História Aquarela - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Naruto Uzumaki
Tags Hinanaru, Juuhina, Naruhina, Sex, Sexo
Exibições 108
Palavras 1.923
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ecchi, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olaaaaaaar, monamours! Quanto tempo, não? Demorei? Sim, porém, xegay!
Narutinho hotkage percebeu que a sua linda garota da praia era da sua tribo rival e que agora está migrando para a sua, o que vocês acham que vai acontecer? Até eu mesma estou curiosa, como as tretas, amizades e paixões vão desenrolar. Muita treta e inveja tb!
Acreditamos que já está na hora dessa lindeza perolada aparecer e botar para foder.
Musica indicada: Mirrors, by Justin Timberlake!

Capítulo 6 - Verde.


Naruto

 

Alguns dias depois...

O tempo havia corrido naqueles dias com a negociação de trazer a menina “desconhecida” para a tribo Laranja, e para o loiro, aquilo estava sendo muito louco e desnecessário. As rixas em ambas as tribos existiam há séculos e era considerado um milagre que ambas ainda estejam de pé.

Naruto permanecia deitado em sua cama após um longo dia de negociações dentro da sala de reuniões, debatendo com toda a elite, se era mesmo necessária àquela aquisição, e a únicas coisas que sabia dela era que: seu nome era Hinata, ela era uma Hyuuga e era muito bonita. De longe, ela tinha cara de ser uma negra, seu rosto angelical poderia dizer que ela era a pessoa mais bondosa do mundo.

Não obteve nenhum contato direto com a mulher, a única vez que havia visto a morena foi naquela mesma noite na praia.

– Naruto – a voz de sua mãe o despertou em meio aos pensamentos, vendo a ruiva sentar ao seu lado na cama, com os longos cabelos presos em um rabo de cavalo. Os olhos azuis penetravam aos seus – preciso pedir uma coisa para você.

O loiro sentou na cama, e a matriarca percebeu o quão forte, bonito e robusto estava seu único filho, não deixando de sorrir e admirá-lo. Todos os sacrifícios realizados mediante o tempo que passou, com toda a certeza, valeram muito a pena, ainda mais quando via o loiro ali, proporcionando a ele todo o seu instinto maternal.

– Pode pedir mãe.

A Uzumaki suspirou.

– Eu só confio unicamente em você para isso, é sobre essa tal Hinata – disse pausadamente, vendo o mais novo ficar sem entender – quero que você fique de olho nela. Essa história está soando particularmente estranha.

– Você estava bem animada com tudo isso, senhora Kushina, isso ficou bem esquisito.

– Eu sei – adiantou-se, deixando-o mais confuso ainda – é pressentimento de mãe, nem que você queira, irá entender. Confio unicamente em você por ser meu filho, te conheço melhor que você mesmo.

O loiro pôde dar um sorriso para a mãe, alisando sua cabeça ao mesmo momento. As personalidades de ambos eram extremamente parecidas, a vontade de fogo era algo característico no DNA Uzumaki, ambos se entendiam e se apoiavam, o que deu a resposta para o homem, ela estava desconfiada o suficiente para que tudo não desse errado.

– Tudo bem, mãe – ele assentiu, vendo-a dar um sorriso de orgulho – bem, como ela é?

– Uma jovem muito calma e de poucas palavras. Kiba ficou hipnotizado ao entrevista-la, ela sempre dava respostas curtas e objetivas. Porém, a sua beleza é de um mero encanto.

Naruto apenas riu levemente.

– Eu a vi uma vez na praia, nunca suspeitei que ela fosse uma negra. Esbarramo-nos sem querer e se ela soubesse que eu era um membro da tribo laranja, ela provavelmente me mataria, antes que a senhora desconfie.

– Ela ficará surpresa quando te vir aqui, acredite. Justamente por ela ser uma mulher de poucas palavras que posso desconfiar, pessoas quietas tendem a ser observadoras e pensam demais. Às vezes, pensamentos podem ser o controle do bem e do mal.

O mais novo sempre soube da sabedoria de sua mãe, e a cada dia que conviviam juntos, ele tinha cada vez mais certeza disso. Ela sempre foi considerada um prodígio dentro da tribo, causando inveja em terceiros. Todos dentro da tribo sabiam da história triângulo entre Kushina, Minato e o exilado Nagato Uzumaki.

