História Aprendendo a Amar - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Amor, Esquizofrenia, Park Jimin, Romantico
Exibições 143
Palavras 836
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Muitas Tretas eu acho… desculpe se algo ficou estranho ou errado, eu não sei muito bem esses assuntos já que a polícia nunca parou na minha casa kkkkkkkk



🔫Boa Leitura🔫

Capítulo 11 - Testemunha Anônima


Fanfic / Fanfiction Aprendendo a Amar - Capítulo 11 - Testemunha Anônima


PV (S/N)

Jimin foi comigo até a farmácia e comprou os meus remédios mais necessários, voltamos para casa e eu tomei um comprimido para a esquizofrenia e um xarope calmante.

-que horas são? - pergunto.

-15:03… - ele disse.

-vai demorar para Jin oppa chegar do trabalho… - digo com as mãos na cabeça.

-Jin Oppa? Desde quando? - ele diz e eu ri.

-o que tem a ver? - digo sorrindo.

-deixe-me ver seu histórico de apelidos para meu querido irmão… Senhor Kim, Senhor Seokjin, Senhor Jin, Jin, Jin Oppa… por que eu não tenho apelido? - ele diz cruzando os braços.

-okay, então… Jiminie, sei lá… - digo.

-é… pode ser… - diz ele.

-ciumento… - digo meio baixo.

-que? - ele diz.

-eu não disse na-da! - digo segurando o riso.

Quebra de Tempo

Jin tinha chegado do trabalho e fez o jantar para nós. Eram 18:00 e eu estava quase indo jantar até ouvir a campainha tocar.

-pois não? - digo sem entender nada. Por que raios tinha um policial na porta?

-senhorita… (S/N/C)? - diz ele.

-sou eu… - digo preocupada.

-imagino que não esteja entendendo a situação… bom, uma denúncia anônima nos relatou a morte do casal (seu sobrenome), portanto ouvimos o relato de que a senhorita chegou na casa em que morava e se deparou com a cena, viemos em busca de testemunhas para realmente encontrar o culpado desse caso. - ele diz e eu fico com uma culpa. Quem seria essa "denúncia anônima"?

-eu não estava sozinha quando cheguei em casa… - digo com um pouco de dificuldade.

-você poderá nos explicar tudo claramente quando for para a delegacia, só precisamos que entre no carro. - ele diz e eu sou interrompida por Jimin.

-(s/n) a comida vai esfri… ar… o que está acontecendo aqui? - Jimin pergunta.

-com licença garoto, preciso levar sua irmã ou seja lá o que for dela para a delegacia, é problema para adultos resolverem! - diz o policial.

-era ele a outra testemunha senhor. - digo ainda pasma com a situação.

-eu não estou entendendo nada! - diz Jimin.


Depois de muitas conversas os policiais decidiram levar Jimin também com a autorização de Jin.

Fomos para a delegacia e eu estava muito nervosa, meus batimentos cardíacos poderiam ser ouvidos a quilômetros!

Quebra de Tempo

Então o delegado pediu para eu explicar tudo o que eu sabia e logo perguntaria para Jimin.

-eu estava voltando pra casa, da escola, e quando entrei pedi para Jimin vir, mas a cena que vi não foi das melhores… - eu tentava explicar de alguma forma.

-o relatório que foi feito é que a senhorita pode ter sido suspeita da morte deles. - diz um policial me interrompendo.

-dos dois não… mas, antes disso eu quero que saibam que eu não posso responder pelos meus atos! - digo tentando justificar a merda que eu havia feito.

-já sabemos do seu estado mental, o número anônimo explicou isso. - diz o delegado. - só diga tudo o que aconteceu naquela tarde.

-ou o menino pode explicar o que viu! - o policial diz.

-eu vou começar de novo… - digo. - eu estava voltando da escola com meu amigo Jimin e o convidei para tomar um café, mas quando cheguei na cozinha encontrei meu pai com uma arma apontada para a cabeça da minha mãe. Ele mandou eu me despedir de Jimin pois ele iria me levar para o Brasil de volta… - digo com os olhos levemente marejados. - ele nunca havia se importado comigo… eu nem tinha feito nada e ele disparou sem dó em minha mãe. A minha única reação foi pegar a primeira arma que eu visse para v-vin… v-vingança… eu avistei a faca de cerra e… não pude resistir… foi mais forte que eu. - digo já chorando.

-o que sentiu após matar seu pai? Arrependimento? Remorso? - pergunta ele.

-eu senti vontade de me suicidar e logo após eu desmaiei. - disse parando de chorar.

-é verdade… - disse Jimin.

-por que deveríamos acreditar em um garoto de doze anos? - disse o policial para Jimin.

-eu tenho dezesseis anos… e pelo visto não estávamos sozinhos! Onde está a testemunha anônima? Ela não viu tudo? - pergunta Jimin alterado.

-calma Jimin… bom, pelo que viram eu fui culpada, e agora? O que irá acontecer? - digo temerosa.

-você irá passar por uma consulta no psicológo, e talvez fique em um manicômio, já que seu crime foi culpa da saúde mental.

-mas foi só um descuido! Eu tomo medicamentos! Não sou uma ameaça… e minha escola? Minha vida está uma droga! Eu deveria ter me suicidado quando pude. - digo batendo na mesa.

-é por isso que vai ter uma consulta no psicólogo, para seu próprio bem senhorita (s/n). Talvez o manicômio seja algo meio avançado. - diz o delegado. 

-eu prometo tomar os medicamentos corretos, só pense com carinho por favor… - digo agoniada. - e o enterro dos meus pais?

-os corpos ainda estão em pesquisa, logo será avisada. - diz o delegado.


Ficamos lá conversando esse assunto, as vezes Jimin opinava, as vezes eu achava que realmente iria para um hospício, e outras vezes eu só queria estar tendo um pesadelo…


Quem seria essa testemunha anônima?


Notas Finais


Desculpe se ficou muito ruim, mas está aí… parte da consequência dos atos de (s/n). Espero que tenham gostado e desculpe qualquer erro.

🌈Continua🌈


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