História Apocalipse - Capítulo 7


Escrita por: ~ e ~MzSavelo

Postado
Categorias Orange Is the New Black
Personagens Alex Vause, Personagens Originais, Piper Chapman
Visualizações 69
Palavras 1.461
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá meus queridos amigos que lêem nossa Fic, tudo bom com vcs ?
Espero que gostem ;)
Partir de agora o bicho vai pegar ;D

Capítulo 7 - Comigo morreu


Fanfic / Fanfiction Apocalipse - Capítulo 7 - Comigo morreu

Carol estava sozinha, andando de um lado para o outro. Piper ainda não tinha chegado. O que era muito incomum. Ela não costumava, chegar tão tarde. Depois de muita discussão, Bill e Cal saíram, se opondo a seus protestos. Já fazia quase uma hora, e ainda não haviam voltado. Sua mente já criava, sem o seu consentimento, um monte de situações, que poderiam ter acontecido aos três. Em todas, ela terminava sozinha ali.

Ouviu um carro, parando em frente a casa. Suspirou e correu para a porta. Era Bill e Cal. Eles desceram, trancaram o carro e entraram em casa, rapidamente.

- Mas, que demora, foi essa? - Ela perguntou.

- Fomos atacados. - Cal se atirou no sofá, respirando fundo.

- Eu sabia!

- Ficamos cercados lá na loja. - Cal continuou. - E quando saímos, não demos conta de todos. Se não fosse a Mulher Maravilha, chegar lá.

- É, aquela moça nos salvou, mesmo. - Bill concordou.

- Vocês se machucaram? E esse sangue todo, em você, Cal? - Carol se aproximou do filho.

- Não. Tá tudo certo. Não é meu, sangue.

- É de um infectado? - Ele assentiu. - Então, vá lavar!

- Tem razão. - Cal correu pro banheiro.

- Cadê a Piper? - Bill quis saber.

- Ainda não voltou.

- Não? - Se assustou. - Quase sete da noite. Ela não costuma demorar tanto. Já tentou ligar, pra ela?

- Não.

- Eu o farei. Daqui a pouco, começa a nevar.

Piper chegava, naquele momento. Seu colega Larry, lhe trouxe.

- Obrigada Larry. - Se despedia dele.

- De nada. Me liga, se precisar de algo. - Sorriu.

- Tudo bem. Até amanhã. Tchau.

- Tchau.

Ela entrou em casa. Seus pais estavam no sofá.

- Poxa, demorou, Piper! Já íamos ligar. - Bill a encarou.

- É, eu sei. É que estamos quase lá. - Sorria.

- Mesmo?

- Sim, estamos, papai. - Não contaria muito. - Mas, e vocês? Foram lá na loja? Onde está o Cal?

- Sim. Nós fomos e

- E quase foram mortos. - Carol o interrompeu.

- O que? - Piper se assustou. Bill revirou os olhos.

- Pipes... - Cal chegou a sala.

- Cal, que história é essa de vocês correrem perigo? - Perguntou ao irmão.

- Verdade. Ficamos presos na loja. Cercados por com zumbis, sendo que mais alguns se aproximavam. Conseguimos sair. Eu acabei com dois. Mas, levei a pior contra um grandão. E então, a Mulher Maravilha, chegou lá. - Disse tudo rápido.

- Mulher Maravilha? - Ela quis dar risada. - Que historia é essa?

- Sim!

- Ela devia ser uma policial. Algo assim. - Bill explicou. - A mulher, que nos ajudou.

- Foi sim. Ela já chegou atirando. Foi foda! Não errou, uma bala. Matou todos.

- Que sorte, de vocês. - Piper suspirou, aliviada. - Acho bom, vocês não inventarem de sair de novo.

20 de Novembro

Uma semana havia se passado, desde que a Alex encontrou o Z. O pequeno filhote, aceitou o nome e se acostumou com ele, rapidamente. Nos primeiros dias, o cãozinho não fazia muito, estava tímido. Mas, após esse tempo, o cão se transformou em um verdadeiro monstrinho, dando dor de cabeça a nova dona. Latia todas as vezes, que Alex ia a algum cômodo da casa sem ele, corria, mexia na maioria das coisas. Quando não dava uma de revoltado e saía mordendo, todos os tênis da Alex e as almofadas dos sofás. Hoje, era um dos dias, que ele fazia uma dessas coisas.

- Vem aqui, me devolve esse tênis, tenho que sair! - Ele estava com o tênis na boca, correndo pela casa e Alex reclamando atrás dele. - Como é malcriado.

Ela percebeu, que ele sempre fazia isso quando tinha que sair, para fazer suas vigias. Saía uma vez, por dia. Bem cedinho, ou com o cair da tarde. Tentava, sempre, falar com ele o mais baixo possível, pra não chamar a atenção lá fora.

- Por favor, Z devolve o tênis da mamãe. - Amansou a voz. - Eu te dou um sachê de carne. - Tentou. E então, o pequeno cãozinho soltou o tênis e correu pra cozinha, esperando por Alex. - Safado! - Disse, pegando o tênis todo babado, e rindo da situação.

