História Apocalipse - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Walking Dead
Personagens Personagens Originais
Tags Apocalipse, Carol, Daryl Dixon, Melissa, Norman Reedus, The Walking Dead, Twd, Zumbi
Exibições 26
Palavras 3.696
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpe por algum erro de português, escrever no celular é difícil. <3

Capítulo 11 - Ray


Seu pai morreu por sua culpa vadia.- A garota da escola disse e me empurrou.
-Não ouse tocar no nome dele.-Disse pulando na garota e dando vários socos em seu rosto.
-Nunca fale do meu pai com essa boca imunda, a única vadia é você que fica dando para o namorado das outras, quantos meninos você já dormiu aqui na escola mesmo Valerie? Rick, Jeydan, Greg, Joan e todo o resto do time de futebol americano, menos o Ray não é mesmo, ele nunca quis nada com você, ele não gosta das vadias, nunca conseguiu pegar o quarterback porque ele nunca te quis.
-Se você tentar algo com o MEU namorado novamente, como você tentou com os das outras, sua mãe vai receber sua cabeça na caixa de correio.- disse saindo de cima da garota e passando pelo círculo de pessoas que estavam em volta de nos duas.
-Que gatinha nervosa.-Ray disse colocando a mão nos meus ombros enquanto andavamos em direção ao campo.
-Bom mesmo não ter transado com aquela vadia, se tivesse já estaria sem seu pau.-Disse um pouco nervosa ainda.
-O único corpo que eu desejo é o seu.-Ele disse se sentando no banco do "estádio".
-É mesmo?-Falei sentando em seu colo e cruzando as minhas pernas em sua costa.
Beijei sua boca e dei uma mordida em seu lábio inferior, beijei seu pescoço e mordi sua orelha.
-Você é linda.-Ray me disse tirando a minha franja que já estava grande dos meus olhos.
-Você é o cara mais gostoso da escola.-Cochichei em seu ouvido.
-Não me ilude gatinha.-Ele disse rindo e segurou minha mão.
-Eu te amo Jessie.
-Eu também te amo Ray.
-Tenho um presente pra você.-Ele pegou uma caixinha e me deu um anel com uma pedrinha roxa delicada.
-É um anel de compromisso.-Ele disse e eu dei um beijo nele.
-Eu amei, é lindo amor.
     *7 Dias dps*
Era meu aniversário de 18 anos, todos da escola estavam na festa, a bebida estava lotando todas as mesas praticamente, procurei por Ray em todos os lugares menos no meu quarto, resolvi ir lá e ver se ele estava descansando. Abri a porta e Ray estava por cima de Valeria, ela gemia até que os dois me viram e Ray saiu de cima dela.
-Espera, não é o que você está pensando, foi por culpa da bebida.-Ele gritou quando eu fechei a porta e sai desesperada da casa, chorando por um vagabundo.

Judith está no meu braço, um pouco agitada e manhosa, resolvo cantar uma música para acalma-lá.
We clawed, we chained our hearts in vain
We jumped, never asking why
We kissed, I fell under your spell
A love no one could deny

Don't you ever say I just walked away
I will always want you
I can't live a lie, running for my life
I will always want you

I came in like a wrecking ball
I never hit so hard in love
All I wanted was to break your walls
All you ever did was wreck me
Yeah, you, you wreck me

I put you high up in the sky
And now you're not coming down
It slowly turned, you let me burn
And now we're ashes on the ground

Don't you ever say I just walked away
I will always want you
I can't live a lie, running for my life
I will always want you

I came in like a wrecking ball
I never hit so hard in love
All I wanted was to break your walls
All you ever did was wreck me
I came in like a wrecking ball
Yeah, I just closed my eyes and swung
Left me crouching in a blaze and fall
All you ever did was wreck me
Yeah, you, you wreck me
Judith adormece em meus braços ouvindo a canção da minha cantora favorita, eu me pergunto se Miley Cyrus está viva no meio desse caos, acho que sim ne, do jeito que é maluca os zumbis sairam correndo dela.
-Nossa fiquei até emocionado.-Carl diz e aí eu percebo que todos estão me olhando, fico vermelha como um pimentão.
