História Aprisionada: Temp. 1 - Capítulo 22


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Ação, Camila Cabello, Camren, Corrida, Corrupção, Drama, Drift, Fifth Harmony, Gangues, Lauren Jauregui, Lésbico, Orange, Policial, Yuri
Exibições 78
Palavras 1.054
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Orange, Policial, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 22 - Capítulo 21 - Cerco.


- Quem está falando? – Camila atendeu o telefone com muito ódio.

- Ah, a Lauren por favor.

- Ela está no banho. Quer deixar recado?

- Aqui é o JT, eu queria saber se ela estava sozinha em casa, se eu podia dar um pulinho. . .

- Não. Ela está aqui muito bem sim. Aqui é a NAMORADA DELA. Posso saber o motivo da ligação?

- Ah, me desculpe. Mais tarde nos falamos então. – e desligou seco

Mas que abusado! E se ela estivesse sozinha? Lauren não era do tipo fácil! Quem ele pensava que era para falar assim de SUA Lauren?

Lauren entrou no quarto de roupão. Os cabelos ainda estavam molhados do banho, e depois de dentes escovados, um bom sal de fruta e café forte, parecia bem melhor. 

- Ah, Lolo. O JT te ligou. – Camila imitou a voz dele

- É?

- Para saber se você estava sozinha em casa porque ele queria vir dar um pulinho aqui.

- Filho da puta!

- Quem é ele, Lolo?

- É um detetive, parceiro do Hammers. Ele é um galinha desaforado.

A campainha tocou.

- Eu atendo.

Camila espiou pela janela e viu um carro parado na porta. Lauren desceu de roupão e abriu.

- JT!

- Oi Lolo!

- Você falou com minha namorada e ela está uma fera! E mesmo assim veio?

- É. Eu não achei que. . .

- E você não achou que eu poderia ter uma namorada?

- Não é isso. É que eu realmente queria te ver, Lauren, só isso.

- Me viu. Agora vá ver outra coisa. – e Lauren bateu a porta.

- Eles vão ter os seus olhos, Lauren! – JT gritou de trás da porta e foi embora

Lauren xingou algo, e subiu as escadas, sabendo que a noite seria looonga.

- Você ficou com esse cara, Lauren?

- Não! Ally tomou conta de mim, e eu fiquei bêbada muito rápido. Eu misturei alguns drinks, eu sinto muito.

- Acho bom mesmo.

 

A semana seguinte foi caótica. Hammers pressionava Lauren e Ally para ganharem resultados no caso, e colocava diversos empecilhos. Dizendo que seria inútil procurar um carro que estava debaixo do mar e o mais óbvio e correto seria voltar o foco em prender Karla Cabello e encerrar o caso.

Daniel Lugo, chefe de Los Gerentes colocou meia cidade atrás de Austin Mahone e Camila Cabello, e isso teve reflexo direto na polícia. Com o foco na captura dos dois, muitos pontos de drogas ficaram vulneráveis e enfraquecidos, dando brechas para a polícia e as gangues rivais invadirem. Los Gerentes começaram a perder poder, e desequilibrar a ordem do crime organizado da cidade.

Em casa, Camila apareceu apenas três vezes na semana, deixando uma Lauren levemente arrependida de tê-la soltado. No meio do caos de Miami, ela tinha receio de que algo acontecesse à sua latina.

 

Camila olhou o visor do celular, eram três e quarenta e cinco da manhã. Afastou os braços de Lauren de seu corpo e se sentou para atender o telefone.

“Camila. Você sumiu.”

- Oh, Simon, eu sinto muito. Não era seguro ainda falar com você.  – Camz atendeu a ligação de seu novo telefone

“Metade de Miami está atrás de você.”

- E eu estou tentando provar minha inocência.

“A polícia de Miami me mandou uma intimação, para responder perguntas sobre a morte de Brad Simpson. Seja o que estiver fazendo, é melhor que conserte, Camz. Ou vai ficar pior para você”

- Eu sinto muito, Simon, vou resolver.

“Eles tem uma prova, não se sabe como. Justin está me dizendo que eles têm um vídeo meu conversando com você em Little Havana. Você sabe de algo?”

- Não. Não faço idéia, Simon. Eu juro,

“Acho bom mesmo” – e desligou o telefone

- Quem era amor? – Lauren tentou abrir os olhos apesar do sono, mas não obteve sucesso

- Lauren, preciso ir ver a Dinah. Você quer ir?

- Sim, claro. Mas agora? São quatro da manhã.

- Dinah troca as noites pelos dias. Para ela devem ser quatro da tarde. Se arruma, vou te levar até ela.

 

_____________________________

- Cheechee? – Camila perguntou

- Chancho! – uma voz animada saiu da escuridão e se aproximou, mas parou em seguida

- Quem é você?- e DJ saiu com uma arma apontada para Lauren

Lauren pensou em sacar a sua, mas não pôde. Pares de mãos surgiram por trás de Lauren, e começaram a vasculhar seu corpo, até tirarem sua arma e seu distintivo.

- Não acredito que trouxe uma tira até nosso escondeirijo, Chancho!

- Detetive Jauregui. Eu te conheço. – Dinah parou bem a sua frente a olhou de cima a baixo

- Você falou de mim, Camila?! – Lauren perguntou desconfiada.

- Nada, querida, a Dinah aqui tem suas fontes. Vem cá, Camilinha. – e a puxou para um abraço fofo e delicado

- DJ, eu tenho que te contar, Lauren não é apenas policial.

- Do que você está falando?

- Estamos juntas nessa!

- Juntas. Legal, ela está te ajudando?

- S-sim, mas não é só isso

Os olhos de Dinah viraram pura fúria e raiva.

- Você está comendo ela, sua filha da mãe?! – e a atirou no chão

A policial não deixou barato e voltou com um soco na cara de Dinah. A mulher que desarmou Lauren veio por trás e a segurou, ao mesmo que Camila afastou Dinah.

- Camz, o que ela fez com você, bebê? – e abraçou de novo

- Não é isso, Lauren não está abusando de mim, ela realmente gosta de mim.

- E vocês estão apaixonadas?

- Acabou acontecendo. Nós acabamos gostando.  

- Acabou acontecendo. – Dinah zoou a voz dela - Sei. Você vai acabar matando todos nós.

- Eu já sou adulta, Dinah.  

- E para quê trouxe ela aqui, para saber se eu a aprovo?

- Não, na verdade, até a minha mãe já aprovou.

- CHANCHO! VOCÊ LEVOU ELA ATÉ MAMA CABELLO?! – Dinah parecia surtar – Onde esteve com a cabeça?

- Eu gosto dela, Dinah. E ela está enfrentando isso comigo.

- Se ela provar que você é inocente e eu te ver livre de novo, eu converso sobre gostar dessa filha da mãe ou não!

- Mas Dinah! Eu não sou uma criança!

Dinah mostrou o dedo do meio e sumiu no escuro do galpão. 



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