Nagato, membro da tribo negra e arqui-inimigo do casal líder. Primogênito de dois irmãos, sendo irmão mais velho de Kushina, ele sempre foi uma pessoa ambiciosa e fria, fitava ao longe sua irmã ter tudo enquanto ele sempre ficava excluído dos demais. Sua inveja sempre falou mais alto, ao ponto de trair sua própria família para liderar a tribo negra, aprofundando mais as feridas entre ambas as tribos e deixando tudo cada vez mais difícil.

– Confio em suas palavras, pode deixar que ficarei de olho nela. Não decepcionarei vocês.

– Eu sei que não, querido, seu pai e eu sabemos como você é, mesmo sendo uma pessoa muito atrasada em relação a compromissos e reuniões.

A mais velha riu da feição emburrada do loiro de orbes tão azuis quanto o céu.

 

Hinata

 

Era uma bela tarde de domingo quando uma moto passava pela estrada em direção ao litoral daquela cidade. Os cabelos azuis escuros saíam do capacete e balançavam de acordo com o vento e a mulher que pilotava estava ligeiramente tensa.

O plano estava dando mais certo do que imaginara, eles estavam caindo como patinhos, e aquilo, de certa maneira, deixava a Hyuuga mal. Ela nunca havia feito do nada do tipo, porém, era necessário para a sua estadia numa tribo que tanto gostava e estar sempre rodeada das pessoas que ela amava.

Suas malas presas ao bagageiro, o vento batendo sobre seu corpo mediante a luz do sol, o dia não poderia estar mais bonito como aquele, lhe confortava ao lembrar que estaria rodeada de pessoas estranhas que tinham total interesse nela por dias, meses, ou até anos se fosse preciso, entretanto, a cada momento, sua vida estava ameaçada.

Se fosse descoberta, seria morta. Ela conhecia histórias de rixas que nunca terminavam bem. A mãe de Sasuke terminou assim.

Estacionou em frente a um casarão mais afastado da área urbana do litoral. O barulho do mar em choque das pedras, árvores em volta, deixava um ar ligeiramente confortante e isolado do mundo, especificamente de quem gosta de se concentrar para depois fazer muito barulho. Os olhos perolados estavam brilhantes e um sorriso brotou no rosto delicado da morena que caminhava com o seu capacete na mão.

– Nada mal – disse para si mesmo ao perceber que ali tinham vários carros e motos, provavelmente a recepção teria certo nível de calor em número de pessoas que a receberiam.

Percebeu que a ruiva estava ali acompanhada de quem era seu marido. Os olhos azuis da senhora fixaram no corpo pequeno de Hinata, analisando qualquer movimento brusco que ela desse. Talvez aquele fosse o motivo de tanta gente vir, não sabia o tamanho do poder que a mesma tinha, e Hinata tinha noção da reputação que poderia ser apresentada, como uma real Hyuuga negra.

– Seja bem-vinda, Hinata – a voz rouca do senhor Namikaze fez com que ela estremecesse. O ódio podia ser notado à distância.

– Obrigada, senhor Namikaze.

– Espero que goste de fazer parte de uma tribo tão acolhedora como a tribo Laranja, que pode se dizer que é bem mais que a Negra.

– A tribo negra tem a sua forma peculiar de acolher, não fica por trás de nenhuma.

Kushina arqueou a sobrancelha com a frase dita pela mais nova, olhando diretamente para o esposo que simplesmente assentiu, sabia que destilar veneno naquela situação, não era útil, tudo estava tudo no início para que o plano da tribo Laranja realmente entrasse em ação.

Todos os olhares da tribo foram para ela assim que os três passaram da porta, porém os olhos perolados se chocaram com um par de orbes azuis que estavam em sua frente. O rapaz bonito da praia.

– Seja bem-vinda a tribo Laranja, senhorita Hyuuga. Sou Naruto Uzumaki, filho dos líderes e responsável por você e sua estadia.

Hinata arregalou os olhos no mesmo instante. Não podia ser real.

– Você? – esticou levemente o dedo indicador em direção à Naruto.

– Desculpe por aquele esbarrão.

