História Apesar De Tudo - Emison - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Pretty Little Liars
Personagens Alison DiLaurentis, Aria Montgomery, Byron Montgomery, Caleb Rivers, Emily Fields, Ezra Fitzgerald, Hanna Marin, Jenna Marshall, Noel Kahn, Personagens Originais, Spencer Hastings, Toby Cavanaugh
Exibições 207
Palavras 5.902
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente, antes de tudo quero muito me desculpar por vacilar tanto com vcs. Eu sei que estou atrasando MUITO e peço que compreendam e me perdoem. É que realmente estou tendo problemas em relação ao tempo e minha mãe que não sai do meu pé direto. Enfim, é complicado. Mas quero que saibam q nao vou desistir dessa fic e vou compensá-los pelos atrasos.

QUERO AGRADECER AOS FAVORITOS E AOS COMENTÁRIOS DO CAP ANTERIOR. AMO VCS DEMAIS E SE N FOSSE POR VCS EU NEM IA TÁ AQUI! ENTÃO MUUUUITO OBRIGADA!

Ah, e tem personagens novos! hahahaha e vai chegar mais!
agr vão ler!

Capítulo 13 - Eu nunca te disse


POV EMILY

Já faz cerca de meia hora que estou aqui na cachoeira esperando pela Ali. Pela sua boa vontade de aparecer. Aonde será que ela está? Será que ela ainda vem?

Suspiro forte. Estou sentada em uma rocha e escutando o doce som da cachoeira. Sinto o Shepley se deitando ao meu lado e eu sorrio colocando a mão sobre sua cabeça e acariciando.

- Cadê ela, amigão? – Perguntei a ele. Eu tenho essa mania de conversar com meu cachorro. – Será que aconteceu alguma coisa séria? Ou será que simplesmente ela desistiu de dar uma chance para nós? – Meu coração dói só de pensar nessa hipótese. – É melhor eu calar a boca.

Eu me lembro de tudo que passamos no passado. Tanta coisa ruim. Tantos maus entendidos. Ela inclusive me deixou para dar o golpe do baú. Mas não consigo mais ter raiva disso. A única coisa que eu quero é ficar com ela, fazer parte da vida dela. Eu sei que ela acabou de voltar, acabamos de nos acertar, não completamente, mas nos acertamos. E mesmo assim não consigo me imaginar indo de vagar. Eu quero ir rápido. Eu quero tê-la pra mim o mais rápido possível. Eu quero amar a Ali e eu quero que ela me ame na mesma intensidade que eu a amo.

 

Eu sinto falta desses olhos azuis

De como você me beijava de noite

Eu sinto falta de como a gente dormia

Como se não houvesse nascer do sol

Como o gosto do seu sorriso

Eu sinto falta de como a gente respirava


 

Mas eu nunca te disse

O que eu devia ter dito

Não, eu nunca te disse

Eu simplesmente segurei dentro de mim


 

E agora

Eu sinto falta de tudo sobre você

Não acredito que eu ainda te quero

E depois de tudo o que a gente passou

Eu sinto falta de tudo sobre você

Sem você


 

Eu vejo seus olhos azuis

todas as vezes que eu fecho os meus

Você deixa dificil de ver

À que lugar eu pertenço

Quando eu não estou com você

É como se eu estivesse sozinha comigo mesma

 

- Acho que estou louca, Shepley. – Sorrio. – Ela me deixa louca.

Olhei as horas em meu relógio no pulso. Eu não vou sair daqui tão cedo. Vou para o chão e encosto minhas costas e minha cabeça na rocha onde antes estava sentada. Acabo adormecendo esperando ela.

Acordo assustada com o sol bem mais fraco me atingindo. Olhei as horas e são quase 4 da tarde. É.... com certeza ela não vem mais. Só espero que nada de ruim tenha acontecido com ela. Me levantei e fui caminhando lentamente até meu carro. Não vou negar que ainda tenho esperanças dela aparecer, mas é impossível.

Olhei mais uma vez ao redor e nem sinal dela e nem de ninguém. Abri a porta traseira para Shepley entrar e me dirigi ao banco do motorista saindo do local.

...

Cheguei em casa meio cabisbaixa pela ausência de Alison no nosso encontro. Mas não vai ser isso que me fará desistir dela.

- Em? É você? – Escutei a voz da minha mãe e seus passos se aproximando de mim.

- Oi mãe, sou eu. – Falei tirando o casaco e os sapatos.

- Você saiu de casa cedo, eu nem vi. Aonde foi? – Perguntou curiosa.

- Passear. – Sorri meio cínica. Ela pareceu não engolir muito a minha história, mas mesmo assim não insistiu.

