História Apostada - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~DragaoRelutante

Postado
Categorias Amor Doce
Tags Castiel
Visualizações 264
Palavras 2.586
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey pessoal! Dessa vez aqui quem vos fala é a ~DragaoRelutante! Então, para começar gostaríamos de agradecer do fundo do coração todos os favoritos e comentários que tivemos no prólogo. Cara, isso é tão incrível, tipo, é apenas o PRÓLOGO (com SÓ 700 e poucas palavras)!!! Vocês não fazem ideia do quanto isso nos deixou feliz, sério. Muito obrigada!!
Bom, esse é o "primeiro" capítulo e esperamos e tenham uma ótima leitura <3

Capítulo 2 - Percy Jackson


Fanfic / Fanfiction Apostada - Capítulo 2 - Percy Jackson

              Olha bem, mulher
                       Eu vou te ser sincero
                      Quero te ver de branco
                     Quero te ver no altar

 

 Atena estava começando a subir as escadas de volta quando escuta gritos.

 – APOLO ADAMS, O QUE SIGNIFICA ISSO? – droga, era mamãe. Atena correu até a sala de estar, lugar de onde vinham os barulhos.

Foi o que imaginou. Apolo, seu irmão mais novo, havia encontrado o cachorro e, infelizmente, sua mãe também.

 – Não sei mamãe, ele só correu até mi...

 – É MEU! – disse Atena interrompendo o irmão e tirando o bichinho de suas mãos.

 – Como assim é seu?! – disse Clarice Adams levantando as sobrancelhas.

 – Encontrei ele na rua enquanto voltava e agora é meu, mamãe – concluiu a garota como se fosse a coisa mais fácil do mundo.

 – E o João deixou?!

 – Não meta João na história, sabe como eu sou insistente.

 – Mas Atena, nunca deixamos nem nunca vamos deixar vocês dois terem animais de estimação – disse olhando para Atena e Apolo, que assistia a discussão como se fosse um programa bobo de comédia. Ao ouvir a frase de Clarice, mudou sua expressão para algo mais sério.

 – Mãe...eu prometo cuidar dele, juro que a senhora nem o verá aqui! Por favor...

 – Escute, essa semana vai ser de teste, qualquer erro mando ele para a rua, entendido? – Atena sorriu – isso só porque estou de bom humor.

 – Ah!! Obrigada, obrigada, obrigada – disse a garota beijando sua mãe a cada “obrigada” que era dito – por que está de bom humor?

 – Seu pai ganhou mais um sócio, gente importante, sua família vem jantar aqui semana que vem!

 – Ah, legal – disse sem ânimo. Sinceramente, Atena não achava legal. Qualquer motivo que afastasse seu pai mais ainda dela com certeza não era legal.

 Subiu para dar banho no cachorro e foi aí que percebeu, ele precisava de um nome.

 – Bom, como você prefere ser chamado? – disse esfregando a esponja em seu pelo – ahn..te encontrei na chuva, poderia ser algo relacionado...bom, li outro dia que a chuva vem das Cumulo alguma coisa, então você pode ser o Cumu...Cum...Cumulo...Nimbos! Isso, perfeito, você será Nimbos! – fez-se silêncio – ah...não me olha assim! Bloqueio de criatividade! O que você esperava? Até a Deusa da sabedoria tem coisas do tipo! Hahaha. Eu até que gosto do meu nome, se quer saber, acho criativo.

 Atena secou Nimbus com o maior cuidado do mundo, dava muito valor a seus amigos. Desceu novamente as escadas após seu banho, dessa vez, carregando o novo colega.

 – O que você acha de comprar uma casinha para ele dormir lá fora? – disse Apolo ao avistar a menina.

 – Caí fora, eu quem tomo todas as decisões a respeito do meu cachorro – disse Atena determinada.

 – Atena, olha como fala com seu irmão! – disse Maria saindo da cozinha, fazendo Apolo mostrar a língua. Ela era esposa de João, ambos trabalham para a família desde antes de a menina nascer, é como uma segunda mãe para Atena.

