História Aquarela - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Cameron Dallas, Fifth Harmony, Shawn Mendes
Personagens Ally Brooke, Cameron Dallas, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Shawn Mendes
Tags Aquarela, Camila Cabello, Shawn Mendes, Shawnmila
Exibições 147
Palavras 1.761
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


E ai gente !

Bom, esta é minha primeira história (aquela que sobreviveu de inúmeras ideias e rascunhos ). Este é um novo projeto e desta vez, quero seguir com ele até o final.

Agradeço à ~jujubs021 por todo o apoio e por ter me ouvido inúmeras vezes enquanto firmava esta história para vocês.

Espero que vocês gostem do resultado, e tenham uma boa leitura !!

Capítulo 1 - Um grande passo


Fanfic / Fanfiction Aquarela - Capítulo 1 - Um grande passo


Toronto- Canadá, 11:35
 

Estava terminando de arrumar a minha mala antes de ir para o aeroporto, enquanto fechava a mala sobre a cama. A neve caia fina do outro lado da janela, enquanto a brisa gelada percorria o quarto pela janela entreaberta. Peguei o telefone, conferindo novamente o horário do voo antes de me sentar na cama, puxando um panfleto que havia sobre a escrivaninha.

Ouvi uma batida na porta e ao erguer o olhar, encarei minha mãe escorada na beirada, me olhando como se fosse um jovem garoto saindo para seu primeiro dia na escola. Seus olhos brilhavam inundados de tristeza e felicidade, enquanto segurava uma sacola em sua mão levemente trêmula.

- Está tudo pronto para ir, filho? – Acenei com a cabeça, enquanto guardava o telefone no bolso da calça. Há semanas que minha mãe estava se preparando emocionalmente para este momento, revendo fotos antigas e mexendo em algumas coisas do meu quarto, apesar de saber que nada adiantaria quando chegasse a hora.

Levantei da cama, puxando a mala e colocando no chão ao meu lado, enquanto sentia os braços da minha mãe envolvendo todo meu corpo. Retribui o abraço, enquanto senti uma de suas mãos acariciar meu rosto, como se quisesse gravar cada detalhe nele.

-Não acredito que o meu menino está crescido. Parece que foi ontem que eu estava dando banho em você na banheira quando tinha quatro anos.

- Mãe...- Comecei a falar e ela ergueu as mãos em um sinal de rendição, enquanto se virava de costas e me entregava a sacola, parando novamente perto da porta e se virando para mim. Minhas mãos abriram a sacola, deparando com um estetoscópio que pertenceu ao meu avô, quando ele atendia os pacientes.

Um sorriso se formou em meu rosto, enquanto a via limpando as lágrimas do rosto.

Senti os olhos arderem e minha mãe me olhou, com um semblante alegre e orgulhoso no rosto. Pronunciei um obrigado com os lábios e ela piscou o olho para mim, enquanto abria novamente a mala, guardando a sacola com o presente.

-Shawny... – Uma vozinha surgiu no quarto, fazendo eu virar e me deparar com um garotinho de três anos com um pijama dos vingadores e com uma sacolinha na mão.

-Noah... – Eu me agachei, vendo aquela pessoinha correr até mim e abraçar meu pescoço com aquelas pequenas mãozinhas. Segurei seu corpo e o ergui enquanto ficava de pé, observando seus olhinhos azuis como o mar brilhando com a luz que entrava da janela.

 

-Para onde você vai? Mamãe disse que você vai pra onicidade. – Um riso escapou de minha boca enquanto o balançava em meu colo.

-É universidade, campeão. Seu maninho aqui vai estudar bastante para poder ajudar muitas pessoas, como o vovô fazia quando era mais jovem.  

Os olhinhos dele percorriam todo o meu quarto do colo enquanto a mãozinha com a sacola balançava a cada movimento.

-Porque não entrega seu presente a ele, querido? –Disse a minha mãe e Noah estendeu a sacola na minha cara, acertando meu nariz de leve. Virei o rosto para trás, simulando um golpe enquanto soltava uns resmungos.