- Enfim, eu precisava te falar. Ontem à tarde Jenna me procurou e conversamos sobre o relacionamento de vocês. Chegamos à conclusão de que oito anos é tempo demais para um noivado. – Ela falava e eu nem ligava. Eu realmente não me importo de jeito nenhum com a Jenna ou esse noivado. – Então nós duas fomos na igreja e marcamos a data do casamento. Vai ser daqui a três semanas! Não é maravilhoso? – Perguntou empolgada.

- É maravilhoso... espera. O QUÊ? VOCÊS FIZERAM O QUE? – Perguntei gritando. Aquilo não poderia ter acontecido.

- Tenho certeza que você escutou. O que foi? Não era isso que você queria?

- Não! Eu não quero me casar com a Jenna! – Exclamei alterada.

- Ué. Então por que vocês estão noivas? – Perguntou sem entender.

- Mãe, eu não sei. Realmente eu não sei. – Coloquei a mão na cabeça preocupada. - Foi a senhora me jogando pra cima dela!

- Agora a culpa é minha? Se não queria casar era só ter desfeito o noivado! Ela me disse que você só estava tímida e nervosa com tudo isso, por esse motivo resolvi dá um empurrãozinho. – Se explicou. – Me desculpe.

- Não, tudo bem. A senhora tem razão. Eu nem deveria ter pedido ela em casamento. Eu estava tão irritada e chateada com a Alison na época que nem pensei. – Falei mais calma me sentando no sofá.

Minha mãe me olhou séria e se sentou ao meu lado.

- Então tem a ver com a viúva dos olhos azuis. Você ainda sente algo por ela? – Perguntou docemente. Que jeito engraçado de se referir a Ali.

- Sim. Eu ainda sinto tudo por ela, mãe. – Respondi.

- Eu deveria ter percebido o jeito que você voltou daquele baile. Estava tão distraída e pensativa. Mas não pensei que fosse pela volta da Alison. Mas sério, desculpa por ter feito isso sem conversar com você antes. Só queria fazer uma surpresa. – Falou realmente arrependida.

Escutar minha mãe falar assim é ótimo pra mim. Depois do divórcio com meu pai ela mudou muito. Nem parece aquela mulher controladora, e eu a amo por isso. Ela tem evitado meu pai e ele evita ela, por essa razão ela não foi ao baile. Mas sinto que eles ainda se gostam. O que será que leva duas pessoas que se amam a se separarem? Só sei que deve ser coisa séria. Mas não importa o quanto eu pergunte, acho que ela prefere morrer a me contar a história verdadeira por trás desse divórcio.

- Não se preocupe. Eu vou cuidar disso. – Me levantei confiante e beijei o topo de sua cabeça.

- Vai fazer o que?

- Primeiro, vou desmarcar o casamento. Depois eu falo com a Jenna. – Falei calçando meus sapatos.

- Acho melhor mesmo. Boa sorte, meu amor. – Disse se levantando.

- Obrigada, mamãe. Eu vou precisar de muita. – Dei um beijo rápido em seu rosto, peguei meu casaco e saí.

Fui até a igreja falar com o padre Ryan. Entro no local apressada e esperançosa de tudo der certo. Me dirigi a parte de trás da igreja que é onde o padre Ryan se concentra e se prepara para as missas.

- Padre? – Entrei no local o chamando.

- Oi, posso ajuda-la? – Um homem com roupa de padre respondeu. Mas ele não era o meu amigo Ryan.

- Pode... onde está o padre Ryan? – Perguntei sem graça.

- Ele teve que viajar urgentemente, parece que são problemas familiares. Então ele me chamou para substituir ele aqui. – Respondeu amigavelmente.

- E quando ele volta?

- Acho que daqui a três semanas. - Droga. Em três semanas é o casamento. – Mas posso ajudar em algo?

- É que eu gostaria de desmarcar meu casamento. Você pode me ajudar com isso? – Perguntei.

- Poderia. Mas infelizmente quem cuida dos casamentos dessa cidade é o padre Ryan. Sinto muito.

- Quem sente sou eu. – Falei baixo. – Enfim, obrigada.

Me virei e fui embora. Ótimo. Agora estou em maus lençóis. O que eu faço? Tenho que falar com a Jenna então. É o único jeito.

Entrei em meu carro decidida a abrir o jogo com Jenna e lhe contar a verdade, que eu não quero mais me casar com ela. Sou surpreendida pelo meu celular tocando em meu bolso. Olhei na tela e vi um número desconhecido. Decido atender.

- Alô? – Perguntei.

- Oi, Emily? – A voz era conhecida.

- Sou eu. Quem é?

- É a Melissa.

- Ora ora Melissa Hastings! A que devo essa honra? – Perguntei divertida.

- É a Spencer, Em. – Melissa disse o nome de Spen e todos os ossos do meu corpo congelaram. Só agora percebi que o som da voz de Mel não era tão bom assim.

- O que aconteceu com a Spencer? – Perguntei altamente preocupada.

