messes atrás.

Chegaram no aeroporto, e foram recebidos pelo diretor de uma das melhores empresas aéreas, assim como Chanyeol pediu para a moça que cuidava das passagens.

- Senhor Park, que bom tê-lo aqui, me diga o destino e eu arrumo um jato para o senhor agora mesmo. - Sorriu, Chanyeol já era conhecido daquela empresa por algumas viagens de negócios.

- Jung! Meu caro amigo, queremos ir a Los Angeles. - Informou e sem demora Baekhyun e o maior já se encontravam partindo para outro país.


Notas Finais


Obrigada por lerem
Tchau tchau


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