História Appa - Imagina Taehyung | Incesto - Capítulo 37


Escrita por: ~ e ~TTPudding1230

Visualizações 79
Palavras 1.968
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 37 - OVA - Esclarecimentos


Fanfic / Fanfiction Appa - Imagina Taehyung | Incesto - Capítulo 37 - OVA - Esclarecimentos

-E então, quem é o pai do Hoseok? - Sentou-se do meu lado na cama.

Eu desde que tudo começou não contei que o pai do Hoseok é filho de um dos inimigos de negócios de Tae.

-Eu primeiro encontrarei ele e depois você saberá quem ele é... - Disse seria. Eu não queria que ele batesse no garoto como já fez com Jimin... é verdade... o Jimin... preciso encontrar ele agora que voltei. Preciso saber como ele está, preciso... ai meu deus... é verdade... eu beijei o Jimin e depois fui embora, "sem mais nem mesmo" é isso o que ele deve pensar...

-Ana - Tae segurou minha mão quando percebeu que estava nervosa - O que foi? - Perguntou carinhosamente. 

-Eu... só estava pensando em algumas coisas... - Tentei disfarçar, mas foi em vão.

-Eu não sei o que está acontecendo, mas seja o que for eu confio em você e não quero que você faça algo que te machuque, ok? - Acariciou minha mão com o dedo. 

-Hmmm - Balancei a cabeça em confirmativa. 
                                                                *3* *3* *3*

-Tae... - Bati na porta do seu quarto que estava aberta, mas não queria entrar sem sua permissão, meu corpo se negava a invadir aquele lugar novamente.

-Hmmm... - Tirou os olhos de seu grande livro, sobre leis ou coisa do tipo, parecendo estar surpreso.

-Posso falar com você? - Perguntei sem conseguir dar um passo a frente. Meu corpo estava travado.

-Pode... - Abaixou o livro e o fechou, colocando-o sobre o seu colo.

-Eu, sei que foi... - Eu usava um tom  baixo - Eu queria te dizer que eu e Jung vamos sair daqui - Tentei falar em alto e bom som mas me sentia impotente ao lembrar daquela cena do Tae e aquela mulher, aquele sexo e o sangue.

-O que? - Ele se inclinou para frente completamente surpreso.

-É... eu pensei bem e decidi que seria melhor... eu sei que só se passaram oito dias, mas eu não consigo mais ficar aqui - Olhei para o chão, para meus pés. Não conseguia olhar para o Tae naquele quarto sem me lembrar daquela mulher e ele fazendo aquele tipo de coisa. 

-Por que? - Perguntou levemente exaltado.

-Eu não consigo mais viver nessa casa, eu agradeço por me receber, mas acho que assim é melhor - Dei um passo para trás me retirando de seu quarto. 

Em poucos passos entrei no meu quarto e fechei a porta. Hoseok dormia no seu berço, ele era uma criança quieta, mal dava trabalho. 

-Você... - Tae adentrou o quarto repentinamente e eu me virei para olha-lo - Vocês não pode fazer isso?! - Ele estava mais exaltado do que antes.

-O que? - Franzi o cenho - Eu só estou dizendo que vou embora - Eu não entendia o porque de tudo aquilo.

-O que você pensa que eu sou Ana? Acha mesmo que eu vou deixar você ir? Eu já te disse: "Eu não vou mais perder você!" - Ele estava serio e parecia irritado.

-Você não é meu dono e não é mais meu "pai"... - Fiz aspas com os dedos - Para ficar mandando em mim - Tentei me manter calma, mas só o fato de pensar que tem algum direito sobre mim ainda me deixava louca.

-Eu sei que não sou. Você já deixou bem claro que é uma adulta - Falou a ultima frase com um pouco de ironia - Mas... por que você quer ir embora? Eu não consigo entender - Ele parecia irritado.