- E ela não vem pra casa desde ontem à noite, não atende mais minhas ligações e nem do meu pai. E liguei para o escritório dela e a secretária dela falou que ela não foi trabalhar hoje. Estou preocupada, Em. Você sabe dela? – Desabafou.

- Não. Mas acho que faço uma ideia de onde sua irmã esteja. Não se preocupe, Mel. Eu vou cuidar dela e me certificar que tudo está bem. – Passei segurança.

- Muito obrigada. Se você a achar me mande notícias, por favor.

- Claro. Entro em contato. Tchau. – Encerrei a chamada.

Bom, parece que minha conversa com a Jenna vai ter que esperar. São tantos problemas desabando pela minha cabeça que acho que vou explodir. Meu Deus.

Quando Spencer some assim do nada é por dois motivos. Ou ela está ocupada trabalhando que não tem tempo nem de atender o celular, ou ela está bêbada jogada em um quarto do Radley Hotel. Mas como sei que não é o primeiro motivo, só me resta o segundo. Ela não é do tipo que bebe até cair. Algo grave aconteceu.

Dirigi rapidamente até o Radley. O mais sofisticado e caro hotel de Rosewood. A tia de Spencer, Margot, é dona do hotel. E sempre que Spencer está em apuros procura ela, o bar do hotel e um quarto para passar a noite largada.

Entrei no hotel sentindo o clima gelado do ar-condicionado me acolhendo. Andei até a recepção e vi Margot mexendo em uns papéis completamente distraída. Ela era o tipo de mulher na meia idade super bem-humorada, divertida e compreensiva. Eu mesma adorava conversar com ela sobre minhas aventuras sexuais que aconteciam na, maioria das vezes, nos quartos de hotel dela. Posso fazer o que? Ela me deixa usar de graça.

- Margot! – Falei alto o suficiente para assustá-la.

- Emily! – Levou a mão ao coração, certamente, acelerado. – Você quer me matar?

- Não, imagina. Quem iria me ajudar a escolher as próximas vítimas do meu joguinho? – Perguntei e ela riu.

- Você veio atrás da Spence, né?

- Esperta você. Posso subir? – Perguntei me referindo ao quarto dela.

- Claro. É bom que você descobre o que minha sobrinha tem e faz ela comer alguma coisa, por favor. Desde ontem que ela só ingere vinho. – Falou me entregando chaves reserva do quarto de Spencer. – Boa sorte.

- Valeu mesmo. – Beijei a testa dela e fui até o elevador correndo.

Parei no oitavo andar e fui ao fim do corredor, no quarto vinte e sete. Abri a porta lentamente e, como já esperava, vi Spencer adormecida jogada na cama, com umas cinco garrafas de vinho completamente secas e um copo jogado no chão. Minha melhor amiga é tão previsível. Andei até a cama e me deitei ao lado dela encostando minhas costas na cabeceira da cama. Acariciei seus cabelos e beijei o topo de sua cabeça.

- Por que você fez isso com você mesma? – Perguntei mesmo sabendo que não teria resposta alguma dela.

Segundos depois escutei fungos e soluços de choro. Então ela estava acordada.

- Spencer, olha pra mim. – Pedi.

Ela olhou. Sua face estava inchada de tanto chorar e seus olhos estavam vermelhos e sem vida.

- O que aconteceu com você? – Perguntei preocupada.

Ela simplesmente pegou a bolsa dela e tirou um envelope de dentro me entregando. Olhei a frente e vi o convite de casamento de Toby com Yvonne. Agora eu tenho uma vaga lembrança de ter visto esse mesmo envelope semiaberto em cima da mesa da minha sala de estar.

- Agora é real, Em. Ele vai se casar com ela. – Spencer disse com a voz rouca.

- Então isso é por causa do Toby. – Me aproximei mais dela e ela deitou a cabeça no meu colo. – Vocês já conversaram sobre o passado?

- Não temos o que conversar. – Ela foi curta e grossa.

- Mas é claro que vocês têm! Você precisa explicar o verdadeiro motivo de ter terminado com ele há oito anos atrás.

- Isso não vai mudar nada, Em. Ele ainda vai casar. – Spencer parecia desolada.

- Isso não é pra ele, Spence. Isso é pra você! Talvez só assim você consiga seguir em frente definitivamente.

- Você tem razão. Mas não sei como começar uma conversa com ele.

- Começa do começo. O Toby ainda é um bom amigo e ouvinte. Com certeza ele vai entender e te perdoar. – Falei coçando a cabeça dela.

- Vou tentar.

- Ótimo! Agora pare de chorar e vá tomar um banho, enquanto eu vou pedir sua janta. – Ela fez uma careta. – Nem faça essa cara porque você vai comer tudo!

- Em, eu passei a noite toda bebendo e acordei quase agora. Estou morrendo de dor de cabeça, só quero voltar a dormir! – Falou se deitando e colocando o travesseiro na cara.

