História Aprendendo a amar - Vondy - Capítulo 3


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Categorias Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chávez, Christopher Uckermann, Dulce María, Maite Perroni
Personagens Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chavez, Christopher Uckermann, Dulce Maria, Maite Perroni, Personagens Originais
Tags Dulce Maria, Vondy
Exibições 28
Palavras 573
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - A mais pura verdade


Dulce: como assim mãe? seja direta como gosta de ser.
Blanca: Você não vai com a gente

Dulce: vou morar sozinha?

Blanca: se você continuar a me interromper não vamos chegar a lugar nenhum. Ainda no final desse mês eu e seu pai vamos nos mudar, Você vai estudar na capital, e vai ficar com sua tia, Ninel

Dulce: O QuE?  Por QuE?  por que não posso ir com vocês?

Blanca : Eu e seu pai queremos um tempo  sozinhos, longe de tudo e de todos.

Dulce : mas por que eu não posso continuar aqui? eu estudei aqui desde os cinco anos e agora tenho que me mudar?  abandonar meus amigos?  EU NÃO VOU! NÃO VOU! - bateu com força na mesa

Fernando : Menos Dulce! Não é pra tanto, respeite a nossa decisão vai ser melhor assim.

Dulce : MELHOR?  PrA QuEm?  vocês não estão pensando em mim! Só em vocês

Blanca : pare com suas crises de drama, Maria

Dulce : drama?  Quem aqui está fazendo drama?  essa é a mais pura verdade, Vocês estão me tratando como se eu fosse um brinquedo, um brinquedo de que vocês se cansaram e agora estão jogando fora! Como se fosse LIXO! - a esta altura as lágrimas já eram incontroláveis, Fernando quase não se pronunciou durante toda conversa. Os esporros de Blanca doíam até na alma.

Blanca : Por que você não é como sua irmã? independente, Segura de si...

Dulce: Por que eu não sou! sou diferente e isso não me faz pior que ninguém

Blanca : sempre rebelde, como sempre. essa rebeldia não te leva a lugar nenhum

Dulce : olha Blanca,  Não sou Obrigada a aguentar suas palavras de ódio e nem suas comparações

Blanca : enquanto eu for sua mãe vai sim. E...sabe,  eu me arrependo de ter levando sua gravidez adiante. mas hoje você está aqui e eu continuo sendo sua mãe.

Dulce : infelizmente você ainda é minha mãe

Blanca: aborto mal sucedido! - e lançou a mão sobre o rosto da filha 

Dulce : Como pôde dizer isso? - a expressão de Dulce agora era de raiva e  ódio.

Pov's Dulce

Senti minha face esquentar, devido ao tapa que tinha acabado de levar, minha  reação foi correr  para o meu quarto, trancar a porta e chorar. "como ela pôde dizer isso Pra mim?". não parava de me fazer essa pergunta. "como uma mãe odeia o próprio filho?" vindo de Blanca tudo é possível. Eu não fui uma criança "planejada",  ao contrário de minha irmã,  talvez esse fosse o motivo de tanto ódio. Ela me culpa, pois quase morreu no parto.  aguentar tantas palavras de ódio a vida inteira não é fácil.

As lágrimas agora não saíam mais. Resolvi tomar uma atitude, minha vida não podia continuar assim.

Tomei um banho frio pra tentar esquecer, pelo menos por um momento, tudo que eu estou passando, me arrumei com uma roupa bem simples, e caprichei na maquiagem para não parecer que estava me desmanchando em lágrimas.

peguei algumas malas que estavam em cima do meu guarda-roupa e comecei a guardar tudo o que era "meu", me perdi nas lembranças que tudo alí carregava. os momentos felizes com minha irmã, as madrugadas não dormidas chorando pelo primeiro amor... Muitas lembranças, tantas que nem percebi o tempo passar.

Estava quase na hora de papai chegar, eu imagino que ele tenha ao menos cinco minutos para conversar com a filha.



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