-Cala a boca garoto.-Digo tacando um pano sujo em seu rosto.
Pego a pequena e boto no colo da Carol.
-Posso?-Carl diz se referindo ao banco que tem na frente do balcão.
-Não.-Eu digo brincando,mas o garoto senta na minha frente do mesmo jeito.
-O que eu vou ter que fazer hoje para ganhar chocolates e um hq?-Me pergunta e eu dou uma risada maléfica.
-Chega perto, quero falar no seu ouvido.-Digo e o garoto se aproxima.
-Daryl vai ficar de vigia hoje, você vai chegar e jogar seu charme, dê o seu melhor, ou vai ser em vão.-Sussurrei no seu ouvido.
-Você é maligna Jessie, porém isso vai te custar 5 chocolates e duas HQ's que EU escolher.
-Negócio fechado!-Disse apertando a mão do menino.
Carl se levantou e foi ficar com sua irmã e eu deitei a cabeça no balcão.
-Rex!-Disse e o cachorro veio.
-Sobe.-Bati a mão na coxa e o cachorro subiu.
Me deitei no balcão e ele deitou comigo, pouco tempo depois, adormeci.
-Jessie!-Ouvi uma voz me chamando e cai de costas no chão com o susto.
-Vagabundo!-Disse pegando a mão do Daryl para me levantar.
-Aí que dor nas costas.-Reclamei e ele riu.
-O que você quer? Espero que seja importante depois de ter me acordado assim.-Disse de mau humor.
-Seu cachorro sumiu a mais de uma hora.-Ele disse ainda segurando a minha mão, acho que não tinha nem percebido.
-E quem foi o idiota que mandou ele sair?-Disse soltando a mão dele da minha.
-Bom, eu...-Ele disse tocando a nuca.
-Tinha que ser!- Disse botando o cinto de facas, colocando as minhas pistolas, arrumando as munições nas botas e pegando a mochila reserva  que já tinha algumas mudas de roupa.
-Você não vai ir de noite atrás de um cachorro ne?-Ele disse segurando meu braço antes que eu pudesse tocar a maçaneta da porta principal.
-Ele não é um cachorro, ele é o MEU CACHORRO,MINHA RESPONSABILIDADE, ELE ME PROCUROU E ME ACHOU E EU VOU ACHAR ELE.-Disse o empurrando com o dedo indicador.
-Ótimo, eu vou com você.-Ele disse arrumando a besta nas costas.
-Não vai, você vai ficar e vai cuidar das coisas aqui.-Eu disse girando a maçaneta da porta e a abrindo.
-Jessie, espera amanhecer, agora é perigoso, pode ter errantes e sobreviventes...-Eu empurrei seu peito e ele foi pra trás.
-Eu vou voltar.-Disse pegando a chave, fechei a porta é joguei a chave para dentro pela janela.
                     xxxxx
Andando pela floresta a madrugada toda, resolvi sentar com as costas no tronco de uma árvore e abri a mochila procurando uma garrafa de água, minha garganta estava seca, parecia que tinha andando a vida toda no deserto. O sol já estava aparecendo e mandando as nuvens escuras embora, levantei e continuei andando.
-Rex!-Gritei sem me importar em ser ouvida pelos zumbis ou pelos sobreviventes.
-Rex!-Gritei e assobiei em seguida.
Ouvi um latido baixo e fui correndo na direção do som, matei três zumbis e me ajoelhei diante meu companheiro.
-Oi meu amor.-Disse acariciando seu rosto.
Rex estava com a barriga devorada e marcas de mordidas nas costas.
-Sinto muito ter deixado isso acontecer com você, me desculpe meu amigo, meu fiel companheiro.-Enfiei uma faca na parte de trás do seu crânio e dasabei em lágrimas. Botei uma blusa branca em cima de seu corpo e continuei a andar.
                    xxxxx
Limpei o quarto do velho hotel abandonado, peguei dois maços de cigarro e me sentei em uma cadeira na varanda.
Acendi outro cigarro e olhei em volta, tudo calmo, o mesmo silêncio ensurdecedor. Desci as escadas do prédio e voltei a mata até algo bater em mim e me fazer cair.
