História Aprendendo a amar - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Aprendendo A Amar, Aprender A Amar, Hentai, Mistério, Romance, Shoujo
Exibições 14
Palavras 1.894
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Yahello! Olha eu aqui de novo com mais um capítulo yeh \o/ Eu prometi mais palavras e aí está. Boa leitura!

Capítulo 2 - Capítulo 2 - Que dia!


Fanfic / Fanfiction Aprendendo a amar - Capítulo 2 - Capítulo 2 - Que dia!

Uma voz ecoava em minha mente em um tom áspero como se gritasse com algo ou alguém, mas logo tornou-se um tom meio preocupado, senti meu corpo ser chacoalhado e abri meus olhos lentamente, minha visão estava turva e minha cabeça doía um pouco, mas nada que não fosse suportável.

Primeiramente pensava que já havia ido dessa pra melhor. “Eu fui uma boa menina não fui? “- Foi o que pensei.

Quando finalmente foquei as imagens, me deparei com uma garoto falando algo que não compreendi. Este era um moreno razoavelmente alto ( já que sou baixinha então todo mundo para mim é alto), trajava uma camiseta justa ao tronco branca, ou melhor branca é apelido ela estava e toda manchada do que eu julgo pelo aroma ser graxa ou gasolina, seu corpo estava razoavelmente molhado e suas mãos que até agora fixas em meus braços exalavam a ... hum, sabão?
Enfim Consequentemente eu também estava um pouco molhada, o que me deixou um pouco intrigada.

_Você está bem? -  ele perguntou.

_Acho que sim. A grama está alta, então é macia. Tirando essa pedra ali – disse afagando minha cabeça devido a dor que ainda não havia cessado, e observando a rocha no chão. - O que aconteceu?

_Acha? Você quase sofreu um acidente, ainda bateu a cabeça e acha que está bem?! Sua sorte é que aqui não é uma rua movimentada. - Ele disse exasperado, passando a mão pelos cabelos castanhos úmidos como se eu tivesse perguntado algo banal.

Em parte ele tinha razão, tenho sorte da rua estar deserta, mal me mudei e já seria notícia “muito bem Ana”.

Notei que ainda estava deitada no chão e ele ainda estava com seu corpo sobre meu .

_Você se importa? – disse fazendo menção para que saísse de cima de mim.

_Ah claro. - soou irônico - e um muito obrigada por não me deixar morrer também seria muito bem-vindo, já que estou deixando de cumprir minha carga horaria pra estar aqui. Eu e meu coração bom- sussurrou a última parte. Me estendeu a mão para que me levantasse e eu aceitei de bom grado.

_ Nossa, sempre simpático assim. – disse ajeitando minha roupa.

_Nem sempre, só com mocinhas distraídas. – sorriu de canto- aliás você demorou a se pronunciar, achei que era muda.

_Dramático... Ah, cara! – resmunguei.

_Que foi quebrou alguma coisa? - perguntou.

_Quê?! Não. Pior.

_Pior que cair e se quebrar? - Disse confuso.

_Sim! Rasguei minha blusa favorita.

  _Ah fala sério! Só me faltava essa- disse ele balançando à cabeça negativamente.

_Ei! Ela é mais que uma blusa qualquer, Tá. Quem me deu nunca mais me presenteará novamente, ela é... ela é especial. “Porque eu ainda me dou o trabalho?”

Assustei-me com uma voz conhecida atrás de mim.

_AÍ ESTÁ VOCÊ!- disse Natan meio irritado. “lá vem”- Estou te procurando, não tem noção de hora né, sua portadora de Alzheimer.

Portadora de Alzheimer?! Essa é nova.”

_Graças a sua demora, mamãe me fez vir no mercado, isso é seu trabalho. - afirmou ele. Jogou um guarda chuva para mim. - toma carrega alguma coisa. Será que tenho que fazer tudo? Você parece uma criança.

Natan segurou minha mão e saiu praticamente me arrastando refazendo o caminho percorrido anteriormente percorrido por ele sobre a calçada.
Confesso que fiquei constrangida, e essa sensação só aumentou ao olhar para traz e ver o garoto me observando atônito e confuso.

Por fim quando nossos olhares cruzaram-se, sorriu e sibilou um  Ma-Lu-Ca!

