História Apocalipse de Verão - Capítulo 7


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Categorias Originais
Tags Drama, Halloween, Sobrevivencia, Yaoi, Zumbis
Exibições 5
Palavras 846
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Luta, Mistério, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpa pelo capitulo curto </3
EU NÃO SEI ESCREVER FLASHBACK ENTÃO NÃO ME MATEM SKJGDHFFK
Espero que gostem!

Capítulo 7 - O Desastre


 

Durante o caminho no qual a lua percorria pelo avanço da madrugada, tranquilos ficamos durante essa vez. Conseguimos matar todos os zumbis, mesmo assim fizemos vigílias de uma hora até às sete da manhã, quando embarcamos novamente em viajem. Calleb cobriu meus turnos, por isso estava exausto então apenas o disse:

- Quando chegarmos à Carolina do Norte, tudo vai mudar e assim poderei te recompensar pelo que fizeste por mim...

- Tudo bem meu amor, não precisa ficar preocupado porque esta tudo bem comigo.

Mesmo com aquelas palavras reconfortantes, era visível a dificuldade ao andar dele percorrendo aquela enorme estrada. Resolvi levar Wendy no colo, pois ainda estava meio sonolenta e seguimos em frente por algumas horas.

No horário de almoço, fizemos uma fogueira com objetos em nossa proximidade e cozinhamos feijões enlatados, ainda tinham latas de salsicha, mas queríamos economizar a carne para um momento mais necessário. Foi mais tranquilo do que imaginava caminhar por lá, até um pouco depois de três da tarde, pois apareceu uma enorme multidão deles.

É um momento inoportuno para pensar dessa forma, mas aproveitei para observar Samantha e Kimberly com suas táticas e formas de lutar.

Flashback - (11/07/2004)- Ginásio Black Safire (Seattle - USA)

- Vamos, tenha força de vontade Kim!

- Você consegue!

Era um momento decisivo no torneio estadual de karatê, Kimberly conseguiu vencer de Lana, que era uma das favoritas e conseguiu passar para as finais.

Seu olhar era calmo e sincero, porém ao mesmo tempo intimidador. Poucos segundos antes da luta ela se virou para mim e acenou, dando um breve sorriso e voltou à posição normal.

A disputa começou e era feita em cinco lutas de dois minutos, tanto a Kim como sua adversaria (Karen) eram faixa marrom.

A primeira luta teve como ganhadora a adversária com três pontos a mais que ela, a segunda se repetiu o placar, mas com a Karen à frente por cinco pontos. Na terceira, Kim teve algumas câimbras na panturrilha, cogitaram adiar a partida, porém ela conseguiu melhorar. Por fim, a oponente conseguiu ganhar a quarta e perdeu na quinta e ultima... Oficialmente, Kimberly era a segunda melhor carateca do estado de Washington.

Fim do Flashback

Era como os velhos tempos, Sam sempre foi mais frágil e medrosa e por isso sempre era protegida pela Kim. Suas técnicas de karatê estão bem presentes em suas lutas, sem o uso ou necessidade de espadas. Por questões de costume, já comecei a ter melhor controle sobre a tal katana que usávamos, não chegava a ser bom e muito menos dominar a tal arte, mas já é o bastante para autodefesa.

Calleb ia alternando entre usar a enorme tesoura de jardinagem, socos, cortes com facas e chutes. Foi necessário o uso de quase uma hora inteira para aniquilar todos os mortos que estavam naquela multidão e quando realmente paramos para descansar, ouvimos uma sirene.

Não sabíamos de onde nem o porquê daquilo, mas com certeza não era bom. O tempo estava muito fechado com enormes nuvens escuras tampando a chegada de raios de sol no solo, os pássaros voavam de sul para o norte e quando menos esperávamos era visível no horizonte um tipo de ciclone indo do nordeste para o sudoeste, provavelmente iria passar bem perto de nós então corremos como se não houvesse amanhã.

Já estava acostumado com esses ciclones, porque me lembro de sempre acontecer alguns na cidade onde minha avó morava, mas sempre eram muito pequenos pra causar estragos notáveis e esse era até grande, algo entre 45 e 70m de altura.

Ao andarmos por alguns minutos, ouvimos um estrondoso barulho que era o ciclone no qual estava passando uma parte da rua que ficava a quase um quilometro do lugar que já estávamos e era bem visível o estrago que ele deixou pela estrada. Calleb, sempre mais amedrontado estava escondido atrás de mim, se cobrindo com as minhas roupas.

- Fique calmo, já passou.

- Estou com muito medo, amor.

Virei para sua frente e lhe dei um forte abraço, por ele ser alguns centímetros menor, eu me curvei um pouco para ficar em sua altura e passei a mão em seu rosto, seguido por um beijo no canto de sua boca.

- Sabia que a cada beijo que você me dá, eu fico com mais vontade ainda porque seus lábios são tão doces e macios. - Calleb disse isso e logo virou sua cabeça para baixo, tentando esconder seu rosto que estava totalmente corado.

- Que palavras perversas meu amor, logo na frente de nossa filha. Com certeza essa sua sincera de falar é o que mais amo.

Dei-lhe outro beijo curto e seguimos viajem, antes das quatro horas conseguimos finalmente sair de Atlanta após longos dois dias e com sorte encontramos entre os automóveis que ficaram espalhados pela estrada um novo trailer, porém tinha aspectos mais novos, de um modelo recém-lançado que tinha chuveiro e televisão, sem contar o micro-ondas e outras coisas que não tinham no outro trailer.

Estávamos a menos de quatro horas de onde finalmente poderíamos ficar em paz.

 


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