 – Mas Maria...ele vai dormir no meu quarto...

 – Sua mãe já me disse para não permitir que isso aconteça. Coloquei umas cobertas para ele hoje, amanhã você e seu irmão vão comprar ração e uma casinha, ok?

 – Tudo bem...nós podemos fazer a casinha ao invés de comprar?

 – Pergunte a sua mãe, mas provavelmente sim....ah, e não me esquecendo...estou orgulhosa de você – sorriu a senhora. A menina retribuiu.

 Após alimentar Nimbus e coloca-lo para dormir, Atena voltou ao seu quarto.

 Deitou-se em sua cama e encarou o teto. Branco. Vazio. Não havia lâmpadas, quase toda a iluminação do quarto vinha das paredes. Comum. Sem graça.

 Virou-se de lado e, como sempre acontecia antes de dormir, soltou um sorriso ao ver seus amigos. Sim, eles estavam lá. Dentro de um belíssimo porta retrato azul com lantejoulas roxas, feito pela mesma. Lysandre, o peculiar menino de cabelos grisalhos de heterocromia (rara doença que faz com que a pessoa tenha um olho de cada cor), tinha uma relação de extrema confiança com Atena e sempre compartilhavam seus segredos. Rosalya, a estilista dos cabelos platinados, namora Lysandre e é perdidamente apaixonada por moda, se não fosse por ela, Atena não teria amigos. Violette, a tímida artista de sorriso grande, com certeza é o tipo de garota que escolhe com muita dedicação em quem confiar. Alexy, o virtuoso de cabelos azuis, a pessoa perfeita para alegrar seu dia e mandar músicas boas. Armin, irmão gêmeo de Alexy e completamente viciado em jogos, vive bagunçando os cabelos de Atena. Nathaniel, com certeza o mais genial do grupo, esbanja gentileza por onde anda e sempre sabe o que dizer. E, por fim, a ruivíssima Iris, fica absurdamente sexy quando está com seu baixo e sabe ser engraçada sem ser malvada.

 Atena amava cada um de seus amigos de um jeito inexplicável.

 Dormiu tranquilamente.

 

(...)

 

I was scared of dentists and the dark
I was scared of pretty girls and starting conversations
Oh, all my friends are turning green
You're the magician's assist…

 

 – Argh!!! Eu odeio essa música!!! – disse a garota batendo violentamente a mão em seu celular. Momento que foi sucedido por uma sessão de risadas pois Atena sabia que aquela musica fora sua favorita há três dias.

 Vestiu uma camiseta larga preta com um par de tênis e calça jeans. Digamos que ela não tenha um estilo ainda definido por completo.

 – Bom dia, Atena – disse Pedro sem tirar seus olhos do jornal.

 – Oi, papai – fez-se silêncio. Nada mais foi dito. Atena não conversava tanto com o pai, não é como se não quisesse, mas um homem de negócios é alguém importante e não tem tempo para bobagens de adolescente, certo? Tempo é dinheiro, certo?

 A menina foi correndo ao quintal. E lá estava ele. O cachorro corria desesperadamente atrás de uma borboleta amarela, conseguindo arrancar um enorme sorriso de Atena.

 – Hey Nimbos! – gritou.

 O cachorro correu em direção à garota, ignorando completamente a borboleta. Seu rabo era abanado furiosamente.

 – Haha, parece que alguém gostou daqui – disse a menina enquanto o acariciava.

 – Atena, a senhorita está atrasada! – disse Maria aparecendo na porta e jogando uma mochila de escola.

 – Ok, ok, já estou indo! – disse pegando a mochila com dificuldade.

João esperava em frente a casa, Apolo se encontrava perdido em sua música quando a menina se juntou a eles dentro do carro.

 – Bom dia, João, Apolo.

 – Bom dia, senhorita Atena.

 – O que você quer?

 – Nossa, como você é gentil! – ironizou a menina.

 – Eu sei.

