História Appa - Fanfic Incesto Jeon Jungkook - Bangtan Boys (BTS) - Capítulo 19


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags _sugarbabyfanfics, Appa, Bts, Hentai, Incesto, Jungkook, Pai/filha
Visualizações 2.085
Palavras 1.551
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Incesto, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLÁ GENTE RSRS
Depois de 84 anos eu estou aqui com capítulo novo e novamente, perdão. Eu estive de ressaca de Appa nesses últimos dias e me sentia incapaz de escrever, então perdão se o que deveria ser o melhor capítulo da história estiver uma bosta. Amo vocês e divirtam-se (ou não).

Capítulo 19 - Capítulo 17 - Quebra-cabeças


Fanfic / Fanfiction Appa - Fanfic Incesto Jeon Jungkook - Bangtan Boys (BTS) - Capítulo 19 - Capítulo 17 - Quebra-cabeças

Beirava o inconsciente e o desconexo. Todos os sons pareciam vir de muito distante e nenhuma voz lhe era reconhecida. Ele via luzes com intervalos curtos, como se fossem luminárias quadradas e brancas — e realmente eram —, e o cheiro de remédio e de morte lhe tomava por completo. Aquilo tudo era claro demais, e ele queria levantar o braço para tapar seus olhos, mas seus membros não lhe obedeciam.

Sentiu o medo o invadir e dar início a um sentimento estranho e extremo de pânico. Ele não sabia exatamente o que se passava com ele e ao menos era médico para ter certeza de qualquer coisa, mas estava apavorado. Jeon não podia perder seus movimentos, nem a vida. Ele não podia ser paraplégico, como também não podia ser um mero cadáver sobre uma mesa de autópsia.

Alguns segundos antes de seu acidente lhe preencheram a mente, e foi como se não passasse de um sonho. Tudo era borrado, sem foco ou vida, e as folhas mortas sobre o chão, e sua reflexão sobre a morte lhes cair bem. Nada possuía nexo, e ele pensou que talvez viesse a acordar em sua cama dali uns segundos, segurando sua filha contra o peito e com uma fina camada de suor sobre a testa.

Mas então se atentou que talvez não viesse a acordar, e que não fosse nunca mais ter sua garota contra seu corpo. Atentou-se ao fato de que talvez a morte caísse sobre ele, e o tirasse de quem ele mais queria por perto.

Pensou em sua mãe, seu pai, sua filha e até mesmo na criança que Soo Ri carregava em seu ventre. Ele não podia abandonar ninguém. Não podia morrer e deixar para trás a escola, a luta pelo amor incestuoso que tinha, não podia morrer deixando para trás seu melhor amigo, que não era capaz de dar um passo sem lhe pedir a opinião, não podia ir sem resolver seus assuntos pendentes.

Em momento algum aquelas pessoas que estavam no carro que ele se chocou passaram por sua cabeça. Jeon sabia que se sentisse culpa, ele seria capaz de morrer pela dor. Um descuido dele e ele poderia ter destruído uma família, matado um bebê, ou uma senhora. Tantas eram as possibilidades.

Mas morrer, não podia ser uma delas.

 

[...]

 

O torpor em seu corpo era imenso, tal como sua imersão naqueles pensamentos trágicos. Não era possível imaginar um mundo onde Jeon Jungkook não existisse mais, era um pensamento tão ridículo que se dissessem que elefantes voam faria ainda mais sentido. O mundo não seria completamente habitável se o motivo de vida não estivesse mais ali.

Ela sabia que seu estado era lastimável, e podia sentir os olhos de Jin sobre si. Não se importando com as lágrimas pesando, nem com seu coração partido em mil pedaços, ela levantou seus olhos em direção ao mais velho, que lhe segurava contra si. Talvez não estivesse machucando tanto se Jeon fosse unicamente seu pai.

— A gente vai demorar muito pra ter noticias dele Jin? — pediu.

Ele a olhou com ainda mais dor. A voz dela não havia saído como desejado, havia saído apenas como um sussurro fino, um ganido. As mãos grandes de Jin tocaram o cabelo de Anna, afim de confortá-la. Deixou ali um afago longo e leve, enquanto seus olhos negros não saíam da direção dos dela.

— Não sei meu amor. — disse.

Sentia também os olhos da ex-madrasta em seu corpo. Soo Ri estava parada num canto da sala de espera, em pé e sozinha. A garota imaginou que talvez estivesse esperando alguém quando se atentou que ela não possuía ninguém pelos arredores, a não ser o seu amante, afinal seu meio irmão, Jimin, provavelmente havia ido para Busan. Ele tinha esse costume, de voltar à terra natal como em peregrinação, sempre naqueles meados de ano.

A barriga de Soo Ri não estava aparente, mas Anna era capaz de sentir a aura materna emanando da mulher. Um brilho diferente habitava naqueles olhos úmidos, e por segundos a menina quase esqueceu-se de tudo que já havia passado nas mãos daquela mulher. Quase esqueceu-se da vez em que Soo Ri — pouco depois de se casar com Jeon — a bateu e disse que ela havia caído, e também de quando a madrasta disse que a garota nunca seria capaz de ser uma boa mulher, porque nunca teve mãe.

A madrasta sempre a feriu, de diversas maneiras. Sempre as físicas eram menos aparentes, e conforme a menina ia crescendo, iam se tornado menos frequentes. Soo Ri sabia que a enteada ora ou outra se vingaria, ou que ao menos revidaria as agressões, fosse como fosse.