Naruto deu um sorriso sem graça enquanto coçava a cabeça, tendo a atenção de todos ali presentes. Hinata corou levemente com aquela interação constrangedora e notando que as pessoas estavam confusas, de que forma eles haviam se conhecido para tamanha timidez.

A elite da tribo encaravam Hinata como se aquele plano fosse uma furada, porém tinham que engolir por ser ordens de superiores, com exceção de certa rosada de orbes verdes que não disfarçava a cara “feia”. Os olhos perolados mediram a mulher.

– Sakura, esta é Hinata – a voz de Naruto soava doce para a que estava frente à Hyuuga.

– Ótimo, não ligo que continuem com essa farsa, só peço para que não me incluem nisso. Afinal, não gosto nem um pouco de você, querida Hyuuga.

Hinata apenas deu um sorriso sarcástico.

– Engraçado que eu não perguntei em nenhum momento para os líderes se eu preciso ter amizade com um tipo de pessoa como você, que julga alguém sem conhecer. E obrigada por me adiantar a sua ausência de educação e a sua falta de recepção, eu que não gosto nenhum pouco de você, Sakura. Passar bem, querida.

O ar sarcástico e irônico da morena irritou ligeiramente a Haruno que estava ali, olhando fixamente para o loiro que tentava esconder a risada – numa tentativa muito falha – quando a Hyuuga saiu do local em que estavam.

Ela se encaminhou até três rapazes da elite que estavam ali sentados e fitando a jovem. O moreno com marcas nas bochechas adiantou um belo sorriso em seu rosto quando viu a bela morena se aproximar. O olhar malicioso era indiscreto.

– Você é a tão falada Hinata – ele estendeu a mão a fim da mesma cumprimentar – sou Kiba Inuzuka, um dos membros da elite da tribo.

– Prazer em te conhecer, Kiba – ela segurou a mão do mesmo, balançando com um cumprimento de boas vindas.

– O prazer é todo meu, e não ligue para Sakura, um dia ela aprende.

Os demais que presenciaram a cena riam, enquanto a morena jogou a mão para trás como se não se importasse. Os olhos escuros do maior escorriam pelo corpo esculpido da Hyuuga, que ignorava as investidas do mesmo. Sasuke não vai curtir saber disso, com toda a certeza, pensou.

***

O quarto escolhido pela elite era bem confortável dentro daquele conjunto de quartos em que viviam. A Hyuuga acabara de sair de um banho relaxante depois de um dia cheio, com um baby doll bem confortável. Estava fazendo o máximo possível para se sentir em casa.

Sua cabeça ia longe, até onde seus amigos de verdade estavam, o que estavam fazendo para se divertir, se tudo estava bem e como estava Sasuke. A preocupação da morena sobre o amado era complicada, ela sabia que ele tinha o dobro de medo, já havia perdido alguém dessa forma antes.

Abraçou o travesseiro na cama de casal, estava se sentindo sozinha naquele momento e o silêncio era algo estranhamente bom. Saber que tinha sua própria companhia podia lhe acalmar.

– Com licença, posso entrar?

Hinata se sentou na cama, arrumando sua postura. A voz rouca era inconfundível.

– Sim, Naruto.

O loiro adentrou o cômodo, percebendo que ela olhava fixamente para ele, percebendo o quão bonita ela era de uma forma tão natural. Sentou-se na cama, encarando os orbes perolados e exóticos que ela tinha, as palavras faltaram por alguns segundos.

– Vim saber se está tudo bem por aqui, afinal, sou responsável por você, Hinata.

Ela deixou escapar um sorriso.

– Sim, comigo está. Foi um dia bem cheio, obrigada por perguntar.

Encararam-se por alguns minutos sem proferirem uma única palavra, como se os olhares agissem sendo conexões entre eles.

– Fiquei tão surpreso quanto você com tudo isso, jamais que eu imaginaria que você era uma negra.

– Minha cara denunciou minha surpresa? Desculpe.

O loiro deu uma leve risada.

– Bem, passei mesmo para saber se você estava bem e já que está, desejo uma boa noite e seja bem vinda.

– Boa noite, senhor esbarro.

Trocaram belos sorrisos e ao ver o loiro sair pela porta, sabia como isso iria ser complicado, estar longe do namorado, dos amigos, ou até mesmo da família, porém, sabia o quão próxima ficaria do Uzumaki, ele seria uma pedra difícil.



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