História Appa - Imagina Taehyung | Incesto - Capítulo 39


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Palavras 1.006
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem.

Capítulo 39 - OVA-A culpa prende você a alguém de uma maneira inexplicável


Fanfic / Fanfiction Appa - Imagina Taehyung | Incesto - Capítulo 39 - OVA-A culpa prende você a alguém de uma maneira inexplicável

Quando eu desci novamente Tae já não estava e Jimin me esperava no sofá, eu realmente ainda estava no mundo da lua pelo o que ele me disse, mas eu não podia me deixar levar pelo meu mundo de fantasias, agora eu precisava cuidar de algo delicado. 

-Jimin - Parei ao lado do sofá e ele me olhou. 

-Você está bem? - Perguntou docemente. 

-Estou - Não pude conter um sorriso bobo que brotou em meus lábios - Mas eu preciso realmente falar com você, acho que eu lhe devo algumas explicações principalmente depois do que aconteceu - Me sentei ao seu lado. 

Eu me lembrava daquele beijo com clareza, eu realmente me lembrava de como ele foi quente e cheio de sentimentos, mas agora as coisas eram diferentes, eu tinha um bebe, tinha uma relação estranha com Tae, tinha um monte de coisas a fazer, eu não era mais aquela garota boba que o beijou naquele dia. 

Como ele não falou nada eu pensei que devesse começar a falar. 

-Bem, primeiro eu vou esclarecer o que me perguntou antes e quais quer duvidas que você tiver - Respirei fundo tentando encontrar coragem dentro de mim mesma - Aquele bebe... bem... é... é... é... é... - Eu travei feito um disco arranhado. 

-É? - Arqueou a sobrancelha. 

-Meu - Deixei que saísse por conta própria. 

-O que? Mas que merda é essa?! - Ele estava claramente surpreso, mas eu não esperava esse tipo de reação vindo dele, na verdade eu nunca pensei em como ele reagiria, eu simplesmente só tive medo de falar. 

-Por favor não fique bravo - Pedi - Aconteceu muito antes daquele dia - Esclareci. 

-Quem é o pai? - Passou as mãos nos cabelos. 

-É alguém que não conhece - Disse simples. 

-Quem é? - Perguntou um pouco mais alterado. 

-É um garoto que conheci em uma das festas de empresa do Tae, seu nome é Jungkook - Eu estava realmente nervosa ao dizer aquilo. 

-Então porque o seu nada amável pai o chamou de "meu garotinho" e por que ele me disse... que eu não deveria ter esperançar, pois você já tinha alguém? - Ele parecia nervoso de um jeito que eu não conseguia intender. 

-Quando que os dois se falaram? - Perguntei estranhando aquilo. 

-Antes de ele sair. 

-É por isso que você está desse jeito? - Fui obrigada a perguntar. 

-Qual jeito?! 

-Esse jeito alterado, eu intendo você não gostar do Tae, mas... ficar irritado eu não intendo - Admiti. 

-Eu tenho nojo dele, eu o odeio, odeio de um jeito que você não consegue entender. 

-Então explique, me faça entender. 

-Eu não consigo suportar o cara que te fez chorar, não consigo engolir essa de pai protetor pois sei que ele não é assim, não consigo olhar no rosto do cara que me deixou no hospital por intender algo errado... eu realmente o odeio por esses motivos básicos... e então ele vem e diz aquilo antes de sair, é para me provocar só pode - Ele estava irritado e com sua explicação básica não era para menos. 

-Eu sei que isso é motivo suficiente e sei que não posso pedir para você não odiá-lo, mas entenda, Tae e eu... nós dois... bem... como eu posso dizer isso sem soar estranho... eu... eu amo... amo o Tae - Deixei sair - Não, ele não é meu pai, eu sou adotada e ele realmente não é o pai do Hoseok, mas ele o registrou em seu nome, eu devo muito a ele, mas ao mesmo tempo sinto como se não devesse porque eu o amo, eu o amo a muito tempo... - Eu tentei ser delicada ao falar aquelas palavras, mas ao ver a cara do Jimin eu simplesmente percebi que não estava funcionando. 

-Meu Deus! Que Merda! - Levantou-se e depois de segundos me encarando ele se dirigiu para a porta. 

-Ei, para onde vai? 

-Eu vou embora, preciso processar informações e preciso tomar um tempo de você - Falou de modo frio. 

-Como assim? - Senti como se tivesse sido atingida por suas palavras. 

-Droga Ana, eu gosto de você, na verdade eu te amo e esse tempo todo eu pensei que algo podia acontecer entre nós, mas enquanto eu te amava, você amava ele! - Sua voz começou a se alterar - Eu pensei que você tinha me chamado para me ver e me dizer algo de bom depois de um ano, eu queria tanto me sentar e ouvir o que você tinha a dizer, mas agora eu simplesmente quero que você se cale. Eu pensei que depois daquele beijo algo havia mudado e por isso eu esperei, mas agora eu sei que aquilo tudo não passou de nada para você - Seu olhar e palavras frias me cortavam de uma maneira tão grande que foi inevitável não chorar. 

-Não diga isso, aquele beijo foi especial e bom, mas eu não posso negar que aquela foi a forma que eu encontrei para me despedir de você - Tive que me defender de alguma forma, mas quando percebi que aquilo não estava adiantando meu coração começou a apertar. 

-Agora eu entendo... - Falou em tom baixo e um silencio tomou conta do local, seu rosto estava baixo e eu não podia vê-lo claramente. Eu tentei falar algo, mas toda vez que eu abria a boca nada saia e o silencio só se quebrou quando o choro de Hoseok veio até nós. Droga, ele deve ter acordado pelas vozes alteradas - Acho melhor você ir cuidar do seu filho - Se virou para ir embora e quando dei um passo a frente para agarra-lo o choro de Hoseok ficou mais forte. Eu amo o Jimin, mas neste momento e em qualquer outro meu filho é mais valioso para mim. Com pressa eu subi as escadas e deixei que tudo ficasse assim, ele indo embora daquele jeito e eu completamente presa ao sentimento de culpa por não ter dito nada antes a ele. 

Eu me odeio, eu realmente me odeio. 



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