-Não sabe? É só olhar para o seu passado dentro dessa casa e você saberá o motivo. Eu to casada de olhar para os lados e só conseguir projetar a imagem daquelas garotas. Eu to cansada de ter pesadelos por causa daquelas coisas nojentas que você fazia. Eu to cansada de fingir que esta tudo bem quando não esta. - Mantive minha voz neutra, eu ão queria acordar Hoseok.

-Ana, aquilo é passado, aquelas garotas nunca mais voltaram aqui. Acha mesmo que eu faria isso perto do Hoseok? - Falou como se tentasse se defender e não me convencer.

-Exatamente. Se você fez isso na minha frente, quem diria na frente do MEU FILHO - Enfatizei aquelas duas ultimas palavras.

-Ana, isso são coisas diferentes... - Franziu o cenho mais uma vez.

-Diferentes como? Eu era apenas uma garotinha e você fez aquilo... e aquela nem foi a primeira coisa que me fez... - Resmunguei a última parte.

-Do que você esta falando? - Deu um passo para frente.

-Do que eu to falando? Quer mesmo a lista? - O olhei irritada. Como ele conseguia me tirar do sério. 

-Quer saber? Eu quero - Pareceu se irritar mais.

-Bem, primeiro; você me abandonou na casa da própria avó por treze anos e apenas me visitou uma única vez e quando eu era muito pequena. Segundo; você fez o que queria com a minha mãe e depois a abandonou, tem gente que diz que você nem mesmo foi visita-la quando ela me ganhou. Terceiro; você trouxe mulheres para dentro de casa e... transou com elas de maneira inapropriada. Quarta e última, você nunca se importou comigo de verdade. Eu ainda não acredito que fui apaixonada por você durante três anos - As palavras foram saindo de mim por vontade própria e quando eu percebi o que havia dito coloquei a mão sobre a boca. 

-Ok - Disse depois de longos segundos, talvez processando tudo o que eu havia dito - Acho que você precisa de algumas verdades. Quer saber as respostas de tudo isso? - Me olhou serio.

-Se você tiver alguma que faça sentido - Ironizei.