- Nada disso, você vai é tomar um banho agora! – Joguei o travesseiro longe e puxei a Spencer da cama.

Fui empurrando ela até o banheiro, até que ela parou e me olhou séria.

- Vai tirar minha roupa também? – Perguntou sarcástica.

- Não. Vai logo! – A empurrei e fechei a porta do banheiro.

Peguei o interfone e liguei pro serviço de quarto e pedi a janta da Spencer.

Minutos depois ela já estava banhada e enrolada em um roupão do hotel. A comida já havia chegado e ela comia tranquilamente sentada na cama comigo ao seu lado.

- Então, enrolando muito a Jenna? – Ela perguntou fazendo graça.

- Dessa vez quem me enrolou foi ela... – Comentei me encostando da cabeceira da cama.

- Como assim?

- Ela passou na minha frente e foi marcar a data do casamento com a minha mãe. – Respondi e Spencer riu.

- Já tava na hora né. Oito anos! Quem sabe assim você sossega de vez. – Ela falou dando uma garfada na sua comida.

- Eu quero sossegar, sabe... mas não vai ser com a Jenna. – Falei olhando para meus dedos que mexiam rapidamente sobre minhas coxas.

- Então é com quem? – Bebeu um gole do suco.

- Alison.

- EU SABIA! – Gritou. – Eu sabia que você ainda sentia alguma coisa por ela! Está estampado na sua cara! – Se levantou da cama empolgada.

- É... – Ainda continuei com a cabeça baixa.

- O que foi? Você não parece feliz. – Ela se agachou ficando na minha altura.

- É que eu e a Ali nos encontramos ontem de manhã e a gente meio que se acertou. Até nos beijamos. Então marquei um encontro pra hoje de manhã e ela não apareceu.

- Talvez tenha acontecido algo sério. – Spencer sugeriu.

- Ou talvez ela só não me queira mais. Sabe, eu penso se vale a pena acabar com meu noivado pra ficar com alguém que eu não tenho certeza se quer ficar comigo. –   Me abri completamente para Spencer.

- Ei, não fica assim. Eu vi o jeito que a Ali te olhou no baile. Ela ainda te ama, isso é óbvio! E se ela não foi nesse encontro teve um bom motivo. Não desista do seu amor Emily, não faça como eu. – Ela segurou firmemente minhas mãos me olhando nos olhos.

- O que seria de mim sem você, hein Hastings? – Perguntei sorrindo de lado.

- Alguém infeliz, com certeza. – Rimos juntas.

- Tenho que ir agora, vai dormir por aqui ou vai pra casa? Melissa tá doida atrás de você.

- Eu vou pra casa. Me espera trocar de roupa que a gente vai junta. – Spencer terminou de engolir a comida e correu pro banheiro.

- Tá bom. Te espero lá em baixo. – Ela só assentiu com a cabeça e eu saí do quarto.

Enquanto descia no elevador peguei meu celular para mandar mensagem pra Melissa e dizer que Spencer tá bem e que vai voltar pra casa. O elevador abriu e eu saí concentrada na mensagem. Assim que ia enviar, meu corpo se chocou com o de outra pessoa e meu celular caiu no chão.

- Me desculpe. Aqui está seu... – Os olhos azuis encontraram com os meus. – Celular. – Sorriu no final da frase me entregando o aparelho.

Meu coração batia a mil por hora. Alison DiLaurentis estava em pé bem na minha frente com um vestido lindo e bem formal. Ela parecia arrumada demais para só fazer um passeio pelo Radley.

- Ali... – Disse com meus olhos brilhando.

– Que surpresa te encontrar aqui, Em. – Disse sorrindo abertamente.

- Quem está surpresa sou eu. Você não foi ao nosso encontro, mas fico feliz por conseguir te ver hoje.

- Eu sinto muito. É que tive um problemão na empresa que não podia esperar, eu tinha que resolver. – Falou toda errada.

- Eu entendo. Mas nos encontramos aqui. É o destino! – Falei e ela riu fraco.

Juro que estou usando todas as minhas forças para não a agarrar aqui e beijá-la. Continuamos trocando olhares intensos e apaixonados até ela se pronunciar:

- Tenho que ir. – Segurei seu braço a impedindo.

- Fica comigo, Ali. – Aquilo soou mais como uma súplica.

- Eu queria muito ficar com você, mas vim me encontrar com o meu futuro sócio. Vamos jantar juntos e tratar de negócios. – Explicou.

- Eu espero. – Proferi sem pensar duas vezes. Ela me olhou encantada.

- Pode demorar, Em. – Me arrepiei ao escuta-la me chamando assim.

- Eu espero. – Disse calmamente. – Eu te encontrei agora e não vou deixar você escapar de mim tão facilmente. – Ela sorriu. Acho que foi o mais belo sorriso que ela deu.