Argh! Não deixei por baixo e contra ataquei sibilando um O-bri-ga-da! que a essa altura do capeonato teria um duplo sentido, mas meu objetivo foi concluído com sucesso quando notei que seu sorriso foi murchando.

(...)

Depois de ouvir Natan reclamar o caminho inteiro, que dona Vera havia pegado no pé dele por ficar o tempo todo enfiado naquele quarto chegamos em casa, finalmente.

_Uau! O que houve com você? Andou brincando de rolar na lama. Sei que é seu passatempo favorito, mas podia esperar os vizinhos se acostumarem com a gente. Nem todos da família são como você. -Emma falou convicta, chamando a atenção de todos presentes, incluindo o mmm... vizinho? Ah, que seja!

_AH, VAI VER SE EU TÔ NA ESQUINA!

Todos me encaravam surpresos enquanto subia as escadas. Não estou com paciência para as gracinhas dela hoje.

_Não vai jantar?-minha mãe perguntou.

_Não. Não estou com fome, tudo que eu quero é um bom banho.-disse simplesmente e continuei a subir.

_Simpática sua irmã- ouvi o ‘intruso' falar.

_Ah, ela é adotada.

_EMMA! -repreendeu minha mãe.

_Mentira, mas as vezes gostaria que fosse verdade!-se corrigiu.

Depois de tomar um banho quente e relaxante, vesti meu pijama programei o despertador para  as [06:00] e adormeci.
Chega de emoções por hoje!

[...]

O irritante som  do despertador soava pelo cômodo e ecoava em meus ouvidos anunciando o início de mais um dia, onde eu obrigatoriamente entraria em uma nova rotina pela... ah esquece, até gosto de exatas, mas não pela manhã. Resumindo não é a primeira vez que isso me acontece.

Desliguei o aparelho e praticamente rastejei até o banheiro. Tomei um banho, fiz minha higiene e retornei a quarto, mais precisamente para o meu guarda roupa. Olhei-o atentamente, Escolhi uma regata básica preta  e uma calça jeans clara, terminei de me arrumar e Peguei minha mochila e um cardigã azul,pois estava um pouco frio, desci para tomar meu café, já que tinha tempo de sobra.

Peguei um copo de suco na geladeira e sentei-me à mesa junto ao Senhor Leandro.

_Animada?- perguntou meu pai.

_Tenho escolha?- resmunguei.

_Nunca se reponde uma pergunta  com outra- respondemos em unissono.

_Mas parece que você não aprende.-sorriu.

_Onde estão os outros?

_Sua mãe foi correr. Seu irmão saiu já tem algum tempo e Emma foi para a faculdade com a vizinha, elas cursam na mesma Universidade e estão bem íntimas. ”imagino, mais do vizinho que da vizinha eu suponho” .

_Bom já vou indo. -falei quando terminei o desjejum mandando um beijinho no ar.

_Não quer uma carona?

_Hoje não, tô com tempo e quero andar.

_Não vá se perder hein!

_Pode deixar chefe! -Bati continência e saí apressada. Meu pai odeia que o chame de chefe.

O caminho até o Colégio não era longo. Levei uns 20 minuto até o mesmo à uma velocidade razoavelmente lenta.

Uma estrutura com base antiga, mas era notável que havia passado por uma reforma há pouco tempo, pois tinha muitos traços contemporâneos. Faltavam alguns minutos para o início das aulas, então fui dar uma sondada e ver o que podia conhecer antes de começar o tédio supremo, ser novata resulta nisso.

Andei distraidamente pelos corredores e quase dei de cara com uma escada posicionada em um mural. Nela jazia uma menina pequena de cachos rubros .

_Cuidado aí em baixo.- sua voz soou doce e aguda.

_Desculpa estava distraída- disse simplesmente. Ela desceu da superfície metálica.

_Você é novata, não é?- apenas assenti- Me chamo Luíza. Muito prazer- ela estendeu a pequena e pálida mão . Sua estatura era como a de uma criança de 9 anos.

_A-na, Ana Skar.- apertei sua mão delicada- como sabe que sou novata?

_Bom- coçou a nuca visivelmente envergonhada.- você é a única perambulando pelos corredores antes do início das aulas e também nunca te vi por aqui. E tenho acesso aos documentos de entrada dos alunos, vi sua foto na ficha de inscrição. Desculpa sou bem imperativa- sorriu de canto.- Parte é por causa do meu trabalho.