-Então lá vai. Primeiro; eu não te abandonei exatamente porque eu quis, simplesmente aconteceu. Eu precisava estudas e precisava sair das garras do meu pai ou ele me controlaria para sempre. Sabe o que é passar a vida toda recebendo ordens? - Deu um passo a frente - Segundo; eu nunca gostei de sua mãe, não desse jeito. Ela era minha amiga, sabia que eu tinha problemas com minha sexualidade. Eu era novo quando me peguei pensando em outros garotos e ela me ajudou, foi gentil e carinhosa. Nós eramos grandes amigos. Mas quando meu pai me pegou beijando meu amigo da escola em uma brincadeira de desafios ele surtou, disse que nenhum gay assumiria suas empresas, eu só tinha doze anos quando ele me jogou dentro de um quarto e me deu uma grande surra, logo depois pegou a filha da empregada, a sua mãe, e me mandou fazer algo com ela, fechou a gente lá dentro e só voltou no dia seguinte. Nós dois choramos e imploramos para sair, mas nada dele deixar até o dia seguinte. Nós ficamos brincando de se vestir diferente, eu não me senti atraído mesmo vendo ela nua bem na minha frente. Eu não sentia nada, mas o corpo dela tinha tantas marcas e hematomas que quando eu perguntei ela se escondeu, depois de um tempo prometendo que eu não ia contar, ela disse que era estuprada pelo primo muito mais velho que ela. Na época eu não sabia o que isso significava, eu só sabia que ela não gostava, ela era três anos mais velha que eu, mas me entendia. Depois dai nossa amizade cresceu, mas três meses depois ela descobriu estar gravida e meu pai pensou que fosse meu. Ela ia contar a verdade, mas eu acabei assumindo, mesmo tão jovem eu sabia que era coisa seria e não queria ver ela triste. Eu sempre soube que você não era minha filha, eu me forçava a pensar que você era mesmo sabendo não ser, e antes que ela morresse naquele hospital, por estar tão fraca, eu prometi que cuidaria de você. Então por ser uma criança pedi a minha avó para cuidar de você, enquanto eu estudava e me tornava alguém para dar uma vida boa a minha grande promessa de vida. Eu quase te levei junto comigo no dia daquela visita, me lembro de ter cortado meu dedo e de você fazer um curativo em mim, toda preocupada comigo, mesmo depois de ter me evitado e não ter falado comigo um dia inteirinho. Então quando percebi que iria querer passar mais tempo com você decidi não voltar, ou todos meus planos se estragariam, eu estava começando a abrir minha primeira empresa e me apegar a uma criança não era o ideal. Terceiro; eu só trazia mulheres para cá porque não conseguia me sentir confortável em um motel, não conseguia me sentir bem em lugares que não fossem adequados, eu sei lá, meu psicologo diz que é por causa da sua mãe, por ficarmos trancados em meu quarto... é algo psicológico, é como se o quarto fosse um lugar repugnante. É por isso que me viu daquele jeito no meu quarto, eu estava me sentindo repugnante e estar em um lugar repugnantemente era o ideal. Eu não tenho certeza sobre minha sexualidade, transo com mulheres para me sentir mais digno de alguma coisa, para suprimir algo dentro de mim, tento me tornar quem não sou, sei que sempre fui atraído por homens, mas depois de fazer certas coisas eu percebi que eu não sabia o que eu preferia, então caia na noite e acabava na cama com qualquer um. É outro de meus problemas psicológicos ligado a minha família, mas basicamente, meu psicologo disse que eu preciso de alguém para me conectar, preciso de alguém para ser meu porto seguro, para ser a representação do amor que eu nunca tive na minha família, pois sempre fui visto como o herdeiro, mas nunca como um filho, nem mesmo pela minha mãe. Eu nunca gostei de ninguém Ana, todas aquelas mulheres eram alívios passageiros, eram algo que eu tentava ter por um segundo. Quarto; eu sempre senti como se você fosse um ponto, aquele ponto de esperança, ate meu psicólogo acha isso, mas você era jovem demais e eu não podia fazer certas coisas com uma criança, não podia fazer isso com você (se referindo a tocar). Então eu me mantive longe e deixei você crescer, enquanto você tentava encontrar o seu cara dos sonhos. Eu não queria ser o cara que destruiria sua vida. Eu me nagava a fazer isso. Mas então você cresceu, me deu aquela noticia e foi embora, eu me senti tão sozinho, te procurei feito um louco e quanto mais o tempo passava, mais o desespero aumentava. Foi como tortura ficar sem você. Acredite - Ele falava aquilo tudo com tanta seriedade e com tanto sentimento, que nem percebi ele encurtando nossa distancia, parando na minha frente e pegando minha mão - Ana - Me repreendeu quando deixei uma lágrima escapar - Agora você entende agora? - Perguntou limpando aquela lágrima que havia escapado.

-Hmmmm... - Concordei com a cabeça.

-Que bom... - Sorriu e eu não consegui me segurar. Preciso abraça-lo!

-Me desculpe - O abracei fortemente.

-Eu é que devo me desculpar - Afagou meus cabelos.

Eu me sentia tão mal por tudo o que ele havia dito, no final ele fez muito mais por mim do que eu jamais fiz por ele. Que tipo de pessoa eu fui? A meu deus, eu pequei muito nessa vida, mas não sabia que meu maior pecado tinha sido contra o Tae. Ele praticamente viveu sua vida por mim, tudo por causa de uma bela promessa.

-Quer saber... - Falou depois de uns cinco minutos - Se você quer sair daqui, eu saio com você. Eu não quero viver em um lugar em que você não esteja - Sua voz era suave e não autoritária como de costume. 

-Hmmm - Confirmei com a cabeça no seu peito.

Quanto tempo perdido. Ah, senhor, se eu soubesse teria brigado com ele antes.



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