Peguei minha pistola e apontei em direção do homem e o reconheci.
-Ray?-Eu perguntei e ele me olhou surpreso.
-Jessie.- Ele me abraçou e eu fiquei sem reação.
-Eu te procurei tanto porra, onde você tava? -Ele disse e eu levantei a arma novamente.
-Jessie, sou eu.-Ele me fez abaixar a arma e me abraçou, novamente fiquei sem reação.
-Eu ainda não esqueci o que você fez.-Disse empurrando com raiva o seu corpo.
-Esquece isso gata, faz a dois milhões de anos, o mundo acabou e você continua com os mesmos pensamentos antigos.-Ele puxou a minha mão e eu apenas o segui.
-Você tem um grupo?-Perguntei.
-Tenho, nos temos um local seguro, eu vou te proteger.-Ele disse ainda agarrando a minha mão e revirei os olhos.
-Não preciso da sua proteção, sei me defender.-Disse tirando a mão dele da minha e ainda o seguindo.
Andamos alguns minutos e chegamos a uma comunidade.
-Não tem ninguém de vigia?-Perguntei um pouco intrigada.
-Era pro Jey e pro Bob estarem de vigia, eu vou subir no muro e ver se está tudo certo, fique aqui.-Ele disse, mas eu já tinha subido.
-Droga Jessie.-Ele disse.
-Ray...
Ele subiu no muro e olhou, tinha sangue e corpos em todos os lados, zumbis se alimentando de pessoas, a imagem que já era quase comum, porém não deixava de ser triste.
-Eu sinto muito Ray.-Ele parecia estático.
-Vem, vamos, tenho um lugar para te levar.-Disse descendo do muro e puxando sua mão.
Ele desceu comigo e andamos até o prédio.
Daryl apareceu antes de eu abrir a porta e apontou a besta para o Ray.
-Calma Daryl, ele tá comigo.-Eu disse, mas ele continuou firme.
-Calma cara.-Ray disse.
-Cala a boca.-Daryl disse.
-Abaixa essa porra.-Ray disse indo em direção ao Daryl.
-Dá pra parar de viadagem vocês dois, que porra.-Falei abaixando a Crossbow do Daryl.
-Vamos logo.-Disse empurrando os dois em direção da porta.
Entramos no prédio e todos apontaram as armas para o Ray.
-Boa sorte.-Disse ao Ray antes de ir em direção ao balcão sabendo que iam fazer milhares de perguntas ao pobre coitado.
Me sentei e lembrei de Rex, algumas lágrimas percorreram o meu rosto.
-Ei você tá bem?-Carl disse se sentando ao banco.
-Hurum.-Murmurei secando as lágrimas.
-Rex?-Ele perguntou e eu acenti.
-É errado chorar mais por um animal do que por um humano?-Eu perguntei.
-Não.-Ele disse sorrindo.
-Vem cá.-Ele disse e eu o abracei.
-Você é meu irmão pequeno Xerife.
-Você também é minha irmã pequena maléfica que suborna crianças.
-Então agora você é criança? Ótimo, vou contar pro seu pai aí ele tira sua arma.
-Cala a boca.-Ele falou e eu ri.
-Quem é o otário?-Ele disse se referindo ao Ray e eu gargalhei.
-Um amigos de antes dessa lerda toda.
-Quer dizer, ele não era"amigo" se é que me entende, porém ele estragou tudo.
-Então você conquistava os boy? E oq ele fez?
-Acho que você ta virando gay mesmo e longa história.-Ele me olhou fingindo de bravo.
-Cala a boca maior pegadora pós apocalíptica.
-Ui raivoso.
Me levantei e joguei Ray que estava sentado no sofá no chão e me deitei no mesmo.
-Já terminaram as investigações?-Perguntei olhando pro Rick.
-Já.-Ele respondeu meio grosso, acho que não queria que eu trouxesse Ray.
-A gente podia subir ne gata?-Ele disse e Daryl o fuzilou com o olhar.
-Não banca o otário.-Falei sem um pingo de paciência.
