História Aprendendo a amar - Vondy - Capítulo 4


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Categorias Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chávez, Christopher Uckermann, Dulce María, Maite Perroni
Personagens Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chavez, Christopher Uckermann, Dulce Maria, Maite Perroni, Personagens Originais
Tags Dulce Maria, Vondy
Exibições 27
Palavras 941
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Mudança


Pov's Dulce

Já era de tarde, quase noite. Eu estava no escritório esperando papai chegar. Quando ele está em casa  ele passa a maior parte do tempo neste cômodo da casa.

Por volta das 18:30hs ele chegou e eu fui logo falando o assunto a ser tratado.

Dulce : Papai, resolvi que quero ir morar na capital com a tia Ninel. Pelo menos a gente se dá bem, e depois das coisas horríveis que a "Dona" Blanca disse hoje pela manhã, não quero mais viver debaixo do mesmo teto que ela e, se possivel,  nunca mais quero vê-la.

Fernando : Dulce... as vezes sua mãe fala coisas sem pensar, tente compreender ela. Espero que um dia vocês se gostem como mãe e filha.

Dulce: amor é uma palavra que nunca existiu no dicionário dela, e agora acabou de desaparecer do meu também.

Fernando : se essa é sua decisão eu respeito. arrume suas coisas,  amanhã tenho uma reunião na capital, eu levo você pra casa da sua tia logo cedo.

Dulce : Ótimo. Vou ligar pra ela e avisar que amanhã eu chego lá

Fernando : Ela já sabe que você vai, já tínhamos conversado com ela e ela disse que as portas da casa dela sempre estarão abertas para a sobrinha

Dulce: Vou comer alguma coisa e depois vou me deitar, o dia de hoje já deu o que tinha que dar - Me virei indo em direção a porta quando estava prestes a girar a maçaneta escuto meu pai chamar meu nome.

Fernando : Dulce...Você vai se despedir da sua mãe?

Dulce : se você está se referindo a aquela senhora que se diz ser minha mãe, porém me trata como lixo, Não. Obrigada.

Fernando : Não custa nada dizer um "tchau ". mesmo contra sua vontade, ela continua sendo sua mãe

Dulce : vou pensar papai.

Saí do escritório com uma certa indecisão "despedir -se ou não? " no fundo no fundo meu coração falou mais alto.

Ela estava na sala assistindo suas novelas, fui chegando com passos suaves até que minha presença foi notada, ela permaneceu em silêncio e eu evitei muitas palavras.

Dulce: Não vim brigar nem discutir, só vim comunicar que amanhã mesmo vou pra capital, papai vai acertar os últimos detalhes da minha matrícula no "internato" e eu vou morar com a tia Ninel. Você finalmente vai poder se livrar desse peso que carrega a 17 anos e nunca mais vai ouvir falar de mim. só vim dizer adeus. - eu me sentia até mais leve, mas o que doía era saber que fui ignorada. eu ia subir os primeiros degraus da escada quando Blanca disse apenas quatro palavras:

Blanca : até logo minha filha.

"Minha filha" seria o remorsso por tudo? Fui me deitar, comecei a ler um livro mas acabei dormindo. No dia seguinte, acordei cedo.

Eu estava anciosa. era como se um passarinho que viveu a vida inteira dentro de uma gaiola ganhasse sua liberdade.

Com a ajuda de um dos empregados da casa minhas malas foram postas no carro.

empregadoX: o que carrega aqui senhorita? chumbo?

Dulce: Não, são lembranças.

Fernando: Pronta filha?

Dulce : sempre estive

E devagar a Casa foi sumindo no horizonte.

A viagem durou umas 3hs chegando lá, titia estava esperando em frente a casa com um sorriso de orelha a orelha.

Ela me ajudou a tirar as malas do carro.

Dulce : tchau Papai

Fernando : tchau filha - e partiu.

Ninel: Vamos entrando querida - Me empurrando para dentro de casa.

A casa era simples, não tinha todos os luxos e os empregados que a outra casa tinha, mas tinha uma coisa mais importante: Amor

Ninel:ahh quanto tempo meu amor! como você cresceu - Me abraçando 

Dulce : E você continua linda tia.

Ninel : venha vou lhe mostrar seu quarto - levando minhas malas em direção ao quarto

O quarto era simples, mas confortável.

Ninel: Vamos tomar café?!

Dulce : Vamos.

~Na mesa~

a mesa não era tão farta, tinha pão francês, café, suco, queijo e óbvio, pão de queijo.

Ninel: sei que você adora pão de queijo então fiz questão de comprar frasquinho. Café ou suco?

Dulce : Café.

Ninel: a casa é simples, mas fique a vontade, ela é sua também

Dulce: como pode? você e a minha mãe são irmãs, mas são tão diferentes...

Ninel : É assim mesmo, querida. E se todos fossemos iguais que chatisse seria o mundo, não é mesmo?

Dulce : seria mesmo.

Ninel : e seus pais, sua irmã como estão?

Dulce : a Kefera foi pra Europa gravar um filme, papai vive cheio de trabalho, e Blanca cada vez mais insuportável.

Ninel : seu pai me contou da discussão entre vocês...

Dulce : acho uma injustiça da vida a senhora não poder ter filhos,  uma pessoa tão boa privada desse presente. enquanto alguns não valorizam os que tem, outros nem podem ter.

Ninel : Deus não me deu filhos, mas me deu uma sobrinha maravilhosa, e se assim foi a vontade dele...

Dulce : mudando de assunto... como são os vizinhos daqui?

Ninel : a maioria são anti-sociais, mas tem duas garotas bem simpáticas que moram na vizinhança a Maite e a Anahí, aposto que vocês vão se dar super bem, elas são uns amores! e eu acho que elas estudam no mesmo Colégio que você vai estudar.

Dulce : e onde elas moram?

Ninel : é aqui do lado, vai lá. você aproveita pra conversar com elas sobre seus colegas de turma, fiquei sabendo que tem uns meninos super lindos lá

Dulce : vou indo titia, vamos ver se eu consigo fazer amizade...



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