 – Idiota – fez-se silêncio, sinal vermelho – escuta, vamos ver aquelas coisas para o Nimbos hoje, certo?

 – Claro.

 Após alguns quarteirões da escola de Apolo, Atena foi deixada. O imenso prédio cinza se destacava no céu azulado, alguns estudantes se encontravam sentados no vivo gramado conversando, lendo ou zoando os outros alunos. A calça de Mike ainda estava no mastro, ele havia sido zoado por um grupo de jogadores babacas. Pobre Mike.

 Era possível ver um grupo de adolescentes rindo mais afastados dos outros. Com certeza era esse.

 – E aí, pessoal? – disse Atena num tom amigável.

 – Oh meu Deus, gente, ela chegou, louvem a Deusa da sabedoria!  – disse Alexy.

 – As vezes penso que você está zoando as minhas notas quando diz coisas do tipo, Alexy! – disse a menina rindo.

 – Fique tranquila, pelo menos suas notas são melhores que as minhas – Iris se sentou junto a eles.

 – Vocês viram o Lysandre? – chegou Rosalya – Ele esqueceu seu bloco de notas lá em casa ontem e não pude devolver, sabem como ele fica sem ele!

 – Como ele fica sem ele ou como ele fica quando lembra que está sem ele? – Armin sorriu ironicamente. Todos rimos.

 – Se eu ver ele, eu te aviso – disse Violette sem tirar os olhos do papel.

 – O que está desenhando aí? – Atena se aproximou mais da menina.

 – A-ah... – virou seu caderno para que todos pudessem ver – não ficou muito bom... – era uma árvore cheia de animais e frutas, completamente realista.

 – Amiga, não esquece de dar um cartão V.I.P para nós quando formos a uma exposição sua – disse Rosalya boquiaberta.

 – Que incrível... – concordou Alexy e todos os outros. A menina é realmente uma artista.

 

(...)

 

 Os corredores aglomerados anunciavam que o sinal já havia tocado, o cheiro juvenil de adolescente estava no ar. Atena foi até seu armário pegar o livro de Química que, infelizmente, era a primeira aula do dia.

 – Aula de Química, Percy Jackson? – aquela voz familiar se  destacou entre o barulho dos armários e das outras vozes do corredor.

 – Você sabe muito bem que sim, Castiel – disse a menina num tom impaciente, ele tinha Química no mesmo horário. Ela não suportava Castiel Collins, fosse pelo seu mal corte de cabelo ou pela maneira que tratava as meninas.

 O garoto possuía vivos cabelos vermelhos, olhos acinzentados e sombrios, usava sempre sua jaqueta de couro e fumava, fumava muito. Ato que enojava Atena. Andava com o pessoal do time, já que fazia parte dele, e era com certeza um dos garotos mais populares de toda a escola. Tratava as garotas como objeto, era uma nova a cada semana. É, com certeza Atena não gostava dele.

 – Ei, calma aí, só quis iniciar uma conversa – disse o menino num tom irônico se encostando no armário ao lado.

 – Você sempre quer conversar, Castiel – finalizou batendo a porta do armário.

 Atena entrou na sala seguida do menino. Cada um foi para suas respectivas mesas.

 – Ah...você pode ir para o lado? – aquela suave voz surgiu em meio ao nada. A menina olhou para cima e pode ver claramente o menino de cabelos escuros e olhos caramelados. Erik era seu parceiro de laboratório desde o primeiro dia aula, e é desde o primeiro dia de aula que Atena tem uma queda por ele.

Não diria que ela era perdidamente apaixonada, ele só...é mais legal que os outros meninos. Mas como na vida nada é perfeito, ele namora.

 – Claro... – disse a menina se sentando no banco ao lado.

 Os dois entraram em um assunto sobre música. Erik tem um gosto musical incrível e está sempre recomendando músicas para Atena.

 Dake, o surfista tatuado incrivelmente gato, entrou na sala alguns minutos depois. Ele, junto de Lysandre, é um dos melhores amigos de Castiel mas, diferentemente do menino de olhos bicolor, é um idiota. Ele e Castiel vivem rodeados de garotas e as tratam como lixo. Atena os acha superficiais.