Ela então se virou e se dirigiu ao restaurante do hotel. Fiquei que nem uma boba a seguindo com meus olhos.

- Emily, vamos? – Spencer me chamou logo atrás de mim.

- Quer saber? Mudei de ideia. Vou ficar por aqui mesmo. Pode indo, Spence. – Falei ainda olhando na direção da Ali.

- Então tá. Até mais – Se despediu se afastando de mim.

Enquanto esperava a Ali fui conversar com a Margot.

POV ALISON

Tudo o que eu mais queria era ter ido ao meu encontro com Emily hoje cedo. Porém um dos funcionários que cuidava da contabilidade da empresa se demitiu por problemas de saúde e ficou tudo de cabeça pra baixo para apresentar ao meu futuro sócio hoje. Realmente eu não tinha condições de me encontrar com ela, mas admito que a ver agora foi a melhor coisa do meu dia.

Entrei no restaurante do Radley Hotel e vi de longe dois homens. Eram eles. Respirei confiante e me aproximei.

- Senhor Kahn, fico feliz que tenha vindo. – Cumprimentei ele que rapidamente se levantou e o homem que estava com ele também. – Tive medo que fosse tarde para o convite.

- Pois eu adorei esse convite tão irrecusável. – Ele riu. – E por favor, sem formalidades, pode me chamar de Noel. Esse é meu assistente, Ezra.

- Prazer conhece-la, Senhora Montgomery. – Ezra disse muito simpático.

- Podem me chamar de Alison. Sem formalidades não é mesmo? – Perguntei divertida. – Vamos nos sentar e conversar sobre o futuro da empresa.

- Claro. – Noel concordou e nos sentamos.

- Então vocês continuam interessados em comprar parte da empresa mesmo que eu ainda não tenha provado o quanto que a Monteleric é lucrativa? – Perguntei.

- Exatamente. Mas sabemos que os produtos de vocês são excelentes. Na realidade, todo mundo sabe disso. – Noel riu.

- Porém a empresa poderia crescer muito mais se estivesse em um grande centro comercial como Londres. – Ezra falou.

- Quanto a isso, não poderíamos fazer outro acordo? Poderia ter um jeito de não transferir a empresa para Londres e ainda sim fazer negócio com vocês? – Perguntei. Sei que meu acordo com a Hanna foi só fechar negócio quando eu contasse tudo a Emily. E eu vou contar, por isso estou querendo mudar.

- Bem, seria muito mais lucrativo para ambas empresas essa transferência. Até poderíamos fazer do seu jeito, mas para fechar negócio, precisamos checar os números. – Ezra falou.

Noel parecia pensativo, mas logo se pronunciou:

- Não gostaria de um tempo para pensar na nossa primeira proposta? Nós iremos passar um tempo na cidade, eu posso ficar com você na empresa e analiso a contabilidade dos últimos anos. – Tomou as rédeas da situação.

- Posso pensar mais um pouco. – Ele sorriu com esse meu comentário. – Enfim, eu abro todos os números para você verificar.

- Quando quer começar, Alison? – Ezra perguntou tranquilo.

- Amanhã. Está bom para vocês? – Perguntei.

- Está ótimo! – Eles responderam em uníssono.

- Então um brinde, por favor! – Propus a eles que ergueram suas taças de champanhe.

Cerca de uma hora depois nossa reunião já havia acabado e estávamos nos despedindo.

- Vou indo para o meu quarto agora, com licença. Mais uma vez, foi um enorme prazer, Alison. – Ezra se despediu com um sorriso no canto da boca. Ele realmente é muito educado e simpático.

- Então vocês estão hospedados aqui no Radley? Boa escolha. Esse é o melhor hotel de Rosewood. – Perguntei ao Noel.

- Sim, sem dúvidas. – Estou muito feliz de ter começado um negócio com você. Mas não deixa de pensar naquela nossa primeira opção, ela ainda continua sendo a melhor. – Noel disse.

- Vou pensar sim. – Foi bem mentiroso da minha parte. Eu não ia tirar a empresa de Rosewood. Não mais.

Acho que ele percebeu pelo meu tom de voz que eu estava hesitando.

 - Você não gostaria de sair hoje comigo? Você pode me mostrar melhor a cidade, sem envolver negócios, claro. – Perguntou meio tímido.

- Agradeço seu convite. Porém já tenho planos para hoje à noite. – Falei. Ele não pareceu se abalar com minha resposta.

– Ah. Então fica para outro dia. Até amanhã, Alison. – Sorriu se afastando.

Segui ele com os olhos. Noel Kahn. Um nome poderoso para alguém poderoso. Tomara que eu consiga fechar negócio com a Kahn Corporation. Seria um grande investimento.

Desviei esses pensamentos e me concentrei em achar Emily. Fui até a recepção do hotel e não a vi em lugar nenhum. Será que ela cansou de esperar?

