História Aposta Surpreendente - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Orange Is the New Black
Personagens Personagens Originais
Tags Laura Prepon, Laylor, Natasha Lyonne, Oitnb, Taylor Schilling, Yael Stone
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Palavras 2.895
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Mais um capítulo meus amores ❤️ se puderem dizer o que estão achando, fico grata.

Capítulo 2 - Allergic to you


Laura

Depois de fazer as compras do mês, Tasha e eu resolvemos dar uma volta pelas ruas movimentadas de Los Angeles. Parando algum tempo depois próximo ao píer. Descemos do carro e caminhamos até a roda gigante, dando uma volta pelo lugar pedimos dois sorvetes e sentamos em um dos bancos com vista pro mar.

Como é que um lugar como esse pode ser real? Perguntei enquanto olhava a imensidão daquele céu meio alaranjado.

– É uma pergunta interessante e eu não tenho resposta haha.

Você consegue sentir a leveza que esse lugar transmite?

– É um ótimo lugar para fugir dos problemas! Você sempre vem aqui não é?

Sim! Esse mar que você está vendo ir pra lá e vir pra cá, é como a mente humana, se você parar pra pensar. Uma hora ele é calmo, noutra ele é agitado, grita como se quisesse ser ouvido.

– Uau, é verdade! Eu nunca entendi muito bem essa sua fascinação por esse lugar.

Ele me transmite paz minha cara Lyonne! Eu gostaria de poder lhe explicar melhor, mas essas coisas já vem dentro de você.

– Tudo o que tem dentro de mim no momento é um grande vazio hahaha, minha barriga clama por comida.

Idiota Vamos embora vai.

Já dentro do carro Lyonne acordou o assunto adormecido.

– Então.. está animada para dividir a sua cama com alguém Prepon?

Pra falar a verdade, não! Nem um pouco, não estou preparada para abrir minha vida assim. Vocês tem certeza que aquela mulher é de confiança?

– Aí também já é demais né Laura? Taylor é de confiança sim, colocaria meu corpo todo no fogo por ela, a única coisa que ela pode roubar é o seu coração minha cara.

Que coração? Hahahaha.

– Pode escrever aí Prepon, você ainda irá me dizer que eu estava certa sobre tentar juntar vocês e mais, sentirá seu coração galopar ao ouvir o nome Taylor!

Ora, pare de graça, isso não tem a mínima chance de acontecer e se.. veja bem, se houvesse alguma possibilidade disso acontecer, Taylor e eu viveríamos em guerra.

– Bom, o primeiro passo já foi dado! Uma já sente vontade de matar a outra mesmo.

Ela que tem esse desejo! Eu apenas me incomodei com o fato dela não obedecer minhas ordens.

– Entendo, até porquê você está acostumada a mandar e ser acatada sem nenhum tipo de reclamação.

Exatamente!

– E Taylor fez o oposto disso.

Exato, ela foi a primeira pessoa a passar por cima de uma ordem minha.

– Isso balançou suas estruturas?

Não, não sei. Ela é tão.. tão insolente. Disse segurando o volante com firmeza.

– Você precisa ver como fica quando fala da Taylor.. mesmo que seja criticando ela.

Falo normal ué! E nós chegamos.

– Seus olhos verdes ganham um brilho diferente minha cara, um brilho nunca visto antes.

Não viaja! Amanhã você e Yael poderiam ir almoçar lá em casa, que tal?

– Está com medo de ficar a sós com a Taylor?

Não é medo, mas seria bom que vocês fossem lá.

– Tudo bem então. Agora vamos entrar logo que estou morrendo de fome.

—///—

A tarde passou de forma lenta, Taylor e eu desfrutamos de um almoço improvisado preparado de última hora por Yael e até que não foi ruim passar mais algum tempo na companhia das meninas, sentia falta daquele clima familiar. Depois do almoço Yael e Taylor levaram as malas para o carro enquanto Tasha e eu dávamos um jeito na cozinha.

Você reparou que a outra estava com a cara de choro?

– Estava reparando em Taylor é?

Lyonne, não sei se você sabe, mas nós ganhamos esses dois par de olhos para enxergar as coisas.

– Você estava reparando em Taylor, eu sabia!

Eu não sou cega! Disse alto, sem paciência.

– Relaxa, estou tirando onda. Yael deve ter falado umas verdades sobre o assunto proibido e a deixou assim.

Assunto proibido?

– Sim.. T..

Tasha estava pronta para me contar sobre o tal assunto proibido quando as meninas voltaram e ela imediatamente se calou. Por ora, decidir esquecer aquilo, afinal, tinha coisas mais importantes para me preocupar.