O dia estava quente pra porra, parecia que eu estava em uma estufa. Peguei minhas roupas e tomei um banho gelado, lavei o cabelo e usei um shampoo e condicionador que a Maggie havia conseguido no mercado, além de uma escova nova.
Penteei meu cabelo depois de ter limpado bem os fios. Me sequei e coloquei uma regata branca arrumei o cabelo com a escova denovo, porque na hora de secar com a toalha eu baguncei tudo, botei um shorts curto e peguei meu all star preto.
-Uau!- Ray disse quando eu sai e eu lhe mostrei o dedo do meio.
Peguei meu cinto de facas, botei uma pistola no coldre e uma faca na sola do sapato para caso de emergência. Peguei uma bolsa vazia e fui em direção da porta.
-Vou caçar.-Falei a Daryl que estava vigiando por causa de Ray.
-Não precisa, tem suprimentos para vários meses.
-Não vou caçar comida, vou caçar outra coisa, para a Maggie, eu nem preciso mesmo e isso vai ser o melhor presente de aniversário dela.
-Posso saber o que é?-Daryl me perguntou.
-Não.-Disse saindo do prédio.
Agora só preciso encontrar uma maldita farmácia.
  Andei por umas duas horas até encontrar uma vila, entrei na farmácia e tinha três errantes, nada que fosse muito difícil. Peguei três caixas com 50 cada e coloquei na bolsa, além de ter pego uma montanha do mesmo remédio. Ótimo meu presente já estava pronto, era só voltar pra casa.
-Demorou!-Daryl disse ao me abrir a porta.
-Demorou mesmo, ficar com esse cara não foi nem um pouco fácil.-Ray disse e Daryl lançou seu olhar ameaçador.
-Maggie!!!-Gritei sentada no balcão e ela apareceu.
-Oi?- Ela disse meio confusa, depois de eu ter gritado, claro que ela estaria confusa.
-Seu presente, espero que goste, espero que dure também.-Disse lhe entregando a mochila.
-Obrigada Jessie.-Ela me abraçou, abriu a mochila e pegou uma caixa de camisinhas.
-O meu Deus, o melhor presente, caralho.-Ela disse me abraçando.
-Como você conseguiu tudo isso garota?
-Fui em uma farmácia aqui perto e peguei camisinhas e anti-concepcionais.
-Obrigada!-Ela disse correndo em direção ao quarto em que ela dividia com Glenn, a noite ia ser quente.
-Isso que você foi pegar?-Daryl me perguntou.
-Óbvio ne, o que a Maggie gosta mais do que transar? Absolutamente nada.
-Devia ter guardado uma para nós.-Ray falou.
-Não tem nós, tem eu e tem você.-Disse e ele mostrou a língua.
-E mesmo se tivesse, eu não posso ter filhos, ou seja, aquilo não faz diferença alguma.-Taquei uma faca na parede, pendurei o cinto de facas na mesma e me joguei no sofá.
-Sério? Que notícia maravilhosa.-Ray disse.
-Vá se fuder, querida.-Disse para Ray.
-Prefiro fuder você.-Ele disse rindo.
-O fim do mundo te deixou idiota? É o que parece.-Falei e Daryl riu.
Ray fez uma careta.
-Rex?-Daryl me perguntou.
-Morto!-Disse seca.
-Sinto muito.
-Eu também.
Peguei um maço de cigarro do meu bolso e um cigarro e acendi.
-Não sabia que você fumava.-Os dois falaram ao mesmo tempo.
-Que lindo, tão até falando junto.-Tirei sarro dos dois.
-Vai se fuder.-Falaram juntos de novo.
-To falando, eu shippo esse casal. Qual vai ser o nome? Raryl ou Daray?-Falei gargalhando.
                     xxxxx
-Carl, amorzinho, tá na hora do trato.-Disse balançando o garoto.
-Tá.-Ele disse de mau humor.
Desci as escadas e me deitei fingindo que estava dormindo.
-Oi Daryl.-Carl disse.
-Sem sono?-Daryl perguntou ao garoto.
-Estava pensando em você gato.-Carl disse passando a mão pelo ombro de Daryl.