- Emily precisou dar uma saidinha, mas ela disse que logo volta. – Uma senhora muito simpática e meio sorridente apareceu do meu lado falando. – Por que não a espera na porta de entrada?

Sorri largo tanto de alívio por saber que ela não foi embora e tanto de amor que estou sentindo.

- Muito obrigada... – Parei querendo saber seu nome.

- Margot. Eu era muito amiga de Byron, ele me ajudou muito, principalmente com esse hotel. Por isso tinha um enorme carinho por ele. Sinto por sua perda. – Ela disse em um tom compreensivo. – Se precisar de qualquer coisa, Alison. Pode contar comigo.

- Obrigada, Margot. Fico muito feliz em escutar essas palavras. – Sorri e me afastei dela andando até a porta.

Saí do hotel e fiquei na frente dele esperando Emily dar algum sinal de vida. Olhei para o lado e vi aquele andar conhecido vindo em minha direção com um sorriso bobo na cara. Ela tinha algo em mãos que escondia atrás de si mesma. Dei um sorrisinho para ela e fui me aproximando. A exato um metro de distância ela tirou um buquê de flores de trás dela e me deu.

- São lindas, Em! E cheirosas. – Pronunciei agarrada as flores.

- Que bom que gostou. – Ela sorriu encantada. E depois esticou a mão direita em minha direção. – Vem comigo, Ali.

- Para onde vamos? – Perguntei dando as mãos a ela.

- Refazer nosso passado. Só que dessa vez do jeito certo.

Emily segurou firmemente minha mão entrelaçando nossos dedos. Me arrepiei com seu toque. Começamos a andar livremente pela cidade desse modo. Fiquei imaginando se nada daquilo tivesse acontecido, se eu não tivesse me casado e ela não tivesse sido uma estúpida comigo no passado. Será que estaríamos desse jeito agora? Andando de mãos dadas tão apaixonadas pela cidade? Quando estou com a Emily ainda me sinto aquela adolescente boba e inocente que acreditava em tudo. Ela tem esse poder sobre mim. Com ela eu apenas sou eu mesma.

- Vai fazer muito mistério mesmo ou vai logo me dizer aonde estamos indo? – Perguntei ansiosa.

Ela parou de andar e se posicionou na minha frente colando nossos corpos e segurando delicadamente meu rosto com as duas mãos.

- Nossa! Quando que você ficou tão apressadinha assim? – Riu. – Já nós chegamos.

Ela se inclinou na minha direção e selou nossos lábios em um beijo demorado e profundo. Se afastou e eu gemi baixinho.

- Emily... – A chamei. Eu estava totalmente fora de mim.

- Alison. – Os olhos dela brilhavam nos meus.

Ter ela tão perto de mim assim me deixava tonta. O perfume dela me levava a loucura, e com o seu beijo eu perdia toda a minha sanidade.

- Vamos logo antes que eu faça alguma besteira no meio da rua. – Ela me olhou maliciosamente e riu.

Desceu suas mãos em direção as minhas e beijou cada uma delas. Continuamos nosso percurso de mãos dadas. Emily me levou a um pedalinho que tinha bem no centro da cidade. A nossa sorte é que está de noite e tem poucas pessoas na rua.

Entramos nele e sentamos lado a lado pedalando um pouco para longe. Paramos e ela pôs o braço ao redor do meu pescoço repousado em meus ombros. Emily começou a beijar minha bochecha e meu pescoço me causando arrepios e uma sensação gostosa de felicidade.

- Eu senti tantas saudades de você, Ali. Só agora percebi isso. – Emily falou me olhando nos olhos depois que encerrou os beijos. – Nem sei como consegui passar tanto tempo longe de você.

- Nem eu. Esses oito anos longe de você foram tão difíceis, mas me trouxeram felicidades. Começando pela Lissa. – Falei. Acho que esse é o momento adequado para contar a verdade a Emily.

- Não me surpreende que ela te traga alegria. Ela é um encanto de menina. – Emily disse e me deu um selinho demorado nos lábios.

Encerrei o beijo e ela colocou a mão na minha barriga por debaixo de meu vestido acariciando no local. Se ela continuar assim eu não vou conseguir me concentrar.

- Em, eu ainda preciso conversar uma coisa com você. – Falei de olhos fechados sentindo os beijos molhados dela no meu pescoço.

- Não vamos conversar agora. Sempre que nós passamos mais de meia hora conversando, a gente acaba discutindo. Palavras sempre nos atrapalham, Ali. – Dito isso ela me beijou intensamente.

Emily pediu passagem para sua língua e não tive forças para resistir. Cedi me agarrando aos cabelos dela. Sentei no seu colo e ela me puxou para mais perto. Nossos corpos estavam colados de um jeito que sentia cada parte do corpo dela, mesmo que ambas estivessem vestidas.