-Ui.. como é forte esse garoto. Eu que não quero arrumar confusão com ele.

Uma risada gostosa saiu de sua boca enquanto pegava a sacola de sua mão e a abria, vendo uma pequena pulseira com um pingente em formato de violão. Olhei para ele e depois para minha mãe, enquanto voltava a atenção para aquele pequeno cordão.

-Foi ele quem escolheu. -Minha mãe disse enquanto pegava o panfleto que havia deixado sobre a cama, folheando o mesmo. Voltei os olhos para Noah, deixando um beijo estalado em sua bochecha, enquanto o mesmo passava as mãozinhas no rosto.Coloquei o mesmo em pé sobre a cama, enquanto colocava a pulseira no pulso. Vi ele sentar na cama, com as pernas iguais a de índio enquanto minha mãe me entregava o panfleto e pegava Noah no colo.

-Pode terminar de arrumar suas coisas, querido. Assim que seu pai chegar, nós o levaremos até o aeroporto .

Acenei com a cabeça enquanto a via saindo do quarto, com o garotinho deitando o rosto em seu ombro me observando à medida que se afastava. abri o panfleto em minhas mãos, vendo o que havia escrito nele.


" Universidade de Nova Iorque (NYU)"

 

Estudar em uma das melhores universidades dos Estados Unidos em um curso incrível era a realização de um sonho, e finalmente poderia conseguir um pouco mais de independência. Apesar do frio na barriga, era uma experiência totalmente nova mas estava pronto para encara-lá de frente. Peguei a mala e a capa com o violão, puxando-a comigo antes de parar na porta do quarto, dando uma ultima olhada por todo aquele cômodo que me cercou durante dezoito anos e com um sorriso no rosto sai do quarto, fechando a porta.

                                                                        *                    *                        *


Toronto Pearson International Airport- Toronto, 16:50

 

Após fazer o check-in, despachei a mala e fui até a sala onde aguardaria o voo ser anunciado. Olhei para o relógio no celular, aguardando na fila do café com Noah grudado em minha perna enquanto meus pais conversavam em um dos bancos. Pedi um cappuccino para mim e um chocolate quente, enquanto sentava ao lado dos meus pais, entregando o chocolate para Noah.

-E aí filho, pronto para toda a agitação de Nova Iorque? -Perguntou meu pai com um duplo sentido na frase, enquanto minha mãe dava um tapa em seu ombro.

-MANOEL !!- Ele deu um sorriso enquanto passava o braço pelas suas costas

-Não escute as besteiras do seu pai, querido. Sei que vai se sair muito bem sozinho. -Ela lançou um olhar mortal para meu pai, enquanto o mesmo pegava o chocolate da mão de Noah e o levava à boca, como se não fosse com ele.

-Ei papai... Esse aí é o meu. Se quiser um, compre para você. -Disse o pequeno enquanto tomava o chocolate das mãos do pai, que o olhava com um sorriso no rosto.

Soltei um riso enquanto mexia nas redes sociais, vendo as mensagens de alguns amigos e parentes, além de tweets e marcações. Após alguns minutos, ouço uma voz saindo da caixa de som.


 

"Passageiros do Voo 72359, com destino à Nova Iorque, favor dirijam-se ao portão número oito."

 

Fiquei de pé, colocando a mochila nas costas enquanto meus pais se levantavam também. Eles me abraçaram, enquanto sentia Noah em minha perna. Soltei um riso, pegando-o no colo, envolvendo-o naquele abraço.

 

-Boa sorte, meu filho. Estou muito orgulhoso de você e sei que se dará muito bem lá. -Disse meu, pai, se afastando enquanto minha mãe passava a mão pelo meu cabelo.

-Querido, estou tão orgulhosa de tudo que alcançou. Espero que consiga tudo o que você busca nessa nova jornada que se inicia para você. -Ela se afastou com um beijo no rosto enquanto eu olhava Noah esfregando as mãozinhas nos olhos.

-Ei carinha...Não fique assim. Vou falar com você todos os dias e sempre que puder eu virei te visitar ou você irá lá ficar comigo. O que acha?