Acho que já está na hora de irmos não é? – Lancei um olhar sugestivo para Taylor.

– Infelizmente! Disse revirando os olhos.

Esperem, tem mais uma coisa que esquecemos de dizer sobre a aposta.

Ih, lá vêm! Taylor e eu dissemos juntas. Fala logo Lyonne!

— Vocês não podem dizer as pessoas que estão juntas por culpa de uma aposta! Para todos os efeitos, vocês são namoradas.

— Isso é realmente necessário?

– Sim! De qual outra maneira vocês fingiriam ser um casal? Porque nós sabemos que tudo isso, por enquanto, não é real.

Já disse que vocês são fodas?

– Sim, mas nós também amamos você snap.

Mais alguma regra idiota? Perguntei frustrada.

–Nop, divirtam-se meus amores.

Já estávamos próxima ao carro quando Natasha gritou da porta:

– E usem camisinha hahaha.

Revirando os olhos, entramos no carro e logo seguimos para a minha casa. No carro se instalou um silêncio constrangedor, Taylor olhava a vista pela janela e eu batucava o volante no ritmo da música que tocava no rádio.

Não demorou muito para que chegássemos em minha casa, abrindo a garagem com o controle, estacionei o carro na mesma e abri seu porta malas. Tinha tanta coisa lá dentro que a princípio fiquei sem saber o que carregava primeiro. Para a minha surpresa Taylor havia pegado no sono e eu como a boa pessoa que sou, resolvi carregar as suas coisas sozinha mesmo.

Seis viagens depois e as malas e compras do mês já estavam em seus devidos lugares. Voltando ao carro em passos lentos pensei na melhor maneira de acordar Taylor. Hmm, dormindo assim ela até parece um anjo. – Pensei – mas quando abre a boca se transforma em demônio. Logo tratei de afastar esses pensamentos e em seguida a chamei.

Taylor.. acorda.. balancei e nada dela acordar. Isso não vai funcionar, suspirei. Com um pesar desconhecido no coração, caminhei até o porta malas e fechei o mesmo com uma certa força, fazendo com que Taylor saltasse no banco da frente.

– Qual é a porra do seu problema? Saia ela gritando do carro.

Taylor caminhava tão rápido em minha direção que quando fui ver, já estava presa entre o carro e ela.

Espera aí Taylor!

– Esperar? Precisava me acordar desse jeito? Perguntava colocando os dedos em meu peito, aquilo já estava começando a me irritar.

Eu te chamei duas vezes, balancei você e você não deu nenhum sinal de que acordaria!

– E aí você se achou no direito de me assustar?

Meu Deus, dá para parar com essa merda? Eu ainda fui muito gentil em te deixar dormindo enquanto carregava suas malas e compras pra dentro de casa! Se soubesse que como agradecimento receberia isso, não teria feito! Teria te deixado passar a noite dentro da porra de um carro!

Nesse instante, Taylor pareceu voltar a si. Deu uma olhada no local e depois olhou pra mim com aquela cara de "Fiz merda" e eu nada disse, apenas sai andando em direção a casa. Não demorou muito para que Taylor me alcançasse, ela deu uma breve olhada no lugar e então disse:

– Olha, me desculpa.. eu não deveria ter te acusado daquele jeito.. eu só.. me assustei. Disse por fim.

Que seja! Foi tudo o que me permiti dizer.

–///–

Taylor

Depois de fazer um pequeno tour pela casa na companhia de Laura, fui informada que o quarto que eu ocuparia só estaria disponível na segunda feira ou seja, para a minha infelicidade teria que dividir o quarto com Laura, como se não bastasse ter que viver sob o mesmo teto que ela.

Observando bem, a casa dela era uma mansão de dar inveja em qualquer pessoa, era visível o seu bom gosto, sua casa refletia um pouco da sua personalidade, os tons claros eram fascinantes e como se não bastasse a casa de Laura ainda tinha um imenso jardim com direito a piscina. Para quem estava acostumada a viver em um apartamento que mais parecia uma caixa de sapato, aquilo era um verdadeiro palácio.

A noite logo caiu e Laura e eu não trocamos mais nenhuma palavra, ela subiu para tomar banho, enquanto eu fiquei na imensa sala editando as tais fotografias. Não tenho a mínima ideia de quantas horas passei sentada naquele sofá, meu bumbum já estava dormente, então decidi que já era hora de parar, salvando as edições, fechei o aplicativo e desliguei o computador.

Me levantando em seguida para me alongar, fiz alguns exercícios que estava aprendendo no yôga, estava tão distraída que nem percebi que Laura havia chegado a sala.