-Sabe, você é tão gostoso, todo musculoso e essa cara de mau, chega a dar arrepios.-Carl disse com uma voz fina.
-Saí fora garoto, tá ficando doido.-Daryl disse e eu gargalhei.
-Essa foi boa.-Disse a Carl e demos um high five.
-Era uma brincadeira.-Disse a Daryl antes de ele ter um treco. Carl escolheu as hq's e eu dei os cinco chocolates para ele.
-Você me está me extorquindo garoto.-Disse a Carl e ele sussurrou uma coisa no meu ouvido.
-Ele não para de olhar pros seus peitos.-Carl disse se referindo a Daryl e eu ri.
Carl foi pro seu quarto e só ficou eu, Daryl e o Ray que estava morto no balcão, dormindo não era a palavra certa porque ele estava apagado a tanto tempo e ainda tava babando.
Me sentei ao lado de Daryl.
-Não deixa de ser verdade.
-O que?-Ele perguntou confuso.
-" Sabe, você é tão gostoso, todo musculoso e essa cara de mau, chega a dar arrepios".-Falei imitando a voz do Carl.
-O que ele é seu?-Ele perguntou se referindo ao Ray.
-Agora nada, mas antes eu já namorei com ele, na época do colégio, como eu era besta.
-Ele gosta de você.-Daryl me disse.
-Eu gostava dele também, mas ele foi um completo idiota e me traiu com uma vagabunda, decidi que não era besta e apaguei meu cigarro na testa dela, ele teve sorte de seus pais chegarem na hora que eu ia cortar seu precioso.-Disse e Daryl olhou chocado, bom que soubesse que sempre foi assim mesmo.
-Ainda bem que não foi comigo, pelo jeito você sempre foi maluquinha.-Daryl falou e eu ri.
-Fica esperto, quem sabe tu é o próximo.-Disse rindo da cara dele, aquilo estava cômico.
-Não tá ficando louca, antes disso eu corto os seus dois braços, para você não ter como brincar com o Daryl Junior .-Daryl disse quando eu ri alto, depois abafei a risada com a mão para que ninguém acordasse.
-Cala a boca por favor!-Disse e ele me olhou..
-Você é muito mandona, quero ver fazer eu calar.-Aquilo foi a gota da água pro meu desejo.
-Quer ver é?-Falei e puxei sua cabeça com a mão nos seus cabelos lhe dando um beijo cheio de desejo.
Daryl aprofundou o beijo e me levantou sem desgrudar nossos lábios, fomos em direção ao seu quarto e ele trancou a porta e me colocou na cama.
Comecei a desabotoar sua blusa e ele a tirou, tudo foi tão rápido que eu nem sei como minhas roupas sumiram e eu estava apenas de roupas íntimas, minha pele continuava esquentando pelo desejo, eu queria Daryl Dixon.
-Você está muito vestida.-Ele disse desabotoando meu sutiã e acariciando meus peitos, depois desceu e tirou a minha calcinha.
-Sorte que Rick vai me substituir, podemos ficar a noite toda aqui.-Daryl disse e eu dei uma mordidinha no canto da boca tentando ser sexy, acho que eu consegui porque ele não desviava os olhos dos meus lábios
-Isso se você aguentar.-Disse enquanto ele dava beijos no meu pescoço até chegar em meu seio, ele apertou um com a mão e chupou o outro me fazendo soltar gemidos baixos.
-Para de me torturar.-Disse e ele atendeu meu chamado de socorro, botou  seu membro duro na entrada da minha intimidade e enfiou em uma estocada, mordi seu ombro e arranhei suas costas. Daryl repetiu o processo várias vezes até nós chegarmos ao ápice. Deitei minha cabeça em seu ombro.
-Vai ter round dois, ter energia o suficiente queridinho.-Disse e subi em cima dele dando um beijo suave em seus lábios.
Senti o membro dele duro e começou tudo de novo, dessa vez não desgrudavamos os olhos, seu olhar era algo que me prendia e eu podia ficar horas olhando aquela imensidão azul.
Deitamos e dormimos um sono tranquilo até amanhecer.
-Daryl.-Disse caçando as minhas roupas pelo quarto.
-Hum?-Ele murmurou.