 O menino se juntou na ultima bancada com Castiel.

 Professora Delaney chegou logo após as outras pessoas. Cara fechada como sempre, Atena não entendia o porquê de toda essa raiva já que os alunos ficavam no maior silêncio durante suas aulas.

 E assim se iniciou mais um dia de aula.

 

(...)

 

 – Não se esqueçam que semana que vem vou separar os trios para o trabalho, não faltem! – avisou Delaney enquanto os alunos se levantavam.

 A garota pegou seus pertences para seguir com suas aulas, que curiosamente passaram depressa. O intervalo chegou rapidamente.

 Atena entrou no refeitório e olhou para o mesmo lugar de sempre: o famoso canto, a mesa dos esquisitões.

 – E aí, pessoal – disse a garota sorrindo.

 – Atena! Senta aí! – Iris retribuiu o sorriso.

 – Então está combinado, certo? – Alexy voltou ao assunto.

 – O que está combinado? – perguntou Atena.

 – Ah...eu ia te falar ontem mas acabei me esquecendo, vamos sair hoje, ok? – disse Rosalya.

 – Não preciso nem dizer que não vou, certo? – Violette se juntou a eles na mesa, falando como se soubesse exatamente do que se tratava.

 – Claro que vai! – disse Lysandre mordendo sua maçã.

 – Vai ser divertido, Vio – Nathaniel também se juntou a eles.

 – Meu Deus, sou a única que não sabia disso? – Riu Atena.

 – Fica tranquila, eu tinha esquecido – completou Armin.

 – Muito reconfortante haha.

 – Mas enfim, você vai sim – Rosa fez cara de mau.

 – Mas eu não me dou bem com... – Violette abaixou o rosto.

 – VIOLETTE, VIOLETTE, VIOLETTE – o grupo começou a gritar fazendo a garota corar e todo o refeitório olhar.

 – Ok, ok!!! Só parem de gritar!!!

 Todos riram. Todos da mesa, é claro. A mesa do lado a qual se encontrava o time de futebol incluindo suas putinhas   faz cara de nojo.

 – Vocês estão atrapalhando! – gritou Mike, um dos principais jogadores.

 – E...? – ironizou Alexy.

 – Argh! Como essas pessoas me irritam! – disse Debrah se levantando – Ambre, Li, Charlotte, vamos logo – as outras três se levantaram e acompanharam a garota.

 Elas eram as típicas garotas que toda escola tem. Superficiais. Debrah tinha cabelos castanhos longos que iam até sua arrebitada bunda, Ambre, loiros e cacheados que também iam até a bunda, o mesmo com os cabelos negros de Li e os castanhos de Charlotte, ela, porém, mantinha-os amarrados.

 – Controla seus amigos, Lysandre – disse Castiel seriamente, fazendo o amigo ficar em silêncio.

 Castiel e Lysandre são amigos desde pequenos e, mesmo pertencendo a grupos diferentes, eles se gostam bastante.

 – Quem eles pensam que são? – indagou Atena.

 – Ninguém... – completou Alexy.

 As aulas seguiram normalmente após o intervalo.

 

 (...)

 

 Atena passou a tarde na companhia de seu irmão. Os dois, juntos de José e dos lanchinhos de dona Maria, construíram uma casinha de madeira para Nimbus, que ficou extremamente feliz.

 Era spaghetti para o jantar. Pedro estava em seu lugar de sempre, a ponta da mesa, ao seu lado se encontrava Clarice e Apolo e Atena se encontravam em lugares aleatórios.

 A menina nunca deixa de observar cada detalhe em sua família.

 Seu pai, Pedro, possuía sempre uma expressão séria, de alguém importante. Vestia sempre seu terno bem passado e seus óculos de grau, seus cabelos eram castanhos um tanto grisalhos, seus olhos eram verdes e era um homem magro, aparentemente saudável. Apesar de não reservar tanto tempo assim para a família, era um homem legal, Atena adorava a história de quando o carro dele quebrou e teve que ir correndo ao hospital para assisti-la nascer.