Nossa, que flexibilidade.. Ela disse sorrindo de uma maneira sexy.

– Que susto! Com certeza estava vermelha, pois ela logo procurou algo para fazer.

Você não está com fome?

– Na verdade, sim.

Vou pedir uma pizza pra gente, que tal?

– Por mim tudo bem, vou tomar um banho e logo desço.

Seguindo para o quarto de Laura, senti o seu olhar sob meu corpo e instantaneamente corei. Chegando em seu quarto abri a mala e tirei a primeira peça de roupa que encontrei, um pijama de ceda na cor preta, seguindo para o banheiro, procurei não me prolongar muito pois a fome estava falando mais alto. Saindo do banheiro penteie os cabelos, passei o hidratante, um pouco de perfume e logo desci.

—///—

Laura e eu comemos a pizza em um silêncio constrangedor, não se ouviu um ruído sequer naquela mansão. Ao acabar tratei de lavar os nossos pratos e ela disse que iria se deitar, não me importei e logo voltei pra sala. Ligando a tv, coloquei em um programa qualquer e nem vi quando peguei no sono.

Acordei assustada, meu corpo estava de alguma maneira, Levitando no ar. Aquilo tudo era muito estranho, abrir os olhos as pressas e me deparei com um par de olhos verdes me encarando.

– Mas que porra é essa? Disse ainda em seu colo.

Laura suspirou, olhou pra frente e continuou subir as escadas.

– Pode me dizer o que acha que está fazendo? Disse tentando sair de seus braços.

Eu acho melhor que você fique quieta, não quer rolar escadas abaixo, certo?

Por cima dos seus ombros pude ver os degraus da escada, só então fiquei quieta. Laura me conduziu até a cama e em seguida entrou em seu closet e mudou a roupa que trajava.

– Agora, será que tem como me dizer que porra foi isso?

Não é óbvio?

– Não, não é óbvio!

Mais um suspiro. Você dormiu no sofá Taylor, eu desci para beber água e você estava lá na sala com a televisão ligada e em uma posição nada confortável. Mais uma vez quis ser gentil, para que não acordasse com torcicolo te peguei no colo pra trazer pra cama.. você é uma fotógrafa e não pode se dar ao luxo de ficar com torcicolo, desculpa te tocar sem permissão, só estava pensando no seu bem estar.

– Hmm, você está sempre pensando no meu bem estar não é?

Apesar de ser rabugenta, como você mesma diz, tenho algo que se chama empatia pelo próximo.

– Obrigada, não precisava se incomodar. Disse me rendendo. Essa mulher não podia ser gentil comigo, não podia desmanchar a fama de rabugenta.

Laura caminhou em passos lentos até a cama, retirou os travesseiros, afastou a coberta e logo deitou dando boa noite. E eu fiz o mesmo, com cuidado para não esbarrar em Laura.

Por volta de três e meia da manhã, acordei com vontade de ir ao banheiro. Mas algo me prendia na cama, abrindo os olhos percebi que estava muito próxima ao peito de Laura e ela mantinha as mãos em volta da minha cintura. – Mas que porra é essa? Como eu vim parar aqui? Será que foi ela que me agarrou ou eu que me juntei a ela? – pensei. Com cuidado para não acorda lá fui até o banheiro e logo voltei, pegando no sono em seguida.

—///—

Quando acordei pela segunda vez, Laura já não estava mais na cama e mentalmente eu agradeci, seria constrangedor demais acordar ao mesmo tempo que ela. Seguindo para o banheiro, tomei um banho rápido, escolhi um vestidinho solto e logo desci.

Ao chegar na sala fui atingida pelo maravilhoso cheiro que vinha da cozinha, minha barriga reclamou na mesma hora. Passando os olhos pela sala, não avistei aquela mulher em lugar nenhum então logo tratei de ir atrás de algo para comer. Ao entrar na cozinha me deparei com Laura próxima ao fogão, para a minha surpresa era a mesma que estava me proporcionando aquele maravilhoso cheiro.

Bom dia! Resolvi usar toda boa educação que havia recebido dos meus pais.

– Boa tarde você quis dizer né? Respondeu ainda de costas para mim.

É.. estou com..

– Você pode se servir Taylor! Encontrará tudo dentro dos armários e geladeira, mas se eu fosse você não tomaria café agora.

E por que não?

– Natasha e Yael estão vindo almoçar com a gente, chegam a qualquer momento.

Então vou esperar por elas na sala. A propósito, não sabia que você cozinhava.

