História Apenas Vingança - Capítulo 12


Escrita por: ~ e ~AnaPribeiro

Postado
Categorias American Horror Story
Personagens Personagens Originais
Tags Ahs, American Horror Story, Apenas Vingança, Briarcliff, Bulling, Colegial, Drama, Escolar, Estrupo, Romance, Vingança
Exibições 19
Palavras 2.170
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá!
Desculpa a demora, mas está aí mais um cap. fresquinho.

Ah! Desculpe qualquer erro ortográfico, prometo revisar futuramente.

Capítulo 12 - Jogada de mestre



                   P.O.V Patrick Garland.
                     Sábado (Dia da D.R)

  
    Ainda não estou acreditando no que ela havia me falado. Cara... Dei o meu melhor para cuidar dela, mas em troca recebo patadas. Se eu me importei tanto por ela, é porque eu a amo e não porque sinto pena.


    Nunca pensei que ela fosse me tratar daquela forma. April nunca me tratou mal, ela sempre foi doce e calma comigo. Então aquilo foi meio que bizarro para mim. O jeito que falou comigo me frustrou muito, mas pude entender o seu lado. Passar por uma coisa dessas não deve ser fácil. Mas acho... Que ela deveria entender o meu lado também.


    Sempre estive disposto em ajuda-la, porque sei que ela precisa muito de mim. April é uma menina muito frágil, só de ficar alguns segundos do seu lado dar para se notar isso.


    Quando ela disse que não queria a ajuda do pai, fiquei muito irritado, porque qualquer filha queria ter a ajuda do pai naquele momento. Mas April me surpreendeu... Seu orgulho e frieza, estava dominando. Por um certo momento não a reconheci, pôs ela se recusou a perdi ajudar do pai. Sendo que eles são muitos próximos. Então não pude conter a raiva que senti ao ouvir aquilo.


    Foi aí que começamos a nos desentender. Eu querendo ajudar e ela querendo se manter forte. Mas percebi que ela só estava fazendo aquilo para se defender, porque ela não é assim.


    Logo ela diz que não precisa da minha ajuda, aquilo foi o suficiente para a raiva me dominar. Me senti um lixo naquele momento, como se todo o meu esforços para ajuda-la tivesse sido em vão, como se tudo que eu havia feito a ela tivesse sido em vão. A minha vontade era de grita com ela, para ela acorda para a realidade. Mas não consegui, pôs aquilo foi como um tapa na minha cara. Apenas fiquei calado e paralisado com sua atitude.


    Para evitar o pior, saí rapidamente do seu quarto. Não me contive comecei a chorar no corredor, fui à sala dela e sentei no sofá. Fiquei cerca de meia hora sozinho e chorando, até eu esvaziar toda a raiva que estava sentindo. Pensei em volta para o quarto dela, mas não podia fazer aquilo, não seria certo. Acho que ela precisava ficar um pouco sozinha. Foi isso que fiz...


    Fui para casa ainda meio abalado, sorte que a minha casa ficava próximo. Assim que entrei, meus pais me olharam espantados, estava visivelmente com os olhos vermelhos. Minha mãe chegou a perguntar o que estava havendo comigo, mas eu não disse nada. Simplesmente caminhei, em passos lagos, para o meu quarto. Pude senti que eles estavam preocupados comigo. Todo tempo um deles iam no meu quarto para saber se eu estava bem. Mas eu não respondia, estava muito mal com tudo isso.


   A garota que eu amo, recusando minha ajuda e ainda diz que não precisa de mim. Que merda!


   Foi assim tudo o resto do meu final de semana. Triste e deprê... Tudo por causa de uma garota linda e teimosa chamada April. Cara... Nem comer consegui direito, olha que sou bom de garfo.


    Minha mãe até achou isso estranho. Estranho do tipo sério, porque eu recusei comer, ela disse que eu devo estar doente ou algo do tipo. Então para não deixa-la muito preocupada, resolvi contar que April e eu, estávamos brigado. Ela disse que isso é temporário e que é questão de tempo. Também disse que devo dar um tempo para ela esfriar a cabeça. Minha mãe está certa. Devo deixa April se repor, e só depois eu converso com mais calma.


    No domingo até pensei em ir a casa dela, mas não tive coragem. Não sei se eu estava pronto para conversa com ela. Um lado de mim queria que eu fosse. Porém outro dizia para eu não ir... Então resolvi ficar em casa.