- O que acha de voltarmos para o hotel? Eu tenho um quarto a minha disposição lá. – Emily falou respirando ofegante. Ela me deu uma mordida de leve no pescoço.

Ao escutar essas palavras meu corpo todo tremeu. E se ela só quisesse transar comigo e depois me desse um belo pé na bunda? Não. Ela não vai fazer isso comigo. Eu decidi confiar na Emily, assim como ela está confiando em mim. Além disso o que eu mais quero é que ela me faça ser dela.

- O que ainda estamos fazendo aqui? – Perguntei me levantado do seu colo e ela riu safada.

Começamos a pedalar de volta a margem e durante esse percurso íamos trocando carícias.

Fomos praticamente correndo para o Radley e nem sequer olhávamos para as pessoas. Nosso desejo uma pela outra era tão grande que não conseguíamos esconder. Que se dane as pessoas. Eu quero sentir o corpo da Emily junto do meu.

Entramos no hotel ainda de mãos dadas e corremos para o elevador. Para a nossa sorte não tinha ninguém nele e aproveitamos. Emily me empurrou contra a parede e trilhou beijos por toda a extensão do meu pescoço, em seguida começou a dar chupões que com certeza vai deixar marca depois.

- Ai. – Gemi baixo contra seu ouvido e apertei sua bunda.

- Desculpa. É que eu sou muito tarada nesse seu pescoço e nos seus lábios. – Riu safada e me beijou.

Ficamos nos beijando até escutarmos o barulho do elevador avisando que já chegamos no nosso andar. Fomos rápido até o final do corredor e Emily abriu a porta do quarto. Ela me segurou em seu colo e fechou a porta com o pé, me levando até a cama e me deixando suavemente. Olhou pra mim como um leão que estava prestes a devorar sua presa.

- Você é toda minha agora, Ali. – Falou tirando seu casaco e sua blusa.

- Sou toda sua, Em. – Disse me sentando na cama e desabotoando sua calça.

Ela logo achou o zíper do meu vestido e rapidamente o tirou jogando longe. Segundos depois estávamos completamente nuas. Emily me deitou novamente e se deitou por cima de mim encaixando nossos corpos. Envolvi sua cintura com meus pés e ela olhava em meus olhos. Dessa vez ela não parecia querer me devorar com o olhar. Ela me olhava de uma forma doce e suave. Eu simplesmente amo quando ela me olha assim.

- Eu te amo tanto, Ali. – Falou alisando meu rosto. – Tanto.

Eu apenas sorri e deixei um doce beijo em seus lábios. E depois a olhei. Vi cada traço de seu rosto, cada detalhe. Como eu amo essa mulher. Eu sempre a amei e vou continuar a amando pelo resto da minha vida.

- Vem cá. Você vai terminar o que começou lá fora. – A puxei para um beijo intenso.

Inverti nossas posições ficando por cima dela e chupei um ponto fixo do seu pescoço. Minha intenção é deixar a mesma marca que ela certamente deixou em mim enquanto estávamos no elevador. Ela gemeu baixo arranhando minhas costas com as unhas.

Desci minha boca até sua clavícula e deixei vários beijos por lá e depois segui para seus seios. Apalpei e apertei forte ela gritou de prazer e é ótimo escutar isso. Faz muito tempo que não tenho relações com ninguém, na verdade, a última vez que fiz sexo foi com a Emily. E não quero que ela saiba disso.

Nossa noite foi prazerosa, mágica e inesquecível. Consumamos nosso amor ao cairmos na cama exaustas exatamente três horas depois. Ela acariciou meu cabelo completamente encharcado de suor e me abraçou forte. Deitei minha cabeça sobre seu peito e entrelacei nossas pernas. Adormecemos assim, eu escutava os batimentos cardíacos dela e ela sentia minha respiração quente em seu pescoço. Eu nunca mais quero sair de seus braços.

POV NARRADORA

Emily e Alison estavam tão distraídas quando entraram do Radley que nem notaram a presença de Jenna Marshall na recepção do hotel. Jenna viu tudo. Inclusive quando as duas entraram no elevador e se beijaram segundos antes da porta de fechar.

Jenna não estava nenhum pouco surpresa. Ela sempre soube que Emily ficava com outras, e ela aceitava isso. Mas não com a Alison. Ela não vai deixar Emily ficar com a Alison. Porque ela pode ser tudo, menos burra. Ela tem completo entendimento de que o sentimento de Emily pela Alison vai além de uma simples tesão. Ela sabe que não vai perder a Emily para uma qualquer, mas pela Alison? Ela não tinha dúvidas nenhuma. Por isso ela precisava agir rapidamente para afastá-las de uma vez e ela sabe exatamente o que fazer. É certo que Emily ainda não contou nada para Ali sobre seu casamento já marcado para poucos dias. Ela sabe exatamente o que fazer.