Anna teve raiva do pai por certo tempo, por esse motivo. Ele nunca havia ficado de seu lado, e nunca a havia apoiado, causando na filha uma imensa culpa por ter dito que o daria àquela mulher a havia salvado de se afogar. Se amaldiçoava por der pronunciado aquelas palavras no vagão de trem quando voltavam para casa.

Mas aquilo já havia passado e ela só estava ali pelo seu pai. Estava ali e precisava de notícias dele, precisava ouvir que ele estava bem e que não corria riscos, que ia voltar pra ela em apenas alguns dias. Mas ela tinha tanto medo, e seria capaz de morrer pela dor em seu peito, a aflição e aperto. Um nó havia se instalado em sua garganta, e mesmo com os vários copos de água ela deixava de sentir.

Só queria tomar algum remédio e se acalmar, perder aquele estado de choque e limpar mais uma vez os olhos úmidos. Precisava tirar aquela maquiagem idiota, descalçar aqueles sapatos de salto médio, soltar o coque de seu cabelo. Queria se libertar e refugiar seu próprio coração, tirar o amargo de sua boca numa noite bem dormida. Pensou que se dormisse e acordasse, aquilo teria sido um pesadelo.

Seus olhos estavam perdidos no piso branco, contando as gretas e pensando nas lendas que ouvia quando criança. Por algum motivo, aquele pensamento a acalmou, quando se lembrou dos acampamentos que seu pai e seus avós a levavam, para que saísse daquela selva de pedras que era Seul e conhecesse a natureza.

— Soo Ri?! — ela ouviu uma voz masculina chamar sua madrasta.

A mais velha desviou os olhos em direção a porta, e sua expressão endureceu. Foi como se alguém que ela odiasse e não quisesse ver estivesse se pondo em sua frente e Anna realmente imaginou que fosse. Por algum motivo, aquela voz não lhe era desconhecida,  mas ela não possuía forças para girar seu pescoço e ver quem pronunciou tais palavras.

— Cadê o Jungkook? — a voz novamente perguntou e então sim a garota teve coragem de se virar.

Um homem com um uniforme da marinha estava parado na porta. A roupa branca contrastava com sua pele oliva e seus olhos eram vorazes. O cabelo estava por baixo de um quepe, mas alguns fios mais compridos fugiam da cobertura e revelavam um castanho claro, quase ruivo. Ele era bonito, mas o estado da garota não a possibilitou de enxergar tais detalhes; apenas a feição do rapaz a chamou a atenção.

Era Kim Taehyung, o melhor amigo de seu pai, o qual ela não via há muito tempo.

Os olhos do homem se encontraram com os dela, fazendo-o suavizar a face e abrir um meio sorriso. Ele a havia reconhecido, mesmo depois de anos e de uma mudança física incrível da mais nova. Ele passou instantaneamente certo conforto para a moça, que sentiu finalmente seu peito ficar mais leve, ainda que não completamente.

— Está em cirurgia, Sr. Taehyung. — disse Soo Ri, roubando a atenção dele mais uma vez para si.

— A culpa é sua. — ele a acusou. — Se você não tivesse o chamado para conversar, para você tentar se explicar, ele não teria entrado naquele maldito carro e seguido aquele maldito caminho e não estaria aqui! À beira da morte! A culpa é toda sua, Shin Soo Ri.

Sua voz baixa e cortante deixou ainda mais sombria sua fala. A garota sentiu tudo rodar, se sentiu mal e mais uma vez, quis morrer. A preocupação se transformou em pura fúria, e ela passou a culpar Jeon Jungkook. Ele havia mentido pra ela, quebrado a promessa de fidelidade, havia jogado a confiança dela no lixo. Havia saído de casa e dito que iria até o senhor Han, quando na verdade havia ido encontrar a ex-esposa e fazer sabe-se lá o que.

Mas também se questionou. Será que ela não era o suficiente? E se... ele já houvesse enjoado de ficar com ela e estivesse indo atrás da mãe de seu filho? Soo Ri estava ganhando nisso. Ela estava carregando um filho dele na barriga, ela era a única capaz de ficar com ele sem olhares tortos, ela não o levaria pra prisão.

Sentiu as lágrimas brotarem mais uma vez, com o barulho externo sendo sufocado pelos seus pensamentos e sua dor. Seu coração estava novamente partido, mas dessa vez era ainda pior. Havia sido seu pai, e enquanto ele estava indo atrás de outra, ela estava sofrendo como condenada por ele. Tudo parecia estar errado e fora do lugar, tudo parecia um quebra-cabeças com uma peça faltando.


Notas Finais


E então, o que acham que vai acontecer? Comenteeeem!
Bom, eu tenho um desafio para lançar a vocês. Eu estive conversando com as meninas do grupo e bem, se Appa chegar em 1000 favoritos até dia 20/06, eu posto um capítulo de 5000 palavras (+/-) de presente pra vocês. E aí, topam?

Finalmente postei a fic do Yoongi, e o link com sinopse vai estar aqui mesmo!
Sinopse:
"E quando o advogado do meu esposo entrou pela porta da frente, possuindo seus traços orientais e usando um terno de bom corte, eu pude ver exatamente que ali estaria meu erro, que ele seria meu deslize."
Link: https://spiritfanfics.com/historia/first-love--shortfic-min-yoongi--bangtan-boys-bts-9045521


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