    - Amanhã eu falo com ela... - Pensei.


                                    ...


    E foi isso que fiz, na segunda-feira fiquei na sala esperando April aparecer. Todo tempo ficava olhando para relógio. Como se lá eu pudesse matar a minha ansiedade. Até que o sinal toca, logo uma tristeza domina o meu peito. Achando que ela não iria vim. Entediado e bolado, afundo minha cabeça na mesa e fecho os olhos.


     - Droga ela não vem... - sussurro para eu mesmo.


    De repente começo a ouvir alguns sussurros. Curioso, levanto a minha cabeça. Olho para frente não vejo nada, mas logo direciono o meu olhar para a entrada da sala. Quase eu caí da cadeira, não estava acreditando. Quando vejo aquilo fico tão assustado, que esfrego três vezes os meus olhos. Para vê se eu realmente estava vendo aquilo.


    Só podia ser miragem!


    Minha expressão era inexplicável... April aparece na sala com um visual completamente diferente. Ela estava extremamente mudada... Com todo o respeito, mas ela estava muito gostosa. Não que a April de antes fosse feia, mas realmente ela estava muito bonita.


    Fiquei cerca de dez minutos chocado. Meu cérebro demorou muito para processar aquilo. Ela não é April que conheço, sei lá... Fico olhando ela com a maior cara de idiota. Ela me olha por um tempo, mas nossos olhares são interrompido.


    - Caralho... Olha a Candy. Ela está muito gostosa. - diz John do fundo da sala e conversas paralelas começam a se ouvir. Olho para John irritado, ele me olha também e me lança um sorriso debochado. - O que está olhando seu idiota, filha da puta. - ele diz e todos da sala ficam calados me olhando. Naquele momento uma coisa ruim dominou meu corpo, meu rosto começou a ferve. Me levanto e ando até John, ele da mesma forma se levanta e vem também na mesma direção. Paramos um de frente para o outro, em uma distância muito curta. Ficamos nos encarando feito dois pitbulls.


    - O que você disse ?! - digo com um tom de voz grosso, nem eu me reconheci. Todo o meu corpo estava quente, meu sangue parecia que estava circulando mais rápido por todo o meu corpo. Minha mãos estavam em punho.


    - Idiota e filho da puta... Por que ? Além de babaca, você é surdo ?! - diz e começa a rir. A sala fica em completo silêncio.


    Uma certo ódio me dominava, sem pensar, dou um soco na cara dele que o faz cair cair no chão. Todos gritam e me olham assustado, inclusive April. Eu já estava com muita raiva do John, e aquilo foi o suficiente para meu ódio dobrar. Ele me olha com fúria, quando ia avança para cima de mim, Sam o segura rapidamente.


    - PARA... JOHN. - Sam grita e o segura firmemente. O nariz de John estava sangrando, não pensei que um dia eu faria isso com alguém. Na verdade, nunca fui de me meter em confusões, mas duas coisas me tira do sério, que é insultar as pessoas que eu amo e me xingar sem algum motivo. Foi isso que ele fez, as duas coisas ao mesmo tempo.


    Por sorte, só estava John e Sam do grupinho deles. Paul não veio, acho que estava com medo de ser punidor por ter feito aquilo com April.


    - Me solta, porra... - John fala e tentava todo tempo se livrar dos braços de Sam. Mas Sam o segura bem forte, deixando-o quase imóvel. - O cara me bateu e você quer que eu não faça nada ? - diz ainda tentando se soltar.


    - Sim... Porque você não pode se meter em confusão novamente... Porque vai ser expulso e você sabe muito bem disso. - Sam diz e todos da sala olha para ele. John olha para mim e depois para Sam, ele dá um leve suspiro e logo para de relutar.


     -Tá! Mas me solta, porra. - diz e tira os as mãos de Sam. John me encara por um tempo, e com passos rápidos se esbarra, propositalmente, em meu ombro. Olho para Sam, ele me encara.


     - Cara... Volta para o seu lugar. - Sam fala e continua me olhando seriamente. Dou um suspiro e volto para o meu lugar.


    April ainda estava de pé, ela estava me fitando. Seus olhos estavam arregalados e assustados, parecia que estava vendo um monstro. Ela balança a cabeça em movimento de negação, se dirige ao fundo da sala e senta em uma carteira do fundão. Achei muito estranho, ela sempre sentou na minha frente. Vê-la se sentar no fundo da sala, foi um pouco que irritante e incomodador.