 Sua mãe, Clarice, era odiada por quase todas as mulheres da vizinhança. Era muito mais nova que papai e muitas pessoas afirmam que ela só se casou com ele pelo dinheiro, mas Atena sabia do fundo do coração que eles se amavam profundamente. Seu tratamentos de beleza semanais e seus chás da tarde com as amigas eram vistos como uma futilidade para Atena. Mas, apesar de se irritar com alguns hábitos de sua mãe, a garota a amava. A mulher possuía longos cabelos ruivos e olhos azulados, um corpo perfeitamente proporcional e era sempre gentil quando podia. Apesar desse perfil, era uma mulher inteligentíssima e apaixonada pela mitologia grega, não é a toa que seus filhos se chamam Atena e Apolo.

 Seu irmão, Apolo, tinha curtos cabelos ruivos alaranjados como sua mãe e vivos olhos verdes como seu pai. Era com certeza o membro mais feliz da família, ria de tudo e tinha um talento incrível com a bola de futebol.

 Já Atena, nunca foi a garota mais bonita da escola nem nunca se destacou por sua aparência. Seus cabelos são ruivos alaranjados, ou castanhos alaranjados, não se sabe. Seus olhos são grandes, bem grandes, e feitos do mais vivo verde. Um corpo normal, rosto normal, tudo para uma garota normal.

 

 (...)

 

 Após o jantar, a menina foi se arrumar para sair com seus amigos. Vestiu sua roupa e entrou no carro com João.

 – Boa noite...

 – Boa noite, Atena, a senhorita está muito bonita!

 – Muito obrigada! – sorriu.

 Durante o caminho, foi possível ver estrelas no céu, o que era bem raro na grande cidade de São Paulo. O engraçado era que as pessoas corriam na mesma intensidade que o dia anterior mesmo não estando chovendo, sempre atrasadas, escravas da rotina, do dinheiro. Atena tinha quase certeza que nenhuma delas tinha notado as estrelas no céu. As pessoas são estranhas. A menina tinha medo, muito medo, de se tornar alguém assim, exatamente como seu pai. 


Notas Finais


Ok, nós definitivamente não sebemos dar nome para capítulos, mas ok.
Então, lá vamos nós.
1. No cap. passado houve algumas confusões a respeito da nossa organização, então achamos melhor explicar para deixar tudo mais claro.
É o seguinte, a ~IsThere e eu temos as ideias (predominantemente ela haueuaheua), aí ela escreve o capítulo de forma resumida e me manda, depois eu acrescento algumas coisas e transformo na versão final e revisamos. Assim, fica mais fácil para nos organizarmos.
3. Sobre a demora, queria me desculpar, começo a escrever dias antes mas nunca consigo terminar já que tenho que por a "Cara da casa ao lado" em dia também. Ainda estamos vendo um dia fixo para postar, fiquem tranquilos.
4. Tivemos uma brilhante ideia de criar um grupo no whatsapp (yayyyyy) com os leitores de "Apostada" e "Cara da casa ao lado", por isso, quem quiser participar é só deixar o número nos comentários, ficaríamos muito feliz.
5. A roupa que a Atena usou para sair é essa aqui: https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcR0wE59l9FcDrJvYJEzN1vpkN7mJOLZ2NTOCuCY6iQCAORxKOVK
6. A música do começo é essa: https://www.youtube.com/watch?v=tMWpm_GOLaA (sofram com essa delícia) e a música do despertador da Atena é essa: https://www.youtube.com/watch?v=uJ_1HMAGb4k (outra maravilhosidade pra sofrer muito, Taylor Swift fez um cover bem bacana dessa aqui)
7. Vou parar de fazer tópicos, eu juro haueuaueuaueh. Queríamos agradecer de novo por tudo, sério <3 <3 <3 AHHHH e comentem o que estão achando!!! hahahaha beijão <3


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