Tranquilamente Jenna bebia um gole de seu vinho no bar do Radley. Prestava atenção em tudo ao seu redor, principalmente quando dois homens se sentaram próximos a ela e começaram a conversar.

- Você tem certeza disso, Noel? – Ezra perguntou preocupado.

- Tenho. Eu não posso deixar aquela loira recusar a nossa oferta de tirar a Monteleric daqui! Imagina o tanto de dinheiro que a gente vai perder? – Noel perguntou alterado.  

Jenna se interessou pela conversa dos dois e se aproximou mais, de modo que eles não perceberam sua aproximação.

- Então seu plano é conquistar a Alison? – Ezra questionou.

- Sim. Se eu fizer ela se apaixonar por mim, posso fazer a cabeça dela para tirar a empresa daqui. Assim nós ganhamos mais dinheiro, e eu finalmente vou mostrar pro meu pai que sou eu quem merece o cargo de diretor chefe da Kahn Corporation e não aquela estúpida da minha irmã! – Os olhos de Noel brilhavam.

- Eu ainda acho que isso é uma péssima ideia. Você mesmo me disse que ela recusou seu convite para sair hoje! Talvez ela tenha outro. – Ezra disse.

- Ou talvez ela tenha outra. – Jenna se intrometeu na conversa assustando os rapazes que a olharam confusos. – Jenna Marshall. Não pude deixar de ouvir a conversa de vocês, mas vejo que nossos interesses são os mesmos. – Ela sorriu cínica.

- Do que você está falando? – Noel perguntou dando de ombros.

- Alison DiLaurentis é o alvo de vocês e o meu alvo também. E nesse momento ela se encontra em um dos quartos desse hotel com a minha noiva. – Jenna falou e Ezra foi logo a cortando.

- Onde você quer chegar com isso? – Ezra perguntou impaciente.

- Eu posso ajudá-lo a conquistar a Alison. – Jenna disse olhando diretamente para Noel. – Mas primeiro precisamos afastar elas duas.

- Chega desse papo furado, vamos Noel! – Ezra falou se levantando, mas Noel permaneceu sentado.

- Não, Ezra. Essa conversa está me interessando. O que você tem em mente? – Perguntou encantando.

- Já tenho tudo arquitetado, mas preciso de você para meu plano seguir com sucesso. – Jenna falou sorrindo.

- Pode contar comigo, eu estou dentro. Noel Kahn, ao seu dispor. – Estendeu a mão e Jenna apertou.

Ezra olhava eles com sorrisos maliciosos no rosto, e ele não gostava nada do que via. Mas o que ele poderia fazer? Não passava de um simples assistente.

Jenna contou todo o seu plano para os meninos, Ezra escutou a contragosto. Eles iam pô-lo em prática amanhã. Assim, ela se despediu e foi embora satisfeita pelo belo cúmplice que arranjou.

- Noel, a senhorita Kahn não vai gostar nada disso. – Ezra disse assim que viu Jenna cruzar a porta de saída do Radley.

- E daí? Sabe Ezra, eu gostava mais de você antes de se apaixonar pela minha irmã. – Noel disse.

Ezra gelou da cabeça aos pés.

- O que? Eu apaixonado pela senhorita Kahn? Óbvio que não. – Falou em um certo desespero.

- Você não me engana. Mas não se preocupe porque seu segredo está guardado comigo. Eu não conto para ela se você também guardar meu segredo. – Noel disse sorridente. – Eu sei que você não vai vacilar. Tenha uma boa noite.

Noel se afastou se dirigindo para o elevador. Ezra ficou completamente confuso e perdido. Ele sabia que o certo era contar a verdade, principalmente para a Alison. Mas também não queria que Noel falasse para a sua irmã que Ezra é completamente apaixonado por ela, que também é uma verdade. Porém ele tinha medo de ser rejeitado por ela, afinal, o que a diretora chefe de uma das empresas mais ricas dos Estados Unidos ia fazer com um mero assistente que não tem onde cair morto? Ele estava em maus lençóis.


Notas Finais


Primeiramente, quero deixar claro q n gosto de escrever hot. Prefiro mil vezes a história em si, por isso q pulei a parte do hot. Mas eu faço oq vcs pedirem e se vcs quiserem um hot pesado, eu faço! kkkkkkk tá, não me peçam isso pelamord. (mas eu faço)
Segundamente, alguém tem teorias de quem seja a senhorita Kahn? acho que tá bem óbvio né? kkkkkkkkkk
Enfim, ela vai aparecer em breve.

Olha, eu gosto muito de escrever na 3º pessoa e eu vou fazer isso mais vezes. Inclusive estou pensando em escrever uma One só na 3º pessoa. O que acham? Vai ser Emison tbm.

Tem MUITA história pra acontecer ainda e essa fic vai demorar um pouco pra acabar, mas tbm não vai chegar a 40 capitulos não kkkkk acho que morro até lá. Enfim, tô falando demais já.
Bjão


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