    Não demorou muito para o professor entrar na sala, e começar a aula. Não consegui apresta atenção na aula, minha cabeça estava a mil. Todo momento me lembrava da besteira que fiz a pouco tempo.


    A cada minuto eu dava algumas olhadas para o fundo da sala, para encontrar April. Ela estava lá, linda e sozinha no fundo, com apenas uma garota sentada na frente dela. Ela estava prestando atenção na aula, fiquei admirado cada movimento seu. De vez em quando nossos olhares se encontravam, mas ela desviava rapidamente. Como se estivesse me evitando. Quando penso nisso, sinto um pequeno aperto no meu peito. Por um momento eu me odiei, a pior coisa que existe é ser ignorado por April.



                          P.O.V.  April.


    Nossa não acreditei naquilo que eu vi. Gente! me belisquem. Realmente eu vi aquilo? Patrick, o garoto mais fofo e lindo que eu já vi. Batendo no idiota do John... Difícil engolir essa.


    Fiquei muito nervosa em vê ele daquele jeito, tanto que fiquei olhando para ele com a maior cara de assustada.


    Ah ! Patrick é um idiota mesmo. - penso e olho para Patrick, que estava tentando prestar atenção na aula. Como ele pode ter feito aquilo? Tudo bem, que o John mexeu com ele e comigo. Mas eu disse a ele para não se meter em confusão, por causa de mim. Não sei o que deu nele para ele fazer essa burrada.


    A aula de Inglês passa rápido. O sinal toca e algumas pessoas começam a sair da sala, todos indo para o intervalo.


    Patrick e eu somos um dos últimos a sair. Ele se levanta, e fica me olhando por um tempo. Eu desvio o meu olhar, mas ainda sinto que ele esta me olhando. Acho que ele percebeu, que eu queria evita-lo, pois ele saí em passos rápidos da sala. Meu coração até se apertou, mas me mantive forte.


    - Aguenta o coração April. Calma e foco! - resmungo para mim mesma. E fecho os olhos e dou um pequeno suspiro.


    Espero ele sumi da minha visão e logo eu me levanto. Saio da sala e vou até o corredor onde fica o banheiro dos meninos. John, desde a briga não volto para sala, então ele deve está por aqui. Fico cerca de dois minutos no corredor esperando por um sinal dele, até que o mesmo saí do banheiro. Ele me olha confuso, e caminha para o lado oposto. Rapidamente corro até ele, seguro o seu braço e o viro em minha direção.


     - Espera... John. - digo.


     É agora que meus planos entram em ação.


     - O que você quer? Vadia. - diz e nossa... Nada legal esse garoto. Super arrogante!


     - Primeiramente, fale direito comigo e segundo "Diga?" é a pergunta certa. - falo com um tom bastante irônico.


     - Cala a boca e diz logo o que você quer. - fala e solta o minha mão de seu braço.


     - Calma... Eu so vim dizer para você, que eu quero te conhecer melhor. - digo e começo a enrola uma mecha de meus cabelos sensualmente, para provoca-lo.


     - Hum... Sério isso? Candy. - pergunta e sua expressão muda rapidamente. Ele é muito idiota mesmo.


     - Sim, claro... Desde aquela noite não esqueci mais de você. - digo e mordo o meu labio inferior. Nossa, nem eu sabia que era tão sensual desse jeito. E o burro está caindo direitinho.


     - Você está de brincadeira... - diz e começa a rir de seu próprio comentário.


     - Eu não estou brincando. - digo e dou uma piscadela.


     - Wow! Por essa eu não esperava. Você está me surpreendendo.- diz e tenta chega próximo de mim. Assim que percebo isso, dou uns passos para trás. Não queria que ninguém vesse. O que iriam pensar de mim, me vendo agarrada com John pelo corredor.


     - Você ainda não viu nada. - digo e ele me olha com um sorriso maléfico.


     - Podemos sair qualquer hora, o que acha ? - diz e essa pergunta que eu estava esperando...


     - Quem sabe... - digo, faço uma cara manhosa e me viro. Mas sinto que ele ainda está me olhando. Na verdade, acho que nesse momento ele deve está me comendo com os olhos. Saiu tudo do jeito que eu queria. Foi mais fácil que eu pensei.


    Xeque-mate...


    - Esse desgraçado está com os dias contado... É verdade John, você ainda não viu nada. - sussurro enquanto ando pelo corredor daquela escola.

April... April...


Notas Finais


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