A vida da Alex mudou, quando acolheu o pequeno. A noite ele latia e Alex o repreendia. Mas, se apegou tanto a ele. E ele a ela. Pareciam se conhecer, desde sempre. Sabia, que tinha que ensinar muito a ele, e o mais rápido possível. Não tinha dúvidas de que se sairiam bem, ele era muito inteligente. E uma das melhores coisas que já aconteceram em sua vida, foi tê -lo encontrado.

No laboratório, Piper, Ryan, Pam, Larry e Polly não paravam. Estavam totalmente,

focados naquilo. Dados que receberam, os alegraram. Piper também recebia, secretamente, e-mails do seu amigo da A.D.M.C, John Bennett.

- Conseguimos! - Ryan dizia animado.

- Espera. - Pam, tentava controlar os ânimos do colega. - Calma.

- Nós conseguimos! - Ele repetia.

- Piper? - Pam buscou uma resposta. Todos se voltaram pra loira.

- Conseguimos. - A loira se deixou sorrir. - Sim. Nós... Espera. Temos que fazer um teste. Mas... Sim. Parece que conseguimos. - Dizia afobada lendo os cálculos e toda a formulação.

- Mas, ei... Como a gente vai testar? - Pam, fez todos pensarem. Sabiam como, mas ninguém quis dizer.

- Trazendo um infectado pra cá. - Piper disse, depois de uns instantes.

- O que? Trazer zumbi pra cá? Mas... Isso é muito perigoso!

- Só um, Larry! - Ela insistiu. - Tem, o que?! Cinco pessoas aqui dentro. Damos conta de um zumbi. Vai dar certo.

- Tá. - Larry fingiu aceitar a ideia. - E como a gente, trás ele pra cá?

- Usamos... - A loira olhou ao redor. - Carne.

- Nós somos carne! - Ele rebateu.

- Então, será um pedaço enorme de carne, com um pedaço de carne, aos olhos deles. - Deu risada. Porém, ninguém mais achou graça.

- Isso é loucura, Piper. - Polly suspirou de um canto.

- Temos que tentar. Qual é, gente? Vamos lá. É só um. - Tinha que convence-los. - Já sabemos, que lá em Connecticut, quando injetaram o cetoprofeno nos infectados, eles ficaram mais lentos, estando alimentados ou não. - Olhava para os colegas. - Talvez, com essa nossa variação, eles deixem de ser mortos vivos. E se tornem apenas, mortos. Será uma grande evolução! Vão deixar um zumbi inútil, impedir o sucesso da nossa formulação?

- Mas, é nunca! - Ryan respondeu por todos.

- Isso!

- Tá. Eu estou confiante. - Polly dizia. - Mas, eu não vou lá pra fora, atrair um zumbi, nem que me paguem!

- Nem eu. - Pam se juntou a ela.

Ryan e Larry, também não queriam ir, estavam morrendo de medo. Mas, seu orgulho não os deixavam passar aquela imagem. Se manterão calados, olhando para os lados. Piper saiu da sala, demorou alguns minutos, deixando os colegas sem saber, onde ela teria ido.

- Ela saiu? - Larry perguntou, começando a ficar preocupado. Ninguém soube responder. Piper voltou cinco minutos depois. Com um órgão, dentro de uma sacola. Todos fizeram cara de nojo.

- E aí? Quem vai? - Piper perguntou.

- Já disse, que não irei. - Polly levantou as mãos. Os outros sacudiram a cabeça, negativamente.

- Então, tá. Vamos na sorte. Ou no azar. - Tentou fazer outra piada. Ela era, de longe, a mais tranquila, com o fato de terem que colocar um zumbi ali pra dentro.

- Como? - Larry perguntou. Piper olhou para os quatro, com um sorriso sapeca.

- Vamos usar um método rápido e de alta tecnologia.

Polly e Pam se olharam. Polly lembrava muito bem, da última vez que ouviram isso da loira. Acabou limpando o quarto da amiga sozinha, após um trabalho feito pelas três. Então, as duas ficaram atentas pois já sabiam, o que viria pela frente.

- Então vamos começar. - O silêncio reinou por alguns segundos, até a loira gritar. - COMIGO MORREU!

Em seguida Polly e Pam fizeram o mesmo, Larry e Ryan se olharam.

- COMIGO MORREU. - Larry terminou de dizer, quando Ryan ainda estava na metade da frase.

- COMIGO MOR....

Ele abaixou a cabeça em frustração. Larry já comemorava sua vitória. Todos riam da cara de Ryan, que estava morrendo de medo. Piper esticou a sacola pro rapaz que a olhou e lhe mostrou a língua. Em seguida demonstrou sua indignação.

- Piper sua vaca, puta, lésbica enrustida. Te odeio. Se eu morrer e não for pro céu dos gogo boys, eu volto pra te puxar pelo pé!


Notas Finais


Por Hoje é só pessoal ;)
Beijokas até o próximo :*
Quarta estamos de volta :D


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