-Tá tarde porra, acorda logo.-Disse tacando a blusa dele em sua cara.
Coloquei meu shorts enquanto Daryl se vestia.
-Pronto, agora é só encarar os olhar de todos os outros na "sala". Vai ser uma droga.-Disse saindo do quarto com o Daryl logo atrás.
-Bom dia.-Rick disse e soltou um sorriso malicioso.
Revirei os olhos e peguei uma xícara de café.
-Então, a noite foi boa?-Maggie me perguntou e eu ri.
-Quem devia falar era você.-Eu disse e ela me contou tudo e eu contei tudo pra ela, eu e Maggie não tínhamos segredos.
-Mentira menina.-Maggie falou.
-Verdade absoluta.-Disse enquanto mastigava um biscoito de chocolate.
-Você nem sabe disfarçar direito, tá com cara de boba.-Maggie me disse.
-Você está todo dia então é até normal.-Disse pegando o saco de biscoitos e me sentando no sofá.
-Você e o arqueiro transando? Cheguei tarde mesmo.-Ray disse se sentando ao meu lado.
-Virou minha babá agora? Que coisa chata, pensei que havia entendido que a vida é minha e não tem nada a ver com você o que eu faço ou o que deixo de fazer.-Disse e ele me olhou com raiva e Daryl sorriu olhando a janela.
-Babá dos infernos.-Resmunguei cruzando os braços.
-Engraçadinha.-Ele disse e foi se sentar no balcão.
-Quer dizer que seu pai ali tá preocupado com a garotinha aqui?-Daryl me perguntou se sentando ao meu lado.
-Cala a boca idiota, só faltava essa mesmo não é?-Falei me referindo ao Ray.
-Realmente tu só se fode.-Daryl falou.
-Obrigado pela motivação, realmente melhorou meu dia, to mil vezes melhor. -Disse e ele riu.
-É a verdade, tu tem que pegar 100 pés de coelho pra ver se esse azar saí.
-Nossa senhor sortudo, onde tudo é flores, unicórnios e arco-íris.
-Sou mesmo, só que sem toda essa viadagem ai.-Ele disse e tentou fazer uma cara de mau que só me arrancou risos.
-Tá rindo do que? Não sou palhaço.-Daryl disse e eu ri mais ainda
-Não entendo como ainda tem gente que tem medo de você e sim você é um palhaço.
-Então quer dizer que você não tem medo de mim?- Ele me perguntou rindo e eu ri.
-Medo de você? Até eu tenho mais cara de mau que você.-Eu brinquei e ele se fingiu de ofendido.
-Da pra parar de melação?-Carl diz se aproximando.
-Espera só quando você achar uma garota, vai grudar nela que nem chiclete.-Sussurrei em seu ouvido.
-Cala a boca Jessie e vamos jogar dominó, achei um e vou vencer todas as partidas contra você.
-Só se for apostando.-Disse sentando no balcão enquanto ele embaralhava as peças.
-Aposto cinco chocolates e duas Hq's que você vai perder.
-Eu aposto o mesmo que eu vou ganhar.-Disse convicta.
Jogamos e Carl perdeu a aposta.
-Você é tão bobinho.-Disse pegando os chocolates e as hq's dele.
-Você é muito sem graça.-Carl disse.
-Não chora perdedor, o pior é que você nem leu as suas histórias em quadrinhos.
-Maligna.-Carl disse e foi em direção ao seu quarto.
-Jessie.-Rick me chamou e fui em sua direção.
-Obrigada pelo o que está fazendo pelo meu filho, você é a única que consegue fazer ele sorrir com as suas maluquices.
-Eu amo o Carl, não precisa agradecer, ele é como se fosse um irmão mais novo pra mim.
- Obrigado.-Rick disse e eu me deitei no sofá.
Dormi até chegar minha hora de vigiar e foi o mesmo saco de sempre, alguns zumbis andando pelo lado de fora na rapidez de uma tartaruga, blá, blá, blá. Ray tentou falar umas cinco vezes comigo, porém eu apenas continuei concentrada na vigia até alguém me render e ler algumas hq's até meus olhos arderem e eu dormir.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...