– Existem muito mais coisas que você não sabe sobre mim Taylor! Disse caminhando em direção a mesa. Enquanto eu arrumo a mesa, poderia receber as convidadas?

Tudo bem.

—///—

Laura

As meninas não demoraram muito para chegar, Natasha adentrou a cozinha com o seu jeito Natasha de ser, abrindo as panelas, colocando o garfo nas comidas. Não demorou muito para que ela abrisse o vinho que a mesma trouxe, em seguida serviu os presentes e deixou um beijo na bochecha de sua namorada que sorria da bagunça que a outra fazia.

– Então, como passaram a noite?

Nos estamos vivas, então posso dizer que correu tudo bem. Disse olhando para Taylor que estava fazendo uma cara de paisagem enquanto bebia seu vinho.

Tasha comentou que vocês tiveram que dormir juntas.. como foi T? Yael perguntava a amiga.

– Foi normal, como achou que seria?

Hmm, não rolou nenhuma aproximação durante a noite? O rosto de Taylor ganhou uma nova coloração e internamente eu dava risada disso, ela não faz ideia que a vi agarrada a mim durante a noite.

– É como disse, foi uma noite normal. Disse olhando pra mim.

Bom, acho que vocês podem se servir e eu realmente espero que esteja do agrado de todos.

Os presentes se serviram, ora ou outra Natasha mencionava que eu poderia casar ou caso a revista não desse certo, tinha grandes chances na área gastronômica. O almoço estava percorrendo de forma descontraída, muito diferente do jantar que tive com Taylor.

– Taylor! Você está bem? Perguntei ao notar algumas manchinhas vermelhas surgir em seu corpo.

Estou, por que?

– Você não seria alérgica a camarão, seria?

Hmm.. talvez..

– Merda. Disse levantando as pressas, pegando as chaves do carro. Olhe o seu corpo.

Taylor deu uma olhada por seu corpo exposto e viu um monte de manchinhas surgindo. Sua garganta estava começando a se fechar e o ar estava lhe faltando. Lau..ra, e.eu não to conse...guindo res..pirar..

Sem pensar duas vezes, peguei Taylor no colo e sai com ela em direção a garagem, Tasha e Yael logo entraram no carro abrindo a garagem, coloquei Taylor no acento do carona, coloquei o sinto e sai cantando pneus estrada a fora. Não tinha tempo a perder mesmo com Natasha gritando no meu ouvido que iríamos bater, só conseguia pensar na mulher ao meu lado, estava pouco me fodendo para as possíveis multas que eu com certeza tomaria.

—///—

Taylor deu entrada na emergência, o doutor que a atendeu disse que ela teve sorte, se demorasse mais alguns minutos para procurar um hospital, com certeza morreria já que sua reação alérgica havia agido de forma rápida. O doutor tomou os devidos cuidados, passou a receita e disse que Taylor receberia alta dali a algumas horas.

O doutor liberou a entrada no quarto e Yael foi a primeira a entrar.

– Ei, você nos pregou uma grande peça Tay!

Eu..sinto muito.

– Poupe esforços, sua garganta ainda está meio inchada.

Me sinto como se fosse um sapo.

– Até nessas horas você faz piada garota?

Desculpa!

– Não é pra mim que você tem que pedir desculpas Taylor! Laura está lá fora morta de culpa e preocupação.

Eu não quis fazer desfeita.. eu só..

– Você foi tão imprudente Tay, já pensou se o pior acontece?

Não achei que me afetaria tanto.

– Pois afetou e você poderia ter morrido se não fosse Laura! Eu vou deixar você descansar, conversamos depois.

Yael estava saindo do quarto quando Taylor a chamou e disse: Peça a Laura para entrar, por favor. A amiga assentiu e logo saiu dando espaço para que uma figura alta entrasse.

– Ei, como se sente?

Me sinto como um sapo.. olha Laura.. eu não queria..

Não permitir que ela falasse mais nada, a abracei, mesmo correndo o risco de ser afastada, eu estava tão preocupada que nem pensei de quem se tratava.

Eu sinto muito Laura.. não quis fazer desfeita com você e com a comida que teve tanto esforço para preparar.

Ela parecia estar sendo sincera e então eu disse: – Você poderia ter morrido Taylor!

Mas para o seu azar, ainda estou viva. Disse sorrindo.

Depois de um suspiro, perguntei: – Existe mais alguma coisa que você seja alérgica?

Sim!

– O que?

Sou alérgica a Laura Prepon!

Estava cansada demais para responder, então suspirei, passei as mãos no cabelo e sai do quarto sem dizer uma só palavra.

Bom pelo menos ela me deixou sozinha.  



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