História Aprendendo a dar valor LUTTEO - Capítulo 31


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Categorias Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli
Personagens Karol Sevilla, Personagens Originais, Ruggero Pasquarelli
Exibições 183
Palavras 892
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 31 - -capitulo 31_mini maratona 3/5


Fanfic / Fanfiction Aprendendo a dar valor LUTTEO - Capítulo 31 - -capitulo 31_mini maratona 3/5

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Âmbar: olá Luninha (sorriu debochada)

Luna: quem te falou onde eu moro? (Perguntou nervosa e Âmbar entrou) você e sua mania de entrar sem ser convidada (lembrou-se do episódio ocorrido a dez anos atrás)

Âmbar: certas coisas nunca mudam (sorriu debochada) você é famosa Luna. Achou mesmo que iria ficar escondida no México por muito tempo?

Luna: olha só. Eu não gosto de você, você não gosta de mim. O México não é só seu, eu não te fiz nada. Eu só peço que você saia da minha casa.

Âmbar: ui que medo (revirou os olhos) eu só vim te dar um aviso. Não quero que você aproxime-se do Matteo.

Luna: e por que você acha que eu iria te obedecer?

Âmbar: sejamos sensatas Luna. Você nunca gostou do Matteo...

Luna: isso não é verdade eu o AMO (confessou. Âmbar sorriu irônica)

Âmbar: Luna você não ama ninguém nem a si mesma. A propósito eu descobrir que você tem uma filha (Luna arregalou os olhos) e olha só, você ama tanto o Matteo que teve uma filha com outro.

Luna: você não sabe de nada. Fique longe da minha filha VAI EMBORA DA MINHA CASA (começou a chorar)

Âmbar: eu vou mesmo. Porque não faço questão de ficar no mesmo ambiente que você. Mas eu torno a avisar, fique longe do Matteo.

Luna: SAI DAQUI (gritou se desmanchando em lágrimas)

Valentina: MÃNHEEÊ CHEGUEI (entrou gritando. Mas diminuiu o tom ao entrar na sala e ver sua mãe chorando. Imediatamente correu para abraça-lá)

Mamãe. O que ta acontecendo aqui?

Âmbar: olha só essa deve ser a cobrinha que você cria. Como é seu nome querida? (A garota ficou com medo. Luna continuava chorando) eu te fiz uma pergunta. Sua querida mãezinha não te ensinou a ser educada?

Valentina: ensinou sim. Mas ela também ensinou-me a ter educação com quem merece (a desafiou) e pra sua informação me chamo Maria Valentina. O que fez com a minha mãe?

Âmbar: eu? (Sorriu inocente) nada. Só vim conversar, eu e sua mãe nos conhecemos no passado (sorriu falsa).

Valentina: não parece que a sua visita foi tão agradável e suspeito que no passado você também não era bem vinda (murmurou atrevida) afinal por que ainda está na minha casa?

Âmbar: calma coisa fofa. Cadê seu pai?

Valentina: isso não é da sua conta, mais vou te responder... Eu não conheço meu pai.

Âmbar: é mesmo? Não faz mal querida. Sua mãe sempre tão vadia que nem ela deve saber quem é.

Valentina: nossa como você é baixa. Lava sua maldita boca pra falar da minha mãe (soou russo)

Âmbar: olha só a Luninha tem uma filha que fala Russo que fofa.

Luna: JÁ CHEGA ÂMBAR. SAI DA MINHA CASA, SAI DE PERTO DA MINHA FILHA. VAI DESTILAR O SEU VENENO EM OUTRO LUGAR. ( Abraçou a filha que estava começando a ficar com medo daquela situação)

Âmbar: eu já vou. Meu recado já está dado tchauzinho ( foi até a porta)

Valentina: SUA VÍBORA (gritou ainda abraçada a mãe)

Âmbar: sabia que esse era o apelido de sua mãe a dez anos atrás? (Provocou)

Luna: VAI EMBORAAAA (e assim ela fez. Luna suspirou e sentou-se no sofá)

Valentina: mãe quem é essa mulher? Por que ela gritou com você? Como assim seu apelido era víbora? Mãe me explica.

Luna: vem cá meu amor (a sentou no seu colo) olha eu vou te contar uma coisa, mas você tem que prometer que não vai julgar a mamãe por isso. Sim?

Valentina: quem sou eu pra te julgar mãe (pós o cabelo dela atrás da orelha) me conta.

Luna: á dez anos atrás eu fui casada com o seu pai (engoliu a seco. Mas continuou olhando nos olhos da menina) eu era uma mulher muito mau caráter. Eu fui obrigada a casar com o seu pai, e por isso eu o Culpava por estragar minha vida. Eu era muito arrogante, não dava valor a nada que tinha, pra mim dinheiro era tudo. Essa mulher participou do meu passado e ela sempre me odiou e eu não tiro a razão dela.

Valentina: ela é alguma parente do papai?

Luna: er... Não ela era só uma amiga da família (mentiu. Teve medo de que a garota procurasse Âmbar) enfim por ser tão amiga dele, ela me odiava... E nunca gostou de mim. Um dia eu magoei muito seu pai, foi muito mais além do que ele pôde suportar. Então ele terminou tudo e foi embora. Depois mais algumas coisas aconteceram e eu tive que ir embora. Logo depois eu descobri que estava grávida.

Valentina: quer dizer que você era como uma daquelas mulheres que achava que dinheiro era tudo? (Luna assentiu. Começando a chorar) mãe você mudou?

Luna: sim. Você me mudou.

Valentina: por que nunca me contou isso?

Luna: eu... Eu tive medo de que você pensasse que eu te escondi do seu pai por puro egoísmo e começasse a me odiar por isso. Eu sei que você não suporta gente assim.

Valentina: mãe eu nunca faria isso, você é minha mãe e eu te amo. O passado é passado o importante é que você mudou. Tudo que eu mais quero é saber quem é meu Pai mais se você não estiver preparada para me contar eu vou entender.

Luna: você tem que me prometer que não vai atrás dessa mulher para saber coisas do seu pai. (Segurou o rosto da menina a forçando a encará-la)

Valentina: prometo.

Luna: eu te amo minha princesa (abraçou a garota)

Valentina: eu também mãe, eu também (suspirou. Escondendo a cabeça no pescoço da mãe)



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