Suas mãos se afastaram do rosto e eu passei a minha em sua bochecha, limpando as lágrimas enquanto um sorriso se formava em seu rosto. Suas mãos abraçaram meu pescoço enquanto apertava seu corpo contra o meu. Coloquei-o no chão, passando a mão em sua cabeça enquanto ele se agarrava a perna de minha mãe, acenando com a mãozinha enquanto me dirigia ao portão, vendo eles ficarem para trás enquanto passava pela porta, em direção ao avião.


                                                                       *                      *                    *


John F. Kennedy International Airport- Nova Iorque, 18:30

 

Após uma viagem tranquila e agradável, na qual passei a maior parte dormindo com os fones no ouvido, desembarquei no aeroporto seguindo até a sala de desembarque. Assim que peguei minha mala e a capa do violão, segui pelo aeroporto até a parte da frente, desviando da multidão de pessoas que entravam e saiam de lá como um formigueiro humano.

Senti o celular vibrar no bolso e eu o peguei, visualizando uma mensagem enviada a alguns minutos atrás.

Mãe- Como foi a chegada filho? Deu tudo certo?

Eu- Acabei de desembarcar aqui. Vou pegar um táxi e aviso assim que chegar no apartamento.

Guardei o telefone, colocando as malas em um táxi enquanto entrava no mesmo.

-Boa noite. Founders Hall, por favor.

O taxista acenou com a cabeça e seguiu caminho, enquanto observava a cidade através do vidro. Era, de fato, incrível a quantidade de coisas e pessoas que haviam naquela cidade. Era como se o mundo houvesse encolhido e colocado num único ponto. Após o trajeto, o táxi parou e eu observei aquele lugar com uma construção meio medieval enquanto tirava as malas do carro.

Quando entrei no prédio, haviam várias pessoas andando e conversando enquanto eu segui até a secretaria, onde entregaram a chave do meu quarto. Subi no elevador, até o andar em que ficava meu quarto, então sai com as malas até a porta do mesmo, enquanto procurava a chave em meu bolso.

No meio de tudo, senti o telefone escorregar do meu braço e vi uma mão o segurar antes de chocar-se com o chão. Quando levantei o olhar, havia um garoto parado ao meu lado com o meu telefone na mão.O garoto pegou a chave da minha mão,  abrindo a porta.

 

-Obrigado. -Disse, enquanto colocava as malas do lado de dentro.

-Primeiro dia, não? -Disse o garoto, enquanto concordava com a cabeça.- Estou na mesma situação.

Observei o garoto encostando as costas na parede, enquanto colocava a capa do violão encostada na parede. Estendi a mão até ele, parado a alguns metros dele.

-Shawn Mendes, Medicina.

O garoto retribuiu o gesto, apertando minha mão.

-Cameron Dallas, Direito. E seu vizinho de quarto.

Soltei sua mão, observando-o por completo. Parecia ser gente boa, mas apenas o tempo diria se eu estava certo.

-Acho que vamos acabar nos dando muito bem, Dallas. -Disse com um sorriso no canto da boca.

Cameron sorriu da mesma maneira, enquanto colocava as mãos no bolso.

-Tenho o mesmo pressentimento. Até mais, Mendes.

O garoto saiu do quarto, fechando a porta. Após algumas horas, desencaixei as caixas que foram chegando, terminando de arrumar as minhas coisas nos devidos lugares.

Assim que desfiz a última caixa, tirei a camisa que usava, deixando-a aberta na cadeira, enquanto me aproximava da janela, vendo Nova Iorque se levantar na sua movimentada vida noturna. Meus olhos percorriam as luzes que brilhavam uma a uma, logo tornando-se tão iluminada como um árvore de Natal. 

-Nova Iorque... Mal posso esperar para ver o que irá acontecer.


Notas Finais


Bom, este foi o começo.

Caros leitores, expressem sua opinião, é para isso que estamos aqui. Estou a todo ouvidos.
Deixem a sua opinião.
Comente, curta e compartilhe com os amigos, para que a Fic siga firme e forte.


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