História Aprendendo a amar - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Aprendendo A Amar, Aprender A Amar, Hentai, Mistério, Romance, Shoujo
Exibições 5
Palavras 2.055
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Yahello meus amores!
Demorei um pouquinho,devido a correria, mas aqui está mais um capítulo, com muito carinho. Espero que gostem!

*Cris, Ana, Gih e Sara. Nessa ordem da esquerda para a direita.

Capítulo 3 - Capítulo 3- Anti - Henri.


Fanfic / Fanfiction Aprendendo a amar - Capítulo 3 - Capítulo 3- Anti - Henri.

Haviam se passado cinco dias desde que minha rotina mudou, e como o previsto eu já me habituei a nova. Era de se esperar já que eu não fazia nada muito empolgante.

Criei um ótimo vínculo com Giselle, Cris e Sara. Apesar de cada um ter um jeitinho diferente Elas são ótimas amigas, pode-se assim dizer.
Meus dias têm sido divertidos ao lado delas. Sou péssima em socializar, mas elas não desistiram de mim, “você é nossa agora” como diz Gih.

Sexta-feira. Finalmente. Estava  uniformizada(já que agora sou obrigada a usá-lo, como todos os outros) passando pelo portão da escola distraída(como sempre) e quase sou atropelada por um garoto em um skate.

_CUIDADO! – Gritou após passar por mim.

_EI! Olha por onde anda. – Respondi. Ele apenas fez um ‘ok' com os dedos. Em seguida vinha Luiza toda desgrenhada e ofegante. Parecia ter corrido uma maratona.

_Desculpe pelo meu irmão. Ele sempre me dá trabalho. E nunca me obedece.- Bufou enquanto adentrávamos ao pátio.

_É mal de irmão- rimos.

_Finalmente te encontrei moranguinho. Tem um tempo que estou te procurando, a diretora quer falar contigo.-disse o garoto do lava rápido, mais conhecido como Daniel. “Moranguinho?!”

_Um bom dia seria bem-vindo Dan.- respondeu a ruiva.

_Tá, que seja, vamos logo, também preciso de um favor- respondeu envolvendo-a com o braço em seus ombros após bagunçar os cachos da mesma, que protestou. Mas antes virou-se para mim e acenou.

E é agora que aparece aquela mensagem de _IGNORADA COM SUSSESSO_ em forma de bigorna sobre minha cabeça.

Mal saí de Meus Devaneios e fui pega de surpresa pro Cris apertando minhas bochechas freneticamente.

_Você é muito fofa, não é!- disse olhando para trás. Ela estava acompanhada de Sara que simplesmente me olhou de cima a baixo e concordou com a cabeça. Tenho a ligeira impressão que ela não gosta muito de mim. Mas talvez seja só paranoia minha.
Continuamos andando até um dos bancos e nos sentamos ali. Logo Giselle chegou e uma rodinha formou-se ali. Era incrível a capacidade que ela tinha de atrair as pessoas. Onde chega há movimento.

Estávamos conversando aleatoriamente e um garoto loiro me encarou descaradamente, quando percebeu que fiquei desconfortável se pronunciou.

_Não vai apresentar a novata Gih? -Pousou seus olhos verdes em mim novamente.

_Ah claro, ela é a Ana.  Nós acolhemos ela.-Me senti um animalzinho e me retrai, vendo isso Giselle corrigiu-se.- que dizer, somos amigas agora, já que ela chegou a pouco tempo.

_Prazer Ana.-beijou minha mão.

_Sempre galanteador não é Henrique?!- Cris estava visivelmente incomodada.

_Só com garotas muito bonitas.- Senti meu rosto esquentar e sua mão ainda estava segurando a minha.

Sem que percebesse tinha me tornado o assunto matinal. Implorei mentalmente que que o sinal tocasse logo. E depois de alguns segundos minhas preces fora atendidas. “Obrigada meu Deus”!
Sem demora o pátio esvaziou-se e nós também fomos para sala e nos sentamos em nossos lugares.

_Não via a hora.

_Nossa, nunca via alguém tão animada para a primeira aula.

_Nem é só que, estava cansada daquele bolo de gente. Não me levem a mal, mas não curto multidões.-respondi.

_Ah convenhamos, ela ficou assim por causa do Henrique.- Disse Sara.

_C-claro que não.- Neguei veemente.

_Aquele oxigenado! -vociferou Cris.

_Ele só estava brincando um pouco, nada demais. E ele é loiro natural. Sabe disso Cris.-Gih se pronunciou.

_Cris... Vocês... é... -resolvi arriscar perguntar algo, mas não importa como eu formulasse sempre soava estranho.

_NÃO, CLARO QUE NÃO!- Exaltou-se.

_Meninas algum problema?!-Perguntou Jane. Professora de Geografia.

_Não, não. Desculpe. Pode continuar Mary Jane.- Disse Cris arrancando algumas risadas avulsas da turma.