_Trabalho?!

_É, prazer, presidente do grêmio estudantil, cuido de muitas coisas tipo isso . - Apontou um cartaz que provavelmente havia acabado de colar no mural, que anunciava um festival feito pelo terceiro ano, para arrecadar dinheiro para a formatura..- E você Está em que t-

_Aí está você? Venha comigo mocinha. -disse um senhor de meia idade cortando-a, julgo ser o diretor.

_Tenho que ir. Depois a gente se fala. Qualquer coisa me procure no grêmio. Foi bom te conhecer. Tchau.- ela saiu correndo com os cabelos esvoaçando e eu fiquei processando tudo.

Segui rumo a sala a qual me designaram número 2200. Espero que não chame a atenção. Cheguei e sentei-me em um lugar vago perto da janela no fundo mais para o centro do que para o fundo.

Aos poucos a sala foi sendo ocupada pelos alunos, alguns me olhavam e cochichavam, outros me ignoraram totalmente. Uma menina extremamente arrumada me encarava o tempo todo desde o momento em que pisou no ambiente. “acho que me sentei no lugar dela, mas não vou sair daqui até ela se manifestar”

(...)

Logo a aula começou, o professor disse algumas coisas sobre mim, e eu preferi não me apresentar, ele seguiu com sua aula. Pude ouvir alguns burburinhos sobre mim, mas nada demais, logo cessou.
A segunda aula foi interrompida por ninguém mais ninguém menos que o garoto dramático de ontem à tarde “é só o que me faltava”, ele entrou afobado pediu licença ao professor e segui pra o lado oposto no fundo da sala onde encontrou seus amigos suponho. Graças ao bom Deus ele não me notou.

_Se continuar chegando atrasado de novo vai ser rebaixado novamente Daniel. -O professor disse  prosseguiu a aula.

_Desculpa aí Gregory, não vai acontecer de novo. -respondeu casualmente.

No intervalo conheci um grupo de meninas que vieram falar comigo.
Uma delas, a menina extremamente arrumada. Seu nome: Giselle. E ao contrário do que parece ela é super gentil e legal.
Fez de tudo para eu me sentir incluída como ela mesma diz. Juntamente com a morena Cristine ou melhor Cris, já que a mesma surta quando a chamam pelo nome normalmente. E a loira Sara. Elas não me largaram mais, perguntando as coisas sobre minha mudança, trocamos contatos. E fomos nos conhecendo.

Contei a elas sobre Luiza e elas disseram que a pequena está no terceiro, e que é muito espoleta. Deixei minha boca formar um ‘O'.
O restante das aulas passaram rapidamente.

(...)

Depois do almoço, tomei um banho e fui dormir um pouco. Despertei com meu celular tocando. Lívia. Minha melhor amiga da antiga cidade.

*_Alô?

_Miga, como Tá? Tá gostando daí, tem muitos gatinhos? Me conta tudo.

_Nossa, se afobe menos mulher.  Nem sei por onde começar. -Contei para ela os acontecimentos recentes, o quase acidente, meu primeiro dia na escola nova e pude imaginar suas expressões
.
_Não vá me substituir hein.

_ Nunca. Você é substituível. E por aí, o que me conta?

_Você nem imagina, o Teo não para de perguntar por você, não tive coragem de contar a ele, mas a Bia sim, e bom ele ficou super tristinho, deu até dó. Ah e a Diana já está pegando o Gabriel. Ops! Foi mal não queria.- Senti uma pontada no peito.- Eu e minha bocarra!

_Tá tudo bem. Eu nem p-penso mais nele- minha voz saiu tremula, queria desabar. O cara que dizia me amar não esperou nem 24 horas de minha ausência para se atracar com minha ex-rival. Que dia!

_Vamos mudar de assunto.

_Ele não te merecia amiga!-tentou me confortar- queria estar aí contigo.

_Vem me visitar.*

Passamos mais um tempo conversando coisas aleatórias e depois fui ajudar minha mãe a preparar o jantar.

Não seria fácil esquecer a bomba que Lívia me jogara, mas pelo menos tentaria ocupar minha mente.


Notas Finais


Então? O que acham, sou toda ouvidos ou melhor a olhos. Podem dar opiniões ou criticar, mas sejam sinceros.
Por hoje é só.
Até a próxima e "um beijo para quem quiser" 😘


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