_Grata!- virou-se novamente a lousa e continuou a explicar.

_Um dia eu te explico.- sussurrou Cris.

(...)

Estávamos no intervalo. Na fila da cantina para ser mais precisa. Quando Gih desatou a falar.

_ Gente, já que a Ana ainda não teve tempo de conhecer os melhores pontos da cidade, que nós sermos as guias dela?

_Não sei não. Não acho uma boa ideia. -disse pegando uma bandeja com meu lanche.

_Eu gosto da ideia- opinou Cris.

_Você não tem que achar nada dona Ana. Tem que sair mais. Extravasar mesmo. Desde que chegou aqui a única coisas que faz é vir de casa pra escola e vice versa. Até parece uma prisioneira.- ela me encarou- você não é prisioneira, é?!

_Claro que não. Que ideia!-respondi enquanto andávamos em direção as mesas. Ao fundo, Henrique acenava freneticamente para a gente. Gih não perdeu tempo e seguui até ele, já que as demais mesas estavam ocupadas.

_Você não tem escolha. Está decidido, você vem com a gente.

_Do que falam? – indagou Henrique curioso.

_Sobre apresentar a cidade para Ana hoje.- Respondeu.

_Interessante. -cruzou os dedos e sustentou a cabeça neles, apoiando os cotovelos na mesa e encarando-me.

_Nem tenta. Papo só entre amigas parceiro. Somos todas anti - Henri - Disse Cris sorrindo ironicamente.

_Gih, você se importa?- ela negou com a cabeça- Sara?- esta apenas deu de ombros e continuou a comer.

_Sara!- Cris esboça uma cara de desapontada. Sara apenas terminou de mastigar a olhou e se pronunciou.

_Não tenho nada contra, e bom, assim você não fica tanto tempo grudada nela.- apontou para mim com o queixo.

Um silêncio constrangedor pairava no ar. A tensão era tão grande que podia corta-la com uma tesoura.
O clima ficara tenso e eu parecia ser a única lesa da história. 
Terminamos o lanche em silêncio. Como parecia estar sobrando resolvi sair e ir ao banheiro, para pelo menos esticar as pernas e sair daquela situação.

Não demorou muito e Gih já estava ali comigo. “De onde tu veio mulher?”

_Olha, não fica assim, não é nada pessoal contigo.

_Então me conta. Porque eu estou perdida.

_Eu... Eu não tenho esse direito. A história envolve eles então um dos mesmos deve conta-la. Isso não me diz respeito.

_Tudo bem. - disse por fim.

Assim que retornamos clima estava mais leve e pudemos conversar, mesmo que não tão naturalmente como antes.
O sinal tocou anunciando que era hora de irmos para as salas.

_Então nos encontramos na Praça de Alimentação as cinco.- disse Henrique dando uma piscadela.
Cris pôs o braço no meu ombro envolvendo-me. Fazendo Henrique balançar a cabeça negativamente antes de sair. E me deixando ainda mais confusa.

Ao subirmos as escadas nos deparamos com uma cena nada comum: Havia muitas pessoas aglomeradas no corredor e um grande falatório. Nos aproximando podíamos ver do que se tratava.
Reconheci Daniel e ele estava debatendo com um outro garoto, porém parecia algo mais pessoal do que uma simples briga de Colégio.  O garoto avançou em Daniel diferindo-lhe um soco no maxilar é o mesmo não revidou. Eu estava boquiaberta com a cena.

_Briga dos “Gatos Rewins”.- sussurou Cris fazendo aspas com as mãos.

_Quem ?!- indaguei.

_É, As vezes me esqueço que você e novata. -sorriu- Os Gatos Rewins, são irmãos. Bom Dante, é “irmão” do Daniel. Isso é bem comum. Digo eles brigarem, mas é a primeira vez que isso acontece assim no corredor.  o Garanhão mais velho ali é da 2001.-explicou a morena enquanto os garotos se feriam.

_Hum... e por que ‘irmão’? - repeti o ato das aspas com os dedos .

_Ah, isso. É porque ele é adotado.

_ Isso explica o porque do mesmo ano, já que não são gêmeos.

_Eles eram da mesma classe antes de você chegar. Dizem que Daniel foi rebaixado por causa do Dante e que o pai deles não ficou nada feliz com isso. Mas é só um boato, nada foi confirmado concretamente.

Logo apareceu a coordenadora seguida pela ruiva Luíza. Que provavelmente fora quem a chamou.

_Os dois para minha sala. AGORA!
E vocês. -olhou pra os nossos olhos curiosos- já para sala. Acabou o showzinho. Circulando.

Imediatamente o corredor se tornou vazio.  As aulas não ocorreram como planejado. Os professores até tentaram aquietar os alunos, mas com o fracasso desistiram de fazer algo a respeito.
Não se falava em outra coisa se não na briga ep o possível motivo. Já que o mesmo era desconhecido.

O sinal já havia tocado e todos saído da sala. Estava sendo praticamente arrastada com as meninas, quando  reparo que esqueci meu casaco. Pedi para elas irem sem mim e retornei a sala. Da porta o avistei em cima da mesa.

_Sabia que ia te encontrar aqui – falei, mas logo me arrependi, pois Daniel estava na sala organizando seu material. Seu rosto estava com indícios de inchaço, havia marcas por ele, um olho bem vermelho, o que provavelmente ficaria roxo e um pequeno corte nos lábios.. -desculpa não sabia que-

_Ah, qual é. Vai ficar aí me  encarando? Me poupe. Vai correndo agora para suas amiguinhas contar o que viu? Você voltou pra isso, não foi!

Andei até minha mesa e peguei minha blusa, e ia saindo calada, mas não me aguentei.

_Pra sua informação, eu nem sabia que você estava aqui e você não me conhece. Como pode achar que sou esse tipo de pessoa? E eu tenho mais o que fazer.

_Que se dane!

_Grosso!

_Chata!-tacou-me uma bolinha de papel.

_Mal educado!- ao falar isso esbarrei na lixeira a qual me aproximei ao desviar da bolinha anterior, e quase a derrubei.

_Desastrada!

_Filhinho de papai, mimado!

_Você não me conhece!- disse se aproximando de mim.

_Nem quero conhecer!- virei-me e segui meu caminho descontando minha raiva no chão e insultando o garoto mentalmente.

(...)

Abri a porta e Passei por minha mãe bufante.

_Oi filha, como foi a es-

_Ótima! Melhor impossível- cortei-a enquanto subia as escadas. Joguei minha mochila em um canto qualquer e fui tomar um banho antes de almoçar, para acalmar os nervos.

(...)

Após Cris e Sara me buscarem em casa nos encontramos com Gih e Henrique na Praça de Alimentação do shopping. Cris fechou a cara na hora, mas se conteve. Andamos por vários lugares, Giselle sempre afobada e escandalosa com tudo que via. Henrique sempre tentava ficar perto de mim, mas Cris não me soltou por nenhum segundo, e Sara parecia incomodada com a situação. “Acho que nunca vou entender”

Resolvemos dar uma pausa e comer alguma coisa. 

_Licença meninas preciso falar com uma pessoa.- e lá vai Gisele e evapora. Não sei como ela consegue andar tão rápido, sempre de salto.

_Vou fazer nossos pedidos, alguém vem comigo?- perguntou Cris.

_Estou cansada. Vou ficar por aqui mesmo. -disse simplesmente.

_Então a Sara vai contigo e eu aproveito para ficar um pouquin-

Ele nem terminou de falar e Cris já estava puxando-o espaço afora. Sara e eu estávamos na mesa. Um silêncio angustiante estava entre nós. Eu não me sentia bem com isso. Ela não era de falar muito,mas não custava nada puxar um assunto qualquer. Então dei o primeiro passo.

_Então... -ela ergueu os olhos e me fitou.-tempo bom né.

_Não acho.-disse seca. Batia os dedos na mesa ritimadamente.

_Olha, pode ser impressão minha, mas você não gosta muito de mim não é?!”Ufa! Falei

_Não é impressão não- relaxei- eu realmente não gosto de você. -arregalei os olhos surpresa.- antes d você chegar Cris me dava muito mais atenção, mas agora só fala de você, você, VOCÊ! Tudo é você. Ana isso, Ana aquilo, Tô cansada de você!

_Mas... -disse ainda surpresa, mas logo me calei, formulando as palavras .

_Quer mesmo saber porque a Cris detesta o Henri. Vou te contar. Eu e ele éramos namorados. Mas descobri que sentia uma atração por ela muito mais forte. Um dia a gente bebeu e bom, aconteceu.

_Vocês duas...

_Não, a gente só se beijou. E não me interrompa. Continuando, a gente ficou e eu terminei meu namoro com ele por ela. Mesmo não sendo recíproco o meu amor, ainda me dava devida atração. Até você chegar.

_Mas e...

_Ela tem raiva dele porque acha que ele terminou comigo. E... eu fiquei triste, não pelo término, claro, mas por meu amor unilateral. E ela me deu força.

_E você ainda a ama?

_Claro que sim. Que pergunta.

_Então se abre pra ela.

_Não posso.

_Porq-

_Meus pais. Não conte nada à ela.- foi tudo que disse.

Não demorou todos estavam de volta,  e eu não conseguia encara-los com a mesma visão de antes. Apenas concordava com tudo que diziam sem realmente prestar atenção no que falavam.
Estava Digerindo aquilo tudo.


Notas Finais


E então? O que acharam? Não tenham medo de mim. Eu não mordo!
Opiniões são bem vindas e ajudam-me a melhorar.
Perdoem-me se tiver algum erro é que não tive tempo de revisar.
Qualquer dúvida, não exitem em perguntar.
Como sempre " um beijo pra quem quiser" 😘


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